Clécio Carlos Gomes

Clécio Carlos Gomes Psicólogo especializado em Psicopatologia, Neurociências, Neuropsicologia e Musicoterapia.

Psicologia Clínica, especializada em psicopatologia com foco no comportamento e nas reações emocionais ligadas à obesidade. Atua também nos demais transtorno emocionais relacionados à Psicopatologia.

Quantas vezes você tentou se encaixar…e, no processo, foi deixando de existir?Existe uma violência silenciosa em exigir ...
03/05/2026

Quantas vezes você tentou se encaixar…
e, no processo, foi deixando de existir?
Existe uma violência silenciosa em exigir que alguém “se ajuste”
antes mesmo de ser compreendido.
O problema nunca foi ser “demais”.
Foi viver em um mundo que entende de menos.
Hoje, mais do que nunca, precisamos parar de medir pessoas
pela régua da normalidade,
e começar a escutar o que existe além dela.
Porque ninguém deveria precisar diminuir quem é
para caber onde nunca foi pensado para ele.
Se isso te atravessou, comenta aqui:
em que momento você percebeu que não era você o problema? Você não é todo mundo!!! 🎙️ Clécio Carlos Gomes - Neuropsicólogo CRP 12/01350. Professor Pós-Graduação Instituto Albert Einstein
🎯 TEA, TDAH e AH/SD não são rótulos, são explicações.
📌 Se identificou Salva esse vídeo.

03/05/2026

Você não é todo mundo!!! 🎙️ Clécio Carlos Gomes - Neuropsicólogo CRP 12/01350. Professor Pós-Graduação Instituto Albert Einstein
🎯 TEA, TDAH e AH/SD não são rótulos, são explicações.
📌 Se identificou Salva esse vídeo.

03/05/2026

Estamos diante de um fenômeno inquietante: o crescimento dos discursos sobre “excesso” e “banalização” dos diagnósticos de autismo.

À primeira vista, parece um apelo legítimo ao rigor científico. Mas, sob análise crítica, à luz do perspectivismo de, é preciso perguntar: quem define o que é excesso? E a serviço de quais critérios?

O autismo não é uma entidade fixa. É um espectro complexo, heterogêneo, atravessado por variáveis clínicas, sociais e culturais. Reduzi-lo a fronteiras rígidas não é precisão, é simplificação.

Quando o discurso da “banalização” ganha força, há um risco ético importante: a invalidação de trajetórias diagnósticas legítimas, especialmente em adultos e em perfis historicamente sub-reconhecidos. Isso não apenas fragiliza o acesso ao cuidado, mas também reforça exclusões já existentes.

Nietzsche nos lembra: não existem verdades absolutas, mas interpretações que disputam espaço. O problema não está na pluralidade de perspectivas, está na pretensão de uma delas se impor como definitiva.

Porque quando a ciência deixa de acolher a complexidade e passa a restringir o reconhecimento, ela se aproxima mais do controle do que da compreensão.

E talvez a pergunta mais incômoda seja:estamos realmente preocupados com a precisão diagnóstica, ou, com os limites do que estamos dispostos a reconhecer como legítimo? Você não é todo mundo!!! 🎙️ Clécio Carlos Gomes - Neuropsicólogo CRP 12/01350. Professor Pós-Graduação Instituto Albert Einstein
🎯 TEA, TDAH e AH/SD não são rótulos, são explicações.
📌 Se identificou Salva esse vídeo.

MULHER AUTISTA e sua VERDADE: Tem gente que me chama de forte…Mas não vê o preço que eu pago por isso.Não vê o quanto eu...
02/05/2026

