Consultório Terapêutico Regina Celia Persiani

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Yemanjá é a grande mãe das águas salgadas. Senhora do mar, do acolhimento, da família e das emoções profundas. É aquela ...
02/02/2026

Yemanjá é a grande mãe das águas salgadas. Senhora do mar, do acolhimento, da família e das emoções profundas. É aquela força que embala, protege, limpa e ensina. Com ela aprendemos que sentir não é fraqueza, é sabedoria. Yemanjá cuida dos lares, das mães, dos filhos, dos relacionamentos e de todos que atravessam fases difíceis, emocionais ou espirituais.

Na tradição iorubá, Yemanjá é o princípio materno da criação. O ventre da vida. A água que gera, sustenta e também cobra maturidade. Ela acolhe, mas não ilude. Ama, mas ensina limites.

No sincretismo brasileiro, Yemanjá se une a Nossa Senhora dos Navegantes, a mãe que protege quem está em travessias, quem enfrenta mares agitados da vida, quem pede amparo, direção e proteção. É a mesma energia materna expressa em outra linguagem espiritual.

Na Fraternidade Branca, essa vibração de amor compassivo encontra afinidade com Mestra Nada, que atua no Raio Rubi. Mestra Nada trabalha o amor que cura, o cuidado consciente, a compaixão sem apego e a restauração emocional. É o amor que sustenta sem prender.

Três caminhos espirituais. A mesma frequência de acolhimento, cuidado e amor elevado. Odoyá!

Fonte: Grande fraternidade branca

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Desde sempre, quem convive com um cachorro sente que existe algo diferente nessa relação. Não é só companhia, costume ou...
02/02/2026

Desde sempre, quem convive com um cachorro sente que existe algo diferente nessa relação. Não é só companhia, costume ou troca de cuidados. Há um vínculo que vai além do básico, e a ciência começou a olhar para isso com mais atenção.

Pesquisas que analisaram o cérebro dos cães mostraram que, ao sentirem o cheiro do seu humano, áreas ligadas ao prazer e à recompensa se ativam de forma intensa. Essa resposta é mais forte do que quando eles sentem comida ou a presença de outros cães. Isso indica que o humano ocupa um lugar especial, associado a segurança, bem-estar e afeto.

No fim das contas, não há surpresa para quem já vive essa relação no dia a dia. Para os cães, o humano não é só alguém importante, é o centro do mundo deles.

Fonte: curiosidades da Terra

Quando alguém perde o interesse em você,algo já foi dito sem palavras.Não é falta de explicação.É excesso de silêncio.In...
02/02/2026

Quando alguém perde o interesse em você,
algo já foi dito sem palavras.

Não é falta de explicação.
É excesso de silêncio.

Insistir não muda o lugar que você ocupa no coração do outro.
Só alonga um desconforto que já pediu fim.

Respeitar o desinteresse não é fraqueza.
É lucidez.
É amor próprio em estado adulto.

Há uma dignidade rara em saber ir embora
sem fazer cena,
sem pedir migalhas,
sem se diminuir para caber onde já não há espaço.

Quem quer, f**a.
Quem sente, cuida.
Quem valoriza, não deixa dúvidas.

Quando o afeto esfria, não confronte.
Observe.
E se retire com a elegância de quem entendeu tudo.

Você não perde nada ao sair.
Perde-se quando permanece onde não é escolhido.

Há uma paz profunda em soltar
sem rancor,
sem discurso,
sem necessidade de ter razão.

Ir embora, às vezes,
é a forma mais silenciosa
e mais alta
de se respeitar.

Fonte: Diário Espírita

Não se esqueçam. É hoje!!!
01/02/2026

Não se esqueçam. É hoje!!!

A brutalidade contra o Orelha feriu a todos nós. Mas a Espiritualidade traz uma certeza que seca as lágrimas: o socorro ...
30/01/2026

A brutalidade contra o Orelha feriu a todos nós. Mas a Espiritualidade traz uma certeza que seca as lágrimas: o socorro divino chega antes da dor terminar. No momento em que o corpo físico falhou, a essência do Orelha foi desconectada e levada imediatamente para longe da maldade humana.

Mas para onde ele foi? Estudiosos da espiritualidade (como Marcel Benedeti e o Prof. Luiz Fernando Amaral) nos contam sobre a Colônia Rancho Alegre, uma imensa "cidade espiritual" localizada energeticamente sobre o Mato Grosso, especializada em receber animais.

Porém, o universo é vasto demais para ter apenas um endereço. Rancho Alegre é apenas uma das incontáveis colônias espalhadas pela atmosfera da Terra, verdadeiros santuários dedicados exclusivamente à recuperação dos nossos irmãos menores.

