Psicóloga Alexandra Leite

Psicóloga Alexandra Leite - Psicóloga / Psicoterapeuta (CRP: 08/09897)
A PSICANÁLISE CURA! Psicóloga clínica

CRP 08/09897

Londrina-PR

VOCÊ ESTÁ PRONTO PARA UMA CONVERSA FRANCA E CORAJOSA?
- Atendimento presencial e online, para adolescentes, adultos, casais e famílias
- Agendamento: (43)988489030 Escuta das questões psíquicas conscientes e inconscientes como possibilidade de nomear a angústia, as relações, o auto-cuidado, os conflitos internos e papéis sociais.

Muitas mulheres vivem hoje em um estado constante de sobrecarga emocional.Trabalho, casa, relacionamentos, filhos, respo...
07/03/2026

Muitas mulheres vivem hoje em um estado constante de sobrecarga emocional.

Trabalho, casa, relacionamentos, filhos, responsabilidades e uma exigência interna muito grande de dar conta de tudo.

Com o tempo, esse acúmulo pode aparecer de várias formas: cansaço mental, irritação constante, ansiedade, dificuldade para dormir ou a sensação de que nunca é suficiente.

A psicanálise oferece um espaço de escuta profunda, onde é possível compreender melhor esses sentimentos e os padrões que muitas vezes levam à sobrecarga.

Ao longo do processo analítico, a pessoa pode começar a reconhecer limites, entender conflitos internos e construir novas formas de lidar com as próprias exigências e relações.

Buscar ajuda não é sinal de fraqueza.
Muitas vezes é o primeiro passo para recuperar o equilíbrio emocional e a qualidade de vida.

Se você sente que está vivendo em constante exaustão emocional, conversar com um profissional pode ser um caminho importante.

Alexandra Leite
Psicanalista
CRP 08/09897

Atendimento para adolescentes, adultos e casais.

📍 Londrina – PR

06/03/2026

Não existe caminho mais curto.
Não existe distração suficiente.
Não existe explicação que faça desaparecer.

Existem dores que pedem travessia.

E atravessar não significa ser forte o tempo todo.
Significa, muitas vezes, apenas ter coragem de olhar para aquilo que evitamos sentir.

Porque quando uma dor não é elaborada, ela não desaparece.
Ela encontra outras formas de permanecer.

Às vezes vira ansiedade.
Às vezes vira irritação constante.
Às vezes aparece nos mesmos padrões de relacionamento que se repetem.

A psicanálise nos ensina algo importante:
aquilo que não é simbolizado, retorna.

E muitas pessoas passam anos tentando contornar aquilo que, na verdade, precisaria ser atravessado.

A terapia não elimina a dor da existência.
Mas oferece um lugar seguro para compreendê-la, elaborá-la e, pouco a pouco, deixar de viver aprisionado dentro dela.

Porque algumas dores só deixam de ser moradia quando finalmente encontram um espaço de escuta.

Alexandra Leite
Psicanalista | Psicóloga
CRP 08/09897

Irmão e chefinho amado,mas quem ganha o presente sou eu por ter você na minha vida.Nossa história é feita de risadas inc...
03/03/2026

Irmão e chefinho amado,mas quem ganha o presente sou eu por ter você na minha vida.

Nossa história é feita de risadas incontidas, de lágrimas compartilhadas, de silêncios compreendidos e de muito trabalho construído lado a lado. Você é daqueles encontros raros — que começam como amizade e, quando percebemos, já se tornaram laço de alma.

Ter você como parceiro de jornada é saber que, independentemente das fases, existe alguém que caminha junto. Que celebra, que sustenta, que acolhe, que impulsiona.

Obrigada por cada conversa longa, por cada projeto sonhado, por cada momento em que fomos abrigo um para o outro.

Que o novo ano que se inicia para você seja expansivo, leve e fiel à grandeza do seu coração.
E que a vida nos permita continuar escrevendo muitos capítulos dessa parceria tão preciosa.

Feliz vida. 🤍

Você provavelmente conhece alguém que:Está sempre disponível.Resolve tudo.Se antecipa às necessidades dos outros.Raramen...
25/02/2026

Você provavelmente conhece alguém que:

Está sempre disponível.
Resolve tudo.
Se antecipa às necessidades dos outros.
Raramente pede ajuda.
E parece não saber dizer “não”.

À primeira vista, é apenas alguém muito generoso.

Mas, clinicamente, alguns sinais merecem atenção:

- Necessidade constante de ser indispensável
• Dificuldade em tolerar não ser reconhecido
• Frustração intensa quando não é valorizado
• Ajuda que vem acompanhada de cobrança silenciosa
• Sensação de vazio quando não está ocupando o lugar de “salvador”

Na perspectiva psicanalítica, o narcisismo está ligado ao investimento libidinal no próprio eu.

Quando há fragilidade narcísica, o sujeito pode buscar sustentação através da dependência do outro.

A generosidade, nesse caso, deixa de ser espontânea.
Ela passa a ser uma estratégia inconsciente de confirmação de valor.

🔎 Como observar?

