Psicóloga Andreia Fiamoncini - Psicoterapia Sexual

Psicóloga Andreia Fiamoncini - Psicoterapia Sexual Sou Psicóloga e Terapeuta Sexual, Mestre em Psicologia pela UFSC, Especialista em Sexologia pela Faculdade de Medicina do ABC/SP. Também merece atenção.

Pós Graduada em Terapia Cognitivo Comportamental pelo Instituto WP/SC. Autora no site www.sexosemduvida.com Atendimento individual e casal
Atendimento online pelo portal Sexosemduvida.com
https://portalssd.com.br/especialidade/todos-os-especialistas/ -fiamoncini

A sexualidade vai muito além do ato propriamente dito, é um comportante que justif**a as interações entre pessoas e envolve sentimentos, emoções, sensações e percepções. Tudo isso com objetivo de sentir prazer. Se isso não acontece, algo não está bom e pode ser melhorado. Aqui, procuro oferecer um espaço para que você encontre informações a respeito da Sexualidade, de modo a lhe trazer mais qualidade de vida. A Saúde Sexual é tão importante quanto qualquer outra parte do nosso corpo. Não exite em procurar por um profissional especializado, você e sua relação conjugal valem muito.

Com o tempo, isso impacta não só o desejo, mas a forma como o corpo responde ao toque real, à conexão e à intimidade.Por...
29/03/2026

Com o tempo, isso impacta não só o desejo, mas a forma como o corpo responde ao toque real, à conexão e à intimidade.

Por isso, o foco não é apenas “parar de consumir”.
É entender o que está por trás do comportamento.

Quando você muda a forma de lidar com o que sente, o padrão perde força.
E o prazer volta a ser algo vivido, não usado como fuga.

26/03/2026

Se você percebe que seu primeiro impulso ao se sentir cansado, frustrado ou sozinho é abrir um site p.rnô, talvez o que você esteja buscando seja alivio. Alívio do tédio, da ansiedade, do estresse, da solidão…

Com isso a p.rnografia começa a ocupar o lugar de outras formas mais saudáveis de resolver o que você está sentindo, como conversar com alguém, fazer um exercício, ou simplesmente descansar.

Se você sente que isso deixou de ser uma escolha e virou um hábito automático, saiba que existe um caminho para sair desse padrão. No link da bio, você pode conhecer o P.rnoFree, um processo que criamos para te ajudar a reconstruir sua relação com seu desejo e encontrar prazer de uma forma mais real e conectada.

24/03/2026

Muita gente acha exagero comparar p.rnogr@fia com co***na.

Mas a comparação não é sobre a substância.
É sobre o que acontece no cérebro.

Ambos ativam o sistema de recompensa, liberam grandes quantidades de dopamina e, com o tempo, o cérebro entra em tolerância, ou seja, precisa de estímulos cada vez maiores para sentir o mesmo prazer.

E é aí que começa o problema:
Você não sente mais prazer nas coisas comuns.

O real f**a sem graça.
A motivação diminui.
O foco diminui.
A energia diminui.
E quando você percebe, não está mais assistindo porque quer.
Está assistindo porque precisa.

A pergunta não é se isso afeta.
A pergunta é: há quanto tempo isso já está afetando sua vida.

Se você quer resolver isso, clica no link da Bio e conheça o Método P.rn .

Sol, paz e adrenalina 😁✨🤍
22/03/2026

Sol, paz e adrenalina 😁✨🤍

16/03/2026

O consumo excessivo de p.orn pode ter efeitos que muitos homens só percebem anos depois.

Dificuldade de se excitar no real.
Vergonha depois de assistir.
Comparações irreais.
Perda de interesse pela parceira.
Sensação de estar preso a algo que começou como “só um hábito”.

Isso não é fraqueza.
É o resultado de um estímulo extremamente potente que condiciona o cérebro.

A pergunta é:
quanto da sua energia e da sua vida você já entregou para isso?

Se você sente que perdeu o controle, existe um caminho para recuperar o desejo real. E foi exatamente para isso que criamos o Método Por.n .

👉 Saiba mais no link da Bio

Vocês moram juntos, dormem na mesma cama, dividem a mesma rotina. Mas quando foi a última vez que realmente se encontrar...
09/03/2026

Vocês moram juntos, dormem na mesma cama, dividem a mesma rotina.

Mas quando foi a última vez que realmente se encontraram?
Não fisicamente, mas emocionalmente. Quando foi a última vez que vocês “pararam” pra se ver e se ouvir?

Parece bobo, mas isso faz muita diferença na manutenção e qualidade da conexão e intimidade.

Experimentem olhar mais para o outro.

psicologia

06/03/2026

Muita gente pensa que preparar o ambiente ou criar um clima para o s.xo é acender velas, colocar uma música ou escolher uma lingerie.

Isso pode ajudar, claro.

Mas existe uma diferença importante entre clima físico e clima emocional.

O clima físico é o ambiente.
O clima emocional é o que acontece na sua mente e entre vocês.

