Psicóloga Maryelle Dutra

Psicóloga Maryelle Dutra CRP 08/38901
Pedagoga
Psicopedagoga
Intérprete de LIBRAS
Especialista em educação especial

O sinal vai tocar, os corredores vão ganhar vida e o planejamento sairá do papel. Mas, entre listas de materiais e crono...
24/01/2026

O sinal vai tocar, os corredores vão ganhar vida e o planejamento sairá do papel. Mas, entre listas de materiais e cronogramas, existe uma pergunta que raramente é feita: como está o coração de quem educa?

Como psicóloga, convido você professor, coordenador e gestor, a olhar para este retorno sob três perspectivas fundamentais para que o ano letivo seja sustentável:

1. O Cuidar de Quem Cuida
Antes de ser o suporte para seus alunos, você é um ser humano. A saúde mental do educador não é um “extra”, é a base. Para acolher, você precisa se sentir acolhido; para ensinar calma, você precisa de espaços de respiro. Valide seu cansaço e suas ansiedades; eles não te fazem menos profissional, fazem de você humano.

2. Pequenas Práticas, Grandes Alívios
Não espere o esgotamento para agir. A saúde mental se constrói nas pequenas escolhas:
* Limites claros: Onde termina o trabalho e começa a sua vida?
* Rituais de descompressão: Encontre uma atividade que sinalize para o seu cérebro que o expediente acabou.
* Flexibilidade: Aceite que nem tudo sairá conforme o plano — e está tudo bem.

3. A Responsabilidade é Coletiva
Saúde mental não se faz apenas individualmente; ela depende da cultura da escola. Gestores, criem espaços de segurança psicológica onde o erro não seja punido e a vulnerabilidade possa ser dita. Uma escola que cuida da sua equipe colhe não apenas melhores notas, mas seres humanos mais saudáveis e criativos.

Lembre-se: O seu melhor desempenho acontece quando você está em equilíbrio, não quando você está exausto. Que em 2026 a prioridade não seja apenas o conteúdo, mas as pessoas que o fazem acontecer.




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Você já sentiu que, se parar um pouco, tudo ao seu redor vai desmoronar? Ou que o seu valor está diretamente ligado ao q...
19/01/2026

Você já sentiu que, se parar um pouco, tudo ao seu redor vai desmoronar? Ou que o seu valor está diretamente ligado ao quanto você produz no dia?

Muitas vezes operamos sob regras rígidas (os famosos “Eu tenho que...” ou “Eu deveria...”). Essas regras criam uma pressão constante que ignora os nossos limites biológicos e emocionais.

O Ciclo da Exaustão:

Crença: “Para ser valorizado(a), preciso ser perfeito(a) e produtivo(a).”

Comportamento: Aceitar mais tarefas do que consegue, não delegar e ignorar o cansaço.

Consequência: Ansiedade, frustração por não atingir o ideal impossível e, finalmente, a exaustão.

Um pequeno exercício cognitivo para hoje:
Sempre que o pensamento “Eu tenho que dar conta de tudo” surgir, tente substituí-lo por:

“Eu sou humano(a) e posso priorizar o que é essencial agora. O descanso não é um prêmio pela tarefa cumprida, é uma necessidade para que eu continue bem.”

Priorizar-se não é egoísmo, é manejo de saúde mental.



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O ponto central é que emagrecer é um processo mental, não apenas físico. Para o corpo mudar, a mente precisa transformar...
13/01/2026

O ponto central é que emagrecer é um processo mental, não apenas físico. Para o corpo mudar, a mente precisa transformar a forma como lida com a comida e com as emoções.

1. A Fome que não é de Comida (Emocional)

Muitas vezes comemos para preencher vazios ou aliviar dores emocionais (estresse, tédio, tristeza). A comida vira um “remédio” rápido. O segredo é aprender a diferenciar a fome física (estômago roncando) da fome emocional (vontade súbita de um alimento específico para aliviar um sentimento).

2. O Perigo da Autossabotagem

Nossos pensamentos podem ser nossos maiores inimigos. Duas armadilhas comuns são:
* Rótulos negativos: Acreditar que “eu nunca vou conseguir” ou “eu não tenho força de vontade”.
* Mentalidade “Oito ou Oitenta”: Achar que se saiu da dieta em uma refeição, o dia inteiro está perdido. A psicologia ensina que o equilíbrio é melhor que a perfeição.