Pergunte-se:
Essa ajuda é livre ou é necessária?
Existe espaço para frustração?
Há tolerância ao “não”?

🔒 Como conter?

Estabelecendo limites claros.
Não reforçando a dinâmica de dependência.
E não confundindo disponibilidade com obrigação emocional.

🛋️ Pode ser tratado?

Sim — quando há reconhecimento do padrão e sofrimento associado.

O trabalho analítico permite investigar a origem dessa fragilidade narcísica e construir um eu menos dependente da validação externa.

Mas é importante compreender:

Nem toda generosidade é narcísica.
E nem todo traço narcísico configura um transtorno.

Na clínica, falamos de estrutura, não de rótulos.



Alexandra Ardivino Ferreira Leite
Psicanalista | Psicóloga
CRP 08/09897

Quando o termo “narcisismo” aparece, quase sempre ele vem carregado de julgamento.Chamamos alguém de narcisista como acu...
24/02/2026

Quando o termo “narcisismo” aparece, quase sempre ele vem carregado de julgamento.

Chamamos alguém de narcisista como acusação.

Como diagnóstico apressado.

Como sinônimo de ego inflado.

Mas, para a psicanálise — especialmente a partir de Freud — o narcisismo não é um defeito moral.

É uma operação psíquica.

Em *Introdução ao Narcisismo* (1914), Freud nos apresenta algo fundamental: a libido pode investir objetos externos, mas também pode investir o próprio eu.

Sem esse investimento no eu, não há identidade.

Não há coesão.

Não há sustentação psíquica.

O que muitas vezes enxergamos como excesso é, em alguns casos, tentativa de não colapsar.

Na clínica, o narcisismo raramente é simples.

Ele pode ser força estruturante —

ou defesa diante de uma fragilidade narcísica.

Por isso, antes de rotular, é preciso compreender.

A psicanálise não moraliza o sujeito.

Ela escuta o que sustenta sua forma de existir.



Alexandra Ardivino Ferreira Leite

Psicanalista | Psicóloga

CRP 08/09897

23/02/2026

Vivemos em uma cultura que valoriza a performance.

Agenda cheia é sinônimo de sucesso.
Cansaço é sinal de importância.
Produtividade vira identidade.

Mas a produtividade não protege ninguém do vazio.

É possível cumprir metas, organizar a rotina, entregar resultados — e ainda assim sentir que algo falta.

Porque o vazio não é ausência de tarefas.
É ausência de sentido.

Na clínica, muitas vezes observamos a produtividade funcionando como defesa psíquica.

Manter-se ocupado pode evitar o encontro com o que dói.
Com o que falta.
Com o que questiona.

Começar mais um curso.
Mais uma meta.
Mais um projeto.

Mas movimento não é sinônimo de elaboração.

Estar ocupado pode anestesiar.
Mas não preenche.

E chega um momento em que o silêncio interno cobra presença.

Não para que você faça mais.
Mas para que você escute.



Alexandra Ardivino Ferreira Leite
Psicanalista | Psicóloga
CRP 08/09897

18/02/2026

Saímos de um período marcado por excessos.
E talvez essa seja uma boa hora para falar sobre limites — especialmente nos relacionamentos.

Relacionamento saudável não é ausência de conflito.
É presença de diálogo.

Saber falar sem atacar.
Saber escutar sem interromper.
Saber reconhecer o que pode ser mudado, o que precisa de ajuda e o que precisa ser aceito.

Não existe “eu contra você”.
Existe o “nós”.

Liberdade não é fazer tudo o que se deseja.
É agir com responsabilidade pela vida psíquica de quem caminha ao seu lado.

Quando confundimos intensidade com conexão,
ou desejo com vínculo,
a relação se esvazia — mesmo que continue de pé.

A vida não é um parque de diversões sem consequências.
Relações exigem cuidado, concessão, maturidade e mão aberta — para perder algumas coisas e ganhar outras.

Quando falta diálogo interno, buscamos fora o que ainda não elaboramos dentro.

Talvez a pergunta seja:
como você tem contribuído para o “nós” que deseja viver?

Alexandra Ardivino Ferreira Leite
Psicanalista | Psicóloga
CRP 08/09897

11/02/2026

O sabotador interno não nasce do nada.
Ele é construído.

Geralmente, lá atrás, quando a crítica foi mais frequente que o acolhimento,
quando errar parecia perigoso
e quando se adaptar foi a única forma de sobreviver emocionalmente.

Por isso ele se disfarça de proteção.
Chama medo de prudência.
Paralisação de preparo.
E silêncio de segurança.

O problema é que essa voz passa a comandar escolhas, relações e caminhos.
E você começa a acreditar que ela é sua.

Na psicanálise, não se trata de calar o sabotador,
mas de escutar de onde ele vem.

Porque quando essa voz é compreendida,
ela perde o poder de decidir por você.

Existe vida para além do medo que você aprendeu a carregar.
E ela começa quando você deixa de lutar contra si e passa a se escutar.

Alexandra Ardivino Ferreira Leite
Psicanalista | Psicóloga
CRP 08/09897

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