Claudia Gibellato - Psicologia

Claudia Gibellato - Psicologia Textos com abordagens de fácil compreensão e que podem auxliar a pessoa a reconhecer a sua dor. Levar a Psicologia de forma simples e tornar mais acessível

Muita gente aprendeu que só pode descansar quando tudo estiver resolvido. Que só pode olhar para si depois de dar conta ...
02/03/2026

Muita gente aprendeu que só pode descansar quando tudo estiver resolvido. Que só pode olhar para si depois de dar conta de todos. Que autocuidado é luxo, recompensa ou excesso. E assim vai adiando o próprio limite, ignorando sinais, acumulando cansaço.

Mas a vida não é algo separado de você. Se você está exausto, sobrecarregado ou emocionalmente esgotado, a vida também está. Cuidar de si não interrompe o caminho. Sustenta o caminho. É o que permite continuar com mais clareza, presença e responsabilidade.

Compromisso com a vida não é apenas cumprir tarefas, pagar contas ou manter relações. É manter a própria saúde emocional em dia. É reconhecer quando algo precisa ser revisto. É aceitar que não dá para funcionar no automático para sempre.

Cuidar de si não é fuga. É maturidade. É entender que você faz parte da equação e que, sem esse cuidado, tudo começa a perder sentido.

Existe um movimento silencioso que muitas pessoas fazem sem perceber: diminuem opiniões, ajustam personalidade, toleram ...
23/02/2026

Existe um movimento silencioso que muitas pessoas fazem sem perceber: diminuem opiniões, ajustam personalidade, toleram desrespeito e silenciam necessidades para não perder espaço na vida de alguém. Aos poucos, vão se moldando para serem aceitas. E, nesse processo, acabam se afastando de si mesmas.

Amar a si não é bater no peito e dizer que tem autoestima. É sustentar limites mesmo com medo de desagradar. É não negociar valores para manter vínculos. É entender que caber em qualquer lugar à custa da própria essência nunca é pertencimento verdadeiro, é adaptação por medo.

Quem se ama entende que não precisa se encolher para ser escolhido. Relações saudáveis não exigem que você se traia para permanecer. Se para f**ar você precisa se abandonar, talvez o custo esteja alto demais.

Amor-próprio é coerência. É permanecer inteiro, mesmo que isso signifique não caber em alguns espaços.

Porque não está nas fotos bonitas, nas frases bem escritas ou na estética organizada do feed. Está nas escolhas silencio...
16/02/2026

Porque não está nas fotos bonitas, nas frases bem escritas ou na estética organizada do feed. Está nas escolhas silenciosas que ninguém aplaude. Está no limite que você coloca, mesmo com medo de desagradar. Está no “não” que protege sua saúde emocional. Está no afastamento de quem te diminui. Está na coragem de não aceitar migalhas só para não f**ar só.

Amor-próprio não é performance. É posicionamento.
Não é discurso. É prática diária.
Não é sobre parecer forte, é sobre se respeitar, inclusive nos dias em que você está frágil.

O que você tolera ensina às pessoas como te tratar. O que você aceita constrói, ou desconstrói, sua autoestima. Por isso, mais importante do que o que você mostra para o mundo é o que você permite dentro da sua própria vida.

Amor-próprio é a coerência entre o que você sente e o que você escolhe. E isso não precisa de plateia. 

13/02/2026

Às vezes, o luto não tem a ver com morte. Às vezes, ele nasce quando alguém que ainda está vivo deixa de caminhar ao nosso lado. É o vazio que f**a quando um vínculo se rompe, seja amoroso, de amizade, familiar, e a gente se vê tentando entender como algo que era tão presente agora virou ausência. E dói. Dói porque vínculos criam raízes, criam rotina, criam planos. Quando se quebram, não é só a relação que muda, é a gente também.

Esse tipo de luto muitas vezes é silencioso, porque nem sempre é validado. As pessoas dizem “segue em frente”, “já passou”, “era melhor assim”, mas o coração não acompanha a pressa do mundo. Ele precisa de tempo para reorganizar sentimentos, para aceitar o que não foi, para soltar o que ainda gostaria de segurar. E tudo bem se você ainda sente. Tudo bem se ainda pesa. Sentir faz parte do processo de cura.

Mas é importante lembrar que essa dor não é permanente. Ela atravessa você, mas não define quem você é. Aos poucos, quando você permite sentir sem se julgar e decide não se fechar para a vida, novas possibilidades começam a surgir. Novas conexões, novas experiências, novas versões suas. O fim de um vínculo não signif**a o fim da sua capacidade de amar, confiar e construir de novo.

Se hoje existe um vazio, que ele seja também espaço para o novo. Você não precisa apressar o processo, mas precisa permitir que ele aconteça. Isso passa. E você continua. 

Cuidar de você não é opcional. É necessário.Existe um limite invisível entre dar conta de tudo e começar a se perder de ...
09/02/2026

Cuidar de você não é opcional. É necessário.

Existe um limite invisível entre dar conta de tudo e começar a se perder de si. Muitas pessoas só percebem quando o corpo desacelera à força, quando o emocional pesa ou quando o cansaço vira estado permanente. Não porque faltou força, mas porque o cuidado foi sempre adiado.

