Anne Beatriz Lima

Anne Beatriz Lima Transformando sua experiência com a cozinha da sua casa em um momento de amor e serviço. Meu compr

Quem me acompanha há mais tempo sabe o quanto eu insisto na busca pelo aprendizado do Billings o quanto antes. Há inúmer...
02/03/2026

Quem me acompanha há mais tempo sabe o quanto eu insisto na busca pelo aprendizado do Billings o quanto antes. Há inúmeros motivos que me fazem pensar assim — e aqui destaco três:

1 • Conhecer o próprio ciclo é o básico para quem vai se casar.
Muitas mulheres não sabem o mínimo sobre o próprio corpo: quando menstruam, quando ovulam, por exemplo. Esse conhecimento é essencial para acompanhar a própria saúde reprodutiva.

2 • Conhecer o ciclo favorece a busca por ajuda quando necessário.
Já ouvi muitos relatos de mulheres que nunca imaginaram que poderiam enfrentar infertilidade até começarem a tentar engravidar e não conseguirem.

3 • Procurar o Billings apenas quando “precisa” — e, na maioria das vezes, no desespero — é um grande risco.
Você chega tomada pelo medo (porque a cultura contraceptiva nos ensinou a acreditar que tudo funciona, menos aquilo que Deus criou). Chega já predisposta a desistir, porque todo mundo diz que é difícil demais. E esse desfecho tem levado muitos casais católicos à contracepção, sob o argumento de que os métodos naturais são exigentes.

Quando me casei, eu já praticava o Billings havia quatro anos. Fielmente.
Essa preparação inicial fez todo sentido quando meu primeiro filho nasceu e, no auge de um puerpério difícil, eu não tinha medo de retomar a vida conjugal. Porque aqueles quatro anos plantaram em mim uma semente de confiança: primeiro em Deus e, depois, no método.

É muito difícil confiar naquilo que não conhecemos. Mas, quando conhecemos, esse decreto muda.

Por isso, a minha resposta há anos é a mesma:

“Começo quando?”
Comece agora.

Fevereiro 🌻1- Comecei o mês fazendo reciclagem. Uma graça que não sei dispor em palavras.2- Meu pedido de Consagração fo...
02/03/2026

Fevereiro 🌻

1- Comecei o mês fazendo reciclagem. Uma graça que não sei dispor em palavras.
2- Meu pedido de Consagração foi acolhido!
3- Uma cena linda que contemplei no Renascer 2026… E que representa muita coisa no meu coração.
4- Depois de muito tempo, organizamos um vale day. Foi tão bom! Te amo, nego!
5- Único registro do bloquinho da escola.
6- Organizei um lugar para nossas leituras aqui em casa. Teve muito da iniciativa de São José porque eu era louca pra fazer isso e nunca dava certo!
7- Chegou uma nova integrante aqui em casa, seu nome é Berenice. Está em fase de adaptação e estamos rezando pra da certo! Rsrs

Que Março seja um mês cheio da graça do Bom Deus!

Quando os casais me procuram para viver o MOB, quase nunca é “só” um método.É um chamado.Um chamado profundo à conversão...
25/02/2026

Quando os casais me procuram para viver o MOB, quase nunca é “só” um método.

É um chamado.
Um chamado profundo à conversão.

Essa semana ouvi:
“Deus vai falando, não é, Anne?”
E outra mulher me dizia:
“Enquanto eu usava anticoncepcional, eu sabia que era errado… e queria comungar.”
“Estava insustentável continuar no pecado e dormir tranquila no travesseiro. Todos os dias eu pensava: preciso de coragem!”

Percebe?
Não é sobre técnica. É sobre consciência. É sobre voltar para Deus.

Talvez você tenha chegado até aqui porque também sente isso.
Um incômodo.
Um desejo de vida nova.
Uma vontade de sair do pecado.
De voltar aos sacramentos.
De comungar.

