10/05/2026
A maternidade… acolher, com verdade, todas as histórias que existem dentro dela.
Porque existem mães que foram colo.
Existem mães que partiram cedo demais.
Existem filhos que nunca conheceram suas mães.
E existem mães que, por suas próprias dores, traumas ou transtornos psiquiátricos, não conseguiram oferecer o cuidado emocional que um filho precisava receber.
E isso também deixa marcas.
Nem toda ferida vem da ausência física.
Às vezes, a dor nasceu dentro da presença.
Há filhos que sentem saudade.
Há filhos que sentem culpa por não conseguir sentir amor da forma que a sociedade espera.
E há quem ainda esteja tentando compreender o vazio afetivo que carregou desde a infância.
Talvez maio também precise ser um mês de compaixão.
Sem comparações.
Sem julgamentos.
Sem exigir que toda história materna seja bonita para ser válida.