Psicóloga Maryelle Dutra

Psicóloga Maryelle Dutra CRP 08/38901
Pedagoga
Psicopedagoga
Intérprete de LIBRAS
Especialista em educação especial

Se você acha que psicóloga só f**a feliz com silêncio profundo e reflexões intensas… surpresa! A felicidade dela (no cas...
05/05/2026

Se você acha que psicóloga só f**a feliz com silêncio profundo e reflexões intensas… surpresa! A felicidade dela (no caso a minha), também mora nos pequenos (e grandes) momentos do processo terapêutico. Vem descobrir:

1. Quando você diz “eu pensei sobre aquilo que falamos”

Esse é o equivalente emocional de um gol na final da Copa. Mostra que a terapia continua fora do consultório e isso é ouro!

2. Quando você faz conexões sozinho

Sabe aquele “MEU DEUS, agora tudo faz sentido”? Pois é… sua psicóloga provavelmente está comemorando por dentro (ou por fora também).

3. Quando você mantém a constância nas sessões

Regularidade não é só disciplina, é compromisso com você mesmo. E isso emociona qualquer profissional da área.

4. Quando você consegue falar sobre algo difícil

Pode tremer a voz, pode vir com lágrimas… mas quando você fala, você se fortalece e isso é lindo de ver.

5. Quando você começa a dizer “não” sem culpa

Estabelecer limites é um dos maiores sinais de evolução. É tipo desbloquear um novo nível da vida.

6. Quando você reconhece seu próprio progresso

Não precisa ser perfeito. Só precisa perceber que você não é mais quem era antes. Isso já é gigantesco.

7. Quando vocês conseguem rir juntos

Sim, terapia também tem espaço pra leveza! O riso cura, conecta e mostra que você está se permitindo viver o momento.

8. Quando você volta após uma recaída

Cair faz parte. Voltar é coragem. E sua psicóloga valoriza muito mais o retorno do que a “perfeição”.

9. Quando você questiona seus próprios padrões

Esse é o início da verdadeira transformação: sair do automático e começar a escolher.

10. Quando você percebe que merece cuidado

Talvez esse seja o mais especial. Quando você entende que merece estar ali… tudo muda.

No fim das contas, o que mais deixa sua psicóloga feliz é ver você se tornando cada vez mais você, com mais consciência, autonomia e leveza.

Na terapia a gente trabalha com a famosa fofoca do bem: aquela onde você fala da vida dos outros… mas no final descobre que era tudo sobre você.

Eu amo ser psicóloga.





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Celebrar o trabalho sem falar de saúde mental é olhar para a engrenagem e esquecer da alma que a faz girar. Hoje, a verd...
01/05/2026

Celebrar o trabalho sem falar de saúde mental é olhar para a engrenagem e esquecer da alma que a faz girar. Hoje, a verdadeira revolução não está apenas na jornada de oito horas ou nos direitos conquistados em praça pública, mas na permissão interna que nos damos para silenciar o ruído das notif**ações e a cobrança da autoperformance.

Muitas vezes, fomos ensinados a medir nosso valor pelo tamanho da nossa lista de tarefas. No entanto, o olhar psicológico nos convida a lembrar que:

Você não é o seu cargo: Sua identidade é vasta e não cabe em um crachá.
O cansaço não é troféu: Estar exausto não é sinônimo de dedicação; muitas vezes, é um grito de socorro do corpo e da mente.
Pausar é produzir saúde: O descanso não é a interrupção do trabalho, mas a condição essencial para que ele continue existindo com qualidade e sentido.

Neste Dia do Trabalhador, que o foco seja o autocuidado. Cuidar da saúde mental no ambiente profissional signif**a estabelecer limites claros, aprender a dizer “não” sem culpa e entender que a resiliência não deve ser uma desculpa para aguentar o intolerável.

Trabalhar com propósito é gratif**ante, mas trabalhar com equilíbrio é o que nos mantém vivos e inteiros para desfrutar o que construímos.

Que hoje, mais do que celebrar o ofício, você possa celebrar a sua existência. Que o silêncio deste feriado sirva para ouvir o que a sua mente precisa. Talvez ela não precise de mais metas, mas de mais presença, mais afeto e menos cobrança.
Honre seu esforço, mas honre também seus limites. Afinal, de nada vale conquistar o mundo se você se perder de si mesmo no caminho.

Feliz Dia do Trabalhador. Que o seu maior projeto seja você.

Faça terapia 💕

A dor física nunca é puramente biológica, ela é uma experiência psicossomática. No olhar psicológico, o corpo é o palco ...
30/04/2026

A dor física nunca é puramente biológica, ela é uma experiência psicossomática. No olhar psicológico, o corpo é o palco onde as emoções se manifestam. Quando a dor se torna persistente, ela consome a energia mental, altera o humor e molda nossa percepção do mundo, criando um ruído constante que vai muito além do desconforto físico.

