Psicóloga Mayara Barros

Psicóloga Mayara Barros Psicoterapia, Avaliação Psicológica (concursos), Psicoterapia de Adolescentes e Adultos, Saúde M

24/04/2026

Talvez você não esteja escolhendo “as pessoas erradas”…

talvez só esteja repetindo um padrão emocional sem perceber.

E o mais difícil é isso:
não parece um padrão.

Parece que cada história é diferente…
mas, no final, a sensação é sempre a mesma.

Se sentir não valorizada.
Tentar resolver tudo.
Se frustrar.
Cobrar.
Se culpar.

E recomeçar tudo de novo.

💭 Isso tem nome — e principalmente, tem saída.

Na próxima semana vou trazer uma série de vídeos pra te ajudar a entender esses padrões e começar a sair desse ciclo.

💬 Me conta aqui: você se identificou com qual comportamento?

20/04/2026

Nem tudo que chamam de ‘quebra de protocolo’ é erro.
Às vezes… é só alguém tendo coragem de sentir.”

A gente foi ensinado a se controlar, a manter a postura, a não “exagerar” nas emoções.
Mas existem momentos em que seguir o roteiro custa caro demais: custa a nossa verdade.

Sentir não deveria ser uma falha.
Se emocionar não deveria ser um desvio.

Talvez a gente precise normalizar mais o humano…
e parar de romantizar tanto o controle.

🖤 Você já viveu um momento assim?

Nem todo mundo fala sobre isso, mas relacionamentos também precisam de desenvolvimento emocional.Estar aqui no Protagon,...
19/04/2026

Nem todo mundo fala sobre isso, mas relacionamentos também precisam de desenvolvimento emocional.

Estar aqui no Protagon, ao lado do meu marido, é mais do que participar de um evento…
é escolher, conscientemente, não repetir padrões.

É olhar pra nossa história, nossas dores, nossos gatilhos — e decidir construir algo diferente.
Mais maduro. Mais consciente. Mais saudável.

Relacionamento não é sobre encontrar alguém perfeito.
É sobre duas pessoas imperfeitas que topam evoluir juntas.

E isso… também se aprende. 💙

Se você quer viver um relacionamento mais leve, começa por você.

✨ O que você tem repetido sem perceber nos seus relacionamentos?

15/04/2026

Você não está “exagerando”.
Seu corpo aprendeu a se proteger.

Mas proteção em excesso também pode sabotar vínculos.

Confiança não é sobre ter certeza.
É sobre tolerar a incerteza sem se perder.

🤍 E isso pode ser aprendido.

14/04/2026

Tem gente que não quer controlar.
Quer só não sofrer de novo.

Mas quando a dor não é elaborada,
ela vira vigilância, ansiedade e tentativa de controle.

Confiança não nasce do outro provar o tempo todo.
Nasce da sua capacidade de se sentir seguro, mesmo sem garantias.

E isso… é construído.

💬 Você já se percebeu assim em algum momento?

04/04/2026

“Como continuar depois de uma grande perda?”

Essa é uma das perguntas mais silenciosas que chegam na terapia.

Porque ninguém ensina a gente a viver o depois.

Depois da ausência.
Depois do vazio.
Depois de perder alguém que fazia parte da nossa história.

E talvez você esteja esperando o momento em que tudo isso vai passar…

Mas o luto não é algo que simplesmente vai embora.

Ele se transforma.

Continuar não é superar.
É integrar.

É aprender a viver carregando amor e saudade no mesmo coração.

E aos poucos…
permitir que a vida encontre novos caminhos dentro de você.

A Páscoa fala sobre isso também.
Sobre morte… mas também sobre recomeço.

E recomeçar não signif**a esquecer.
Signif**a dar novos sentidos àquilo que ficou.

Se você está tentando recomeçar, no seu tempo…
me conta aqui: o que tem sido mais difícil pra você nesse processo?


02/04/2026

A gente evita falar sobre morte…
mas não consegue evitar sentir a ausência.

O luto não é só sobre quem foi.
É sobre tudo o que ficou interrompido dentro de nós.

