04/03/2026
Estamos criando uma geração que não aprendeu a esperar.
A cada choro, um celular.
A cada tédio, uma tela.
A cada frustração, um resgate.
Mas frustração não é trauma.
Frustração é vacina emocional.
É ela que ensina a esperar.
Que ensina a perder.
Que ensina que o mundo não gira ao redor de nós.
E tem mais uma coisa que esquecemos de ensinar:
o valor do tédio.
Porque é no tédio que nasce a criatividade, a imaginação e a autonomia.
Se queremos filhos fortes, precisamos ter coragem de não anestesiar todas as emoções deles.
Às vezes, o maior ato de amor de um pai…
é não resolver tudo.