Ser família em Deus

Ser família em Deus Psicoterapia e formação integral para mulheres solteiras que sonham em ser família em Deus

“Mas um samaritano, que ia de viagem, chegou perto dele, e, vendo-o, moveu-se de compaixão. Aproximou-se, tratou-lhe as ...
14/12/2025

“Mas um samaritano, que ia de viagem, chegou perto dele, e, vendo-o, moveu-se de compaixão. Aproximou-se, tratou-lhe as feridas, derramando nelas óleo e vinho; depois colocou-o sobre o seu próprio animal, levou-o para uma hospedaria e cuidou dele.” (Lc 10, 33–34)

“Vai, e faze tu o mesmo.” (Lc 10, 37)

12/12/2025

Existe ainda um medo concreto e real:
essa é a mesma escola onde um sobrinho da mãe já sofreu violência física, sendo amarrado a uma carteira.
Não é paranoia. É experiência vivida.

Depois de orientação jurídica, discernimento e oração, ficou claro:
👉 permanecer onde estão deixou de ser seguro.

A única saída viável para proteger a criança e encerrar o conflito é a mudança.

O plano é ir para Foz do Iguaçu, onde haverá apoio e possibilidade de reorganização imediata,
e obter também um endereço no Paraguai, garantindo proteção legal, emocional e educacional para continuar o homeschooling.

Isso não é fuga.
É proteção.

Essa perseguição não é apenas sobre essa família.

É sobre o direito fundamental de educar com liberdade, que hoje está sendo colocado em risco.

Essa campanha existe para que essa mudança não aconteça no desespero,
mas com dignidade, estrutura e apoio da comunidade.

Se você é homeschooler, entende o peso dessa decisão.

Se você defende a liberdade educacional, sabe que isso não é um caso isolado. Eles precisam da sua ajuda para fazer a mudança legalmente até antes do início do próximo ano letivo.

🤍 Doe. Compartilhe. Apoie.

Hoje é essa família.

Amanhã, pode ser qualquer outra família educadora do Brasil.

Eles tem uma renda baixa, deixarão para trás a casa que possuem e precisarão alugar um imóvel e iniciar o processo de cidadania psraguaia para os três: pai, mãe e filho. O pai precisará montar sua oficina de funilaria no novo local.

A meta é: 25 mil reais; para custear a mudança e o início de uma vida nova: com segurança, justiça e esperança.

PIX: 44 99843-1749
Qualquer quantia é bem vinda.

Doe. COMPARTILHE. Apoie.

10/12/2025

Escola da vida. K*k

A divulgação de manifestos afirmando que “bebês, crianças e adolescentes estão em risco” caso o homeschooling seja regulamentado reativa o debate sobre educação domiciliar no Brasil, porém com uma carga emocional que obscurece a análise racional do tema.

Embora a proteção infantojuvenil seja inegociável, a forma como a questão é apresentada revela um conjunto de falácias que comprometem a qualidade do argumento.

A primeira delas é o apelo ao medo. Declarações genéricas de risco, sem dados que demonstrem causalidade, buscam provocar reação imediata, não construir entendimento.

A segunda é a generalização apressada: o argumento pressupõe que toda educação domiciliar resultaria em vulnerabilidade, ignorando a diversidade das famílias, as motivações pedagógicas e as evidências internacionais de resultados positivos da prática.

Há ainda uma falsa dicotomia que opõe escola e proteção, como se apenas a instituição escolar pudesse garantir convivência e segurança, desconsiderando que risco ou bem-estar decorrem de múltiplos fatores e que a própria escola pode ser, em alguns contextos, um ambiente de exposição.

Soma-se a isso o apelo à autoridade coletiva: listar dezenas de organizações não substitui a apresentação de evidências empíricas. Trata-se de uma estratégia retórica apelativa e desonesta, que carece de validação científica e veracidade.

Por fim, observa-se um espantalho retórico: o homeschooling é descrito de forma caricata, como se implicasse isolamento absoluto, ausência de aprendizagem e invisibilidade social. Essa representação não corresponde às práticas reais nem aos modelos existentes de onde a modalidade é regulamentada e praticada de diversas formas.

Assim, o debate público sobre homeschooling deve se apoiar em evidências, nuance e responsabilidade analítica: não em alarmismo ou simplificações que distorcem um fenômeno complexo.

Oi, eu sou Paula Lellis, pesquiso sobre o homeschooling no Brasil, com foco no estresse vivido pelas famílias diante da judicialização da prática e da falta de reconhecimento da liberdade educacional no país. Se isso te interessa, venha me seguir.

09/12/2025

“A “ciência” da Educação Infantil é o brincar, por isso a escola é insubstituível.”

Ahn han. Senta lá, Cláudia.

