Psilucimarabatista

Psilucimarabatista Psicóloga, 30 anos de experiência, psicoterapia focada em traumas (EMDR, Brainspotting, Experiência Somática), ofereço cursos e supervisão para psicólogos.

Escritora e palestrante.

06/05/2026

💔 Sentir raiva dos pais… e, ao mesmo tempo, culpa por sentir.

🧠 Muita gente cresceu ouvindo — explícita ou silenciosamente —
que isso é errado, ingrato, absurdo.
Que bons filhos não sentem raiva.

💭 E então você aprende a fazer o quê?
Reprimir. Engolir. Se culpar.
Mas a verdade é mais profunda:
👉 A raiva, muitas vezes, não é contra os pais.
É contra o que doeu… e não foi visto.

🌪️ Infâncias marcadas por ausência emocional, críticas constantes, invalidação, medo ou exigência excessiva deixam registros no corpo.
E quando essas experiências não puderam ser expressas…
elas não desaparecem.
Elas f**am.

⚠️ E aí surge o conflito interno:
Uma parte sua diz:
“Eles fizeram o que puderam.”
Outra parte, silenciosa, sente:
“Mas doeu. E ainda dói.”
👉 E as duas são verdadeiras.

💡 A neurociência mostra que emoções não processadas não somem —
elas f**am armazenadas como memória implícita, influenciando como você sente, reage e se relaciona.
E a raiva… nesse contexto…
não é um defeito.
É um sinal.
Um sinal de que algo ultrapassou seus limites.
De que algo importante em você não foi protegido.

🌿 Sentir raiva não te faz uma pessoa ruim.
Te faz alguém que está começando a entrar em contato com a própria dor.
✨ A cura não está em negar essa emoção.
Mas em poder senti-la com consciência, sem se perder nela…
e sem se destruir por isso.
Porque amadurecer emocionalmente não é idealizar os pais.
É conseguir olhar para a história com verdade —
e ainda assim escolher o que fazer com ela.
💬 Me conta: você já se sentiu culpado por
sentir raiva de quem deveria te proteger?

🔁 Salve este post para lembrar:
sentir não é trair seus pais…
é começar a ser fiel a você. E compartilhe com quem precisa saber disso!


Psicóloga / Trauma & Regulação 🦋

04/05/2026

A cura não é um destino, é um retorno para casa. 🦋

Muitas vezes, passamos a vida fugindo do que sentimos. Fugimos da ansiedade, do medo e das memórias que machucam, acreditando que o controle rígido é a nossa única salvação.

Mas a verdade que vejo todos os dias é que o trauma nos faz estranhos de nós mesmos. Ele nos desconecta do corpo e nos coloca em um estado de sobrevivência constante, onde o acolhimento parece perigoso.

✨ A cura floresce quando você decide parar de fugir e começa a olhar para a sua criança interior ferida.

Aquela parte de você que ainda carrega o peso de não ter sido vista, protegida ou validada no passado. Parar de fugir signif**a:

Reconhecer a dor: Validar que aquela criança sofreu e que os mecanismos de sobrevivência que você usa hoje — como o perfeccionismo ou a hipervigilância — foram as únicas ferramentas que ela encontrou para te manter viva.

Trocar a crítica pelo abraço: Em vez de se punir por "travar" ou "explodir", entenda que é a sua criança interior reagindo a um gatilho. Ela não precisa de mais julgamento, ela precisa de segurança.

Dar voz ao que foi calado: Permitir que as emoções da infância encontrem um lugar seguro no seu corpo de hoje, através da regulação do seu sistema nervoso.

Acolher-se com amor é um ato de coragem biológica. É dizer para aquela sua versão pequena que ainda vive aí dentro: "Agora eu sou o adulto que você precisava. Nós estamos seguros e você pode descansar".

Se você sente que passou tempo demais fugindo de si mesma, saiba que o caminho de volta começa com um gesto de gentileza para com a sua história.

Como você pode acolher a sua criança interior hoje? Me conte aqui nos comentários. 👇


Psicóloga/ Trauma & Regulação 🦋

03/05/2026

💔 VERDADE DOLOROSA: As pessoas que mais te machucam às vezes são as que deveriam te proteger. Aprenda a identif**ar os sinais de toxicidade familiar e como se blindar emocionalmente.

