Psicóloga Brenda Lúcia Queiroz

Psicóloga Brenda Lúcia Queiroz Atendimento psicológico para adolescentes e adulto.

Hoje é um dia mais que especial e que me enche de orgulho fazer parte dessa profissão!Não há como não dizer sobre t...
27/08/2020

Hoje é um dia mais que especial e que me enche de orgulho fazer parte dessa profissão!
Não há como não dizer sobre todos os desafios, o quanto a dedicação é necessária e o quanto a empatia deve ser essencial para nós. Ainda enfrentamos muitos preconceitos sobre nossa profissão, mas que com o tempo isso estará sendo revisto, principalmente, neste ano, em que uma pandemia nos fez repensar sobre todas as nossas questões internas e o quanto precisávamos conversar com um profissional! Além disso, tivemos que nos adaptar para o atendimento online, que também foi um outro grande desafio, porém, também foi eficaz e fizemos de tudo para que você pudesse ser acolhido.
Enfim, estou no começo de uma trajetória e espero que seja longa. Agradeço imensamente por cada gesto de reconhecimento e por cada processo realizado! ☺️

Valorize a sua saúde mental! Valorize o psicólogo! ❤️

Psicóloga Brenda Lúcia Queiroz
CRP 08/27988

[COVID-19] [CORONAVÍRUS] [INFORMAÇÕES]Olá pessoal, como está a quarentena de vocês?Estive pensando muito sobre fazer ess...
18/04/2020

[COVID-19] [CORONAVÍRUS] [INFORMAÇÕES]

Olá pessoal, como está a quarentena de vocês?
Estive pensando muito sobre fazer esse post por conta dessa pandemia que muito se fala e, apesar de todas as informações e alertas, muitas pessoas estão despreocupadas e não se importando.
O distanciamento social diminui a propagação do COVID-19 e garante os recursos disponíveis para quem mais precisa. Além disso, é preciso ter mais cautela nos cuidados com a nossa higiene, como lavar bem as mãos e evitar aglomerações. Caso precise sair de casa, faça o uso de máscaras. E o mais importante: fique em casa! Siga as orientações do post.

Pense no coletivo. Cuide-se!

Está sendo muito difícil lidar com essa quarentena e distanciamento social? Então, que tal conversarmos? Estou disponível para atendimentos online. Me chame no direct ou pelo meu WhatsApp! Você não está sozinho e vamos passar por essa JUNTOS! ❤️


É muito importante perceber esses fatores que atrapalham a nossa saúde mental. Esses são apenas alguns, mas existem muit...
29/08/2019

É muito importante perceber esses fatores que atrapalham a nossa saúde mental. Esses são apenas alguns, mas existem muitos que podem prejudicar. Sempre há um momento para rever, refletir e questionar como estamos cuidando da nossa saúde mental. Esse momento pode ser na psicoterapia, e você pode pedir ajuda!

Psicóloga Brenda Lúcia Queiroz
CRP 08/27988
(43)9 9646-4921

❤️
08/05/2019

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AdicçãoAchei que seria interessante falar sobre esse assunto, pois acredito que uma grande parcela da população tem, ou ...
05/05/2019

