Vanessa Noguchi

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Tem gente que começa a sentir dor e, aos poucos, vai se acostumando.Primeiro é um incômodo leve, depois vira algo freque...
24/04/2026

Tem gente que começa a sentir dor e, aos poucos, vai se acostumando.

Primeiro é um incômodo leve, depois vira algo frequente, até chegar no ponto em que já faz parte da rotina. A pessoa acorda com dor, trabalha com dor, termina o dia com dor… e começa a achar que isso é normal.

“Deve ser a idade.”
“É assim mesmo.”

O que acontece, na maioria das vezes, é que o corpo foi se adaptando a tensões, sobrecargas e movimentos repetidos. Ele vai compensando até onde consegue.

Quando a dor vira rotina, ela deixa de ser um alerta pontual e precisa ter atenção. E é exatamente ai que muita gente deixa de lado, porque aprende a conviver com a dor, ao invés de procurar ajuda.

👉 Se você já se pegou pensando que “é normal sentir dor”, talvez esteja na hora de agendar um horário e parar de colocar a culpa na idade.

Na rotina com um bebê, é natural buscar praticidade. O bebê conforto ajuda, o jumper entretém, manter o bebê mais quieti...
22/04/2026

Na rotina com um bebê, é natural buscar praticidade. O bebê conforto ajuda, o jumper entretém, manter o bebê mais quietinho às vezes parece facilitar o dia.

O ponto é quando essas escolhas começam a substituir o que o bebê realmente precisa para se desenvolver.

O corpo aprende com movimento. Com tentativa, erro, repetição e adaptação.

Quando o bebê tem espaço para explorar, ele constrói força, coordenação e controle de forma natural. Quando passa tempo demais em posições limitadas ou sendo colocado em posturas prontas, ele participa menos desse processo.

E isso faz diferença ao longo do tempo.

Quando você ajusta pequenas escolhas do dia a dia, o desenvolvimento do seu bebê acompanha.

Não são grandes mudanças, são pequenas decisões que, com o tempo, fazem diferença no desenvolvimento do seu bebê.

21/04/2026

Muita gente escuta sobre tummy time e já pensa em algo difícil de encaixar na rotina.

Como se fosse um exercício que precisa de tempo, preparo ou até uma “forma certa” de fazer, mas, na prática, não precisa ser assim.

O tummy time pode acontecer no meio da br**cadeira, de forma leve, sem pressão e sem expectativa de desempenho. É o momento em que o bebê está de bruços explorando o próprio corpo, levantando a cabeça, tentando se apoiar, olhando ao redor.

Quando você deita junto, chama a atenção, coloca um brinquedo por perto ou simplesmente interage, o bebê começa a participar mais. Ele tenta alcançar, sustenta o olhar, faz pequenas tentativas de movimento.

Não como um exercício isolado, mas como parte da rotina, dentro de momentos simples.

Quando a gente tira o peso e transforma em interação, tudo flui melhor. Para o bebê e para quem está ali junto.

No fim, não é sobre fazer certo. É sobre criar oportunidade para o corpo se desenvolver enquanto ele vive, br**ca e descobre o mundo.

É muito comum alguém chegar com um exame na mão e uma preocupação grande por causa do tamanho da hérnia.E também é comum...
17/04/2026

É muito comum alguém chegar com um exame na mão e uma preocupação grande por causa do tamanho da hérnia.

E também é comum ver o contrário. Pessoas com alterações pequenas, mas com uma dor que limita a rotina, o trabalho e até o descanso.

Isso acontece porque a dor não está ligada apenas ao tamanho da lesão.

Ela envolve como o corpo reage a essa alteração! Tensão muscular, falta de mobilidade, sensibilidade do sistema nervoso… tudo isso influencia na forma como a dor aparece e se mantém.

Por isso, olhar só para o exame não é suficiente. O exame mostra uma parte da história, mas não mostra como esse corpo está funcionando no dia a dia.

Na prática, o que faz diferença é o que está sobrecarregado, o que não está se movimentando bem, o que o corpo está compensando.

E é quando a gente muda esse olhar que o tratamento começa a fazer mais sentido. Porque, muitas vezes, não é o tamanho da hérnia que está travando a vida da pessoa.

É a forma como o corpo está lidando com ela.

Existe uma ideia muito comum de que o bebê precisa de muitos estímulos, brinquedos diferentes e acessórios para se desen...
15/04/2026

Existe uma ideia muito comum de que o bebê precisa de muitos estímulos, brinquedos diferentes e acessórios para se desenvolver bem.

