Psicóloga Alexandra Leite

Psicóloga Alexandra Leite - Psicóloga / Psicoterapeuta (CRP: 08/09897)
A PSICANÁLISE CURA! Psicóloga clínica

CRP 08/09897

Londrina-PR

VOCÊ ESTÁ PRONTO PARA UMA CONVERSA FRANCA E CORAJOSA?
- Atendimento presencial e online, para adolescentes, adultos, casais e famílias
- Agendamento: (43)988489030 Escuta das questões psíquicas conscientes e inconscientes como possibilidade de nomear a angústia, as relações, o auto-cuidado, os conflitos internos e papéis sociais.

30/04/2026

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27/04/2026

Há pessoas que nunca estão sozinhas —
e, ainda assim, não encontram companhia.

A solidão, nesse caso, não se mede pela presença do outro.
Ela aparece quando algo deixa de fazer sentido.

Quando a vida segue preenchida…
mas não sustentada.

Não é a falta de gente que pesa.
É a ausência de ligação com aquilo que se vive.

E, por isso, não se resolve com mais estímulo.
Nem com distração.
Nem com qualquer tentativa de ocupar o vazio.

Há uma diferença entre estar só
e não se encontrar.

Quando essa distância se instala, o outro já não alcança.

Nenhuma presença externa substitui aquilo que não se sustenta internamente.

Há um ponto em que a questão deixa de ser companhia —
e passa a ser direção.

O que se faz com a própria vida.
O que se sustenta como escolha.
O que ainda não foi assumido como próprio.

Porque, sem isso, qualquer presença continua sendo insuficiente.

E talvez seja nesse ponto que algo começa a se inverter:
quando o olhar deixa de buscar fora
e se volta para o que ainda não foi construído dentro.

Alexandra Leite
Psicanalista
CRP 08/09897

Muitas vezes, a vida só nos pede coragem de travesia.Siga o perfil ❤️
24/04/2026

Muitas vezes, a vida só nos pede coragem de travesia.
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22/04/2026

Se abrir nem sempre é simples.

Muitas pessoas aprenderam, ao longo da vida, a se proteger antes de confiar.
Criaram defesas, distâncias, silêncios… como forma de não se ferir de novo.

E, com o tempo, essas proteções passam a fazer parte de quem elas são.

Por isso, quando alguém decide se aproximar de verdade, não é um gesto pequeno.
É um movimento de coragem.

Mas também vem acompanhado de medo.

Medo de não ser compreendido.
De ser rejeitado.
De se machucar mais uma vez.
Nem todo mundo sabe se abrir.
Mas, quando isso acontece, não é fraqueza.
É confiança sendo construída.

Alexandra Leite
Psicanalista
CRP 08/09897

Atendimento para adolescentes, adultos e casais.

Há incômodos que não se encerram no outro.Eles atravessam.Um gesto mínimo, uma fala específica, um modo de existir… e al...
21/04/2026

Há incômodos que não se encerram no outro.

Eles atravessam.

Um gesto mínimo, uma fala específica, um modo de existir… e algo se desloca por dentro.
A reação vem antes da compreensão.

Nem sempre o que se vê é o que se reage.

Há encontros que tocam pontos já marcados, lugares que não foram simbolizados, experiências que permanecem operando — mesmo quando não são lembradas.

O outro, nesse sentido, não é apenas alguém externo.
É também aquilo que convoca.

E o que incomoda, às vezes, não pede afastamento imediato.
Pede leitura.

Porque é nesse ponto de tensão que algo do próprio sujeito se revela.

Alexandra Leite
Psicanalista
CRP 08/09897

20/04/2026

Nem sempre existe um momento exato em que uma relação acaba.

Às vezes, ela vai se deslocando.

A conversa já não acontece da mesma forma.
O interesse perde intensidade.
A presença deixa de ser percebida.

E, pouco a pouco, aquilo que sustentava o vínculo deixa de se repetir.

Não há necessariamente um rompimento.
Mas há uma mudança que se instala.

O difícil é que isso nem sempre é nomeado.

Então a relação continua —
mas já não se vive como antes.

E é nesse tipo de silêncio que muitas distâncias se constroem.

