Dra. Tati Perini - Psiquiatria

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A Dismorfia Corporal, ou Transtorno Dismórfico Corporal (TDC), é um distúrbio psiquiátrico caracterizado pela preocupaçã...
04/03/2026

A Dismorfia Corporal, ou Transtorno Dismórfico Corporal (TDC), é um distúrbio psiquiátrico caracterizado pela preocupação obsessiva com defeitos imaginários ou mínimos na aparência física.

A pessoa enxerga a própria imagem de forma distorcida, gerando sofrimento intenso, isolamento social e comportamentos repetitivos, como checar espelhos ou buscar procedimentos estéticos excessivamente.

Principais Características e Sintomas:
Preocupação Excessiva: Foco intenso em pequenas imperfeições, geralmente na pele, nariz, cabelo ou peso.

Comportamentos Compulsivos: Olhar-se constantemente no espelho ou evitá-lo totalmente, buscar validação, comparação frequente com outros e esconder partes do corpo.
Impacto Social/Funcional: Isolamento social, evitação de compromissos profissionais ou escolares por vergonha.

Início Comum: Geralmente surge durante a adolescência, afetando homens e mulheres.

Causas e Tratamento:
As causas podem envolver fatores genéticos, biológicos (desequilíbrio de neurotransmissores) e psicológicos (experiências de vida, baixa autoestima).

O tratamento é essencial para melhorar a qualidade de vida e baseia-se em:
Terapia Cognitivo-Comportamental (TCC): Ajuda a modificar padrões de pensamento disfuncionais e comportamentos compulsivos.

O suporte profissional é fundamental, pois cirurgias plásticas raramente aliviam os sintomas, podendo até agravá-los.

O Transtorno do Espectro Autista (TEA) em adultos se manifesta por desafios na comunicação e interação social (dificulda...
02/03/2026

O Transtorno do Espectro Autista (TEA) em adultos se manifesta por desafios na comunicação e interação social (dificuldade com sarcasmo, contato visual, conversas recíprocas) e padrões restritos/repetitivos (hiperfocos, rigidez com rotinas, sensibilidades sensoriais), mas muitas vezes são mascarados, levando a diagnósticos tardios.

Sinais e Características Comuns em Adultos
Comunicação e Socialização:
Dificuldade em entender linguagem não verbal, metáforas, ironias.
Exaustão após interações sociais.
Interpretação como "seco", "rude" ou "frio".
Preferência por conversas sobre interesses profundos e específicos.

Comportamento e Rotina:
Interesses restritos e intensos (hiperfoco).
Necessidade de rotinas e rigidez, ansiedade com mudanças.
Movimentos repetitivos (estereotipias).

Sensorialidade:
Hipersensibilidade (sons, luzes, texturas) ou hipossensibilidade.
Dificuldades com sono e roupas.
Outros:
Dificuldade em expressar ou reconhecer emoções (em si e nos outros).
Perfeccionismo e autoexigência.
Insegurança ou ingenuidade social.

Diagnóstico Tardio
Adultos frequentemente desenvolvem estratégias para "mascarar" os sintomas, dificultando o reconhecimento.

O diagnóstico tardio ajuda a entender dificuldades passadas, como não se encaixar socialmente.

Como Buscar Ajuda
Procure Profissionais Especializados: Neurologistas, Psiquiatras ou Psicólogos com experiência em TEA.

Oniomania é o transtorno de compra compulsiva, um desejo incontrolável de adquirir bens, mesmo sem necessidade ou condiç...
25/02/2026

Oniomania é o transtorno de compra compulsiva, um desejo incontrolável de adquirir bens, mesmo sem necessidade ou condição financeira, gerando culpa e endividamento.

Caracteriza-se pelo ciclo de ansiedade/estresse, alívio momentâneo da compra, seguido por culpa, arrependimento e o impulso de comprar novamente, muitas vezes para preencher um vazio emocional ou aliviar tristeza/ansiedade, podendo estar ligada a outros transtornos como depressão e TDAH, e exigindo tratamento psicológico e, às vezes, psiquiátrico.

