12/03/2026
Estudos já evidenciam o maior risco de infarto nos pctes diabéticos e maior risco de novos eventos.
Grande estudo sueco com mais de 160 mil pacientes avaliou a eficácia dos Stents de segunda geração nestes, de 2010 a 2020, sendo divididos em DM tipo 1, DM tipo dois e sem diabetes.
Ao longo seguimento por cerca 5 anos, os DM tipo 1 tiveram 2,25x mais eventos de reestenose de Stent, enquanto DM tipo 2 1,35x mais reestenoses que pcts sem diabetes.
Estes novos estudos mostram o risco aumentado de estenose/fechamento dos Stents nestes pacientes, especialmente nos DM tipo 1, devendo ser criteriosa a decisão da estratégia de revascularização miocárdica.
🩺Dr Alexandre Zilli
🫀Cirurgia Cardiovascular
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