Mas o medo paralisa.
Medo da abstinência.
Medo de perder o controle.
Medo de confiar totalmente.
Medo de conversar profundamente com o cônjuge.
Medo de mudar.
E você vai adiando…

Só que a Quaresma não é tempo de adiar.
É o tempo favorável.
É o tempo da conversão.
É o tempo de deixar Deus assumir o controle — e você assumir sua responsabilidade com amor e determinação.

Viver um método natural é entrar numa escola de santidade conjugal.
É permitir que Deus purifique o amor.
É crescer em castidade.
É aprofundar o diálogo.
É amadurecer a intimidade.
É reconstruir a comunhão com Ele.

E quando a comunhão volta…
A paz volta.
A alegria volta.
A unidade volta.

Então eu te digo com carinho e firmeza:
Não deixe para amanhã.
Se Deus está falando com você, responda.
Eis o tempo de conversão.

“Anne, eu tenho estado muito cansada, mas não sei se essa seria uma causa justa para espaçar uma gestação. Embora eu ach...
23/02/2026

“Anne, eu tenho estado muito cansada, mas não sei se essa seria uma causa justa para espaçar uma gestação. Embora eu ache que preciso, tenho medo de que esse cansaço seja apenas egoísmo — e isso tem me consumido por dentro. Você poderia me ajudar?”

Esse dilema atravessa o coração de muitas mulheres que me procuram. Não quero oferecer uma resposta pronta, mas uma reflexão:

Até que ponto esse cansaço tem afetado o seu psicológico?

Às vezes, uma mãe está cansada, e uma soneca no meio do dia ou uma readaptação da rotina — que lhe permita parar — pode ser suficiente para resolver a questão.

Mas o que muitas vezes acontece é um cenário diferente: para além das privações de sono, todas as outras áreas da vida começam a perecer.

Essa mãe já não consegue cuidar de si.
Tem negligenciado, com certa frequência, sua intimidade conjugal.
As crianças acabam “esquecidas” em algumas necessidades básicas.
Ela já não consegue se reconhecer como mulher e esposa.

O cansaço extremo, constante e sem perspectivas de melhora toca realidades muito sensíveis da vida familiar, que precisam de atenção e acolhimento.

Ninguém pode julgar o fim do dia de uma mãe exausta, depois de dar conta de filhos, casa, trabalho, tarefas e de tudo o que sua alma generosa se propõe a realizar.

Ouça o seu coração. Coloque-se diante de Deus com a sua verdade e deixe-se amar por Aquele que disse:
“Vinde a mim todos vós que estais cansados…”

Assim, você poderá se enxergar como Deus a enxerga e dar os passos necessários: seja para espaçar uma nova gestação enquanto for preciso, seja para se abrir a uma nova vida quando os ponteiros da sua realidade se ajustarem.

Não. Não é para todo mundo.O Método de Ovulação Billings® é um método natural de conhecimento do próprio corpo, utilizad...
20/02/2026

Não. Não é para todo mundo.

O Método de Ovulação Billings® é um método natural de conhecimento do próprio corpo, utilizado tanto para espaçar quanto para alcançar uma gestação. Em especial, nós católicos o utilizamos para o espaçamento quando há motivo grave e justo. Ainda assim, talvez ele não seja o mais indicado para você.

Convenhamos: o MOB não é um método cômodo.
E eu não estou aqui para te desanimar, mas para te levar a refletir com honestidade.

O MOB exige observação diária. E, além de observar, é preciso anotar todos os dias. De início, já se exige o mínimo de constância e disciplina.

Além de observar, descrever e registrar diariamente, se o seu objetivo for evitar uma gravidez no momento, será necessário viver a abstinência sexual no período indicado. Se você não é capaz de viver a abstinência, definitivamente o Billings não é para você.

Porque relação sexual com ca*****ha não é MOB.
Coito interrompido também não é MOB.
O MOB requer o mínimo de domínio dos impulsos, o mínimo de castidade matrimonial. O mínimo.

