Solus Londrina - Psicologia e Maternidade

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Atendimento individual e familiar
Atendimento presencial e online
Gestação, Pós-parto e Maternagem
Grupos/ Rodas de Conversas
Carol Di Giorgi CRP 08/15294
Giovanna Alberici CRP 08/16197

27/08/2025
27/04/2024
A Campanha Maio Furta-Cor surgiu em 2020 a fim de promover na nossa sociedade a conscientização sobre SAÚDE MENTAL MATER...
05/05/2023

A Campanha Maio Furta-Cor surgiu em 2020 a fim de promover na nossa sociedade a conscientização sobre SAÚDE MENTAL MATERNA. É uma campanha comunitária, sem fins lucrativos, democrática e apartidária e visa realizar ações de conscientização ao longo de todo o mês de maio, época em que celebramos nacionalmente o mês das mães. Existe um forte estigma sobre o adoecimento mental e isso impede muitas mães de procurar ajuda e, com isso assistimos a um alarmante crescimento dos casos de depressão e ansiedade entre as mães. Sabendo que as maiores dores da maternidade são a solidão, o abandono, a sobrecarga e a tristeza propomos que maio seja um mês de olhar para a saúde mental materna.
SÓ É POSSÍVEL MUDAR O MUNDO, CUIDANDO DE QUEM CUIDA DE TODO MUNDO!
Neste ano preparamos uma programação incrível que acontecerá ao longo do mês de maio aqui na cidade de Londrina.
Arrasta para o lado e veja nossa programação!
Vem com a gente, Saúde Mental materna Importa!!!

O dia foi ontem, mas como a saúde mental materna importa e não conseguimos dar conta de vir aqui falar um pouquinho sobr...
04/05/2023

O dia foi ontem, mas como a saúde mental materna importa e não conseguimos dar conta de vir aqui falar um pouquinho sobre essa data tão especial, viemos hoje perguntar para vocês: vocês sabiam dessa data?
A Global Alliance for Maternal Mental Health dedica a primeira quarta-feira do mês de maio para dar visibilidade para esse tema, visto que o cenário da saúde mental materna é considerado um grave problema de saúde pública em todo o mundo.
Por que precisamos desta data:
Combater estigmas sociais;
Favorecer o diagnóstico e tratamento dos transtornos mentais perinatais;
Destinar mais recursos à saúde mental materna e à saúde infantil;
SAUDE MENTAL MATERNA IMPORTA!
Se importe com a mãe.
Assuma essa causa.


Sobre sororidade, acolhimento e cuidado.Mês das mulheres começa hoje. E o 8 de Março signif**a tanto, que não poderíamos...
01/03/2023

Sobre sororidade, acolhimento e cuidado.
Mês das mulheres começa hoje. E o 8 de Março signif**a tanto, que não poderíamos deixar passar em branco. Poderíamos falar de lutas femininas, de conquistas, de desafios. Mas, hoje preferimos trazer outra coisa. Vamos falar de SORORIDADE.
Sororidade é palavra que ganhou força na voz de em 2020 (quem lembra?) e que como tantas outras palavras que nos são caras (empoderamento, por exemplo) tem sofrido certo desgaste por ser muito utilizada, questionada e por vezes tirada de contexto.
De forma resumida, essa palavra signif**a união entre mulheres, empatia, solidariedade e companheirismo. E por aqui andamos sempre pensando sobre cada um desses conceitos e de que forma aplicá-los no cotidiano, de forma a fortalecer a saúde mental das envolvidas.
Em tempos em que tudo que nos é apresentado se torna nova obrigação, buscamos pensar nesse conceito como uma forma de reduzir a carga entre nós e aumentar o sentimento de pertencimento ao grupo, de apoio mútuo. Entendendo que mesmo em um mundo que busca tanto o individualismo, somos seres sociais e que a troca com os pares promove saúde e que a necessidade de encontrar pertencimento e acolhida faz parte da nossa subjetividade.
Como fazer? Aqui também buscamos soluções diárias e uma saída tem sido inserir, sempre que possível, mulheres em cujo potencial acreditamos, para estarem perto de nós. Procuramos buscar prestadoras de serviço entre as pessoas que admiramos e queremos ver crescer.
Essa foto já é exemplo prático disso. A .fotografia captando um momento que espontaneamente arruma meu cabelo (), já que estávamos em uma sessão fotográf**a. Três mulheres silenciosamente trabalhando juntas para crescer.
Outro exemplo simples. Em janeiro o .psicopedagogia inaugurava suas atividades com uma colônia de férias. E eu, já conhecendo o profissionalismo das envolvidas e precisando de uns dias para trabalhar, não hesitei em buscar seus serviços e confiar minhas crianças a elas. Foi a melhor decisão que tomei.
Nossa logo também foi criada por uma mulher, multiartista londrinense (.sanchess).
*Continua nos comentários*

