LemeClínica de Psicologia e Psicomotricidade

LemeClínica de Psicologia e Psicomotricidade Psicólogo Clínico com base psicanalítica. Terapia do Luto - Terapia de Casais - Terapia Adolescen

LemeClínica de Psicologia e Psicomotricidade
03/01/2026

LemeClínica de Psicologia e Psicomotricidade

Os três pilares da saúde mental, frequentemente citados, são Prevenção, Percepção e Tratamento, focando em hábitos saudá...
03/01/2026

Os três pilares da saúde mental, frequentemente citados, são Prevenção, Percepção e Tratamento, focando em hábitos saudáveis (exercício, sono, alimentação) para prevenir problemas, a habilidade de reconhecer sinais de desequilíbrio, e a busca por ajuda profissional quando necessário, criando um equilíbrio entre corpo, mente e relações sociais

João Flávio Francioso
Neuropsicólogo
CRP 06/125594

Vivemos uma mudança no eixo do mal-estar. O conflito já não está na repressão do desejo, mas na cobrança incessante de e...
02/01/2026

Vivemos uma mudança no eixo do mal-estar. O conflito já não está na repressão do desejo, mas na cobrança incessante de eficácia. O sintoma atual fala menos da proibição e mais da insuficiência.

João Flávio Francioso
Neuropsicólogo
CRP 06/125594

02/01/2026

Dor crônica é real, complexa e merece cuidado integral.
A psicoterapia pode ser o elo que transforma a forma de conviver com ela, trazendo mais leveza, equilíbrio e qualidade de vida.

O PAPEL DA PSICOTERAPIA:

Buscamos diminuir o problema no âmbito emocional ao reestruturar crenças pessoais, atitudes e comportamentos:
• Identif**a e modif**a pensamentos catastróficos (“Nunca vou melhorar”).
• Reduz comportamentos que aumentam a percepção da dor.
• Desenvolve estratégias de enfrentamento mais saudáveis.
Procure apoio profissional!

João Flávio Francioso
Neuropsicólogo
CRP 06/125594

Quem nunca se pegou “beliscando” algo não porque estava com fome, mas porque estava cansado, irritado ou triste.Depois d...
02/01/2026

Quem nunca se pegou “beliscando” algo não porque estava com fome, mas porque estava cansado, irritado ou triste.
Depois de um dia estressante no trabalho, você come uma barra de chocolate, enquanto assiste televisão, para relaxar. No momento, parece funcionar. Mas logo surge a culpa, o desconforto físico, a irritação e o estresse continua lá.
É assim que nasce o ciclo do comer emocional.
A comida acaba virando um “atalho emocional”: traz um alívio rápido, mas depois pesa no corpo e no coração.
Percebe como o ciclo se retroalimenta?

João Flávio Francioso
Neuropsicólogo
CRP 06/125594

“comer emocional” acontece quando usamos a comida não para saciar a fome física, mas como forma de lidar com emoções - t...
02/01/2026

“comer emocional” acontece quando usamos a comida não para saciar a fome física, mas como forma de lidar com emoções - tanto negativas quanto positivas.
O problema é que esse comportamento, quando frequente, gera um ciclo de desequilíbrio:
→ Ganho de peso
→ Descontrole alimentar
→ Culpa e frustração
→ E novos desconfortos emocionais e de saúde
Para lidar e dar fim a esse ciclo, é preciso substituir respostas impulsivas por estratégias mais saudáveis, como respiração, distrações positivas, hobbies e até um simples descanso.
Se você sente que sua relação com a comida está gerando sofrimento, buscar ajuda profissional pode transformar esse processo em autocuidado e equilíbrio.