Disciplina.
Constância.
Fidelidade.
Castidade.
Paciência.
Perseverança.

E, sobre esta última palavra, faço uma ressalva: perseverança. No MOB, a segurança que você busca é construída aos poucos, e a sua constância é o que permitirá colher os frutos.

Se você deseja saber se ele é para você, pergunte-se se possui — ao menos em parte — esses atributos. Ou, como digo a algumas usuárias: não conte apenas com as suas próprias forças. Lembre-se, antes de tudo, de contar com a graça de Deus.

Se perceber que não se identifica e que o método tem se tornado um peso para o seu matrimônio, pesquise outros métodos naturais que possam te favorecer. Mas faça isso somente depois de ter se empenhado verdadeiramente em aprender o Billings.

Desistir no primeiro gráfico não seja uma opção.
Recorrer aos anticoncepcionais não seja a sua opção.
Nunca.

Beijos. 🌻

Vivemos para o louvor da Tua Glória.
17/02/2026

Vivemos para o louvor da Tua Glória.

Quando você menos espera, ele cresceu.Mas, talvez, você exija mais do que o esperado… e esqueça que, mesmo crescendo, el...
11/02/2026

Quando você menos espera, ele cresceu.
Mas, talvez, você exija mais do que o esperado… e esqueça que, mesmo crescendo, ele continua precisando de você. E precisa muito.

Sempre estimulei o crescimento e a autonomia dos meus filhos. Com o mais velho, porém, fui percebendo um erro com a chegada dos irmãos. Como se aquela frase — que nem precisava ser dita — fosse ecoando o tempo inteiro nas minhas ações e cobranças:
“Você é o mais velho!”

Dia desses, ao olhá-lo sentado no sofá, me interroguei: quem olha para o filho mais velho quando ele ainda é, também, uma criança?

Diante disso, tenho sido impelida a olhar o Davi com mais calma. Recentemente ele completou sete anos. Está, definitivamente, em outra fase. E percebo que aquele menino que embalei no colo, de quem hoje cobro mais organização, uma fala mais respeitosa, ajuda com os irmãos… continua precisando de mim.

Continua precisando de um olhar especial.
Mesmo já amarrando os próprios sapatos e sendo autônomo em tantas coisas que antes exigiam minha ajuda, ele ainda precisa que eu o coloque no colo de outras formas: num jogo de tabuleiro, num abraço mais apertado, num olho no olho acompanhado da pergunta de todos os dias:
“E aí, meu filho, como foi a aula hoje?”

Este texto não é apenas um desabafo materno — que talvez nem faça tanto sentido para você. É, sobretudo, um convite: olhar nossos filhos mais devagar. Porque, no frenesi dessa vida corrida que levamos, corremos o sério risco de sermos ausência mesmo estando presentes.

O amor de mãe não se reparte entre os filhos — ou, ao menos, não deveria. Ele precisa ser inteiro para cada um.
Cada filho merece o melhor de nós.

Com muita alegria comunico que o meu pedido de Primeiras Promessas no Carisma Shalom foi acolhido.Façamos festa!
10/02/2026

Com muita alegria comunico que o meu pedido de Primeiras Promessas no Carisma Shalom foi acolhido.

Façamos festa!

Após me perguntar quantos filhos eu tinha e ouvir a quantidade, a primeira pergunta foi: fez laqueadura? Respondi: não, ...
07/02/2026

Após me perguntar quantos filhos eu tinha e ouvir a quantidade, a primeira pergunta foi: fez laqueadura?
Respondi: não, Dr! Em seguida me perguntou: e você tá se prevenindo como?

Ali eu percebi que usar método natural requer coragem! Inúmeros médicos passaram por mim e ao ouvir que fazia método natural as frases ditas eram sempre seguidas de algo para amedrontar. Pela primeira vez um médico não me julgou. Foi o primeiro em 7 anos!