Planos. Rotinas. Conversas que não aconteceram.

E talvez a parte mais difícil…
seja perceber que o mundo continua,
mesmo quando algo em você ainda não conseguiu seguir.

Mas existe algo importante que eu sempre digo aos meus pacientes:
a dor do luto fala sobre o tamanho do amor vivido.

E o amor… não morre.
Ele se transforma.

Vira saudade.
Vira memória.
Vira presença interna.

Se você está vivendo uma perda,
não apresse o seu processo.

Sentir também é uma forma de continuar amando.

Se esse conteúdo fez sentido pra você, salva esse post pra lembrar disso nos dias difíceis
e compartilha com alguém que precisa desse acolhimento hoje.

01/04/2026

Quando a gente começa a levar tudo pro lado pessoal… a vida f**a pesada demais.

Um olhar atravessado vira rejeição.
Um silêncio vira abandono.
Uma fala atravessada vira uma ferida.

Mas a verdade é que nem tudo é sobre você.

As pessoas agem a partir das dores delas, das histórias delas, das faltas que carregam — e não necessariamente de quem você é.

Aprender a não levar tudo pro lado pessoal não é se tornar fria…
é se tornar mais livre.

Livre pra não absorver o que não te pertence.
Livre pra não carregar pesos que não são seus.
Livre pra se preservar emocionalmente.

Isso não signif**a aceitar tudo.
Signif**a escolher o que você permite entrar.

Porque maturidade emocional também é isso:
saber filtrar.

Se isso tem sido difícil pra você, talvez não seja sobre “força”…
mas sobre olhar pra dentro e cuidar das feridas que ainda fazem tudo doer mais do que deveria.

✨ E é nesse processo que a terapia pode te ajudar.

Eu sou Mayara Barros, psicóloga, e ajudo mulheres a desenvolverem consciência emocional e liberdade interna.

💬 Me conta: você costuma levar as coisas pro lado pessoal?

25/03/2026

Nem toda vítima… é só vítima.

Eu sei que essa frase pode incomodar.
Mas ela não é sobre culpa — é sobre consciência.

Nos atendimentos, é muito comum ver relações onde existe dor real.
Pessoas que foram feridas, invalidadas, silenciadas…

Mas também é comum perceber algo mais sutil:
padrões que mantêm esse ciclo acontecendo.

Às vezes, você não se posiciona.
Às vezes, você aceita o que te machuca.
Às vezes, você espera o outro mudar… enquanto se abandona.

E, sem perceber, continua presa na mesma dinâmica.

Isso não anula a sua dor.
Mas te devolve algo muito importante:
o poder de fazer diferente.

Porque enquanto tudo está no outro…
você não se move.

Mas quando você começa a se enxergar com mais verdade —
mesmo que doa —
você começa a sair do lugar que te prende.

🤍 Não é sobre se culpar.
É sobre se responsabilizar com mais cuidado por você.

Eu sou Mayara Barros, psicóloga,
e aqui eu falo sobre relações, emoções
e tudo aquilo que a gente precisa olhar…
mesmo quando não é confortável.

💭 Isso fez sentido pra você? Me conta aqui nos comentários.

16/03/2026

Algumas pessoas percebem um padrão curioso: basta surgir um conflito, uma frustração ou um momento de tensão, e imediatamente aparece a vontade de terminar tudo.

O pensamento surge rápido, quase automático, como se sair da relação fosse a única forma de se proteger.
Muitas vezes essa reação não está ligada à gravidade real do problema. Ela pode estar conectada a feridas emocionais antigas que ainda estão sensíveis.

Quando alguém já se sentiu muito decepcionado, rejeitado ou desamparado em relações anteriores, o corpo aprende a reagir antes mesmo de refletir.
Por isso, pequenos conflitos podem parecer muito maiores do que realmente são.
Um silêncio vira sinal de desinteresse. Uma demora para responder vira prova de que o outro não se importa. Um desacordo vira ameaça de ruptura.
O sistema emocional interpreta tudo como perigo.