Adicção

Achei que seria interessante falar sobre esse assunto, pois acredito que uma grande parcela da população tem, ou teve algum tipo de vício ou conhece alguém que passou por isso.
No ano em que me formei na faculdade, fiz questão de fazer o meu TCC com o tema envolvendo adicção, porém, por ser um assunto muito amplo, reduzi para o assunto da “toxicomania na adolescência e a relação da ausência da figura materna”. Os estudos sobre esse tema não começou recentemente, muito pelo o contrário, pois podemos até lembrar do próprio Dionísio com seu vinho. Mas a questão do vício não se resume apenas em bebidas. É algo muito mais amplo.
O autor Decio Gurfinkel, através de seus estudos sobre as adicções, utiliza o termo adicção para explicar a questão dos vícios. Para o autor, a adicção é uma compulsão por algum objeto que pode ser tanto dr**as psicotrópicas ou álcool, como também jogos, tabaco, s**o, pornografia, comida, internet, televisão, videogame, computador, livros, e uma série outros de objetos. A questão principal do vício, não é apenas o objeto, mas sim, o uso deste objeto. A compulsão tem uma forma impulsiva e irrefreável. (GURFINKEL, 2011)
É comum pessoas procurarem nas adicções aquilo que não encontram em si mesmos, por terem dificuldade de sentir prazer na vida e nos relacionamentos, ter tendência a se afastar dos contatos para se protegerem de dores insuportáveis. Falta-lhes sentido na vida e vivem como se fossem estranhos a si mesmos, e outras vezes sentem que não habitam o próprio corpo.
Entendo que esse assunto pode ser muito “pesado”, complicado e até mesmo silenciado para algumas pessoas, mas que isso não deva ser deixado de ser tratado!

A psicologia tem amplos estudos sobre o assunto e com a psicoterapia podemos ajudá-los a enfrentar esse problema.
Além de atendimentos individuais, há também, os atendimentos em grupo, que podem ser um grande apoio.

Por fim, não deixe de procurar ajuda!
Estou à disposição para ajudá-lo.
Entre em contato e agende uma sessão no número: (43) 99646-4921.

Psicóloga Brenda Lúcia Queiroz

01/05/2019

Boa tarde!!

Gostaria de começar a minha página deixando uma crônica do Paulo Mendes Campos, que nos faz refletir em muitas questões de nossas vidas, inclusive sobre como lidamos com os problemas. Vale a pena ler!

Para Maria da Graça

Agora, que chegaste à idade avançada de 15 anos, Maria da Graça, eu te dou este livro: Alice no País das Maravilhas.

Este livro é doido, Maria. Isto é: o sentido dele está em ti.

Escuta: se não descobrires um sentido na loucura acabarás louca. Aprende, pois, logo de saída para a grande vida, a ler este livro como um simples manual do sentido evidente de todas as coisas, inclusive as loucas. Aprende isso a teu modo, pois te dou apenas umas poucas chaves entre milhares que abrem as portas da realidade. A realidade, Maria, é louca.

Nem o Papa, ninguém no mundo, pode responder sem pestanejar à pergunta que Alice faz à gatinha: “Fala a verdade Dinah, já comeste um morcego?”

Não te espantes quando o mundo amanhecer irreconhecível. Para melhor ou pior, isso acontece muitas vezes por ano. “Quem sou eu no mundo?” Essa indagação perplexa é lugar-comum de cada história de gente. Quantas vezes mais decifrares essa charada, tão entranhada em ti mesma como os teus ossos, mais forte ficarás. Não importa qual seja a resposta; o importante é dar ou inventar uma resposta. Ainda que seja mentira.

A sozinhez (esquece essa palavra que inventei agora sem querer) é inevitável. Foi o que Alice falou no fundo do poço: “Estou tão cansada de estar aqui sozinha!” O importante é que ela conseguiu sair de lá, abrindo a porta. A porta do poço! Só as criaturas humanas (nem mesmo os grandes macacos e os cães amestrados) conseguem abrir uma porta bem fechada ou vice-versa, isto é, fechar uma porta bem aberta.

Somos todos tão bobos, Maria. Praticamos uma ação trivial, e temos a presunção petulante de esperar dela grandes conseqüências. Quando Alice comeu o bolo e não cresceu de tamanho, ficou no maior dos espantos. Apesar de ser isso o que acontece, geralmente, às pessoas que comem bolo.

Maria, há uma sabedoria social ou de bolso; nem toda sabedoria tem de ser grave.

A gente vive errando em relação ao próximo e o jeito é pedir desculpas sete vezes por dia: “Oh, I beg your pardon” Pois viver é falar de corda em casa de enforcado. Por isso te digo, para tua sabedoria de bolso: se gostas de gato, experimenta o ponto de vista do rato. Foi o que o rato perguntou à Alice: “Gostarias de gato se fosses eu?”