João Flávio Francioso
Neuropsicólogo
CRP 06/125594

O seu corpo funciona como um relógio, mas não deve ser tratado como uma máquina!Nem só de horas de sono vive o nosso org...
01/01/2026

O seu corpo funciona como um relógio, mas não deve ser tratado como uma máquina!
Nem só de horas de sono vive o nosso organismo, mas elas também são essenciais.
Já parou para pensar que ao longo do dia várias funções naturais estão em atividade sem que a gente perceba?
Acredite se quiser, todos nós passamos por isso.
E você já ouviu falar em ciclo circadiano?
O ciclo circadiano, também conhecido como ritmo circadiano, é o período de aproximadamente 24 horas em que o relógio biológico interno, localizado no cérebro no núcleo supraquiasmatico (SCN), regula as atividades e os processos biológicos do corpo como metabolismo, sono e vigília.

João Flávio Francioso
Neuropsicólogo
CRP 06/125594

01/01/2026

Ninguém pode te amar exatamente como você precisa, porque esse é o seu trabalho.

João Flávio Francioso
Neuropsicólogo
CRP 06/125594

Aquele momento exato em que você quase explode... mas escolhe não. O que realmente acontece aí dentro?Muita gente confun...
01/01/2026

Aquele momento exato em que você quase explode... mas escolhe não. O que realmente acontece aí dentro?
Muita gente confunde calma com passividade. Mas a neurociência prova o contrário: segurar o impulso da raiva é, na verdade, um ato de força mental suprema.
Quando o sangue sobe, seu “cérebro CEO” (o racional) sai da sala e o instinto primitivo tranca a porta. O resultado?
Você f**a temporariamente menos inteligente e reage no modo sobrevivência.
O segredo neste carrossel é: a calma é treinável.
Cada vez que você aplica a regra dos 90 segundos ou usa a respiração estratégica (slides 5 e 7 •), você não está
“engolindo sapo”. Você está fazendo uma musculação neural invisível, recabeando seu cérebro para ser menos reativo e mais estratégico.
Não é sobre ser “zen”. É sobre ser inabalável.

João Flávio Francioso
Neuropsicólogo
CRP 06/125594

“Por fim, amamos o desejo, não o desejado.” Friedrich Nietzsche, Além do Bem e do Mal.Essa Pílula Filosóf**a desmonta um...
01/01/2026

“Por fim, amamos o desejo, não o desejado.”
Friedrich Nietzsche, Além do Bem e do Mal.

Essa Pílula Filosóf**a desmonta uma das maiores ilusões da vida moderna: a crença de que a satisfação mora no objeto alcançado.
Nietzsche nos provoca ao deslocar o amor daquilo que é conquistado para a força que nos move a querer. O centro da experiência não está no fim, mas no impulso. O desejado, uma vez obtido, frequentemente se esvazia; o desejo, ao contrário, permanece como energia vital que impulsiona a existência.
No cotidiano, isso se revela com clareza: buscamos relações, reconhecimento, sucesso ou sentido acreditando que, ao alcançá-los, finalmente repousaremos. No entanto, o que sustenta a vida não é o repouso, mas a expansão. A Psicanálise confirma esse ponto ao mostrar que o desejo não se extingue na satisfação — ele se desloca, se reinventa, retorna sob novas formas. Sofremos não por desejar demais, mas por tentar silenciar o desejo prometendo a nós mesmos um “fim definitivo”.
Na Filosofia Clínica, essa compreensão convida a uma prática de liberdade: em vez de viver aprisionado a metas finais, aprende-se a escutar a própria dinâmica do querer, reconhecendo quais desejos ampliam a potência de existir e quais apenas repetem vazios. Amar o desejo é afirmar a vida como movimento, tensão e criação contínua.
E você: tem amado os objetos que persegue ou tem coragem de sustentar o desejo que o mantém vivo?

João Flávio Francioso
Neuropsicólogo
CRP 06/125594

Nenhuma quantidade de ansiedade faz qualquer diferença para o que está prestes a acontecer.LemeClínica de Psicologia e P...
31/12/2025

Nenhuma quantidade de ansiedade faz qualquer diferença para o que está prestes a acontecer.

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Treine sua mente pra não depender de elogio, atenção ou plateia.LemeClínica de Psicologia e Psicomotricidade
28/12/2025

Treine sua mente pra não depender de elogio, atenção ou plateia.

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