Peço licença para usar a página da Solus, que sempre foi ocupada coletivamente por mim, Carol, e pela Giovanna, para fal...
01/12/2022

Peço licença para usar a página da Solus, que sempre foi ocupada coletivamente por mim, Carol, e pela Giovanna, para falar só de mim. Aliás, de mim não. Falar do Mesmo Rio, livro que a Elisama lançou recentemente. Do que ele causou em mim. Minha relação com a obra de Elisama é antiga. Sou fã de seus livros não ficcionais. São ferramentas importantes do meu trabalho, da minha maternidade e de outras relações. Mas, Mesmo Rio é outra coisa. Mesmo Rio me fez mergulhar nas profundezas de uma família "tradicional" (normal/ comum) nas suas dores, nas contradições, no que poderia ter sido. Nas rupturas e nas feridas, sem apontar o dedo pra culpados, sem buscarmos vilões. São (somos?) só pessoas mesmo, que se não olharem atentamente para as próprias mazelas, correm o grande risco de infligir dor aos outros.
Chorei, chorei, chorei feito Rio. Enxerguei tantas gentes nesses personagens. Que vontade de abraçar mãe/ pai e fillhos... de lhes proporcionar espaços de fala e escuta que permitissem enxergar a si e aos outros.

Agosto DouradoJá passamos a SMAM (Semana Mundial de Aleitamento Materno), mas permanecemos no Agosto Dourado, um mês int...
26/08/2022

Agosto Dourado
Já passamos a SMAM (Semana Mundial de Aleitamento Materno), mas permanecemos no Agosto Dourado, um mês inteiro dedicado à falar de amamentação. A importância de falar desse tema permanece óbvia. Estamos em um país que, infelizmente, em dados de 2020, temos um aleitamento que não chega a três meses (na verdade, nem dois). Isso sabendo que, idealmente, a amamentação deve ser exclusiva até os seis meses.
Ainda bem que temos, em tempos de redes sociais, muitos profissionais capacitados dispostos a disseminar informação de qualidade neste campo. Entre muitos, podemos citar a (que é londrinense!) , a e tantos outros.
Mas, hoje queremos dedicar esse espaço para falar de desmame.
Impactadas positivamente com as palavras de Cris Machado da que, recentemente, lançou um livro sobre o tema "Exaustão não é amor" (que assim que lermos voltaremos para comentar aqui!) entendemos a importância de falar da amamentação enquanto processo . E como tal com começo, meio e fim. Comentando sobre o livro, na página da editora, a maravilhosa , a autora em seu texto, conta da sua experiência de não encontrar acolhimento quando buscou formas de realizar um desmame noturno gradual e respeitoso com sua filha caçula que já tinha mais de um ano. Foi expulsa dos grupos de amamentação que participava.
Foi então em busca de se especializar em finalizar esse momento, de uma forma não abrupta ("técnicas" como pimenta ou band aid não são indicadas, viu, gente?!) mas que também não tivessem que esperar um desmame natural, desrespeitando o cansaço e o desejo de uma mulher que desempenha outros papéis de vida além da maternidade.
Enfim, f**a a dica do livro que ainda queremos ler e da reflexão importante de que a discussão sobre o desmame é bem vinda e deve fazer parte das conversas sobre amamentação.




Dia dos pais!O plano, na verdade, era ter assistido o "Papai é Pop" com Lázaro Ramos e Paola Oliveira. Vimos os horários...
18/08/2022

Dia dos pais!
O plano, na verdade, era ter assistido o "Papai é Pop" com Lázaro Ramos e Paola Oliveira. Vimos os horários nos cinemas locais, ouvimos o "Vai Passar" (podcast do Thiago Queiróz e Elisama Santos) que teve a participação do Lázaro para falar sobre o filme e... Por motivos de maternidade, vida profissional e imprevistos cotidianos não vimos o filme até agora! Então, apesar de conhecer a obra do Piangers que deu origem ao roteiro, não podemos tecer opiniões sobre o filme propriamente dito.
Mas, para além do filme em si (que ainda queremos ver!) a ideia era e ainda é, trazer reflexões sobre a importância de que existam obras audiovisuais tratando da paternidade. Com suas questões, seus dilemas, seus desafios. Que possamos ter outros filmes que retratem a visão do homem que está construindo sua paternidade cotidianamente. Que entre erros e acertos busca tecer uma relação genuína com a cria. Que entende seu lugar, sua importância. Que se desconstrói.
Já existem outros trabalhos importantes nesse sentido, de homens como o próprio Thiago Queiróz, o o Tadeu França e tantos outros que dedicam seu tempo e suas redes a tentar trazer outros pais para essa importante discussão.
Que a paternidade não seja lembrada e pensada somente no segundo domingo de agosto e celebrada no cotidiano, muito mais do que nas lindas fotos que inundaram o Instagram nesse final de semana!