3. Reeducando o Cérebro

O cérebro busca prazer imediato (comida) e evita o esforço (exercício). O processo consiste em “treinar” a mente para:
* Encontrar prazer em outras atividades que não sejam comer.
* Ter Atenção Plena (Mindful Eating): comer devagar e perceber quando o corpo já está satisfeito.

4. Autocompaixão e Sustentabilidade

Em vez de se punir por deslizes, o foco deve ser na gentileza consigo mesmo. O emagrecimento duradouro acontece quando você muda seus hábitos porque se ama e quer cuidar de si, e não porque se odeia e quer se punir.

O emagrecimento acontece quando você para de lutar contra o seu corpo e começa a entender a sua mente.




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O dia 1º de janeiro costuma chegar com uma lista de promessas e a pressão de “ano novo, vida nova”. Mas, como psicóloga,...
01/01/2026

O dia 1º de janeiro costuma chegar com uma lista de promessas e a pressão de “ano novo, vida nova”. Mas, como psicóloga, meu convite hoje é diferente: que tal focar menos na produtividade e mais na sua saúde mental?
Aqui estão 5 dicas rápidas para você aplicar hoje e levar para o resto do ano:

Pratique a Autocompaixão: Não se sinta mal se você não começou o dia “correndo uma maratona”. O descanso também é produtivo. Respeite o ritmo do seu corpo.

Fuja da “Ditadura das Metas”: Em vez de 50 resoluções impossíveis, escolha uma pequena mudança que seja gentil com você. Metas realistas evitam a frustração.

Desconecte-se um Pouco: As redes sociais estarão cheias de “vidas perfeitas” e resoluções grandiosas hoje. Lembre-se que o que você vê ali é um recorte, não a realidade total.

Respire com Intenção: Tire 2 minutos para fechar os olhos e apenas observar sua respiração. Isso ajuda a aterrar o pensamento no aqui e agora.

Defina um Limite: Comece o ano aprendendo a dizer “não” para o que drena sua energia e “sim” para o que te traz paz.

Lembre-se: Você não precisa mudar sua vida inteira em 24 horas. A saúde mental é construída nos pequenos passos diários.

Recomeços

Faça terapia 💕

Feliz ano novo!!!!     💕
31/12/2025

Feliz ano novo!!!!



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Ao traçarmos resoluções, estamos exercendo nossa agência pessoal. Em um mundo onde o caos é a norma, o planejamento do d...
27/12/2025

Ao traçarmos resoluções, estamos exercendo nossa agência pessoal. Em um mundo onde o caos é a norma, o planejamento do dia 1º de janeiro funciona como um mecanismo de defesa contra a ansiedade, proporcionando uma sensação de controle preditivo sobre a vida. No entanto, essa fase é frequentemente alimentada pelo viés de otimismo, uma tendência cognitiva de superestimar sucessos futuros e subestimar dificuldades. É o momento em que a imagem do “Eu Ideal” brilha com mais intensidade, muitas vezes camuflando a realidade do “Eu Real”.

o Ano Novo também projeta sua própria sombra. A retrospectiva obrigatória pode desencadear uma angústia existencial, onde a consciência da finitude do tempo gera melancolia. É o confronto com o “Relógio Social”: a pressão para ter atingido certos marcos de sucesso. Esse peso emocional reflete a nossa necessidade de pertencimento e validação; celebramos em grupo para mitigar a solidão inerente à condição humana, buscando na coesão social o suporte para enfrentar as incertezas do porvir.

Em última análise, o Ano Novo é um exercício de reorganização cognitiva. Ele nos obriga a lidar com a dissonância entre nossos desejos e nossas ações, oferecendo-nos, anualmente, a chance de renegociar nosso contrato com a vida. É o ponto de equilíbrio entre a aceitação do que fomos e a audácia de projetar o que podemos vir a ser.

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Vamos descansar um tikin? Colocar a vida em ordem…Fazer aquela faxina de fim de ano…Separar as roupas que não servem mai...
20/12/2025

Vamos descansar um tikin?

Colocar a vida em ordem…
Fazer aquela faxina de fim de ano…
Separar as roupas que não servem mais,
doar tudo que pode fazer outra pessoa feliz…

Colocar em ordem os pensamentos, os desejos, as metas para o próximo ano e voltar renovados!