Viver com dor exige um esforço cognitivo exaustivo. A mente opera em sobrecarga, tentando ignorar os sinais de alerta enquanto tenta focar na rotina. Isso gera fadiga mental, irritabilidade e falta de concentração.

Ocorre então um ciclo vicioso: a dor causa estresse, que tensiona os músculos, ampliando a sensação dolorosa e levando, muitas vezes, ao isolamento social por puro esgotamento emocional.

Para atravessar os dias em que o corpo grita, é fundamental trocar a resistência pelo acolhimento:

Não lute contra o limite do seu corpo. Aceitar que hoje você precisa de um ritmo lento é autocuidado, não desistência.

Use a atenção plena para observar a dor sem o peso do julgamento. Foque no “sentir agora” em vez do medo do “amanhã”.

Em dias de crise, sua produtividade não será a mesma. Priorize o essencial e descanse sem culpa; o repouso é parte da cura.

A respiração profunda sinaliza segurança ao sistema nervoso, reduzindo o cortisol e a tensão muscular.

Compartilhe o que sente com pessoas empáticas. O suporte emocional libera ocitocina, um aliado natural contra o desamparo.

Seu corpo e mente são um sistema único. Quando o físico sofre, a mente precisa oferecer acolhimento, transformando o grito da dor em um diálogo de paciência e respeito ao próprio tempo.

Saiba respeitar seu momento.
Faça terapia 💕

25/04/2026

Recadinho para os meus 3 seguidores fãs
Kkkkkkkkkkkk

💕

A cidade para, as luzes brilham, mas o que acontece com as nossas emoções nos bastidores? Se você sente ansiedade ou pre...
15/04/2026

A cidade para, as luzes brilham, mas o que acontece com as nossas emoções nos bastidores? Se você sente ansiedade ou pressão para “estar lá”, entenda esses fenômenos:

1. Efeito Manada

O instinto de pertencimento nos empurra para onde “todos estão”. Se todos vão e postam, o cérebro teme o isolamento social. Isso gera uma pressão invisível para participar e gastar, mesmo sem real vontade.

2. Custo do Pertencimento
Água a 10 ou 20 reais, transforma o consumo em status. A comparação torna-se inevitável: ver o gasto alheio sem esforço pode gerar frustração, injustiça e uma falsa sensação de insuficiência financeira.

3. Performance e FOMO

O Fear of Missing Out (medo de perder algo) é alimentado pelas redes. Ao ver camarotes e trajes impecáveis, tendemos a comparar nosso “bastidor” real com o “palco” editado do outro, ferindo a autoestima.

4. Sobrecarga e Rotina

O trânsito, o barulho e a agitação da cidade quebram a previsibilidade. Para muitos, esse excesso de estímulos é gatilho para estresse, irritabilidade e esgotamento mental.

Seu valor não é medido por ingressos, marcas ou cliques. Está tudo bem se divertir na festa, mas também está tudo bem escolher o silêncio da sua casa.
Cuide do seu equilíbrio. Não deixe o brilho externo ofuscar sua paz.

Como a energia da cidade tem afetado seu humor esta semana?



Faça terapia 👩🏻‍🌾💕

Para lidar com o pós-Páscoa sob uma ótica psicológica e prática, o segredo é reduzir a pressão mental. Aqui está um resu...
06/04/2026

Para lidar com o pós-Páscoa sob uma ótica psicológica e prática, o segredo é reduzir a pressão mental. Aqui está um resumo estratégico:

1. Fuja do “Tudo ou Nada”

Não trate o chocolate como um erro. Se comer um pedaço a mais, não signif**a que o dia está perdido. O equilíbrio não é perfeição, é continuidade.

2. Coma com Intencionalidade

A compulsão adora o piloto automático.
Sente-se para comer o chocolate. Saboreie cada pedaço sem distrações (celular ou TV). Quando o cérebro registra o prazer sensorial, a saciedade vem antes.

3. O Fim da Proibição

A restrição severa é o gatilho da compulsão.
Dê-se permissão para comer um pouco todos os dias. Saber que o doce estará disponível amanhã remove a ansiedade e a urgência de “devorar tudo agora”.

4. Nomeie o Sentimento

Antes de atacar o estoque, identifique: é fome, tédio ou estresse? O chocolate alivia o paladar, mas não resolve a causa da emoção.

5. Sem Ciclos de Punição

Se exagerar, não compense com jejuns ou exercícios exaustivos. Isso gera um ciclo de estresse que retroalimenta a fome emocional. Apenas volte à sua rotina normal na refeição seguinte.