Cuidar de si não é luxo, nem egoísmo, nem algo que f**a para depois que tudo estiver resolvido. É condição básica para sustentar escolhas, relações e a própria vida com mais presença. Ignorar necessidades internas cobra um preço alto, mesmo quando tudo parece funcionar por fora.

Quando o cuidado deixa de ser prioridade, a vida segue no automático. Quando ele entra em cena, algo se reorganiza. A terapia é um espaço onde esse compromisso começa a ser levado a sério, sem idealizações e sem promessas fáceis. Olhar para si exige coragem, mas permanecer se abandonando custa muito mais.

Toda forma de agir é um pedaço de si que você entrega ao outro mesmo sem perceber.O encantado está na honestidade mesmo ...
08/02/2026

Toda forma de agir é um pedaço de si que você entrega ao outro mesmo sem perceber.
O encantado está na honestidade mesmo que ela não seja aceita, o cuidado está em dizer não mesmo querendo dizer sim, cada escolha trará consigo suas consequências.
É triste perceber pessoas que deixam de seguir por caminhos lindos, por medo, por falta de coragem de assumir uma nova história.
Aquele que diz que não tem medo de nada, mas se torna refém de escolhas que a fazem fugir de si, não sustentam o que faz feliz, pra continuarem naquilo que preenche momentaneamente.
Pouco, raso e passageiro, precisa dar lugar, ao muito, profundo e inteiro.
Sempre existe uma escolha, mesmo depois de ir embora, mesmo depois do erro, até mesmo depois do silêncio, da ausência e do equívoco, sempre existe uma escolha.
Ouse escolher mesmo depois do arrependimento, tudo pode mudar no minuto seguinte se você decidir viver o que te espera.

04/02/2026

Terapêutico ou terapia?

Fugir de si mesmo é um caminho natural do ser humano.
Quando se decide assumir suas responsabilidades é ai que tudo começa a fluir.
Toda as escolhas saudáveis, que envolvem auto cuidado, são essenciais para a saúde mental, mas nunca irá substituir ou ocupar o lugar de se encarar.
A sua transformação depende de escolhas responsáveis e de confronto consigo mesma.
Seus medos, de ser sozinha, de não dar conta, de não ser boa o suficiente, te levam a decisões equivocadas, e esse ciclo só se encerra na terapia, e não em decisões terapêuticas para sensação de bem estar.



Receber feedbacks cheios de carinho aquece o coração porque lembra o sentido de tudo isso. Cada mensagem, cada retorno, ...
02/02/2026

Receber feedbacks cheios de carinho aquece o coração porque lembra o sentido de tudo isso. Cada mensagem, cada retorno, carrega histórias, confiança e coragem de quem decidiu olhar para si com mais honestidade. Não é sobre elogio, é sobre vínculo, troca e presença.

A terapia é feita de encontros reais. De escuta, de processo, de atravessamentos que não aparecem em fotos, mas transformam por dentro. Saber que esse espaço tem sido signif**ativo para quem passa por ele reforça que o cuidado emocional acontece, sim, no detalhe, na constância e na relação construída.

Gratidão por cada pessoa que confia, se permite e segue nesse processo com verdade.

30/01/2026

Terapia não é um lugar confortável no sentido comum. É um espaço seguro, mas que provoca. Que questiona padrões, desmonta justif**ativas antigas e convida a olhar para aquilo que você evita há anos. Crescer emocionalmente raramente é simples, porque exige responsabilidade sobre escolhas, atitudes e repetições.

Amadurecer dói em alguns momentos. Entender a própria história incomoda. Mudar hábitos exige constância. E tudo isso faz parte do processo terapêutico. O cuidado não está em passar a mão na cabeça, mas em ajudar você a se perceber com mais clareza e a construir formas mais saudáveis de se relacionar consigo e com o mundo.

A terapia não te empurra para fora da zona de conforto por crueldade, mas porque permanecer nela mantém tudo exatamente como está. Quando você se entende, consegue escolher diferente. E é aí que a mudança começa de verdade.

Muita gente adia a terapia porque olha apenas para o valor financeiro, mas ignora o custo emocional de seguir vivendo os...
26/01/2026

Muita gente adia a terapia porque olha apenas para o valor financeiro, mas ignora o custo emocional de seguir vivendo os mesmos ciclos. Relações que machucam, escolhas que se repetem, conflitos internos que nunca se resolvem. Tudo isso cobra um preço diário, silencioso e acumulativo.

A terapia não promete atalhos nem soluções mágicas. Ela oferece algo mais consistente: um espaço para compreender por que certos padrões se mantêm, de onde vêm e o que sustenta essas repetições. Quando esse entendimento acontece, as mudanças deixam de ser tentativa e passam a ser consequência.

Investir em saúde emocional não é sobre gastar mais. É sobre parar de pagar com esgotamento, frustração e sensação de estar sempre no mesmo lugar. Cuidar de si é uma escolha que impacta a forma como você vive, se relaciona e decide.

vidaemocional cuidadoemocional

24/01/2026

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