Aproveitem as comemorações, as festas, tudoooo com mta sabedoria 💕

Juizoooooooo e nos vemos em 2026.

Chegamos àquele momento de renovação onde a folha em branco do novo ano nos convida a sonhar e traçar metas. Como psicól...
15/12/2025

Chegamos àquele momento de renovação onde a folha em branco do novo ano nos convida a sonhar e traçar metas. Como psicóloga, quero encorajá-los a abordar essa jornada não com a pressão da performance, mas com uma estratégia mental integrada.
Para que suas metas se sustentem ao longo dos meses, elas precisam estar ancoradas em três elementos cruciais: Autocompaixão, Processo e Propósito.
Deixe de lado a ideia de que a mudança precisa ser radical e imediata, e abrace a Autocompaixão, tratando a si mesmo com a mesma gentileza que você dedicaria a um amigo que está tentando evoluir. Entenda que deslizes e imperfeições são parte humana do caminho; a crítica excessiva é o maior sabotador das resoluções de Ano Novo, enquanto o acolhimento amoroso é o combustível para recomeçar. Em seguida, troque as metas vagas pela clareza do Processo, transformando sonhos grandiosos em mini-hábitos diários e alcançáveis.
Se você deseja ler mais, não foque no número de livros, mas sim no compromisso de ler por dez minutos antes de dormir; é a consistência das pequenas ações que reprograma o seu cérebro para o sucesso, não o esforço hercúleo esporádico.
Por fim, para que esses pequenos passos se sustentem quando a motivação inicial diminuir, conecte-os ao seu Propósito mais profundo. Pergunte-se não apenas o que você quer alcançar, mas por que isso realmente importa, alinhando a meta com seus valores essenciais, seja ele saúde, liberdade, crescimento ou família. Quando a meta se torna um reflexo de quem você deseja ser e dos valores que deseja honrar, ela deixa de ser uma obrigação pesada e se transforma em uma ação intencional e cheia de significado. Que suas resoluções de Ano Novo sejam, portanto, um ato de amor próprio, uma construção diária e um profundo alinhamento com a pessoa que você está destinada a ser.


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O bullying é uma forma de violência repetida e intencional que tem um impacto destrutivo no desenvolvimento emocional e ...
27/11/2025

O bullying é uma forma de violência repetida e intencional que tem um impacto destrutivo no desenvolvimento emocional e acadêmico da criança. Para os pais, a identificação precoce é fundamental. É preciso estar atento a mudanças súbitas no comportamento: a criança pode desenvolver um medo intenso de ir à escola, manifestado por queixas de dores de cabeça ou de estômago nas manhãs (doenças psicossomáticas), ou apresentar um repentino isolamento social, evitando amigos e atividades. Outros sinais incluem irritabilidade, tristeza, queda no rendimento escolar, perda de interesse por hobbies e baixa autoestima. No aspecto físico, procure por lesões, hematomas ou roupas danificadas que não têm explicação clara, ou a perda constante de materiais escolares.
Ao identificar esses sinais, a intervenção deve ser imediata e baseada em apoio incondicional. A primeira atitude é estabelecer uma comunicação segura. Quando seu filho decidir falar, escute ativamente, valide a dor dele e jamais minimize ou culpe a vítima. Deixe claro: “Eu acredito em você e vou te ajudar.” Em seguida, aja em parceria com a escola. Documente os fatos (datas, locais e ocorrências) e procure a coordenação para exigir um plano de ação claro que garanta a segurança da criança. Por fim, o fortalecimento psicológico é crucial.
O acompanhamento psicológico (terapia) é essencial para ajudar a criança a processar o trauma e recuperar a autoconfiança. Incentive-a a participar de atividades fora da escola, como esportes ou artes, para construir novas amizades e experiências de sucesso. Seu papel é ser o pilar de apoio e o agente de mudança para que seu filho recupere a alegria e a segurança no ambiente escolar.





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O final do ano pode ser emocionalmente intenso. Como psicóloga, ressalto os principais desafios e ofereço dicas para que...
11/11/2025

O final do ano pode ser emocionalmente intenso. Como psicóloga, ressalto os principais desafios e ofereço dicas para que seu Natal e Ano Novo sejam leves.

A expectativa social de estar sempre radiante gera culpa e isolamento em quem não está bem.

