01/12/2023
No contexto da cascata de cicatrização, é vital compreender as etapas intricadas que compõem esse processo. Inicialmente, o PRP, enriquecido com plaquetas, desencadeia uma resposta bioquímica essencial, onde as biomoléculas presentes nos grânulos Alfa desempenham um papel crucial.
A subsequente fase inflamatória, mediada pelos leucócitos, torna-se imperativa para a regulação do ambiente de cura. Estes leucócitos liberam moléculas pró e antiinflamatórias, destacando a dualidade necessária para a regeneração eficaz. É nesse cenário que os macrófagos revelam sua plasticidade, transitando da fração M1 para M2, desempenhando um papel essencial na “regeneração inflamatória.
Assim, a proposta central é que tanto as plaquetas quanto os leucócitos são peças-chave no que diz respeito à capacidade regenerativa do PRP. Ao enfocar os produtos de PRP derivados da camada leucocitária, sugere-se que estes possam oferecer benefícios notáveis, contribuindo positivamente para o potencial regenerativo do tratamento.