Marco Correa Leite - Psicanálise

Marco Correa Leite - Psicanálise Sócio proprietário do Instituto ESPE (Ensino Superior em Psicologia e Educação). Psicanalista e Supervisor Clínico do Instituto Lalangue.

Coordenador da Especialização em Fundamentos da Psicanálise da mesma Instituição. Gruaduado em Psicologia pela UEL. Mestre em Psicologia pela UEM. Psicanalista e Supervisor Clínico. Autor dos livros "Queime Antes de Ler" e "Ainda há Amor?" Atualmente é coordenador e docente do curso de Pós-Graduação em Fundamentos da Psicanálise pelo Instituto ESPE Brasil.

24/04/2026

Uma psicanálise que não considere a alteridade não é psicanálise.

Que eu não viva o sofrimento em minha pele não quer dizer que eu não possa respeitar o sofrimento e a história do outro. É esse o ponto que trabalhamos em nossa clínica.

Certa vez recebi uma paciente mulher e, depois de um tempo, pediu pra fazer análise com uma mulher. Depois de considerar o caso com ela, umas duas sessões, encaminhei a uma colega.

Raça, gênero, cor, s**o, corpo, tudo isso passa pelo imaginário mas se articula TAMBÉM de maneira simbólica e real.

Tenho medo de analistas que desconsideram o campo do simbólico e do real. Os efeitos na pele, na carne, que o discurso do Outro, que a cultura impõe sobre nossos corpos produz sofrimento a todos. No entanto, não é o mesmo sofrimento, nem da mesma maneira, nem com a mesma perversidade.

Um analista que escuta o sujeito e não a pessoa não pode recusar o campo do imaginário que faz consistência ao sujeito. Nem muito menos o campo do simbólico que marca com alguns significantes privilegiados o que aquele corpo pode significar na relação com o outro.

Isso sem dizer do real que, diante dele, precisamos dar uma resposta para fazer frente a angústia e a vida. O real da pele, do cheiro, do tom de voz, do campo do gozo e daquilo que insiste sem que haja possibilidade de elaboração. Campo da angústia por ser.

Bora conversar sobre?

23/04/2026

Transferência, resistência e direção do tratamento em psicanálise.

O psicanalista Marco Leite retorna para discutir os conceitos fundamentais da clinica psicanalítica a partir de uma leitura freudiana por um viés de orientação lacaniana.

Por mais que os diagnósticos mudem a partir dos manuais diagnósticos recentes como CID11 e DSM - V, temos em nossa clínica algo que permanece, que insiste que se mantém.

Neste encontro discutiremos sobre o que se mantém em uma clínica no campo da saúde mental e suas consequências na direção do tratamento.

Informações:
Data: 05/05
Horário: 19h
Investimento: R$90.00
Apenas 10 vagas

22/04/2026
21/04/2026

Com o que trabalha um psicanalista? Por que é diferente das Psicoterapias? Quais os efeitos destas diferenças? O que as pesquisas clínicas tem mostrado?

Tudo isso e muito mais aqui!

*Seminário clínico* com os psicanalistas Dr. Pedro Heliodoro Tavares e Dr. Marco Leite.Neste encontro revistaremos os te...
15/04/2026

*Seminário clínico* com os psicanalistas Dr. Pedro Heliodoro Tavares e Dr. Marco Leite.

Neste encontro revistaremos os textos freudianos para pensar sua a atualidade na clínica contemporânea. Se pensamos que o tratamento dos nossos pacientes passa pelo efeito de um trabalho (elaboração) psíquico, precisamos compreender devidamente como operar e em que estamos operando enquanto analistas. Esta é a nossa proposta para este encontro.

*Informações:*
Data: 24/04
Horário: 19h às 21h
Encontro ao vivo pelo Meet (gravação do encontro ficará disponível para os inscritos).
Investimento: R$75,00.
Inscriçõe e informações pelo direct ou com a .psi

10/04/2026

Ao contrário do que o marketing a indústria da saúde mental afirma, não existem comprovações empíricas a respeito da causalidade dos transtornos mentais.

Que o corpo participe disso não quer dizer que a causa está no corpo.

Quer ficar por dentro dessas pesquisas e da discussão a sobre a causalidade dos transtornos mentais e dos tratamentos possíveis?

Confira no livro “Psicanálise clínica: primeiros passos”

07/04/2026

Me conte uma coisa, você conhece alguém que depois de um diagnóstico a vida começou a fazer tanto sentido quanto quando a pessoa mesma acreditava em horóscopo?

Saibam meus, meus caros. O diagnóstico em saúde mental não deve ser determinante de sua personalidade. Na realidade a depressão, TEA, TDAH, entre outros, serve mais para dar uma direção no trabalho do que para dizer sobre você.

Os dias atuais tem mostrado isso de forma muito impactante. Tomemos os neurodivergentes, por exemplo. Cada qual com suas especificidades, limites, superações, em última análise, cada um a seu jeito.

Recentemente uma das maiores pesquisaras sobre o tema, referência no campo do tratamento para autismo, fez uma crítica importante sobre o tema.

Aqui mesmo na live com e comentamos sobre isso.

A questão é que tomar o diagnóstico como referência para ser, viver, se relacionar com o outro é uma armadilha que infelizmente tem pego não apenas as pessoas diagnosticadas mas também muitos trabalhadores no campo da saúde mental.

Isso nao quer dizer que as psicopatologias ou os diagnósticos não existam e não tenham a sua importância. No entanto, confundir diagnóstico com possibilidades e limites do ser é o mesmo que tomá-lo como horóscopo, eneagrama e muitos dos outros elementos que acabamos colocando para que alguém nos responda à pergunta: afinal, que sou eu?

02/04/2026

A psicanálise cura?

Dentre as mais recentes pessoas no campo da saúde mental, articulando os tratamentos com as neurociências, diversas descobertas tem sido realizadas.

Você saberia dizer quais são as pesquisas que mais tem contribuído com essa ideia da cura de diversos transtornos mentais a partir do tratamento psicanalítico?

Coloca aí nos comentários que em breve teremos um post sobre essa temática com diversas pesquisas a esse respeito.

27/03/2026

Inscrições e informações no direct!

25/03/2026

Amar
Tem um toque de desespero, destempero, desrespeito.
A despeito de tudo, amar é verbo.

Verbo que faz do amado um amante, do amante um amado.

De dois, por vezes, um.

Amor não é flor que se cheire, deixe isso para os livros da biblioteca. Amor não se faz de histórias, isso a gente deixa pra saudade.

Amor se faz com toque na pele, com beijo na boca, com os corpos suando em bicas, as vezes com as mãos delicadamente amparando as lágrimas do outro.

Amor se faz na carne viva.
Viva!
E crua.

Amor não é vingança para comer no só depois. Amor não se prova, se devora mas sempre um pedaço de cada vez. Com cuidado por favor, pois ele também pode ser aniquilado se a gente vai com muita sede ao pote.

Amor tem esse que de volúpia, de pecado, mas também de sensatez, de cuidado. De pressa, de hoje, de agora, mas também de amanhã, de com calma e mesmo que sem entender, de um pra sempre imaginado.

Inscrições e informações no direct.
15/03/2026

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