Projeto Iboga Ibogaína

Projeto Iboga Ibogaína Centro de tratamento alternativo para dependência química e depressão com o uso da Ibogaína. A ibogaína vem ajudando muitas pessoas verdadeiramente.

Centro de tratamento alternativo para dependência química e depressão através da Ibogaína. Somos os primeiros a utilizar o sistema de tratamento domiciliar.

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23/03/2015

A dependência química tem controle e o resultado depende de apoio multidisciplinar, sozinho é muito difícil abandonar o vício. A internação deve ser utilizada em último caso. Conte conosco para auxiliar na luta contra esse mal. Estamos inteiramente ao dispor e juntos vamos vencer!

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13/08/2014

A Iboga, uma planta africana vem ajudando muitas pessoas com problemas de dependência química e depressão. Estudos independentes indicam que a taxa de sucesso na recuperação de dependentes de crack chega a 80% quando utilizada a Ibogaína, enquanto tratamentos convencionais a taxa é de apenas 5%. Buscamos a tecnologia utilizada no Panamá e na Argentina, onde fazem a ministração há mais de 10 anos e trouxemos para ajudar diversas pessoas aqui no Brasil. Com a Ibogaína é necessário somente 5 dias de tratamento, muito rápido. Os resultados estão sendo animadores. Se você conhece alguém que necessita dessa maravilha, conte conosco.

A Iboga, uma planta africana vem ajudando muitas pessoas com problemas de dependência química e depressão. Estudos indep...
10/08/2014

A Iboga, uma planta africana vem ajudando muitas pessoas com problemas de dependência química e depressão. Estudos independentes indicam que a taxa de sucesso na recuperação de dependentes de crack chega a 80% quando utilizada a Iboga, enquanto tratamentos convencionais a taxa é de apenas 5%. Pesquisamos a tecnologia utilizada no Panamá e na Argentina, onde fazem a ministração há muito tempo da planta, para ajudar diversas pessoas aqui no Brasil.

10/08/2014

A iboga é um arbusto com uma raiz subterrânea que chega a atingir 1,50m de altura e é composto de várias espécies. A que mais tem interessado no tratamento da dependência química é Tabernanthe iboga, encontrada nos Camarões, Gabão, República Central Africana, Congo, República Democrática do Congo, Angola e Guiné Equatorial. Algumas espécies animais, entre as quais os mandris e os javalis, alimentam-se das raízes da iboga para conseguir efeitos entorpecentes. Imagina-se que os pigmeus descobriram a eboka (iboga) observando o comportamento desses animais. Até hoje, estas populações utilizam a iboga em seus ritos.

Em 1901, a ibogaína foi isolada pela primeira vez. Há notícia de que ela teria sido usada no Ocidente desde o início do século XX, no tratamento de gripe, neurastenia, doenças infecciosas e relacionadas ao sono.

Iboga, uma nova esperança para o tratamento da dependência químicaEm 1962, Howard Lotsof, um jovem dependente químico de he***na, acabou descobrindo, por acaso, a iboga na África. Após uma viagem astral de 36 horas, relatou que perdeu o desejo de consumir he***na por completo. Em 1983, Lostsof relatou as propriedades antiaditivas da ibogaína e em 1985 obteve quatro patentes nos EUA para o tratamento de dependências de ópio, co***na, anfetamina, etanol e nicotina. Fundou o International Coalition for Addicts Self Help e desenvolveu o método Endabuse, uma farmacoterapia experimental que faz uso da ibogaíne HCl, a forma solúvel da ibogaína. Através da administração de uma única dose, cujo efeito dura dois dias, haveria uma atenuação severa dos sintomas de abstinência e uma perda do desejo de consumir dr**as por um período mais ou menos longo de tempo.

O número de tratamento de dependentes químicos com a ibogaína está crescendo tanto que vem provocando escassez da planta que ainda é produzida de maneira artesanal.

A ibogaína, cuja denominação química é 12-metoxibogamina, é uma forte droga alucinógena que age no combate à dependência química, por incrível que isso possa aparecer. Seus efeitos ainda estão sendo estudados, mas pesquisas feitas em humanos e animais indicam que a droga age em dois sentidos, por um lado ela age na química cerebral, estimulando a produção da proteínao GDNF, que promove a regeneração do tecido nervoso e estimula a criação de conexões neuronais. Isso permitiria que áreas do cérebro relacionadas com a dependência fossem reparadas e estimularia a produção de neurotransmissores responsáveis pela produção do prazer, a serotonina e a dopamina. São essas substâncias que podem explicar o desaparecimento da fissura pela droga relatados por dependentes logo após saída de uma sessão.

Estudos preliminares também parecem mostrar que a ibogaína pode ajudar no tratamento do alcoolismo. Durante a pesquisa, ratos e camundongos foram induzidos ao consumo de álcool em doses diárias até habituarem-se à bebida. Os te**es com Ibogaína demonstraram uma queda efetiva no consumo de álcool pelos roedores, diretamente relacionado ao aumento da produção de uma proteína pelo cérebro, o GDNF.

Os tratamentos com ibogaína não são autorizados nos Estados Unidos, Reino Unido, França ou Suíça. Mesmo assim, têm sido adotados clandestinamente. No Panamá, a instituição liderada por Lotsof cobra 15 mil dólares; na Itália, o custo é de 2.500 dólares, e, nos EUA, o tratamento varia entre 500 e 2.500 dólares. Em Israel, a iboga está sendo pesquisada para uso no tratamento da síndrome de pós-guerra que afeta os soldados.

Fonte: jardimdeflores.com.br

Endereço

Londrina, PR

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