Feche os olhos por um segundo e tente imaginar onde o Orelha está agora...

Imagine um lugar onde a grama é sempre verde e não existe concreto quente para queimar as patas. Imagine Hospitais Veterinários de Luz, onde médicos espirituais e espíritos da natureza reconstroem os corpos feridos não com bisturis, mas com energias cromáticas que apagam o trauma da violência. Imagine um lugar onde não existe "cadeia alimentar".

Cães, gatos, pássaros e animais silvestres bebem da mesma água cristalina, brincam juntos e descansam à sombra de árvores gigantescas, sem medo, sem fome e sem frio.

É num lugar assim — seja em Rancho Alegre ou em outra colônia de luz — que o Orelha acordou. Lá, ele não é um "cachorro de rua". Ele é um espírito em evolução, sendo tratado com a dignidade de um rei.

Ele está sendo preparado para o futuro: seja para voltar (reencarnar) em breve num lar cheio de amor, ou para trabalhar lá mesmo, ajudando a receber outros animais que chegam assustados.

A justiça dos homens pode tardar, mas a Lei de Amor do universo não falha nunca. Orelha está curado. Orelha está em paz. E o lugar onde ele mora agora é mais bonito do que qualquer paisagem que a gente possa sonhar.

Fonte: Chico cartas de paz e consolação

A notícia do que fizeram com o Orelha, o cãozinho comunitário que todo mundo amava, abriu um buraco no peito de quem tem...
30/01/2026

A notícia do que fizeram com o Orelha, o cãozinho comunitário que todo mundo amava, abriu um buraco no peito de quem tem coração. A pergunta que não cala é: "Por que Deus permitiu isso? Onde estava a proteção divina na hora da dor?"

A resposta espiritual é difícil, mas é a única que consola: A Terra é uma escola, e o ser humano tem o livre-arbítrio. Deus não segura a mão de quem escolhe a violência, porque sem liberdade de escolha, não existe evolução. Aqueles jovens não feriram apenas um cachorro. Eles feriram a própria alma. Eles criaram uma dívida cármica pesadíssima, um fardo de sombra que carregarão por muitas existências até aprenderem o valor da vida. A verdadeira tragédia espiritual é a deles, não a do cão.

Mas e o Orelha? A espiritualidade nos ensina que a misericórdia divina é imediata com os inocentes. No momento em que a covardia começou, a equipe espiritual dos animais já estava lá. Muitas vezes, em casos de violência extrema, o "fio de prata" é afrouxado antes do fim. O espírito é "anestesiado". Enquanto o corpo físico sofria os golpes da barbárie humana, a essência do Orelha já estava sendo recolhida, envolta em luz, longe da dor, sendo recebida por guardiões que têm o amor que faltou aqui embaixo.

Orelha não morreu com raiva. O animal não guarda ódio. Ele é pureza. A passagem dele, embora brutal aos nossos olhos, transformou ele em um Mártir. A dor dele serviu para acordar uma sociedade inteira que estava dormindo. A indignação que você está sentindo agora é o legado dele movendo o mundo para que isso não aconteça com outros.

Hoje, o Orelha corre nos campos espirituais, sem dor, sem medo e sem as marcas da violência. Ele cumpriu sua missão: ensinar o amor incondicional e, na sua partida, nos ensinar a lutar pela justiça.

Não chore de desespero. Chore de saudade. Porque a lei dos homens pode ser lenta, falha e branda. Mas a Lei do Retorno é matemática, exata e infalível. Ninguém escapa da própria consciência. Orelha está em paz. E a justiça divina já começou.

Fonte: Chico cartas de paz e consolação

Ele me deixou no altar em 1984 e eu chorei por 40 anos achando que tinha perdido o amor da minha vida. Ontem, em sonho, ...
04/01/2026

Ele me deixou no altar em 1984 e eu chorei por 40 anos achando que tinha perdido o amor da minha vida. Ontem, em sonho, ele me mostrou o que teria acontecido se ele tivesse dito "sim". Eu acordei agradecendo a Deus pelo abandono...

Meu nome é Helena. Durante quatro décadas, eu fui definida por uma data: 12 de maio de 1984. Era o dia do meu casamento. Igreja lotada, flores caras, vestido de renda francesa. Eu tinha 22 anos e a certeza absoluta de que Carlos era a minha alma gêmea. A gente tinha aquela conexão que solta faísca, sabe? Aquele amor que dói de tão forte. Mas o Carlos não apareceu. Ele mandou um recado pelo irmão, minutos antes da marcha nupcial: "Não posso. Me perdoa."

