Claudia Gibellato - Psicologia

Claudia Gibellato - Psicologia Textos com abordagens de fácil compreensão e que podem auxliar a pessoa a reconhecer a sua dor. Levar a Psicologia de forma simples e tornar mais acessível

Ao longo da vida, todos atravessam experiências que deixam marcas. Algumas vêm cedo, outras chegam quando menos se esper...
02/01/2026

Ao longo da vida, todos atravessam experiências que deixam marcas. Algumas vêm cedo, outras chegam quando menos se espera. O problema não é ter vivido situações difíceis, mas acreditar que elas determinam quem você é para sempre. Quando a história vira sentença, o presente f**a aprisionado ao passado.

Existe uma diferença importante entre reconhecer o que aconteceu e permitir que isso conduza cada escolha. Muitas vezes, a dor não está apenas no que foi vivido, mas na forma como essa experiência segue sendo repetida internamente, influenciando relações, decisões e a maneira de se enxergar. É aí que o sofrimento se mantém, mesmo quando o cenário externo já mudou.

Na terapia, esse movimento começa a se transformar. Não para apagar o que aconteceu, mas para ressignif**ar, entender e construir novas formas de responder à própria história. Quando isso acontece, a pessoa deixa de se ver apenas como resultado do que viveu e passa a se reconhecer como alguém que pode escolher caminhos diferentes, com mais consciência e responsabilidade emocional.

vidaemocional

Que o novo ano chegue com mais gentileza do que cobrança. Que você não precise se provar o tempo todo, nem carregar expe...
31/12/2025

Que o novo ano chegue com mais gentileza do que cobrança. Que você não precise se provar o tempo todo, nem carregar expectativas que não são suas. Que 2026 traga pausas possíveis, escolhas mais conscientes e um cuidado mais honesto com o que você sente.

Que exista espaço para desacelerar sem culpa, para rever caminhos sem medo e para reconhecer tudo o que foi sustentado até aqui. Nem tudo precisa ser resolvido, nem tudo precisa ser perfeito. O que importa é seguir com mais presença, respeito aos próprios limites e abertura para o que faz sentido.

Desejo um Ano Novo de acolhimento, clareza e saúde emocional. Que você se trate com mais cuidado ao longo de cada dia que começa.Feliz 2026

vidaemocional

Em meio a tantas exigências, compromissos e responsabilidades, muita gente segue funcionando no automático, acreditando ...
29/12/2025

Em meio a tantas exigências, compromissos e responsabilidades, muita gente segue funcionando no automático, acreditando que descansar é um luxo ou algo que pode f**ar para depois. O problema é que o corpo e a mente não entendem essa lógica. Quando a pausa não acontece por escolha, ela costuma vir em forma de cansaço extremo, desânimo, irritação constante ou sensação de esgotamento.

Cuidar da saúde emocional não signif**a parar tudo, mas aprender a escutar os próprios limites antes que eles sejam ultrapassados. Uma pausa verdadeira não é fuga, é cuidado. É reconhecer que você não precisa dar conta de tudo o tempo inteiro para ser suficiente. Quando esse cuidado vira prioridade, as decisões f**am mais claras, as relações mais honestas e a vida menos pesada.

A terapia é um espaço para desacelerar com consciência, entender o que está por trás desse cansaço e reconstruir uma relação mais respeitosa com você mesma, sem cobranças excessivas e sem expectativas irreais.

Muita gente começa o dia assim: abre os olhos, pega o celular e, antes de perceber o próprio corpo, já está comparando n...
26/12/2025

Muita gente começa o dia assim: abre os olhos, pega o celular e, antes de perceber o próprio corpo, já está comparando números, reações e validações. Aos poucos, o humor passa a depender do retorno externo, e a sensação de valor pessoal f**a condicionada ao que aparece na tela. Isso não acontece por falta de autoestima, mas porque fomos ensinados a buscar reconhecimento fora antes de construir presença dentro.

Quando a comparação vira rotina, a mente entra em um estado constante de alerta. Surge ansiedade, insegurança e a impressão de que nunca é suficiente. Mesmo conquistas reais perdem o brilho, porque sempre parece que alguém está indo melhor, mais rápido ou mais longe. Esse movimento cansa e afasta a pessoa de si mesma.

Na terapia, o trabalho é resgatar esse olhar interno. Entender por que a validação externa ganhou tanto espaço e o que está sendo deixado de lado nesse processo. Aos poucos, a relação com o próprio valor se torna mais sólida, menos dependente de aprovação e mais conectada com quem você é de verdade, fora das telas.