Outro ponto delicado acontece quando colocamos no outro a responsabilidade de regular completamente nossas emoções. Esperar respostas imediatas quando estamos angustiados, conforto perfeito quando estamos tristes ou atitudes exatas para nos
tranquilizar. Quando isso não acontece, a frustração parece enorme e a ideia de ir embora surge como defesa.

Pessoas que desenvolveram uma sensação maior de segurança nas relações tendem a lidar de forma diferente com os conflitos. Elas conseguem permanecer na conversa, atravessar o desconforto e construir soluções. Não porque não sintam dor ou frustração, mas porque aprenderam que problemas podem ser enfrentados sem que o vínculo precise
acabar.
Quando existem feridas emocionais ainda abertas, cada conflito pode parecer uma confirmação e que algo vai dar errado. E então o impulso de fugir aparece como proteção.

Mas proteger-se não precisa signif**ar sempre ir embora. Muitas vezes signif**a aprender a
reconhecer essas reações, entender de onde elas vêm e construir novas formas de lidar com o conflito dentro das relações.

11/03/2026

Isso acontece com muita gente. A pessoa espera que o outro lembre de uma data importante, perceba que algo não está bem, demonstre mais carinho ou tenha determinada atitude que, internamente, parece tão clara que nem parece necessário explicar.

Só que uma das maiores fontes de frustração nos relacionamentos nasce exatamente aí: nas expectativas silenciosas.

A gente espera que o outro perceba, adivinhe, entenda. Mas muitas dessas expectativas nunca foram realmente conversadas. Elas existem dentro de nós, baseadas na forma como aprendemos a amar, nas experiências que tivemos e no que acreditamos que é “normal” em um vínculo.

Existe uma frase que ajuda a entender bem isso: expectativas são como contratos emocionais que muitas vezes o outro nunca assinou.
Relacionamentos saudáveis não são aqueles onde não existem expectativas. Elas sempre vão existir. A diferença está na capacidade de conversar sobre o que é importante, de expressar o que se sente e de comunicar o que se espera dentro da relação.

Quando algo f**a apenas na nossa cabeça, a chance de frustração aumenta. Não porque o outro não se importa, mas porque ele pode simplesmente não saber o que está sendo esperado.

Uma prática simples que pode transformar relações é trocar a expectativa silenciosa pela comunicação clara. Em vez de esperar que o outro perceba, falar sobre aquilo que é importante para você.

Comenta aqui se você costuma comunicar o que sente ou se acaba esperando que o outro perceba sozinho.

expectativas comunicacao

8 de março não é apenas uma data para flores. É memória, história e consciência.O Dia Internacional da Mulher existe por...
08/03/2026

8 de março não é apenas uma data para flores. É memória, história e consciência.

O Dia Internacional da Mulher existe porque, ao longo da história, mulheres precisaram lutar para conquistar aquilo que hoje parece básico: dignidade, voz, respeito, direito ao trabalho, ao voto, à autonomia e à própria existência em igualdade. Essa data nasceu das mobilizações de mulheres que enfrentaram condições injustas de trabalho e desigualdade social, e que transformaram dor em movimento, exigindo direitos que por muito tempo lhes foram negados.

Por isso, o 8 de março não é apenas uma celebração do feminino. É também um lembrete da força coletiva que atravessa gerações. Da coragem de tantas mulheres que abriram caminhos para que outras pudessem viver com mais liberdade.

Toda mulher, de alguma forma, aprendeu a ser forte.
Mas que a sua força não seja apenas resistir.
Que ela também exista na possibilidade de viver com mais leveza.
Que em alguns momentos você possa soltar as armaduras, descansar do peso de precisar dar conta de tudo, permitir-se ser acolhida, ser abraçada, ser cuidada.
Porque existe uma força silenciosa em reconhecer os próprios limites, em pedir colo, em respirar fundo e em permitir que a vida também ofereça suavidade.
Que este dia seja, além de memória e luta, um convite para lembrar que a força da mulher não está apenas em suportar o mundo, mas também em se permitir viver nele com mais dignidade, cuidado e humanidade.

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