11/08/2022

Voltamos!
Sumimos um pouquinho por entender que nem sempre, no malabarismo da vida, conseguimos manter todos os pratinhos no ar. Mas, voltamos, com reels e jogral (rs🤦🏽‍♀️) porque a Solus nos é muito importante. É uma forma de atendimento que nos fala direto ao coração.
Você já conhece nosso trabalho? Quer conhecer? Faça contato conosco!

Geração "Gratiluz" ou o silenciamento do nosso sentir.Já é difícil assumir para nós mesmos os nossos sentimentos negativ...
22/07/2022

Geração "Gratiluz" ou o silenciamento do nosso sentir.
Já é difícil assumir para nós mesmos os nossos sentimentos negativos. A nossa tristeza, nossa raiva, nossos medos... Também é difícil comunicar aos outros. E muitas vezes quando conseguimos fazê-lo, somos interrompidos por silenciamentos disfarçados de co***lo. "Ah, mas não f**a assim não".
"Olha, quanta gente gostaria de estar no seu lugar".
Para a gestante, por exemplo, as pessoas tendem a dizer: - Não, fique triste/brava, o bebê vai sentir sua tristeza.
Ok. E é possível deixar de sentir? Quem escuta faz o que com o que está sentindo? Guarda em uma caixa? Joga no lixo? É possível simplesmente deixar de sentir como quem aperta um botão?
Crianças, que estão aprendendo sobre seus próprios sentimentos e adultos da nossa geração que não puderam desenvolver sua inteligência emocional como deveriam, precisam ter seus sentimentos validados, precisam ser acolhidos.
Não, nós não estamos dispostos a vibrar na "energia da gratidão" todos os dias. Não, não vai dar tudo errado daqui pra frente se eu me der o direito de reclamar, de f**ar chateado.
Cada um de nós precisa saber - e poder admitir - o que sente e se sentir acolhido como é. E inteiros, sabendo mais de nós, somos muito mais potentes!

Falar de gestação é falar de subjetividade, da individualidade de cada sujeito, construída ao longo da sua história de v...
19/07/2022

Falar de gestação é falar de subjetividade, da individualidade de cada sujeito, construída ao longo da sua história de vida, suas particularidades (cultura, crenças, idade, condições físicas, socioeconômicas, expectativas etc) e por isso as gestações não são iguais.
As gestações que são planejadas e/ou desejadas tendem a ser mais tranquilas no sentido de saúde mental. O fato de ser planejada pode ser um fator de proteção. Já as gestações não planejadas tendem a ser mais vulneráveis ao surgimento de alterações emocionais, podendo até ser considerado um grupo de risco nesse quesito.
Nem todas as gestantes se sentem bem com o corpo grávido, o que pode afetar inclusive a libido dessa mulher. Algumas vezes essa percepção negativa das mudanças corporais da gestação pode levar e/ou aumentar o estresse, a depressão e a ansiedade. As mudanças corporais da gravidez também podem afetar o(a) parceiro(a) de maneira positiva ou negativa e isso pode influenciar na relação do casal.
A gravidez gera ambivalência na mulher, independente da gestação ter sido desejada ou não. É um misto de sentimentos opostos que são inevitáveis nesse período (principalmente no 1° trimestre).
“Em geral, as gestantes f**am mais regredidas emocionalmente e parece existir em todas elas um sentimento de ambivalência em relação ao desejo de ter um filho: por um lado desejam e aceitam a gravidez, e por outro, rejeitam o filho por sentirem medo do parto, da incapacidade de criar o filho e por outros motivos inconscientes.” (Milbradt, 2018)
Os sentimentos ambivalentes não estão ligados somente ao bebê, mas também a outros fatores, como a vivencia de situações limitantes, falta de apoio, falta de afeto do companheiro(a) e da família e temores quanto ao futuro.
Por isso, precisamos normalizar a ideia de que uma mulher grávida nem sempre está feliz e tudo bem!
É importante que as gestantes sintam-se à vontade para expressar esse mix de sentimentos que são comuns na gravidez e, inclusive, para procurar por ajuda profissional caso não estejam conseguindo lidar com eles sozinhas.
Geralmente, os sintomas apresentados no pós-parto têm o início durante a gravidez e, não sendo tratados, permanecem no pós-parto.

Endereço

Londrina
Londrina, PR
86020-080

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