Eu não perdoei. Eu desabei. Passei os anos seguintes num luto silencioso. Nunca me casei. Tive namorados, claro, mas ninguém era o Carlos. Eu comparava todos a ele. Eu pensava: "Se ele não tivesse fugido, eu seria a mulher mais feliz do mundo. O destino errou comigo." Eu carreguei essa mágoa como um troféu. Eu era a "noiva abandonada", a vítima do destino, a mulher que teve o grande amor roubado.

Semana passada, recebi a notícia. Carlos faleceu. Não o via há 30 anos. Soube que teve uma vida difícil, instável. Chorei a semana inteira. Chorei a vida que não tivemos. Chorei os filhos que não criamos. Na noite de ontem, exausta de tanto sofrer, adormeci pedindo a Deus uma resposta: "Por que o Senhor tirou ele de mim?"

Foi então que eu o vi. Não era um sonho comum. Era real. Eu estava numa sala de luz suave e Carlos estava lá. Ele não tinha a aparência cansada de quando morreu. Estava jovem, como naquele 1984, mas com um olhar de profunda sabedoria e tristeza.

— Helena... — ele disse, e a voz dele fez meu coração espiritual tremer.

— Por que você fez aquilo, Carlos? — eu perguntei, sentindo a dor antiga voltar. — Nós éramos almas gêmeas! A gente ia ser perfeito junto!

Ele balançou a cabeça devagar.

— Sim, Helena. Nossas almas têm uma ligação antiga. Mas "perfeitos"? Não. Nós éramos dois fósforos acesos. Se tivéssemos nos juntado naquela época, teríamos queimado a casa inteira.

— Como assim? Eu te amava!

— Você amava a ideia de mim. E eu amava a posse de você. Olha, Helena. Deus permitiu que eu te mostrasse. Veja o que teria acontecido se eu tivesse entrado naquela igreja.

Ele passou a mão na minha frente e uma "tela" se abriu. Eu vi a nossa vida alternativa. Vi o casamento começando com paixão e terminando, meses depois, em ciúme doentio. Vi o Carlos, dominado por vícios que ele só desenvolveu depois, destruindo minha autoestima. Vi a mim mesma, Helena, tornando-me uma mulher amarga, agressiva, perdendo minha luz para tentar "salvar" ele. Vi brigas violentas. Vi nossos filhos crescendo num lar de guerra. Vi que, juntos, nós teríamos regredido espiritualmente. O nosso "amor" era, na verdade, uma obsessão de outras vidas que precisava ser curada com a distância, não com o convívio.

Naquela visão, eu terminava a vida muito antes do tempo, doente de tristeza, odiando ele de verdade.

Carlos fechou a tela e segurou minhas mãos.

— Eu fugi naquele dia, Helena, não porque eu não te amava. Mas porque, na intuição da minha alma, eu sabia que eu ia te destruir. O meu "não" foi a maior prova de amor que eu pude te dar. Foi a única forma de salvar a sua caminhada e a minha.

— Então... foi um livramento? — perguntei, atordoada.

— Foi proteção, Helena. Deus não erra endereço. A gente precisava evoluir separado. Eu precisei passar pelas dores que passei sozinho para aprender a ser humilde. E você precisou f**ar sozinha para aprender a encontrar sua força sem depender de mim.

— E agora?

— Agora, a dívida acabou. O laço doentio se desfez. O que sobrou é só o amor puro, de irmãos. Você está livre, Helena. Pare de chorar pelo marido que você não teve e agradeça pelo sofrimento que você não viveu.

Ele beijou minha testa. Senti uma paz indescritível, como se 40 anos de peso saíssem das minhas costas.

Acordei hoje cedo. Olhei para o espelho. Vi minhas rugas, minha história. Pela primeira vez em quatro décadas, não me senti a "coitada". Me senti protegida.

Muitas vezes, chamamos de "tragédia" o que a espiritualidade chama de "resgate evitado". Nem toda alma gêmea vem para casar, ter filhos e envelhecer na varanda. Algumas almas afins se encontram apenas para dizer "adeus", porque a lição daquela vida é o desapego. O que você acha que perdeu, muitas vezes, foi Deus te livrando de um abismo que você não via. Não chore pelo que "não deu certo". Confie que Deus escreveu certo por linhas que você só vai entender depois.

💍 Você ainda sofre por um amor do passado que "não deu certo"? Já parou para pensar que talvez isso tenha sido sua salvação?

Fonte: Chico, cartas de paz e consolação

Não se esqueçam. É hoje!!! E o dia mais importante é o primeiro do ano 🙌🎉
01/01/2026

Não se esqueçam. É hoje!!! E o dia mais importante é o primeiro do ano 🙌🎉

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