▪️▪️▪️Sintomas e características
▪️Impulso incontrolável: Dificuldade em parar de comprar, mesmo com prejuízos.
▪️Alívio seguido de culpa: Prazer momentâneo na compra, mas arrependimento logo depois.
▪️Compras sem necessidade: Acúmulo de itens que não serão usados.
▪️Ocultação: Esconder gastos de familiares e amigos.
▪️Dificuldades financeiras: Dívidas, uso de crédito excessivo, problemas familiares.
▪️Uso das compras como fuga: Comprar para lidar com estresse, ansiedade, tristeza ou solidão.

▪️▪️▪️Causas e fatores agravantes
▪️Gatilhos emocionais: Tentar preencher um vazio ou aliviar sentimentos negativos.
▪️Liberação de dopamina: O ato de comprar gera prazer viciante no cérebro.
▪️Fatores associados: Ansiedade, depressão, baixa autoestima, TDAH, transtorno bipolar.
▪️Influência externa: Cultura de consumo e redes sociais podem intensificar o transtorno.

▪️▪️▪️Tratamento
▪️Ajuda profissional: Buscar um Psiquiatra, que pode indicar psicoterapia e, em casos mais graves, medicação.

Dissociação é um processo mental de desconexão dos pensamentos, sentimentos, memórias ou identidade, funcionando como um...
23/02/2026

Dissociação é um processo mental de desconexão dos pensamentos, sentimentos, memórias ou identidade, funcionando como um mecanismo de defesa da mente contra estresse ou trauma, fazendo com que a pessoa se sinta irreal ou desligada de si mesma e do mundo, como se assistisse a um filme. É comum em momentos de grande estresse, mas pode se tornar um transtorno (Transtornos Dissociativos) quando afeta a vida diária, exigindo tratamento profissional.

▪️▪️Características principais:
Desconexão: Sentimento de estar separado do corpo, pensamentos ou emoções (despersonalização) ou do ambiente (desrealização).
Memória: Dificuldade em lembrar eventos importantes, especialmente traumáticos (amnésia dissociativa).
Fuga da realidade: Uma fuga automática do presente, como ficar "aéreo" ou disperso.

▪️▪️Exemplos cotidianos:
Ficar tão absorvido em um livro ou filme que perde a noção do tempo e do ambiente.
Dirigir por uma rota conhecida sem lembrar como chegou lá (piloto automático).

▪️▪️Trauma:
Frequentemente desencadeada por eventos traumáticos (físicos, emocionais, abuso).

▪️▪️Transtornos de Saúde Mental:
Associada a TEPT (Transtorno de Estresse Pós-Traumático), depressão, ansiedade e Transtorno Dissociativo de Identidade (TDI).

▪️▪️Quando procurar ajuda:
Quando a dissociação causa sofrimento significativo ou prejuízo nas relações e no trabalho.

Muitas pessoas sentem desconforto ao serem elogiadas, e isso pode vir de baixa autoestima, síndrome do impostor, crença ...
18/02/2026

Muitas pessoas sentem desconforto ao serem elogiadas, e isso pode vir de baixa autoestima, síndrome do impostor, crença de que não merecem o elogio, medo de não conseguir manter o padrão ou até mesmo uma reação natural de surpresa e vulnerabilidade, pois a sociedade nem sempre ensina a aceitar reconhecimento com facilidade, fazendo com que a reação comum seja minimizar ou negar o elogio em vez de simplesmente agradecer.
Causas Comuns do Desconforto:
Baixa Autoestima/Autoimagem Negativa: Você pode acreditar que não é tão bom quanto o elogio sugere, questionando a visão do outro.
Síndrome do Impostor: Sentimento de que o sucesso não é merecido, e o elogio gera angústia por ameaçar essa crença interna.
Insegurança e Medo de Não Ser Bom o Suficiente: Recusar elogios pode ser um mecanismo de defesa para não se iludir ou evitar futuras decepções.
Cultura da Humildade Exagerada: A sociedade valoriza a modéstia, e aceitar elogios pode parecer arrogância, gerando vergonha ou constrangimento.
Reação de Surpresa (Mecanismo de Congelamento): Elogios inesperados ativam uma "sequência de surpresa" no cérebro, causando desconforto físico (coração acelerado, suor) e a necessidade de retomar o controle.
Como Lidar com Isso:
Respire Fundo e Agradeça: A reação mais simples e eficaz é um "Obrigado(a)" sincero, sem justificativas ou minimizações.
Reconheça a Humildade vs. Negação: Entenda que agradecer não é ser convencido; é aceitar o reconhecimento de forma digna.
Busque Ajuda Profissional: Se for um padrão persistente, um psicólogo pode ajudar a trabalhar essas raízes profundas.