É por causa de atitudes como essa que o número de mulheres que acreditam mais nos métodos artificiais ainda são bem maiores do que as que acreditam nos métodos naturais.

Entendam que é uma questão cultural e industrial!

Muitas de nós fomos estimuladas na adolescência de que, iniciando uma vida sexual, precisávamos nos prevenir! Mas, veja bem: não é porque você não faz uso de algo
aparentemente palpável (pílula, DIU, ca*****ha e etc…) que você está “desprevenida”.

Um médico que reage negativamente e até com ameaças a decisão de utilizar um método natural viola a liberdade da mulher em escolher ou não “prevenir-se”. Inclusive, me oponho totalmente ao termo PREVENÇÃO com associação a chegada de um filho. A gente se previne de um mau, de um filho não! Mas, aí já é papo pra outra esfera!

Além disso, a indústria e os mass media insistem em construir uma mentalidade abortiva e contraceptiva, a ponto de fazer casais jovens lutarem com todas as forças contra os filhos - quase doença.

O Método Billings é absolutamente eficiente para espaçamento de gestações quando se vive de modo fiel às anotações diárias e aplicação das regras. Agora, não me venha dizer que você tem o gráfico e as anotações na cabeça e engravidou porque o Billings não é pra você…

Você talvez não seja pro MOB por opção, mas ele é para todas as mulheres que desejarem preservar sua fertilidade, fortalecer seu casamento e abrir-se a uma nova vida sempre quando o Senhor bater a sua porta querendo visitar sua casa com uma nova benção, que não precisa de prevenção, mas de acolhimento.

**to

Abertura à vida e falta de autodomínio são coisas diferentes Quando se fala de instinto, de s**o livre, paixões humanas ...
06/02/2026

Abertura à vida e falta de autodomínio são coisas diferentes

Quando se fala de instinto, de s**o livre, paixões humanas desordenadas, de falta de castidade no matrimônio, por exemplo, a Paternidade Responsável também exerce um papel importantíssimo: “significa o necessário domínio que a razão e a vontade exerce sobre elas! (HV).”

Aqui cabe falar sobre a falta de domínio de muitos casais de viver uma mínima abstinência sexual quando necessário, sob os seguintes pretextos: “Eu não faço uso de método natural, sou aberto a vida!”. Como se uma coisa anulasse a outra.

Se em todas essas afirmativas existisse, de fato, raízes profundas de corações generosos, realmente chamados a fazer crescer uma família numerosa não haveria aqui o que debater. Mas, no fundo, no fundo, encontramos casais incapazes de viver a continência periódica se escondendo por trás desse tipo de status.

Obviamente, abster-se do encontro conjugal no período fértil - no qual, a libido está a todo v***r - não é fácil. Exigirá, de fato, generosidade e responsabilidade. Afinal, o s**o, como dom de Deus, comportará graças e missão, por meio do que se gerará novas vidas no mundo.

Porém, mediante causas justas, como as de caráter físico, econômico, psicológico e social, não fazê-lo, porque não “consegue se segurar” pode ligar um alerta, não acerca do amor do casal, mas no que diz respeito a sua falta de temperança.

E quem está no meio dessa linha tênue que é: abertura a vida e paternidade responsável?
A consciência evangélica, convertida, reta diante de Deus!

Noivado é uma etapa da vida onde muitos se focam em organizar a festa e a construção do lar.Esses dois pontos importante...
05/02/2026

Noivado é uma etapa da vida onde muitos se focam em organizar a festa e a construção do lar.

Esses dois pontos importantes podem ofuscar a preparação mais essencial para um casal: a espiritual e a maturidade humana. Eu escuto muitas histórias e identifico problemas que poderiam ter sido solucionados ainda no namoro/noivado.

Se você é noiva, já se perguntou o que precisa ser ajustado antes do matrimônio? Vocês conseguem conversar sobre filhos? Inclusive, se sentem prontos para acolhê-los quando não vierem quando/como planejarem?

