Angélica Mareze Loth - Terapia Ocupacional Joinville

Angélica Mareze Loth - Terapia Ocupacional Joinville Angélica Mareze Loth
Terapeuta Ocupacional

Tem uma diferença entre o profissional que acompanha um caso e o profissional que enxerga um caso.Com o tempo, a familia...
27/04/2026

Tem uma diferença entre o profissional que acompanha um caso e o profissional que enxerga um caso.

Com o tempo, a familiaridade com o paciente pode diminuir a curiosidade clínica.

Você deixa de se perguntar "por que isso ainda está acontecendo?" e passa a aceitar como parte do quadro.

Calma, isso não é descuido. Mas é o que acontece quando não existe um espaço externo de reflexão sobre a prática.

A Supervisão clínica resolve exatamente isso:
ela devolve a estranheza necessária para enxergar o que a proximidade esconde.

Quem supervisiona não vê melhor porque é mais competente. Vê diferente porque está de fora.

E às vezes é isso que o caso precisa: uma pergunta de fora que ninguém dentro ainda fez.

Se você tem um caso que está te pesando, que não está evoluindo, que te deixa com dúvida, esse é o sinal para buscar um espaço de supervisão.

Não espere o caso "piorar" para procurar apoio técnico.
📌 Salva esse post se você reconhece esse padrão na sua prática.

⬇️ Você tem espaço de supervisão clínica atualmente? Faz diferença?

Angélica O. Mareze Loth
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Existe uma pressão implícita na clínica (da família e às vezes, do próprio profissional) para agir logo. Para ter respos...
24/04/2026

Existe uma pressão implícita na clínica (da família e às vezes, do próprio profissional) para agir logo. Para ter resposta. Para mostrar que está fazendo algo.

Mas agir sem observar bem é o caminho mais rápido para intervir ERRADO.

As três perguntas que trouxe no carrossel não são checklist burocrático.
São o que separa uma intervenção que move o caso, de uma intervenção que o deixa no mesmo lugar por meses.

Profissional que observa bem erra menos.
E quando erra, percebe mais rápido, porque sabe o que estava esperando ver.

Esse tipo de raciocínio é o que trabalhamos em supervisão:
não só o "o que fazer", mas o "por que fazer isso agora, com esse paciente, nesse contexto".

📌 Salva esse carrossel para usar como referência antes da sua próxima sessão desafiadora.

⬇️ Qual dessas três perguntas você menos se faz antes de intervir?

Angélica O. Mareze Loth
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22/04/2026

Muito se fala sobre infância, mas pouco sobre adolescência atípica, fase adulta, autonomia, $exu@lidade, comportamento e inclusão social.

Essa nova fase exige novos olhares, novas estratégias e profissionais preparados.

Por aqui, vamos falar sobre temas que ainda recebem pouca atenção.

Qual assunto você quer ver primeiro?

Angélica O. Mareze Loth
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Você sabia que o Espaço Desenvolver tem uma equipe completa de terapeutas ocupacionais? 💙Muitas famílias chegam até a cl...
20/04/2026

Você sabia que o Espaço Desenvolver tem uma equipe completa de terapeutas ocupacionais? 💙

Muitas famílias chegam até a clínica após conhecerem o meu trabalho por aqui. Mas o Espaço Desenvolver cresceu, e hoje contamos com mais três TOs incríveis, discutimos casos, e também são supervisionadas por mim.

Isso signif**a que você tem acesso ao mesmo cuidado, com o mesmo olhar clínico e a mesma qualidade, seja qual for a profissional que te acompanhar. 💙

Arrasta o carrossel e venha conhecer quem mais faz parte do nosso time! 👉

📩 Ficou com dúvida sobre qual TO é ideal para seu filho? É só chamar no direct ou clicar no link da bio.

17/04/2026

Sexualidade também faz parte do desenvolvimento humano. E isso inclui pessoas atípicas.

Quando esse assunto é ignorado, o que cresce não é “proteção”: muitas vezes cresce a desinformação e a vulnerabilidade.