Lutos invisíveis são perdas não reconhecidas socialmente que causam dor profunda e silenciosa, sem rituais formais, mas ...
16/02/2026

Lutos invisíveis são perdas não reconhecidas socialmente que causam dor profunda e silenciosa, sem rituais formais, mas que afetam a saúde mental e física.
▪️Características e Exemplos
▪️Perdas Não Convencionais: Não envolvem caixões ou flores; incluem a perda de um sonho não realizado (como a infertilidade), um emprego, um relacionamento, um pet, uma mudança forçada, ou até uma versão de si mesmo.
▪️Silêncio Social: O mundo nem sempre reconhece ou valida essas dores, dificultando o processo de luto, pois não há espaço para chorar abertamente.
▪️Impacto Profundo: Embora invisíveis, essas perdas "cortam sem sangue", pesam na alma, no corpo e na mente, exigindo esforço para seguir em frente.
▪️Como Lidar com os Lutos Invisíveis
▪️Valide sua Dor: Aceite que o sofrimento é real e legítimo, mesmo que ninguém mais o veja.
▪️Crie Rituais: Invente suas próprias formas de despedida, como escrever cartas ou plantar uma árvore, para dar nome à dor e honrar a perda.
▪️Busque Apoio: Não carregue tudo sozinho. Falar com amigos, familiares ou um psicólogo é um ato de coragem e fundamental para a cura.
▪️Permita-se Sentir: Não tente ser forte o tempo todo. Chore, escreva, ore, apenas se permita sentir e processar a dor.
▪️Gentileza Consigo Mesmo: Dê-se tempo e seja generoso com sua própria jornada, pois o sofrimento não desaparece, apenas é adiado se ignorado.
▪️Busque a Cura e o Crescimento: Encare a dor para que ela se torne um solo fértil para um novo aprendizado e uma nova versão de si mesmo, mais consciente.

Lidar com a depressão envolve desafios como o estigma social, a falta de motivação para buscar e seguir o tratamento, a ...
15/02/2026

Lidar com a depressão envolve desafios como o estigma social, a falta de motivação para buscar e seguir o tratamento, a dificuldade de expressar a dor, os sintomas físicos e emocionais intensos (apatia, culpa, cansaço, insônia, dores) e a resistência em aceitar a doença.
Desafios Emocionais e Mentais:
Pessimismo e Culpa: Interpretação distorcida da realidade, sentimentos de inutilidade, fracasso e desespero.
Falta de Prazer e Apatia: Incapacidade de sentir alegria, desinteresse e desmotivação para atividades antes prazerosas.
Dificuldade de Concentração e Raciocínio Lento: Problemas para focar, lembrar e processar informações.
Pensamentos Negativos: Desconfiar dos pensamentos que surgem durante o quadro depressivo é crucial.
Desafios Comportamentais e Sociais:
Isolamento e Estigma: Medo de julgamento e rejeição dificulta a busca por ajuda e o apoio familiar/social.
Falta de Ação (Apatia): O cansaço e a falta de energia tornam tarefas simples, como sair da cama, um esforço imenso.
Resistência ao Tratamento: Vergonha ou outros fatores podem levar à interrupção ou adiamento de terapias e medicações.
Estratégias para Lidar com os Desafios:
Busca por Ajuda Profissional: Terapia (TCC) e acompanhamento com um Psiquiatra são fundamentais.
Desafiar Pensamentos: Questionar a validade dos pensamentos negativos e buscar uma visão mais realista.
Foco em Conquistas Passadas: Resgatar memórias de superação para fortalecer a autoeficácia.