5 ESTRATÉGIAS INFALÍVEIS PARA SE PROTEGER:

🛡️ 1. TÉCNICA DO CINZA Torne-se "desinteressante" - respostas curtas, sem reações emocionais. Eles perdem o interesse quando não conseguem te provocar.

🚪 2. DISTANCIAMENTO ESTRATÉGICO Reduza visitas, ligações e interações. Crie uma "agenda ocupada" como escudo natural.

🧠 3. REFRAME MENTAL Pare de esperar mudanças deles. Aceite que são assim e foque no que VOCÊ pode controlar: suas reações e escolhas.

⏰ 4. REGRA DOS 10 MINUTOS Limite conversas a 10 minutos máximo. Depois disso, "preciso ir" sempre funciona.

💪 5. REDE DE APOIO EXTERNA Cultive amizades sólidas fora da família. Elas se tornam sua "família escolhida" e fonte real de apoio.

✨ LEMBRE-SE: Você não precisa se incendiar para manter outros aquecidos. Sua saúde mental vale mais que a "paz familiar" falsa.

Salve este post - você vai precisar dele! 👆
Compartilhe com quem precisa blindar sua saúde mental.


Psicóloga/ Trauma & Regulação 🦋

02/05/2026

💔 Às vezes, você acha que está perdido…
mas, na verdade, você só se afastou de uma parte sua.
Uma parte que sentiu demais.
Que não foi acolhida.
Que precisou crescer rápido…
quando ainda precisava de colo.

👶 A criança que você foi
não desapareceu.
Ela ficou lá…
no momento em que foi ignorada, assustada ou sozinha.
Esperando.

🧠 E o que você sente hoje —
a confusão, o vazio, a dificuldade de se reconhecer —
muitas vezes não é falta de direção.
É uma desconexão interna.
É como se uma parte sua dissesse:
👉 “eu continuo aqui… você pode me ver agora?”

🌪️ Por isso, você pode: – se sentir perdido sem saber por quê
– mudar de caminho o tempo todo
– não confiar nas próprias escolhas
– sentir que nada preenche
Porque falta algo essencial:
reconexão com quem você precisou deixar para sobreviver.

💛 E aqui começa a virada:
Você não precisa se encontrar do zero.
Você precisa voltar.
Voltar para: – sentir o que foi silenciado
– olhar para o que foi evitado
– acolher o que ficou sozinho

🌱 Isso não é fraqueza.
Isso é integração.
✨ E esse caminho, muitas vezes, precisa de ajuda.
A psicoterapia informada para o trauma permite:
– acessar memórias implícitas
– trabalhar partes internas (como a criança ferida)
– regular o sistema nervoso
– reconstruir segurança emocional
– transformar dor em signif**ado

💛 Você não está perdido.
Você só está desconectado de si.
E existe um caminho de volta.

✨ Salve esse post para lembrar.
✨ Compartilhe com quem precisa ouvir isso hoje.


Psicóloga | Trauma & Regulação 🦋

02/05/2026

🧠 Os Filhos Repetem o que os Pais Não Curam

📚 A Ciência da Epigenética nos mostra que não somos reféns de nossos genes. Nossas experiências e emoções podem alterar a expressão deles, transmitindo padrões de uma geração para outra.

💔 Por exemplo, um filho de pais que sofreram traumas na infância, como abuso ou negligência emocional, pode herdar uma maior predisposição a problemas de saúde mental. Isso porque os genes relacionados ao estresse f**am "ligados" de forma crônica.

😟 Mas essa transmissão intergeracional não se limita ao plano biológico. Nossos filhos também tendem a repetir os medos, rejeições, abandonos, culpas e vergonhas que não foram devidamente curados em nós, seus pais.

💪 Isso acontece porque, durante a infância, absorvemos profundamente as crenças, emoções e comportamentos daqueles que nos criaram. Esses padrões f**am enraizados em nosso subconsciente e tendem a se manifestar, mesmo que de forma inconsciente, em nossos relacionamentos e escolhas futuras.

😔 Por exemplo, um filho de pais que se sentiam "não suficientes" pode carregar consigo a mesma crença de que "não é bom o suficiente". Ou um filho de pais emocionalmente distantes pode ter dificuldade em se conectar de forma genuína com os outros.

