Mônica Vieira - Psicóloga Clínica

Mônica Vieira - Psicóloga Clínica Psicóloga Mônica Vieira
Clínica Psicanalítica
Formação em Psicossomática, Clínica da Ansiedade e Psicoterapia do Luto. Psicóloga Assistente Técnica.

Atendimento a crianças, adolescentes, adultos e casais.

05/03/2026
28/02/2026
Assisti a esse filme ontem. A Lista da Minha Vida é um drama sensível que gira em torno de uma pergunta central: o que a...
21/02/2026

Assisti a esse filme ontem. A Lista da Minha Vida é um drama sensível que gira em torno de uma pergunta central: o que acontece quando percebemos que estamos vivendo uma vida que não escolhemos conscientemente?
Entre os temas abordados apresenta-se o luto pelas versões de si que não existiram. O filme não trata apenas do luto pela mãe, mas do luto por aquilo que não se viveu. Cada item da lista representa uma parte de si mesmo que foi abandonada em nome de adaptação, sobrevivência ou expectativa dos outros. A dor não é apenas pelo passado, mas pela consciência de que houve escolhas feitas mais por medo do que por desejo.
Aborda também o confronto com a própria identidade. Ao revisitar a lista, Alex entra em contato com uma versão mais autêntica e genuina de si. Isso ativa um processo de reorganização psíquica que envolve questionamentos de papéis assumidos, crenças que limitam e frustrações negadas. É um processo de ressignificação.
Nos afeta com a diferença entre sobreviver e viver: o filme mostra como é possível estar funcional, produtivo e ainda assim emocionalmente desconectado. Isso aparece em sinais como a rotina automática, sensação de anestesia emocional e percepção de uma vida guiada por obrigações e nao por sentido.
Ainda, apresenta a lista como recurso que possibilita a reconexão com desejos genuínos, a reconstrução da identidade e a elaboração de lutos silenciosos. Ela representa uma ponte entre o passado e o possível futuro. O filme fala sobre algo muito humano: a possibilidade de ainda existir tempo para voltar a si. É sensivel, poético e delicado.

Às vezes, a maior perda não é perder alguém, é perder quem você era antes de desistir de si.

A mulher que floresceu atravessando o tempo Quarenta e cinco anos de existência... esse momento traz marcas invisíveis n...
19/02/2026

A mulher que floresceu atravessando o tempo

Quarenta e cinco anos de existência... esse momento traz marcas invisíveis na alma. Traz caminhos percorridos mesmo quando os pés estavam cansados e as forças se esvaiam...
São silêncios engolidos, recomeços forçados, despedidas que doeram — e, ainda assim, não me quebraram.
Hoje não celebro apenas o tempo que passou.
Celebro a mulher que fui me tornando, camada por camada, como quem aprende a florescer mesmo depois das estações mais duras.

Há uma doçura diferente em chegar aos 45.
Não é a euforia de anos anteriores, mas a serenidade de quem já atravessou tempestades
e descobriu que o céu sempre encontra um jeito de se abrir outra vez. É a firmeza de quem já passou por situações devastadoras e se manteve em pé... por alguém, por si mesma. Aprendi que nem tudo que parte é perda...
Que nem toda promessa é compromisso.
Que presença não se implora.
Que reciprocidade não se negocia.
Aprendi também que nem todo silêncio é abandono, às vezes é pausa.
Às vezes é proteção. E, por vezes, é a própria vida reorganizando os caminhos.

Aos 45, já não confundo o amor, mas permaneço encantada e intensa... buscando momentos delicados, gentis e inefáveis.
Alguém que me toque a alma de forma gentil e me surpreenda... que faça eu sorrir nos detalhes.
Já não tenho pressa de ser tudo e aceito meus limites com ternura. Olho para minhas cicatrizes como quem olha para um jardim que resistiu ao inverno.
Tenho histórias que deram certo.
Tenho histórias que não chegaram a existir.
Tenho sonhos que mudaram de forma.
E outros que ainda me esperam.

Já chorei muito por aquilo que não foi.
Já me despedi de planos que precisei reinventar, mas também vi nascer em mim uma força silenciosa — daquelas que não gritam, sustentam. Tive perdas que não se reparam, e por vezes me assombram e me faz despedaçar, sozinha... mas renasço, minutos depois...
Hoje perdoo a mulher que não sabia.
Honro a mulher que tentou.
Agradeço a mulher que permaneceu.
Se a vida até aqui me moldou,
daqui em diante eu me escolho.
Que venham os próximos capítulos —
com verdade, com presença,  com inteireza,
com paz.

Bem vindo ciclo 45 ❤️

Endereço

Avenida Saudade, 667 L Sala 4
Leme, SP
13610000

Notificações

Seja o primeiro recebendo as novidades e nos deixe lhe enviar um e-mail quando Mônica Vieira - Psicóloga Clínica posta notícias e promoções. Seu endereço de e-mail não será usado com qualquer outro objetivo, e pode cancelar a inscrição em qualquer momento.

Entre Em Contato Com A Prática

Envie uma mensagem para Mônica Vieira - Psicóloga Clínica:

Compartilhar

Share on Facebook Share on Twitter Share on LinkedIn
Share on Pinterest Share on Reddit Share via Email
Share on WhatsApp Share on Instagram Share on Telegram