26/01/2026
Quando a visão se fixa na escassez, o vento assusta; quando a consciência se expande, ele conduz a alma a novas dimensões.
A aridez do caminho não é ausência de vida, mas convite à mudança de perspectiva e de relação consigo.
O amor incondicional começa no autoamor, no olhar compassivo para a própria jornada, e a partir daí passa a nutrir o campo e orientar os passos.
Interna e depois externamente.
Quando aprendemos a nos amar no meio do deserto, a força do vento se transforma em impulso sagrado de evolução espiritual.