Lembramos constantemente de traumas do passado porque o cérebro tem um mecanismo de sobrevivência que armazena experiênc...
11/02/2026

Lembramos constantemente de traumas do passado porque o cérebro tem um mecanismo de sobrevivência que armazena experiências negativas intensas com grande força emocional.

Essas memórias não são processadas como lembranças comuns, mas sim como experiências presentes e intrusivas.

Memórias Intrusivas
As memórias traumáticas são frequentemente armazenadas de forma fragmentada e sem processamento adequado, como um mecanismo de defesa.

Elas não são recordações narrativas usuais, mas sim memórias implícitas que se manifestam através de:
Flashbacks: A pessoa sente ou age como se o evento traumático estivesse ocorrendo novamente.

Reações Associativas: Estímulos sensoriais (sons, cheiros, imagens) que lembram o trauma podem desencadear subitamente a revivência da experiência, pois o cérebro tem dificuldade em distinguir entre uma ameaça real e algo que apenas a recorda.

Conflitos não resolvidos: Recordações antigas podem surgir como uma necessidade inconsciente de revisitar e resolver conflitos que ficaram inacabados.

Esses mecanismos cerebrais e psicológicos fazem com que as memórias traumáticas permaneçam vívidas e acessíveis, impactando a saúde mental e a vida diária até que sejam tratadas adequadamente com a ajuda de profissionais de saúde mental.

Lidar com o julgamento de outras pessoas envolve fortalecer a autoestima, focar nos seus valores e entender que o julgam...
09/02/2026

Lidar com o julgamento de outras pessoas envolve fortalecer a autoestima, focar nos seus valores e entender que o julgamento é inevitável. É preciso estabelecer limites, focar nas próprias ações e nos resultados, não na aprovação alheia. “A aprovação dos outros, pertence aos outros”.
É inevitável: As pessoas sempre terão opiniões, mas você não controla a mente delas; o julgamento delas é fugaz.
Foque em si: Use o julgamento como um espelho para entender suas inseguranças, mas não deixe que ele guie suas ações.
Empatia: Tente entender que o julgamento do outro pode vir de suas próprias dores e aprendizados.
Desenvolva sua força interior
Autoestima e valores: Desenvolva uma autoimagem forte baseada em seus princípios, não na aprovação externa.
Autoconhecimento: Conheça suas forças e fraquezas; isso diminui o peso da desaprovação.
Aja com estratégia
Filtre opiniões: Priorize quem realmente te conhece e tem conhecimento relevante, ignore o resto.
Diferencie críticas: Separe o que é crítica construtiva (para seu crescimento) do que tem a única intenção de destruir a sua autoestima.

Lembramos constantemente de traumas do passado porque o cérebro tem um mecanismo de sobrevivência que armazena experiênc...
04/02/2026

Lembramos constantemente de traumas do passado porque o cérebro tem um mecanismo de sobrevivência que armazena experiências negativas intensas com grande força emocional.

Essas memórias não são processadas como lembranças comuns, mas sim como experiências presentes e intrusivas.

🔸Memórias Intrusivas
As memórias traumáticas são frequentemente armazenadas de forma fragmentada e sem processamento adequado, como um mecanismo de defesa. Elas não são recordações narrativas usuais, mas sim memórias implícitas que se manifestam através de:
🔸Flashbacks: A pessoa sente ou age como se o evento traumático estivesse ocorrendo novamente.
🔸Reações Associativas: Estímulos sensoriais (sons, cheiros, imagens) que lembram o trauma podem desencadear subitamente a revivência da experiência, pois o cérebro tem dificuldade em distinguir entre uma ameaça real e algo que apenas a recorda.
🔸Conflitos não resolvidos: Recordações antigas podem surgir como uma necessidade inconsciente de revisitar e resolver conflitos que ficaram inacabados.
🔸Esses mecanismos cerebrais e psicológicos fazem com que as memórias traumáticas permaneçam vívidas e acessíveis, impactando a saúde mental e a vida diária até que sejam tratadas adequadamente com a ajuda de profissionais de saúde mental.

