02/03/2026
Quem me acompanha há mais tempo sabe o quanto eu insisto na busca pelo aprendizado do Billings o quanto antes. Há inúmeros motivos que me fazem pensar assim — e aqui destaco três:
1 • Conhecer o próprio ciclo é o básico para quem vai se casar.
Muitas mulheres não sabem o mínimo sobre o próprio corpo: quando menstruam, quando ovulam, por exemplo. Esse conhecimento é essencial para acompanhar a própria saúde reprodutiva.
2 • Conhecer o ciclo favorece a busca por ajuda quando necessário.
Já ouvi muitos relatos de mulheres que nunca imaginaram que poderiam enfrentar infertilidade até começarem a tentar engravidar e não conseguirem.
3 • Procurar o Billings apenas quando “precisa” — e, na maioria das vezes, no desespero — é um grande risco.
Você chega tomada pelo medo (porque a cultura contraceptiva nos ensinou a acreditar que tudo funciona, menos aquilo que Deus criou). Chega já predisposta a desistir, porque todo mundo diz que é difícil demais. E esse desfecho tem levado muitos casais católicos à contracepção, sob o argumento de que os métodos naturais são exigentes.
Quando me casei, eu já praticava o Billings havia quatro anos. Fielmente.
Essa preparação inicial fez todo sentido quando meu primeiro filho nasceu e, no auge de um puerpério difícil, eu não tinha medo de retomar a vida conjugal. Porque aqueles quatro anos plantaram em mim uma semente de confiança: primeiro em Deus e, depois, no método.
É muito difícil confiar naquilo que não conhecemos. Mas, quando conhecemos, esse decreto muda.
Por isso, a minha resposta há anos é a mesma:
“Começo quando?”
Comece agora.