Os homens vivem apostando corrida, Maria. Nos escritórios, nos negócios, na política, nacional e internacional, nos clubes, nos bares, nas artes, na literatura, até amigos, até irmãos, até marido e mulher, até namorados todos vivem apostando corrida. São competições tão confusas, tão cheias de truques, tão desnecessárias, tão fingindo que não é, tão ridículas muitas vezes, por caminhos tão escondidos, que, quando os atletas chegam exaustos a um ponto, costumam perguntar: “A corrida terminou! mas quem ganhou?” É bobice, Maria da Graça, disputar uma corrida se a gente não irá saber quem venceu. Se tiveres de ir a algum lugar, não te preocupe a vaidade fatigante de ser a primeira a chegar. Se chegares sempre onde quiseres, ganhaste.

Disse o ratinho: “A minha história é longa e triste!” Ouvirás isso milhares de vezes. Como ouvirás a terrível variante: “Minha vida daria um romance”. Ora, como todas as vidas vividas até o fim são longas e tristes, e como todas as vidas dariam romances, pois o romance só é o jeito de contar uma vida, foge, polida mas energeticamente, dos homens e das mulheres que suspiram e dizem: “Minha vida daria um romance!” Sobretudo dos homens. Uns chatos irremediáveis, Maria.

Os milagres sempre acontecem na vida de cada um e na vida de todos. Mas, ao contrário do que se pensa, os melhores e mais fundos milagres não acontecem de repente, mas devagar, muito devagar. Quero dizer o seguinte: a palavra depressão cairá de moda mais cedo ou mais tarde. Como talvez seja mais tarde, prepara-te para a visita do monstro, e não te desesperes ao triste pensamento de Alice: “Devo estar diminuindo de novo” Em algum lugar há cogumelos que nos fazem crescer novamente.

E escuta a parábola perfeita: Alice tinha diminuido tanto de tamanho que tomou um camundongo por um hipopótamo. Isso acontece muito, Mariazinha. Mas não sejamos ingênuos, pois o contrário também acontece. E é um outro escritor inglês que nos fala mais ou menos assim: o camundongo que expulsamos ontem passou a ser hoje um terrível rinoceronte. É isso mesmo. A alma da gente é uma máquina complicada que produz durante a vida uma quantidade imensa de camundongos que parecem hipopótamos e rinocerontes que parecem camundongos. O jeito é rir no caso da primeira confusão e ficar bem disposto para enfrentar o rinoceronte que entrou em nossos domínios disfarçado de camundongo. E como tomar o pequeno por grande e grande por pequeno é sempre meio cômico, nunca devemos perder o bom-humor. Toda a pessoa deve ter três caixas para guardar humor: uma caixa grande para o humor mais ou menos barato que a gente gasta na rua com os outros; uma caixa média para o humor que a gente precisa ter quando está sozinho, para perdoares a ti mesma, para rires de ti mesma; por fim, uma caixinha preciosa, muito escondida, para grandes ocasiões. Chamo de grandes ocasiões os momentos perigosos em que estamos cheios de dor ou de vaidade, em que sofremos a tentação de achar que fracassamos ou triunfamos, em que nos sentimos umas dr**as ou muito bacanas. Cuidado, Maria, com as grandes ocasiões.

Por fim, mais uma palavra de bolso: às vezes uma pessoa se abandona de tal forma ao sofrimento, com uma tal complacência, que tem medo de não poder sair de lá. A dor também tem o seu feitiço, e este se vira contra o enfeitiçado. Por isso Alice, depois de ter chorado um lago, pensava: “Agora serei castigada, afogando-me em minhas próprias lágrimas”.

Conclusão: a própria dor deve ter a sua medida: É feio, é imodesto, é vão, é perigoso ultrapassar a fronteira de nossa dor, Maria da Graça.

Paulo Mendes Campos. Do livro “O amor acaba”.

Psicóloga Brenda Lúcia Queiroz
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