🚀 Porém, é possível romper esse ciclo. Quando temos a coragem de olhar para nossas próprias dores e curá-las com autocompaixão, deixamos de projetar nossas questões não resolvidas em nossas relações. Assim, podemos criar um novo legado para as próximas gerações.


Psicóloga/ Trauma & Regulação 🦋

01/05/2026

💥 Você não escolhe sentir assim…
você foi moldado por experiências que deixaram marcas profundas.
Essas feridas não aparecem sempre de forma óbvia.
Elas se escondem em padrões… em escolhas… em reações automáticas.

🧠 O seu sistema nervoso aprendeu, muito cedo, a garantir vínculo e segurança do jeito que era possível — mesmo que isso signif**asse se afastar de si.

💭 Por isso, hoje, você pode perceber:
– dificuldade de se sentir pertencente, mesmo quando é aceito
– medo intenso de perder pessoas, mesmo quando elas estão presentes
– vergonha de ser quem você é, como se estivesse sempre “errado”
– necessidade de provar valor o tempo todo
– desconfiança constante, mesmo sem evidências claras
– rigidez consigo e com os outros, como forma de manter controle
👉 Não é falta de amor-próprio.
👉 É um sistema nervoso tentando evitar dores antigas, repetindo padrões disfuncionais.
Como explica Gabor Maté, nossos comportamentos não surgem do nada — eles são adaptações às experiências que vivemos, especialmente nas relações mais importantes.

💥 O que hoje parece um problema…
um dia foi uma solução de sobrevivência.
Mas o que protegeu lá atrás…
pode estar te limitando agora.

⚠️ E o mais desafiador:
Esses padrões são familiares.
O corpo reconhece.
E, muitas vezes, você repete… sem perceber.

✨ Mas existe um caminho possível:
Não é sobre se culpar.
É sobre se compreender com profundidade.
Quando você começa a:
– reconhecer seus padrões sem julgamento
– entender de onde eles vieram
– acolher as partes que aprenderam assim
– regular o seu corpo
– criar novas experiências de segurança

👉 Algo começa a se reorganizar por dentro.
E, aos poucos…
– você se posiciona com mais clareza
– escolhe diferente
– sustenta o que sente
– se conecta sem se abandonar

💬 Me conta: qual padrão você percebe que mais se repete na sua vida?
🔁 Salve este post para lembrar:
você não é o padrão…
você aprendeu a funcionar assim.

| Psicóloga/ Trauma & Regulação 🦋

30/04/2026

💔 Talvez ninguém tenha te ensinado a falar com você com carinho…
mas existe uma parte sua que sabe.
Uma parte silenciosa, profunda…
que não te julga, não te apressa, não te abandona.

✨ A sua parte compassiva.
Se você pudesse ouvi-la agora, talvez ela diria:
💭 “Eu sei que está doendo…”
💭 “Você não precisava ter passado por tudo isso sozinho.”
💭 “Não tem nada de errado em sentir o que você está sentindo.”
💭 “Eu estou aqui com você… não vou te deixar.”
Ela não te chama de fraco.
Ela não te cobra mais do que você pode dar.

Ela não te compara.
👉 Ela te acolhe.
🧠 Porque, quando você ativa essa parte, algo muda no seu corpo:
– a respiração desacelera
– o peito suaviza
– o sistema nervoso encontra um pouco de descanso.

💥 Não é fraqueza.
É REGULAÇÃO COM AMOR.
Como mostra a ciência do trauma, não é a crítica que transforma…
é a SEGURANÇA INTERNA.

🌱 E, aos poucos, você pode aprender:
– a se tratar como gostaria de ter sido tratado
– a se ouvir sem se atacar
– a se sustentar nos momentos difíceis

💔 Você não precisa continuar repetindo a voz que te feriu.
Existe uma nova voz nascendo aí dentro…
mais gentil, mais firme, mais verdadeira.

💬 Me conta: qual frase você mais precisava ouvir hoje?
🔁 Salve esse post para lembrar:
você também pode ser um lugar seguro para si.


Psicóloga/ Trauma & Regulação 🦋

28/04/2026
28/04/2026

💔 Não é vitimismo…
é TRAUMA.
E trauma não é sobre lembrar…
é sobre REVIVER no corpo.