Agora um ponto mais delicado: noivas católicas, vocês têm consciência de que, para não ter filhos, é preciso ter um motivo justo e grave?

A abertura à vida é uma premissa básica para quem deseja casar-se.

Se há motivo sério para espaçar os nascimentos, então a Igreja nos orienta exclusivamente ao uso de métodos naturais (existem vários para que se identifique).

No entanto, muitas de nós deixamos para procurar o método quando nos casamos, sob a desculpa de “como eu estou aberta à vida, não preciso agora”. Quando você faz isso, esquecendo que esse aprendizado precisa fazer parte do seu enxoval, corre o risco de, quando “realmente precisar”, achar difícil demais e desistir. Se você desiste de um método natural porque não se identificou ou achou difícil demais e partiu para a busca de outro método natural, tudo bem. Mas sabe o que acontece na maioria das vezes? Você peca. E no pecado se conforma.

Não falo de quedas e soerguimentos. Como já escutei tantas famílias que diziam: “Estávamos no coito interrompido, mas sabemos que isso não é vontade de Deus e queremos recomeçar.” Falo sobre uma conformidade geral entre muitas de viver no pecado e achar que é normal.

Por isso, estabeleça no seu planejamento pré-matrimonial um tempo hábil para o aprendizado do método escolhido por vocês, a fim de que seu casamento esteja conforme a vontade de Deus e, ao mesmo tempo, quando necessário, haja conhecimento para aplicar as regras de espaçamento pelo tempo necessário.

Eu conheci o Billings quando era somente uma menina com o sonho de ser mãe! Minha geração é uma geração que tocou na con...
08/10/2025

Eu conheci o Billings quando era somente uma menina
com o sonho de ser mãe!

Minha geração é uma geração que tocou na contracepção com toda a sua força e, hoje atendendo inúmeras mulheres, percebo o quanto somos afetadas por um assunto que está mais dentro de nós do imaginamos.

Eu fiz o meu primeiro gráfico do MOB sem ter o objetivo de espaçar gestação ou conquistá-la (estava bem no começo do meu relacionamento com o Heraldo e vivíamos a castidade), o que de certo modo, me ajudou a confiar no que eu só desconfiava.

Afinal, o que contam por aí é que ele é menos eficaz.

Meu primeiro gráfico foi uma falácia.
Se eu tivesse que dá uma nota, seria DÓ!
Mostrei para minha instrutora que me assegurou que estava tudo dentro do esperado. Eu só estava descobrindo algo que me foi roubado uma vida toda: os sinais naturais do meu próprio corpo. Sim! Até ali ninguém nunca tinha me dito que o meu ciclo não se resumia a menstruar e esperar a próxima menstruação.

Naquela altura, aprendi minha primeira lição de usuária Billings: MOB é caminho de paciência!

Do 2º gráfico em diante eu fui vivendo um caminho de muitas surpresas, boas surpresas. Eu só consegui contemplar porque não parei nos obstáculos iniciais.
E foi diante de um gráfico completo, contemplando as 4 fases do meu ciclo, que eu pude dizer: eu não quero guardar esse tesouro só pra mim!

O MOB é Divino!
Nosso corpo é perfeito!
E todas nós temos a capacidade de aprender sobre ele.

Naquele começo, O Billings me ensinava sobre a beleza da criação de Deus. Quantos frutos eu colhi quando me casei 4 anos e meio depois daquele primeiro contato com o MOB. O fruto do autodomínio, da castidade e da entrega, da confiança e da constância.

Por aqui já são 12 anos de namoro, quase 8 de matrimônio e 3 crianças concebidas com o uso do método. Que graça!
Eu viveria tudo outra vez. Vale a pena!
Mas para valer, primeiro tem que custar!

🌻

Endereço

João Pessoa
João Pessoa, PB

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