29/09/2022
A halitose consiste em odor desagradável proveniente da cavidade bucal ou nasal, que pode ser classificada em fisiológica, pseudohalitose e patológica. Essa condição afeta negativamente o convívio social das pessoas, gerando constrangimento aos seus portadores e piora na qualidade de vida.
A etiologia da halitose inclui fatores de ordem bucal e sistêmico. Dentre as causas do mau hálito proveniente da cavidade bucal, podemos destacar: a produção de compostos sulfurosos voláteis (CVS) por bactérias, o desenvolvimento da doença periodontal (que pode resultar em necrose tecidual associado a um intenso metabolismo bacteriano) e a saburra lingual, favorecida pela morfologia da língua, que contribui para o acúmulo de restos alimentares e microrganismos.
Alguns problemas sistêmicos como as doenças gastrintestinais, alterações hormonais (diabetes, ciclo menstrual) e metabólicas, uso de medicamentos (imunossupressores) e tratamentos como a radioterapia, capazes de alterar o fluxo salivar, podem favorecer ou agravar o mau hálito.
O estilo de vida do indivíduo (dieta, hábitos e vícios) e o seu estado emocional (depressão, ansiedade, stress) devem ser considerados. Assim, o diagnóstico da halitose é complexo e muitas vezes envolve a participação de equipe multidisciplinar formada por cirurgiões dentistas (clínicos gerais, periodontistas e estomatologistas), médicos (gastroenterologistas, otorrinolaringologistas e psiquiatras), além de psicólogos e nutricionistas. Por fim, o sucesso do tratamento depende do correto diagnóstico e plano de tratamento estabelecido pela equipe multidisciplinar.
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