02/04/2026
Diva2025🎀
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Amiga do peito, Meire, uma mulher linda, de muita positividade e com um sorriso radiante.
''Eu me chamo Meire Felipe Pontes Fava, tenho 55 anos e resido em Jales/SP .Sou casada com Josemberg Fava e não tivemos filhos. Num final de tarde, quando cheguei em casa, ao retirar meu sutiã, percebi um caroço na minha mama esquerda. Na outra semana, fui ao médico e já agendaram, no Hospital de Amor em Fernandópolis, um exame de mamografia. No mesmo dia, também realizaram uma ultrassonografia e a médica, já com os resultados, me deu o diagnóstico de câncer na mama. Nesse momento, meu mundo desabou, porém continuei forte. Após a biópsia, veio o diagnóstico: Carcinoma ductal ''in situar Her2. Em 09/09/2021 aconteceu minha primeira consulta no Hospital do Amor, em Jales. Nesse dia, soube que o protocolo de tratamento seria primeiro a cirurgia, com mastectomia total e reconstrução imediata (prótese). Para tanto, foram realizados vários exames pré operatórios, alguns deles em Barretos, pois, na época, não eram realizados aqui em Jales.
Foi um período muito difícil, pois coincidiu também com a pandemia. Fui internada no dia 05/12/2021 para realizar a cirurgia; no dia 06/12 tive várias complicações, porque sou cardiopata e faço uso de medicamento para afinar o sangue (Marevan), além disso, tenho uma válvula de metal no coração. Foram retirados 14 linfonodos e dois deram positivos, sendo assim, houve esvaziamento axilar. Fiquei 12 dias internada, mas superei, Graças à Deus e às equipes médica e de enfermagem. No dia 08/02/2022 começaram as sessões de quimioterapia, sendo 6 sessões brancas (a cada 21 dias). A queda do cabelo iniciou a partir da segunda químio, então fui ao salão para raspar o cabelo. Sempre ia fazer quimioterapia com muita positividade, sempre maquiada, mesmo que estivesse com dores… nada me abalava. Conheci várias pessoas, cada uma com a sua história. As sessões de quimioterapia terminaram em 01/06 e no dia 28/06, começaram as radioterapias; foram 25 sessões. Hoje minha medicação é Anastrazol e faço hormônioterapia a cada três meses, uma injeção na região do abdômen. Em janeiro de 2025 fui internada para a retirada da prótese, pois sofri contratura capsular e as dores eram muito intensas; depois da retirada, foi um alívio.
Sempre fui uma pessoa muito positiva em relação a doença, sabia que iria superar e ainda superarei tudo o que vier, sempre me apegando a Deus, com muita fé.
Nunca se desespere, pois se receber um diagnóstico como este, se apegue a Deus… é muito difícil, mas nunca podemos desistir. Agradeço muito ao meu marido, que nunca me deixou sozinha, sempre ao meu lado , bem como aos familiares e amigos que também sempre me apoiaram."
Produção:
Fotos :
Edição da história