Que o Natal chegue com mais silêncio interno e menos cobrança. Que seja um tempo de pausa, de acolher o que foi possível...
24/12/2025

Que o Natal chegue com mais silêncio interno e menos cobrança. Que seja um tempo de pausa, de acolher o que foi possível viver, sentir e sustentar ao longo do ano. Nem tudo saiu como o esperado, e tudo bem. Ainda assim, houve esforço, entrega e atravessamentos que merecem respeito.

Que este Natal permita olhar para si com mais gentileza, reconhecendo limites, afetos e necessidades reais. Que a presença, o cuidado e os vínculos verdadeiros tenham mais espaço do que as exigências e expectativas externas. E que, mesmo em meio às imperfeições, exista lugar para afeto, descanso e sentido.

Desejo um Natal de calma, de reconexão consigo e com aquilo que realmente importa.

psicologia

Em muitos momentos, a ideia de se priorizar parece clara na cabeça, mas confusa na prática. A pessoa até reconhece que p...
22/12/2025

Em muitos momentos, a ideia de se priorizar parece clara na cabeça, mas confusa na prática. A pessoa até reconhece que precisa de tempo, de cuidado, de limites, mas continua se colocando por último, adiando decisões importantes, engolindo desconfortos e seguindo no automático. Com o tempo, isso cobra um preço: cansaço constante, irritação sem motivo aparente, sensação de estar sempre em dívida consigo mesma.

Se priorizar não tem a ver com grandes mudanças repentinas, nem com virar a própria vida do avesso. Tem a ver com escolhas pequenas e repetidas. Com perceber onde você se abandona para não desagradar, onde silencia para evitar conflito, onde insiste em sustentar papéis que já não fazem sentido. Muitas vezes, o corpo e as emoções avisam antes da consciência. O esgotamento, a ansiedade e a culpa costumam ser sinais de que algo está fora de lugar.

Na terapia, esse olhar se aprofunda. Não para ensinar fórmulas prontas, mas para ajudar a entender por que é tão difícil se colocar no centro da própria vida. Quando esse entendimento acontece, as atitudes começam a mudar de forma mais consistente, sem promessas vazias e sem cobranças irreais. Priorizar-se passa a ser consequência, não esforço forçado.

19/12/2025

Ainda hoje, muitas pessoas escutam que a ansiedade é falta de fé, de força ou de confiança em algo maior. Esse tipo de leitura ignora a complexidade da experiência humana e transforma sofrimento em culpa. Como se sentir medo, aperto no peito ou pensamentos acelerados fosse sinal de falha pessoal, ou espiritual.

A ansiedade não escolhe crença, caráter ou intensidade de fé. Ela aparece quando algo dentro da pessoa pede atenção, cuidado e compreensão. Reduzir esse sofrimento a uma explicação moral ou religiosa pode silenciar quem já está tentando se manter de pé. Em vez de acolhimento, surge julgamento. Em vez de escuta, cobrança.

Fé pode ser apoio, mas não substitui cuidado emocional. Assim como ninguém diria que uma dor física se resolve apenas com esforço interno, o sofrimento psíquico também precisa ser reconhecido como legítimo. Olhar para a ansiedade com respeito é abrir espaço para que a pessoa se compreenda melhor, sem se atacar por sentir o que sente.

O caminho não passa por apontar erros, mas por construir sentido. Quando a experiência emocional é validada, o sofrimento deixa de ser um peso solitário e pode, aos poucos, encontrar outras formas de existir.

saudeemocional

Depois de um ano inteiro tentando se fortalecer, criar limites, amadurecer emocionalmente e sustentar escolhas próprias,...
15/12/2025

Depois de um ano inteiro tentando se fortalecer, criar limites, amadurecer emocionalmente e sustentar escolhas próprias, voltar para a casa da família nem sempre é descanso. Para muitas pessoas, é um retorno silencioso a lugares internos que já estavam sendo trabalhados com muito esforço.

A casa onde crescemos carrega marcas profundas. Papéis antigos reaparecem, dinâmicas conhecidas se reativam, olhares e comentários têm um peso diferente. Mesmo quando existe afeto, o corpo reconhece o ambiente e reage. Não porque tudo está como antes, mas porque ali foi onde muitas dores também começaram.

Existe um conflito interno comum nesse momento: a sensação de ter avançado, mas ao mesmo tempo se perceber sensível, irritado ou cansado demais. Isso não apaga o crescimento. Mostra apenas que fortalecimento emocional não signif**a blindagem. Signif**a consciência. E consciência, às vezes, dói.

Voltar para a casa da família pode evidenciar o quanto você mudou — e o quanto o entorno nem sempre acompanha essas mudanças. Pode surgir culpa por não ser mais quem esperavam. Pode surgir medo de perder o que foi construído internamente. Tudo isso faz sentido quando se entende que amadurecer também exige sustentar quem você se tornou, mesmo diante de antigos cenários.