MULHER AUTISTA e sua VERDADE: Tem gente que me chama de forte…
Mas não vê o preço que eu pago por isso.
Não vê o quanto eu ensaio cada palavra antes de falar.
O quanto eu observo, imito, me moldo… só pra caber.
Não vê o cansaço de sustentar uma versão de mim que o mundo aceita, enquanto a minha verdade vai ficando em silêncio.
Eu sorrio, eu entrego, eu resolvo.
Eu dou conta. Sempre dou.
Mas ninguém vê o que acontece quando a porta se fecha.
O corpo desaba.
A mente grita.
E eu me recolho… porque até a dor eu aprendi a esconder.
Ser chamada de “forte” nunca foi sobre escolha.
Foi sobre sobrevivência.
Sobre aprender, desde cedo, que ser quem eu sou incomoda.
Que sentir demais é “exagero”.
Que precisar de pausa é “fraqueza”.
Então eu escondi.
Afinei minha voz.
Controlei meus gestos.
Engoli meus limites.
E virei alguém admirada por fora…
Mas exausta por dentro.
Se você também vive assim…
Eu sei.
Eu sinto.
Eu reconheço.
Porque existe uma dor muito específica em ser uma mulher que aprendeu a se esconder tão bem…
que o mundo nunca percebeu o quanto ela estava pedindo socorro.
E talvez hoje seja o dia de parar de chamar isso de força…
e começar a chamar pelo nome certo:
Cansaço.
Solidão.
E uma necessidade profunda de, finalmente, poder existir sem máscara. Você não é todo mundo!!! 🎙️ Clécio Carlos Gomes - Neuropsicólogo CRP 12/01350. Professor Pós-Graduação Instituto Albert Einstein
🎯 TEA, TDAH e AH/SD não são rótulos, são explicações.
📌 Se identificou Salva esse vídeo.

02/05/2026

Autonomia no autismo não nasce do abandono, e também não se constrói com anulação.
Existe um erro grave sendo repetido: ou se exige independência total (“se vira”), ou se mantém uma dependência que impede o desenvolvimento. Nenhum dos dois caminhos promove funcionalidade real.
O que a literatura mostra é que autonomia se constrói na integração entre suporte externo e protagonismo interno. Funções como planejamento, iniciação e regulação, estudadas na Neuropsicologia, muitas vezes precisam de estrutura externa para se organizar. Isso não invalida a capacidade do autista. Pelo contrário: permite que ela apareça.
Ao mesmo tempo, quando toda decisão, direção e ação vêm apenas do outro, existe um risco real: perda de senso de identidade, passividade e dependência prolongada. A pessoa deixa de se perceber como agente da própria vida.
Para autistas, isso significa:
ter suporte não como substituição, mas como estrutura,
aprender a reconhecer limites e também possibilidades,
desenvolver participação ativa na própria vida, mesmo com apoio.
Para famílias, o desafio é ainda mais delicado:
apoiar sem invadir,
orientar sem controlar,
oferecer estrutura sem retirar protagonismo.
Autonomia não é fazer tudo sozinho.
É conseguir existir com apoio sem desaparecer dentro dele.
Entre o abandono e a superproteção, existe um caminho mais difícil, e mais necessário. Você não é todo mundo!!! 🎙️ Clécio Carlos Gomes - Neuropsicólogo CRP 12/01350. Professor Pós-Graduação Instituto Albert Einstein
🎯 TEA, TDAH e AH/SD não são rótulos, são explicações.
📌 Se identificou Salva esse vídeo.

Pessoas na condição autista podem ser coagidos com muita facilidade. Precisamos estar atentos e proteger para isso não a...
30/04/2026

Pessoas na condição autista podem ser coagidos com muita facilidade. Precisamos estar atentos e proteger para isso não acontecer. Igreja Universal é condenada por coagir pessoa com autismo a doar R$ 33 mil. FONTE: UOL - Data:30/04/2026 - Link: https://noticias.uol.com.br/colunas/rogerio-gentile/2026/04/30/igreja-universal-e-condenada-por-coagir-pessoa-com-autismo-a-doar-r-33-mil.htm?utm_source=facebook&utm_medium=social-media&utm_content=geral&utm_campaign=uol. 🎙️ Clécio Carlos Gomes - Neuropsicólogo CRP 12/01350. Professor Pós-Graduação Instituto Albert Einstein

🎯 TEA, TDAH e AH/SD não são rótulos, são explicações.

📌 Se identificou Salva esse vídeo.

HistóriasReais VidaAutista AmorDaMinhaVida Neurodiversidade AmarÉEscolha NãoFoiOntem

Endereço

Rua Otacílio Couto, 425. Centro
Lages, SC
88502-060

Notificações

Seja o primeiro recebendo as novidades e nos deixe lhe enviar um e-mail quando Clécio Carlos Gomes posta notícias e promoções. Seu endereço de e-mail não será usado com qualquer outro objetivo, e pode cancelar a inscrição em qualquer momento.

Entre Em Contato Com A Prática

Envie uma mensagem para Clécio Carlos Gomes:

Compartilhar

Categoria