Alexandra Leite
Psicanalista
CRP 08/09897

Há experiências que não se organizam de forma contínua.Não é apenas uma variação de humor.É uma alteração na maneira com...
18/04/2026

Há experiências que não se organizam de forma contínua.

Não é apenas uma variação de humor.
É uma alteração na maneira como a realidade é vivida.

Em certos momentos, tudo parece mais possível.
O pensamento acelera, o corpo acompanha, as decisões ganham outra velocidade.
O limite deixa de ter o mesmo peso.

Depois, algo cede.

O ritmo muda.
O que antes parecia evidente já não se sustenta da mesma forma.
E, nesse deslocamento, surge um estranhamento difícil de nomear.

Não se trata de falta de controle.
Mas de algo que não responde inteiramente à vontade.

Falar em bipolaridade, nesse contexto, não é reduzir a experiência a um diagnóstico.
É reconhecer que há uma dinâmica psíquica que atravessa o sujeito —
e que pede leitura, não simplificação.

Porque, muitas vezes, o mais difícil não está apenas nos extremos…
mas na tentativa de se manter entre eles.

Alexandra Leite
Psicanalista
CRP 08/09897

16/04/2026

O conhecido costuma ser confundido com segurança.

Mas, muitas vezes, ele se mantém porque se repete — não porque sustenta.

Há modos de viver que continuam operando mesmo quando já não fazem sentido.
Gestos, escolhas, relações… que se reorganizam sempre em torno do mesmo ponto.

Freud já apontava isso ao tratar da compulsão à repetição.

O sujeito não repete apenas por hábito.
Repete porque há algo que ainda não pôde ser elaborado —
e que insiste em se manter, mesmo quando produz sofrimento.

Essas repetições, em muitos casos, funcionam como sustentação.
São o que mantém a vida organizada, ainda que de forma limitada.

Por isso, não se trata de interromper abruptamente.

Há um tempo próprio para que algo possa ser visto, compreendido e, então, deslocado.
Sem isso, a repetição apenas se reorganiza em outro lugar.

Alguns fechamentos não acontecem por decisão imediata.
Mas há momentos em que deixar de sustentar o que já não se mantém se torna necessário.

A vida segue.

O corpo não é o mesmo.
O tempo também não.

E talvez seja nesse reconhecimento que algo possa, enfim, se mover.

Alexandra Leite
Psicanalista
CRP 08/09897

A ideia de que a terapia só serve para momentos de crise costuma adiar muitas coisas.Como se fosse preciso chegar ao lim...
07/04/2026

A ideia de que a terapia só serve para momentos de crise costuma adiar muitas coisas.

Como se fosse preciso chegar ao limite para, então, começar a olhar para si.

Mas nem todo sofrimento se apresenta de forma evidente.
Há incômodos que se repetem, relações que se desgastam, escolhas que voltam ao mesmo lugar.

Nem sempre é crise.
Às vezes, é um modo de funcionamento que já não se sustenta da mesma forma.

A terapia não começa quando tudo desmorona.
Ela pode começar justamente quando algo, ainda que silencioso, pede para ser compreendido.

Porque esperar o colapso não torna o processo mais verdadeiro.
Apenas mais tardio.

Alexandra Leite
Psicanalista
CRP 08/09897

Essa é uma dúvida muito comum — e a resposta é: não.A terapia não acontece com pressa.Cada pessoa tem o seu tempo para f...
03/04/2026

Essa é uma dúvida muito comum — e a resposta é: não.

A terapia não acontece com pressa.

Cada pessoa tem o seu tempo para falar, lembrar, organizar pensamentos e até para confiar no processo.

Na primeira consulta, não existe uma obrigação de contar toda a história.
O mais importante é começar do ponto que faz sentido para você naquele momento.

Com o tempo, à medida que a relação com o profissional se constrói, outras questões vão surgindo naturalmente.

A escuta acontece com respeito, sem julgamentos e no seu ritmo.

Buscar ajuda não exige que você esteja pronto para falar tudo.
Exige apenas que você esteja disposto a começar.

Alexandra Leite
Psicanalista
CRP 08/09897

Atendimento para adolescentes, adultos e casais.

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