E claro, tudo isso pode fazer parte. Mas tem uma coisa que quase sempre é deixada de lado e que faz mais diferença do que parece.

O chão.

É nele que o bebê tem liberdade de movimento. Pode explorar o próprio corpo, testar limites, aprender aos poucos como se organizar.

Quando o bebê passa muito tempo em estruturas que limitam o movimento, ele até f**a mais “contido”, mais quietinho… mas perde oportunidades importantes de desenvolvimento.

Claro que não é sobre deixar o bebê no chão o dia inteiro, mas sobre aumentar essas oportunidades no dia a dia. Pequenos momentos já fazem diferença.

Quando a gente entende isso, começa a perceber que, muitas vezes, o simples resolve muito mais do que o excesso.

14/04/2026

Sentar em W parece confortável… e muitas vezes é mesmo.

A criança se sente mais estável, consegue br**car sem cair com facilidade e f**a ali por mais tempo. Para quem olha de fora, parece só uma posição diferente.

Mas quando essa postura vira hábito, é bom prestar atenção.

Sentar em W costuma aparecer quando a criança ainda não tem tanta estabilidade de tronco ou força suficiente para se sustentar em outras posições. Então o corpo “busca” uma forma mais fácil de se apoiar.

O problema não é sentar assim uma vez ou outra... O problema é quando essa passa a ser a posição preferida do bebê.

Com o tempo, isso pode limitar alguns movimentos, influenciar a forma como a criança senta para br**car e até impactar o desenvolvimento de coordenação e equilíbrio.

Se a criança sempre escolhe essa posição, pode ser um sinal de que o corpo ainda precisa de ajuda para ganhar força e controle.

E é exatamente aí que entra o acompanhamento, ajudando o corpo a desenvolver de forma natural e no tempo da criança.

Muita gente convive com refluxo achando que o problema está só no estômago.Evita comida, muda rotina, toma remédio… mas ...
10/04/2026

Muita gente convive com refluxo achando que o problema está só no estômago.

Evita comida, muda rotina, toma remédio… mas a sensação continua ali. Queimação, desconforto, aquela pressão que incomoda no dia a dia.

E se eu te disser que, em muitos casos, o corpo também está envolvido nisso?

O diafragma, que é um músculo fundamental na respiração, f**a muito próximo do estômago. Quando ele está tenso ou com pouca mobilidade, pode influenciar diretamente no funcionamento dessa região.

Além disso, postura, tensão acumulada e até a forma como o corpo se movimenta no dia a dia entram nessa conta.

Na osteopatia, a gente olha para tudo isso junto. Não é só sobre o sintoma, é sobre entender o que está por trás dele. Trabalhando essas tensões e devolvendo mobilidade ao corpo, muitos pacientes relatam melhora importante no desconforto do refluxo.

Se você sente que já tentou de tudo e mesmo assim não resolveu… talvez esteja na hora de olhar para o corpo de uma forma diferente.

👉 Me chama para entender melhor o seu caso ou agendar sua avaliação.

Tem coisa que a gente olha todo dia… mas nunca parou pra realmente observar.As preguinhas das pernas do bebê são um exem...
07/04/2026

Tem coisa que a gente olha todo dia… mas nunca parou pra realmente observar.

As preguinhas das pernas do bebê são um exemplo clássico disso. Todo mundo acha fofo, aperta, comenta… mas quase ninguém entende o que pode ter ali por trás.

E não, não é pra sair analisando tudo com medo. Mas quando a gente começa a olhar com mais atenção, alguns detalhes passam a fazer sentido.

Diferença de altura, quantidade ou distribuição dessas dobrinhas pode indicar que o corpo não está tão equilibrado quanto parece. E isso, lá na frente, pode influenciar no desenvolvimento.

É aquele tipo de coisa simples, mas que muda completamente a forma como você enxerga o bebê.

Quando os pais recebem a indicação de órtese craniana, a primeira reação muitas vezes é de preocupação.É comum imaginar ...
06/04/2026

Quando os pais recebem a indicação de órtese craniana, a primeira reação muitas vezes é de preocupação.

É comum imaginar que o capacete vai incomodar o bebê ou que o processo será difícil. Mas na prática, a maioria dos bebês se adapta muito bem ao uso da órtese e segue a rotina normalmente.