A revisão das metas não alcançadas pode levar a sentimentos de fracasso, ofuscando as conquistas do ano.

Festividades intensificam a falta de entes queridos, reativando a saudade e o sofrimento.

A logística (compras, presentes, organização) e as finanças geram estresse e exaustão.

💕 Dicas da psi:

• Escolha as celebrações que realmente te fazem bem. Dizer “não” a convites que geram ansiedade é um ato de autocuidado.
• Não force a alegria. Se estiver em luto, crie um momento simbólico para honrar a memória de quem se foi.
• Não exija que a ceia ou as reuniões sejam perfeitas, como em um filme. O foco é na conexão, não na logística.
• Mude o olhar das metas não alcançadas para o aprendizado e as conquistas (mesmo as pequenas) do ano.
• Mantenha horários de descanso minimamente regulares para evitar irritabilidade.
• Não abandone a atividade física e evite usar excessos (comida/bebida) como escape.
• 4. Reserve momentos de silêncio para o seu sistema nervoso descansar.
• Invista em conversas significativas com quem você ama. A qualidade vale mais que a quantidade de celebração.

Lembre-se: Seja gentil consigo. O autocuidado é o melhor presente que você pode dar a si neste final de ano.

O Halloween é uma oportunidade psicológica para trabalhar o desenvolvimento infantil através do medo, da fantasia e da i...
31/10/2025

O Halloween é uma oportunidade psicológica para trabalhar o desenvolvimento infantil através do medo, da fantasia e da identidade.

* O medo é uma emoção natural. O Halloween expõe a criança a símbolos (monstros, bruxas) que evocam medos infantis (escuro, solidão).

* Na infância, a fantasia domina o pensamento. O lúdico (brincadeiras, desenhos) é a principal ferramenta para a criança elaborar emoções e enfrentar medos de forma segura e controlada.

* Fantasias e máscaras permitem a exploração de diferentes papéis, o que ajuda na formação da personalidade e no desenvolvimento da empatia.

* A vontade da criança deve ser respeitada em relação ao uso de fantasias.

* Os adultos devem acolher o medo (mesmo que imaginário), sem ridicularizar, e validar o sentimento.

* É crucial ajudar a criança a diferenciar fantasia de realidade e a utilizar a expressão (fala, desenho, brincadeira) para lidar com a angústia.

* Deve-se ter atenção a símbolos muito violentos, que podem ser nocivos à psique infantil.

O Halloween, com orientação adequada, transforma-se em um momento de aprendizado e autoconhecimento sobre o medo e a realidade.

O mais importante é respeitar todas as crenças, fazer da data um símbolo de aprendizado não de traumas.

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O boom das canetas injetáveis para emagrecimento trouxe uma revolução, mas o tratamento da obesidade vai muito além da b...
29/10/2025

O boom das canetas injetáveis para emagrecimento trouxe uma revolução, mas o tratamento da obesidade vai muito além da balança. Como psicóloga, meu alerta é: não existe milagre que cure o emocional!
O uso desses medicamentos tem um impacto psicológico profundo que precisa ser acompanhado.

RISCO DE FRUSTRAÇÃO:

A expectativa irreal de emagrecimento rápido gera intensa frustração e culpa quando o peso retorna. A dependência da medicação desvia o foco da mudança de hábitos e das raízes emocionais da obesidade.

FOME FÍSICA vs. EMOCIONAL:

A caneta reduz a fome física (saciedade), mas NÃO resolve a fome emocional. Se você usa comida como refúgio para ansiedade ou estresse, esse problema persiste. O uso desregulado ainda aumenta o risco de Transtornos Alimentares (TAs), como Anorexia e compulsão.

TRATAMENTO MULTIDISCIPLINAR É CHAVE:

A medicação é um APOIO, não a solução definitiva. A obesidade é crônica e exige acompanhamento.

A psicologia exerce o equilíbrio emocional, trabalhando sua relação com o corpo/comida, identificando a fome emocional e promovendo as mudanças comportamentais necessárias.

Lembre-se: O sucesso duradouro está na transformação interna, não apenas no efeito farmacológico. Priorize sua mente!

Faça terapia 💕

Endereço

Rua Senador Souza Naves, 448, Sala 207
Londrina, PR
86010160

Horário de Funcionamento

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Quarta-feira 08:00 - 18:00
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