🧠 Às vezes você entende tudo racionalmente…
mas na hora, o corpo assume:
– o coração dispara
– a respiração encurta
– o peito aperta
– a mente trava
👉 E você se pergunta: “por que eu ainda sou assim?”
Porque isso não começou agora.
Como explica Stephen Porges, o seu sistema nervoso está o tempo todo buscando sinais de segurança ou perigo.
Quando ele aprendeu, lá atrás, que o mundo era imprevisível…
ele continua reagindo como se ainda fosse.

💭 Mesmo quando a situação mudou.
👉 Já Peter Levine mostra que o trauma f**a como uma resposta de sobrevivência incompleta no corpo.
Ou seja:
o que você não pôde lutar, fugir ou expressar…
ficou preso no seu sistema nervoso.

💥 E por isso você sente:
– medo sem explicação
– reações desproporcionais
– dificuldade de se sentir seguro
– necessidade de controle ou fuga
– exaustão emocional
👉 Não é exagero.
👉 É o seu corpo tentando terminar algo que ficou aberto.

💔 E como diz Gabor Maté, não é sobre “o que há de errado com você”…
mas sobre o que aconteceu com você.

⚠️ Onde não houve acolhimento…
o sistema nervoso não encontrou resolução.
E aí, mesmo anos depois…
a ferida continua ativa.

✨ Mas existe um caminho real de transformação:
A cura não acontece só entendendo.
Ela acontece quando o corpo finalmente encontra SEGURANÇA.
👉 na relação
👉 na regulação
👉 em novas experiências emocionais

🌱 Aos poucos…
– o corpo desacelera
– o alerta diminui
– a emoção encontra espaço
– o passado deixa de invadir o presente

💬 Me conta: você sente que entende… mas na hora o corpo reage diferente?
🔁 Salve esse vídeo para lembrar:
não é fraqueza…
é um sistema nervoso que ainda está tentando te proteger.


Psicóloga/ Trauma & Regulação 🦋

25/04/2026

💥 Você não saiu ileso da sua infância…
você foi treinado para sobreviver.

💔 Te chamaram de “maduro demais”…
mas, na verdade, você era uma criança sem espaço para ser criança.
Uma infância roubada…
muitas vezes por familiares também traumatizados — que não se trataram
e, sem perceber, repetiram a dor em você.

🧠 O cérebro infantil não questiona.
Ele se adapta.
Então você aprendeu:
– a ler o ambiente antes de falar
– a perceber o humor dos adultos para evitar explosões
– a engolir o choro
– a ser forte quando precisava ser cuidado
– a resolver sozinho o que era grande demais para sua idade

💭 Você não brincava em paz…
você monitorava, evitava, sobrevivia.
Exemplos de uma infância que não pôde ser vivida:
– criança que “não dá trabalho”… porque aprendeu a se calar
– criança que cuida dos irmãos… mas ninguém cuida dela
– criança que evita errar… porque o erro vinha com crítica ou punição
– criança que sente medo constante… em casa
– criança que amadurece rápido… porque não teve escolha

💥 E isso deixa marcas profundas.
Na vida adulta, pode aparecer como:
– dificuldade de relaxar (“sempre em alerta”)
– sensação de responsabilidade excessiva
– culpa por descansar
– dificuldade de pedir ajuda
– necessidade de controle
– medo de confiar
– exaustão emocional sem saber por quê
Porque o seu corpo nunca aprendeu o que é SEGURANÇA DE VERDADE.
Como aponta Bessel van der Kolk, o trauma não resolvido continua vivendo no corpo e nas relações.

⚠️ E aqui está algo importante de olhar com coragem:
Seus cuidadores também podem ter sido feridos.
Mas isso não muda o impacto do que você viveu.
Dor não tratada… se repete.
E agora vem a parte que transforma:
Você não teve escolha lá atrás…
mas tem agora.

Se reconstruir é aprender:
– a desacelerar o corpo
– a sentir com segurança
– a se cuidar como ninguém cuidou
– a dar para si o que faltou
É sair do modo sobrevivência…
e, aos poucos, aprender a VIVER.

💬 Me conta: em que momento você percebe que está “sobrevivendo” e não vivendo?
🔁 Salve esse post para lembrar

23/04/2026

💥 Essa voz que te destrói por dentro… não nasceu com você.
👉 Ela é o INTROJETO de quem um dia te feriu.