O que passa pela sua cabeça antes do s.xo? O que você imagina, o que pensa, o que deseja?
São “coisas” estimulantes e erót!cas ou só coisas ruins e negativas?

Por isso, muitas vezes, o problema não está no ambiente…
mas no que está acontecendo na sua cabeça e quem sabe, na sua relação.

Intimidade não começa no quarto.
Ela começa na forma como você pensa e sente e como vocês se encontram, se escutam e se tratam no dia a dia. Um lado alimenta e influencia o outro.

Como tem sido por aí?

05/03/2026

Muita gente diz que programar s.xo “mata a espontaneidade”.

Mas, no começo de um relacionamento, fazemos exatamente isso.

Pensamos no encontro.
Escolhemos a roupa.
Colocamos um perfume.
Criamos um clima.

Isso também é uma forma de antecipação.
De preparação.
De desejo sendo construído.

O que muda com o tempo não é que o s.xo deixou de ser espontâneo.
O que muda é a forma como passamos a olhar para a s.xualidade.

No início, dedicamos tempo e atenção a esse espaço.
Com os anos, esperamos que ele simplesmente aconteça.

Mas o desejo raramente aparece no meio do cansaço, da pressa e das tarefas.

Muitas vezes, programar não é tornar o s.xo artificial.
É abrir espaço para que ele exista.

26/02/2026

Testosterona baixa derruba o desejo, a energia, o humor, tudo ao mesmo tempo. E quando ninguém investiga, o casal começa a criar uma história emocional para algo que é fisiológico.

Ela se sente indesejada. Ele se sente pressionado e não consegue explicar o porquê. E os dois brigam com a narrativa errada.

Nem toda crise na intimidade é relacional. Algumas são hormonais. Outras são exaustão crônica.

Mas a primeira resposta quase nunca é investigar, mas sim, acusar.

Se a intimidade mudou na sua relação, antes de transformar isso em acusação, investigue.

Muitas relações acabam por falta de diagnóstico. Não por falta de amor.

Você já passou por isso?

25/02/2026

A maioria dos casais acredita que a intimidade começa no quarto. Mas, na prática, ela começa muito antes disso, no modo como duas pessoas atravessam o dia juntas.

Imagine uma rotina comum: trabalho, trânsito, filhos, tarefas acumuladas. Ele chega em casa exausto. Ela também está sobrecarregada. A primeira troca pode definir o clima da noite inteira. Se o que vem é crítica, cobrança ou indiferença, o corpo registra tensão. Mesmo que exista amor, o sistema nervoso entende aquilo como ameaça. E ninguém deseja quando está em alerta.

Agora imagine a mesma cena com uma pequena diferença. Um olhar que reconhece o esforço do outro. Uma frase simples, mas legítima: “Eu sei que hoje foi difícil para você.” Ou “Obrigada por segurar as coisas do seu lado.” Não parece algo grandioso, mas isso é toque. É segurança emocional sendo construída. É o corpo entendendo que ali não precisa se defender.

O desejo não nasce apenas do estímulo físico.

Ele nasce da sensação de ser visto, respeitado e valorizado ao longo do dia. Quando as palavras são irônicas, desqualif**adoras ou frias, o corpo se fecha. Quando são acolhedoras, curiosas e admiradas, o corpo responde.

Muitos casais procuram ajuda dizendo que o s.xo esfriou, mas raramente olham para o que está acontecendo na linguagem diária.

A intimidade começa na forma como você fala, como escuta, como valida. Antes do toque físico, existe o toque emocional. E é ele que prepara o terreno para o resto.

Como é isso por aí? Você concorda?

Usar o s.xo como barganha dá uma sensação momentânea de controle.Mas controle não é conexão.Muitas vezes, por trás dessa...
24/02/2026

Usar o s.xo como barganha dá uma sensação momentânea de controle.
Mas controle não é conexão.

Muitas vezes, por trás dessa dinâmica, existe uma mulher cansada de pedir, de explicar, de se sentir invisível. E, quando a palavra não funciona, ela passa a usar o único lugar onde sente que ainda tem poder: a intimidade.

O problema é que o corpo não foi feito para ser instrumento de negociação.
Ele foi feito para ser expressão de vínculo.

Quando o s.xo vira punição ou recompensa, a relação entra numa lógica infantil de troca. Um começa a se sentir testado. O outro, pressionado. E o que deveria ser espaço de prazer vira espaço de tensão.

Se você precisa usar o s.xo para ser ouvida, o problema não é o desejo.
É a comunicação.
É o acordo que não existe.
É a parceria que está desalinhada.

Negar pode parecer força.
Mas conversar com clareza é maturidade.

E maturidade sustenta o desejo.

O s3xo raramente acaba de uma vez.Ele vai sendo empurrado para depois, enquanto a relação entra em modo de sobrevivência...
22/02/2026

O s3xo raramente acaba de uma vez.
Ele vai sendo empurrado para depois, enquanto a relação entra em modo de sobrevivência.

Entre trabalho, filhos, contas e cansaço, o casal aprende a funcionar, mas desaprende a se encontrar.

A pergunta que f**a é:
o que hoje impede vocês de se encontrarem de novo?

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