O chocolate é apenas comida. Tire o peso emocional dele e ele perderá o controle sobre você.

Faça terapia 💕

A IA hoje atua como uma extensão do nosso pensamento. Delegamos a ela desde a redação de e-mails até a organização de no...
23/03/2026

A IA hoje atua como uma extensão do nosso pensamento. Delegamos a ela desde a redação de e-mails até a organização de nossas emoções em aplicativos de bem-estar. O risco, no entanto, é a atrofia da resiliência. O amadurecimento psicológico exige o contato com o tédio, com a dúvida e com a frustração de não ter uma resposta imediata. Quando uma máquina nos entrega tudo pronto, o que acontece com a nossa capacidade de sustentar o vazio?

Estamos vendo o crescimento de vínculos com entidades não humanas. Para muitos, o chatbot é o único “ouvinte” disponível às três da manhã. Embora isso possa oferecer um alívio paliativo para a solidão, precisamos ser cautelosos. A empatia da IA é simulada; ela não possui corpo, história ou vulnerabilidade. A saúde mental se nutre do olhar do outro um outro que também falha, que sente e que nos valida em nossa humanidade compartilhada.

O maior desafio talvez seja a pressão invisível para nos tornarmos tão eficientes quanto as máquinas. O Burnout em 2026 muitas vezes nasce dessa comparação injusta. Precisamos reafirmar que o tempo humano é orgânico, lento e, muitas vezes, “improdutivo” e é justamente nesse tempo que a cura e o autoconhecimento acontecem.

A tecnologia deve ser o meio, nunca o fim. Como psicóloga meu papel é garantir que, em um mundo cada vez mais artificial, a nossa essência permaneça profundamente humana.



Faça terapia 💕

Muitas vezes, o domingo à noite já chega acompanhado de uma ansiedade silenciosa. A lista mental de tarefas parece grita...
16/03/2026

Muitas vezes, o domingo à noite já chega acompanhado de uma ansiedade silenciosa. A lista mental de tarefas parece gritar e a sensação é de que precisamos “dar conta de tudo” logo nas primeiras horas da manhã. Mas, e se a gente mudasse o combinado?

Iniciar a semana bem pode ser um grande desafio, especialmente quando a nossa primeira reação é a autocobrança. A verdade é que ninguém precisa acordar no modo “alta performance” para ter uma semana valiosa.
Priorize o que te faz sentir presente
Antes de abrir as planilhas ou mergulhar nas notif**ações, que tal priorizar um pequeno ritual que te devolva para você mesma?

O café (ou chá) com calma: Não é sobre a cafeína, é sobre o tempo. Sentir o aroma, o calor da xícara e o silêncio antes do barulho do mundo começar.

Movimento sem punição: Troque o “preciso queimar o que comi no domingo” por “vou alongar porque meu corpo merece despertar com carinho”.

Listas realistas: Em vez de anotar 50 itens, escolha três prioridades.
O resto é bônus.
Menos cobrança, mais intenção.

A psicologia nos ensina que a rigidez gera frustração. Quando nos cobramos uma perfeição inexistente logo na segunda, esgotamos nossa energia antes da quarta-feira chegar.
Tente substituir o “eu tenho que” pelo “eu escolho começar por...”. Diminuir o volume da cobrança externa permite que você escute o que realmente importa para o seu bem-estar.

Que tal hoje você ser um pouco mais gentil com o seu ritmo? A semana é longa, e você não precisa vencê-la toda hoje.

Ótima semana
Faça terapia 💕

Autoestima Desbloqueada com Sucesso! (Ou quase isso...)Sabe aquele momento em que você finalmente entende que não precis...
15/03/2026

Autoestima Desbloqueada com Sucesso! (Ou quase isso...)

Sabe aquele momento em que você finalmente entende que não precisa da aprovação de todo mundo para ser incrível? Pois é, esse é o famoso “desbloqueio”. Mas vamos ser sinceras: na prática, a autoestima não é uma chave que você vira e pronto, virou a Beyoncé.
É mais um processo de “tentativa e erro” constante. Ter a autoestima desbloqueada não signif**a que você acordará todos os dias se sentindo a oitava maravilha do mundo, mas sim que:

Você parou de ser sua pior vizinha: Aquela que reclama de tudo e faz fofoca de si mesma.

O “não” ficou mais leve: Você diz “não” para os outros sem sentir que cometeu um crime federal.

O espelho virou um aliado (ou pelo menos um conhecido gente boa): Você para de procurar defeitos com uma lupa e começa a focar no que realmente importa.