Falar sobre sexualidade de forma responsável signif**a abordar temas como:

✨ limites e consentimento
✨ autocuidado e privacidade
✨ respeito ao próprio corpo
✨ relações saudáveis
✨ prevenção de abusos
✨ comunicação de desejos e desconfortos
✨ autonomia compatível com cada fase da vida

Cada pessoa aprende de um jeito, no seu tempo e com suas necessidades. Por isso, orientação adequada precisa ser acessível, individualizada e livre de preconceitos.

Evitar o tema não impede que dúvidas existam. Apenas faz com que elas sejam respondidas por fontes erradas.
Informação de qualidade protege, acolhe e promove dignidade.

Você já tinha parado para pensar sobre a importância desse assunto? 👇

Angélica O. Mareze Loth
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Na adolescência e na vida adulta, surgem novas demandas: autonomia, privacidade, relações sociais, mudanças no corpo e c...
15/04/2026

Na adolescência e na vida adulta, surgem novas demandas: autonomia, privacidade, relações sociais, mudanças no corpo e comportamento.

Nem tudo é “desregulação” ou “oposição”. Muitas vezes, é o desenvolvimento acontecendo sem o suporte adequado.

Quando o olhar clínico não evolui junto com o paciente, a família se perde e o atendimento estagna.

Cuidar também é se atualizar para cada fase da vida.

Você sente falta de mais conteúdos sobre adolescência e vida adulta atípica? Comenta aqui. 👇

Angélica O. Mareze Loth
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Faz sentido pra você?Compartilha sua visão comigo aqui embaixo! 😊💜Angélica O. Mareze LothCrefito: 10/14482 TO
13/04/2026

Faz sentido pra você?

Compartilha sua visão comigo aqui embaixo! 😊💜

Angélica O. Mareze Loth
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Abril informa, mas não transforma sozinho.Você pode assistir, ler, compartilhar…mas se isso não muda a forma como você r...
09/04/2026

Abril informa, mas não transforma sozinho.

Você pode assistir, ler, compartilhar…
mas se isso não muda a forma como você reage, olha e acolhe, f**a só na superfície.

Conscientizar é deixar que o conhecimento incomode,
ao ponto de ajustar atitudes, rever julgamentos e ter mais sensibilidade no dia a dia.

Porque o autismo não existe só em abril.
E o respeito também não deveria. 💙

Angélica O. Mareze Loth
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A inclusão real vai muito além de rampas ou cotas. Ela mora no respeito aos diferentes tempos de processamento, às forma...
07/04/2026

A inclusão real vai muito além de rampas ou cotas. Ela mora no respeito aos diferentes tempos de processamento, às formas únicas de perceber o mundo e às necessidades que nem sempre são visíveis.

O que precisamos fazer de verdade:

👉 Sair do raso: Estudar sobre. A boa intenção não substitui o conhecimento.

👉 Respeitar o ritmo: Entender que o comportamento e a comunicação não têm um molde único.

👉 Ouvir quem vivencia: Menos suposições e mais escuta. Quem sente as barreiras é quem melhor sabe como removê-las.

Qual você acredita ser o maior desafio hoje: adaptar os espaços físicos ou flexibilizar as nossas expectativas sobre o comportamento do outro?

Angélica O. Mareze Loth
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Abril é o mês de conscientização sobre o autismo, um período dedicado a ampliar informação, reduzir estigmas e promover ...
02/04/2026

Abril é o mês de conscientização sobre o autismo, um período dedicado a ampliar informação, reduzir estigmas e promover mais compreensão sobre o neurodesenvolvimento.

Mas conscientizar vai muito além de campanhas, cores ou conteúdos compartilhados.

É permitir que o conhecimento gere incômodo, reflexão e, principalmente, mudança de atitude no dia a dia, na forma de olhar, acolher e respeitar.

Porque o autismo não existe só em abril.
E a necessidade de empatia, também não.

Que esse mês seja o começo de um olhar mais atento, mais sensível e mais consciente, todos os dias do ano. 💙

Angélica O. Mareze Loth
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