Esse tipo de desconforto não é sinal de regressão. Muitas vezes, é confirmação de que algo se reorganizou por dentro. Quando existe espaço de escuta, esse peso deixa de ser confuso e passa a ser compreendido com mais cuidado.

autoconhecimento

12/12/2025

A tentativa de mudar alguém pode estar custando mais do que você imagina

Existem relações em que a pessoa se dedica, orienta, utiliza toda a energia possível para ajudar o outro a enxergar o que precisa ser ajustado. Só que, com o tempo, algo começa a pesar: a sensação de que nada evolui, de que tudo continua no mesmo lugar. E é aí que uma reflexão importante surge: será que a frustração vem da resistência do outro ou do quanto insistimos em carregar algo que não é nosso?

Mudar exige disposição interna. Não importa o quanto você explique, apoie ou tente facilitar o caminho, a transformação só acontece quando a própria pessoa decide olhar para suas dificuldades com responsabilidade. E quando essa decisão não vem, é comum que você se desgaste tentando resolver aquilo que não pertence ao seu controle.

O movimento saudável está em perceber até onde você pode ir sem se perder de si. Criar limites não é falta de afeto, é proteção emocional. Focar na própria vida, nas próprias escolhas e na própria saúde mental é o que impede que você fique preso em ciclos de exaustão. Às vezes, o cuidado real está em soltar um pouco e direcionar a energia para o que realmente pode ser transformado: você.

Salve esta reflexão para retornar quando precisar e compartilhe com alguém que também vive esse desafio.

A terapia acontece naquele espaço onde ninguém vê, mas tudo se reorganiza. É ali que você começa a desmontar excessos, a...
08/12/2025

A terapia acontece naquele espaço onde ninguém vê, mas tudo se reorganiza. É ali que você começa a desmontar excessos, abrir espaço para o novo e reconstruir a vida com bases mais firmes. Não acontece de um dia para o outro. Não tem barulho, não tem espetáculo.

 Tem pequenos ajustes internos que, somados, criam uma estrutura emocional capaz de sustentar escolhas mais leves e relações mais verdadeiras. Quando você se permite olhar para dentro com honestidade e cuidado, algo começa a se alinhar. A confiança cresce, a clareza aparece e a vida passa a fazer sentido de um jeito diferente.

 O processo é silencioso, mas o resultado sempre aparece. Primeiro na forma de paz. Depois na forma de presença. E, por fim, na forma de uma versão sua que sabe o próprio valor.

Dezembro sempre traz uma espécie de balanço silencioso. Sem perceber, começamos a revisitar tudo aquilo que planejamos n...
01/12/2025

Dezembro sempre traz uma espécie de balanço silencioso. Sem perceber, começamos a revisitar tudo aquilo que planejamos no início do ano. As expectativas criadas, as metas que pareciam urgentes, as mudanças que imaginávamos colocar em prática assim que o calendário virasse. É natural olhar para isso agora e perceber que muita coisa ficou pelo caminho.

Mas essa análise não precisa servir como cobrança. Ela pode ser uma maneira de entender seu ritmo, suas prioridades reais e até o quanto sua vida mudou ao longo desses meses. Às vezes, as metas que não foram cumpridas só mostram que você se transformou, que outras coisas se tornaram mais importantes, ou que o que parecia essencial lá atrás já não faz tanto sentido hoje.

O fim do ano é um convite para olhar para a própria história com mais gentileza. Em vez de insistir na ideia de fracasso, talvez seja o momento de enxergar que, mesmo sem cumprir todas as metas, você atravessou desafios, cresceu, se reorganizou e encontrou novos caminhos. Dezembro não precisa ser um lembrete do que faltou, mas uma pausa para reconhecer o que foi possível.

Para falar sobre seus processos internos com mais consciência e acolhimento, visite meu perfil ou entre em contato para agendar sua sessão.

É muito comum receber pessoas que carregam as marcas das relações que viveram. Muitas vezes, quem chega ao consultório n...
26/11/2025

É muito comum receber pessoas que carregam as marcas das relações que viveram. Muitas vezes, quem chega ao consultório não é quem causa o dano, mas quem tenta lidar com seus efeitos. Isso acontece porque nem todo mundo reconhece suas próprias distorções, excessos ou dificuldades emocionais.

Já quem sofre as consequências busca compreender por que determinadas situações se repetem, por que certas relações desgastam tanto e como romper ciclos que já não fazem sentido.

A terapia se torna um espaço importante para reconstruir limites, reorganizar a autoestima e recuperar o equilíbrio afetivo. É um processo que não tenta mudar o outro, mas fortalece a pessoa para lidar com a realidade de forma mais consciente e saudável.

Cuidar de si é o que abre caminho para relações mais justas e menos dolorosas.

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