Síndrome da Impostora? Ela ainda aparece, mas agora você oferece um cafezinho e diz: “Pode sentar, mas quem manda aqui hoje sou eu”.

Nota da Psi: Autoestima não é sobre ser perfeita, é sobre ter a liberdade de ser você mesma, com todos os seus “bugs” e atualizações pendentes.

Se o seu “cadeado” ainda está meio emperrado, calma!

O autoconhecimento é o melhor lubrif**ante para essa fechadura. Vamos desbloquear o que falta?

Faça terapia 💕

Você termina o dia com a sensação de que “atropelaram” sua mente? Você sentou para trabalhar, ou talvez tenha passado o ...
12/03/2026

Você termina o dia com a sensação de que “atropelaram” sua mente? Você sentou para trabalhar, ou talvez tenha passado o período de descanso no celular, e agora sente um peso nos olhos e uma névoa no raciocínio.
Não é preguiça. E, muitas vezes, nem é falta de vitaminas. O nome disso é Fadiga Digital.

Vivemos na Economia da Atenção. Bilhões de dólares são investidos em algoritmos desenhados para uma única coisa: sequestrar o seu foco. Cada notif**ação, cada vídeo de 15 segundos e cada troca de aba no navegador é um “saque” na sua conta de energia mental.

O que está acontecendo com o seu cérebro?

Quando você faz o scroll infinito, seu sistema nervoso entra em estado de hipervigilância. Você processa micro-doses de dopamina (o prazer rápido) seguidas de quedas bruscas. No fim do dia, sua “bateria cognitiva” está zerada porque você não deu ao seu cérebro o que ele mais precisa: o ócio.
Descansar não é apenas “parar de trabalhar”.
Se você descansa olhando o feed, você continua consumindo informação, luz e estímulos. Isso é entretenimento, não é restauração. O verdadeiro descanso acontece na baixa estimulação. No silêncio. No olhar o horizonte. No toque físico.

Como retomar o controle hoje?

Seu celular não pode ser o dono da sua urgência. Silencie tudo o que não for vital.

Antes de dormir e logo ao acordar, proteja sua mente. Sem telas. Deixe seu cérebro “acordar” para a realidade, não para a comparação.

Entre uma tarefa e outra, levante-se, tome um café ou olhe pela janela por 5 minutos sem o celular na mão. Deixe seus pensamentos “sedimentarem”.

Sua saúde mental é o seu bem mais precioso. Não a entregue de graça para uma tela que não te devolve nada além de cansaço.

Faça terapia 💕

Você sabia que a babosa é um dos maiores cicatrizantes da natureza? No consultório, costumo dizer que a psicoterapia tem...
09/03/2026

Você sabia que a babosa é um dos maiores cicatrizantes da natureza? No consultório, costumo dizer que a psicoterapia tem uma função parecida.
Muitas vezes, a vida nos traz “queimaduras” o cansaço extremo, a dupla jornada, a autocobrança. Cuidar da saúde mental é aplicar esse “gel” suave nas nossas feridas, permitindo que a gente se recupere sem perder a força.
Essas mudinhas que preparei para a Semana da Mulher simbolizam o cuidado preventivo. Não espere o solo secar ou a folha quebrar para se olhar com atenção.
Cultive-se. Regue-se. Cure-se.



Faça terapia 💕

O Halloween é uma oportunidade psicológica para trabalhar o desenvolvimento infantil através do medo, da fantasia e da i...
31/10/2025

O Halloween é uma oportunidade psicológica para trabalhar o desenvolvimento infantil através do medo, da fantasia e da identidade.

* O medo é uma emoção natural. O Halloween expõe a criança a símbolos (monstros, bruxas) que evocam medos infantis (escuro, solidão).

* Na infância, a fantasia domina o pensamento. O lúdico (brincadeiras, desenhos) é a principal ferramenta para a criança elaborar emoções e enfrentar medos de forma segura e controlada.

* Fantasias e máscaras permitem a exploração de diferentes papéis, o que ajuda na formação da personalidade e no desenvolvimento da empatia.

* A vontade da criança deve ser respeitada em relação ao uso de fantasias.

* Os adultos devem acolher o medo (mesmo que imaginário), sem ridicularizar, e validar o sentimento.

* É crucial ajudar a criança a diferenciar fantasia de realidade e a utilizar a expressão (fala, desenho, brincadeira) para lidar com a angústia.

* Deve-se ter atenção a símbolos muito violentos, que podem ser nocivos à psique infantil.

O Halloween, com orientação adequada, transforma-se em um momento de aprendizado e autoconhecimento sobre o medo e a realidade.

O mais importante é respeitar todas as crenças, fazer da data um símbolo de aprendizado não de traumas.

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