04/02/2026
A gente costuma achar que o preconceito é individual, mas o capacitismo não começa nas pessoas. Ele começa no sistema.
A sociedade foi construída com uma lógica perigosa:
👉 só vale quem produz.
Desde cedo aprendemos que o “corpo ideal” é:
rápido, forte,eficiente, estável, sem falhas e sem pausas.
Quem foge disso vira problema e mesmo não sendo esse problemas são estigmatizadas, como Pessoas pretas, pobres, mulheres, pessoas com deficiência, autistas, neurodivergentes. Não porque são menos capazes, mas porque o mundo foi feito para um padrão muito estreito de existência.
A diferença virou defeito. A necessidade virou fraqueza. E adaptação virou “privilégio”.
Com o tempo, o pior acontece: A exclusão deixa de ser só social… e vira interna.
A pessoa começa a acreditar que é ela o erro.
Mas não é.
O problema nunca foram corpos ou mentes diferentes. O problema é uma sociedade que mede valor humano por produtividade.
Dignidade não deveria depender de desempenho.
Você não é todo mundo!!! 🎙️ Clécio Carlos Gomes - Neuropsicólogo CRP 12/01350. Professor Pós-Graduação Instituto Albert Einstein
🎯 TEA, TDAH e AH/SD não são rótulos, são explicações.
📌 Se identificou Salva esse vídeo.