💔 Você chama de autocrítica…
mas, muitas vezes, está repetindo internamente o que foi vivido na infância.

🧠 Quando a criança cresce em um ambiente com:
– críticas constantes
– exigência excessiva
– comparação
– humilhação ou invalidação
ela não tem escolha.
👉 Para manter o vínculo…
ela internaliza a voz do outro.
Isso é o que a psicologia chama de INTROJETO.

💭 Aquela voz externa…
vira uma voz interna.
– “você não faz nada direito”
– “isso não está bom”
– “você é difícil”
– “você nunca é suficiente”
E o mais profundo de tudo…
👉 você começa a acreditar que essa voz é sua.
Como explica Daniel Siegel, o cérebro é moldado pelas relações — e isso inclui a forma como passamos a nos tratar internamente.

⚠️ O problema é que essa voz não te fortalece.
Ela te mantém em ESTADO DE AMEAÇA.
– ativa ansiedade
– alimenta vergonha
– paralisa decisões
– reforça a sensação de inadequação

💥 Porque, para o cérebro, essa crítica constante é como se o perigo ainda estivesse presente.
👉 Então você não trava porque “não consegue”.
Você trava porque seu sistema nervoso está tentando te proteger de algo que já doeu antes.

✨ Mas aqui está a virada:
Essa voz não é a sua essência.
Ela é um MECANISMO APRENDIDO DE SOBREVIVÊNCIA.

🌱 E quando você começa a perceber isso…
– você cria espaço entre você e essa voz
– você deixa de acreditar em tudo que ela diz
– você começa a construir uma nova forma de se relacionar consigo
Aos poucos…
o que era ataque
pode se transformar em CUIDADO.

💬 Me conta: qual frase essa voz costuma repetir aí dentro?
🔁 Salve esse vídeo para lembrar:
você não nasceu se criticando…
você aprendeu.


Psicóloga/ Trauma & Regulação 🦋

21/04/2026

💔 Não é só o volume da voz…
é o que isso FAZ DENTRO DA CRIANÇA.
Quando há GRITOS e BRIGAS — entre os pais ou direcionados à criança —
o que ela sente não é “discussão”…
é PERIGO.

🧠 O cérebro infantil ainda está em formação.
Ele não tem recursos para entender contexto.
Ele só registra:
“não estou segura”
“algo ruim pode acontecer”
“estou sozinha nisso”
E o corpo responde…
– o coração dispara
– a respiração encurta
– o estômago aperta
– os músculos contraem

💭 Por fora pode parecer “só um momento”.
Por dentro… é o sistema nervoso entrando em SOBREVIVÊNCIA.
E quando isso se repete…
👉 vira padrão interno
👉 vira forma de perceber o mundo
👉 vira forma de se relacionar

🧠 Estudos sobre Experiências Adversas na Infância (ACEs), conduzidos pelo Centers for Disease Control and Prevention, mostram que crianças expostas a conflitos intensos e ambientes imprevisíveis têm maior risco de desenvolver:
– ansiedade
– depressão
– dificuldades de vínculo
– dependências
– doenças psicossomáticas

💥 Porque o corpo não diferencia “briga de adulto” de ameaça real.
Ele registra tudo como EXPERIÊNCIA CORPORAL.
E quando a criança não pode sair dali…
não pode lutar…
não pode fugir… ela SE ADAPTA.
Algumas tentam agradar.
Outras se fecham.
Outras f**am em alerta o tempo todo.
Outras “desligam”.
Mas todas…
estão tentando sobreviver.

⚠️ E isso não f**a na infância.
Na vida adulta, pode aparecer como:
– medo de conflito
– explosões de raiva ou silêncio extremo
– dificuldade de confiar
– relações instáveis
– sensação constante de tensão
– busca por algo que alivie (comida, álcool, pessoas, distrações)
Não é fraqueza.
É um sistema nervoso que aprendeu no caos.

E aqui vai um pedido direto para pais e educadores:
A forma como você lida com o conflito…
ensina o cérebro da criança a lidar com a vida.
Não é sobre nunca errar.
É sobre REPARAR.
– diminuir o tom
– explicar depois
– acolher o que a criança sentiu
– mostrar que o vínculo continua seguro
Porque não é a ausência de conflito que protege…
é a pre

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