A órtese não é um problema. Na verdade, ela ajuda a orientar o crescimento do crânio enquanto o bebê ainda está na fase em que os ossos estão mais maleáveis.

É justamente por isso que existe uma janela de tempo importante para o tratamento. Quanto mais cedo a assimetria é avaliada e acompanhada, maiores são as chances de correção.

Ignorar ou esperar que o tempo resolva sozinho pode fazer com que essa oportunidade passe.

Quando existe indicação, o objetivo é acompanhar o desenvolvimento do bebê de forma segura e ajudar o corpo a se organizar da melhor maneira possível.

Se você percebe diferenças no formato da cabecinha do bebê ou tem dúvidas sobre assimetrias cranianas, vale buscar uma avaliação. Informações para agendamento estão disponíveis no link do perfil.

Muita gente começa a sentir dor lombar e acaba tratando isso como algo normal da rotina.A dor aparece, melhora por algun...
03/04/2026

Muita gente começa a sentir dor lombar e acaba tratando isso como algo normal da rotina.

A dor aparece, melhora por alguns dias ou semanas e depois volta de novo. Com o tempo, é comum ouvir a mesma explicação: “deve ser idade” ou “isso acontece com todo mundo”.

Mas na maioria das vezes não é isso que está acontecendo…

Quando a dor lombar vai e volta, geralmente o corpo está tentando se adaptar a algo que está errado. Pode ser uma tensão acumulada, uma alteração de mobilidade, compensações musculares ou sobrecargas que foram sendo construídas ao longo do tempo.

O corpo continua funcionando, mas faz isso criando estratégias para suportar o que não está equilibrado.

Essas compensações ajudam por um tempo, mas não resolvem o problema. Por isso a dor melhora, parece desaparecer e depois retorna novamente.

O tratamento busca justamente entender de onde essa sobrecarga está vindo, e devolver mobilidade para que a região lombar deixe de trabalhar em excesso.

Se essa dor que aparece e desaparece já faz parte da sua rotina, talvez seja o momento de investigar com mais atenção.

Para informações ou agendamento, é só entrar em contato pelo link do perfil.

Quando um bebê começa a sentar, muitas vezes olhamos apenas para o resultado final e pensamos que tudo está acontecendo ...
01/04/2026

Quando um bebê começa a sentar, muitas vezes olhamos apenas para o resultado final e pensamos que tudo está acontecendo como deveria.

No entanto, existe uma diferença importante entre o bebê que chega sozinho nessa posição e aquele que é colocado para sentar antes de estar preparado.

Sentar de forma independente é resultado de um processo. Antes disso o bebê passa por várias experiências de movimento que ajudam o corpo a desenvolver força, coordenação e equilíbrio. Rolar, apoiar o corpo nos braços, ajustar o tronco e explorar o chão são etapas que organizam o corpo para que a posição sentada aconteça de forma natural.

Quando o bebê é colocado sentado antes de estar pronto, ele pode até permanecer nessa posição, mas o corpo ainda não aprendeu como chegar até ela sozinho. Por isso, respeitar o tempo do desenvolvimento faz tanta diferença.

Cada etapa prepara a próxima, e observar esses sinais ajuda a entender melhor como o corpo do bebê está evoluindo.

Agora fiquei curiosa em saber uma coisa: quando o bebê começou a sentar por aí, ele chegou nessa posição sozinho ou alguém costumava ajudar? 👶

Nem sempre o motivo do choro ou da irritação do bebê está em algo complexo. Muitas vezes são pequenos detalhes do dia a ...
31/03/2026

Nem sempre o motivo do choro ou da irritação do bebê está em algo complexo. Muitas vezes são pequenos detalhes do dia a dia que passam despercebidos, como a forma de vestir a fralda.

Quando o bebê está com gases ou cólica, a barriguinha costuma f**ar mais distendida e sensível. Se a fralda estiver muito apertada, ela pode aumentar a pressão nessa região e deixar o bebê ainda mais desconfortável.

Pequenos ajustes, como deixar a fralda um pouco mais solta, fazer movimentos suaves na barriguinha ou movimentar o quadril do bebê, podem ajudar bastante nesses momentos.

Pequenos detalhes mudam muito o conforto do bebê.

A forma como seguramos, posicionamos, trocamos a fralda ou movimentamos o corpo do bebê pode ajudar mais do que imaginamos.

Endereço

Luís Eduardo Magalhães, BA

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