Nos comparamos com outras pessoas porque é um instinto humano para avaliar nosso próprio valor, buscando segurança e aut...
02/02/2026

Nos comparamos com outras pessoas porque é um instinto humano para avaliar nosso próprio valor, buscando segurança e autoconhecimento.

🔸Razões Psicológicas:
Busca por Padrões e Segurança: O cérebro compara para se posicionar no grupo, buscando padrões e segurança, uma herança dos tempos ancestrais de agrupamento para sobrevivência.

🔸Validação e Autoestima: A comparação pode servir para validar nosso valor, buscando reconhecimento ou respeito, mas também pode ser um sinal de baixa autoestima, insegurança e falta de confiança.

🔸Fatores que Intensificam a Comparação:
Pessoas inseguras ou com baixa autoestima tendem a se comparar mais, sentindo-se frequentemente inferiores.

🔸Pressão Social e Redes Sociais: A sociedade e as mídias sociais promovem padrões e competitividade, intensificando a comparação e o sentimento de estar "ficando para trás".

🔸Falta de Satisfação Pessoal: A insatisfação com a própria vida ou conquistas leva a buscar no outro o que falta, perdendo o foco nos próprios méritos.

🔸Quando a Comparação é Prejudicial:
Gera ansiedade, frustração e um sentimento de que nunca se é bom o suficiente, pois sempre haverá alguém "melhor" do que nós em alguma coisa.

🔸COMO EVITAR?
Para evitar comparações, foque no seu próprio progresso (comparando-se com seu "eu" de ontem), celebre suas pequenas vitórias, pratique o autoconhecimento para definir seus valores, limite o uso de redes sociais e use o que vê como inspiração para suas metas, não como padrão de vida, lembrando que todos têm lutas invisíveis e vidas imperfeitas.

O Transtorno de Oposição Desafiante (TOD) caracteriza-se por discussões frequentes, recusa em seguir regras, irritação f...
28/01/2026

O Transtorno de Oposição Desafiante (TOD) caracteriza-se por discussões frequentes, recusa em seguir regras, irritação fácil, culpa dos outros, e pode levar a problemas mais sérios, exigindo intervenção profissional (neuropediatra, psicólogo) com orientação parental e estratégias como consistência e reforço positivo.
▪️▪️Principais características (Sintomas)
▪️Humor:
Perder a calma facilmente, raiva frequente, ressentimento, ser facilmente perturbado e irritável.
▪️▪️Comportamento:
Discutir com adultos, desafiar regras e instruções, irritar pessoas de propósito, culpar os outros por seus erros, ser vingativo e cruel.
Intensidade:
Os comportamentos são mais graves e frequentes do que o esperado para a idade e ocorrem em pelo menos dois ambientes (casa, escola, amigos) por mais de seis meses.
▪️▪️Diferença de uma birra comum
No TOD, a oposição persiste mesmo após a concessão, mostrando dificuldade na regulação emocional e prazer em ser opositor, enquanto na birra a criança pode parar ao conseguir o que quer.
▪️▪️Causas e fatores de risco
Multifatorial, envolvendo fatores biológicos (genética), psicológicos (problemas parentais) e sociais (negligência, regras rígidas).
▪️▪️Como lidar e procurar ajuda
▪️Diagnóstico: Avaliação por neuropediatra, psiquiatra e psicólogo.
▪️Tratamento: Foco em orientação parental para mudar práticas, treino de habilidades sociais, consistência e clareza nas regras.
▪️Estratégias: Reforço positivo, atividades estruturadas, comunicação clara e evitar confrontos diretos.

Endereço

Rua Jose Garcia De Carvalho, 251
Lins, SP
16400-460

Horário de Funcionamento

Segunda-feira 08:00 - 18:00
Terça-feira 08:00 - 18:00
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