Criança não precisa de escola para aprender a brincar e nem para “socializar”: ela o faz também em diversos contextos de convivência: viximhos, comunidade, clube, igreja, família expandida…

A escola é SUBSTITUÍVEL. Insubstituível é a família. Vamos colocar os pingos nos is.

Homeschooling regulamentado e promovido no Brasil é questão de JUSTIÇA.

Concorda?

A negação do homeschooling na modernidade pode ser vista como a tentativa do Estado e da sociedade de impor um “argument...
08/12/2025

A negação do homeschooling na modernidade pode ser vista como a tentativa do Estado e da sociedade de impor um “argumento” (o sistema escolar padronizado e burocrático) sobre a “realidade concreta” e orgânica da vida familiar. Assim como Mr. Collins tenta transformar a existência em um “silogismo lógico”, a proibição da educação domiciliar tenta enquadrar a formação humana única em uma equação predefinida, ignorando as nuances da vida real em favor de uma estrutura teórica.

O personagem Mr. Collins sofre de uma “frieza analítica” que destrói tudo o que toca, rejeitando a felicidade simples devido ao seu “orgulho intelectual”.

A postura moderna contra o homeschooling muitas vezes reflete essa arrogância intelectual descrita na obra. Críticos frequentemente assumem que a “inteligência” certificada e institucional é superior à sabedoria natural e ao amor dos pais, tratando a educação como um problema técnico a ser resolvido por especialistas, e não como uma extensão da vida. Essa mentalidade disseca a criança e a família com uma lâmina afiada, matando a espontaneidade do aprendizado, assim como Collins “dissecou a vida até matá-la”.

A modernidade tende a tratar a educação como uma equação resolvida: “Criança + Escola Institucional = Cidadão”. A negação do homeschooling é a recusa em aceitar que existem outras formas de viver e aprender que não se encaixam nessa lógica industrial. Ao proibir a educação em casa, a sociedade moderna age como Collins, tentando forçar toda a realidade dentro de sua “pequena lógica humana”, o que pode levar ao tédio e à perda de sentido.

A defesa cega da escolarização obrigatória em detrimento da educação familiar muitas vezes ignora as falhas óbvias do sistema (como a violência escolar ou o fracasso no aprendizado real), sustentando uma “farsa” de socialização e eficiência. Quem nega o homeschooling muitas vezes defende a instituição pela instituição, caindo no mesmo erro que Collins denunciava, mas ironicamente tornando-se prisioneiro da própria artificialidade que o personagem criticava.

(Continuo nos comentários) 😊

A construção das competências socioemocionais na infância é um dos pilares para o desenvolvimento pleno e para uma vida ...
28/10/2025

A construção das competências socioemocionais na infância é um dos pilares para o desenvolvimento pleno e para uma vida social saudável. Práticas simples podem favorecer grandes avanços nessa área, especialmente em contextos de Homeschool e Afterschool.

Nesta atividade, a criança observa situações comuns e registra como se sente em cada uma delas:
• Quando está no escuro
• Quando escuta um barulho alto
• Quando se aproxima de algo quente
• Quando lambe um sorvete

Esse exercício vai além da alfabetização escrita: ele promove a alfabetização emocional, fundamental para:
• Autoconsciência: reconhecer as próprias emoções e sensações
• Vocabulário emocional: ampliar a capacidade de expressão verbal
• Regulação emocional: manejar desconfortos e evitar reações impulsivas
• Empatia: perceber que os outros também vivenciam emoções diferentes
• Assertividade: comunicar necessidades com clareza e respeito
• Autoeficácia: desenvolver confiança para enfrentar desafios

Pesquisas na área de Psicologia Educacional mostram que crianças com maior repertório emocional apresentam menos conflitos interpessoais, lidam melhor com frustrações, demonstram mais cooperação e iniciativa social, e têm melhor desempenho acadêmico no longo prazo.

Assim, atividades que integram linguagem, emoção e experiência sensorial contribuem diretamente para o desenvolvimento das habilidades sociais, como comunicar-se bem, respeitar limites e preferências do outro, estabelecer vínculos positivos e resolver conflitos com autonomia.

No Homeschool e no Afterschool, o ambiente personalizado e vinculado ao cotidiano permite que esse aprendizado ocorra de forma contextualizada e contínua, fortalecendo a formação emocional para além do desempenho acadêmico.

Desenvolver um bom repertório de habilidades sociais é um recurso educacional importante, independentemente da modalidade educacional adotada pela família. Concorda? Comente.👇

A pergunta “Devo ensinar meu filho de 2 anos a ler?” é bastante debatida. A maioria dos especialistas sugere esperar, ma...
27/10/2025

A pergunta “Devo ensinar meu filho de 2 anos a ler?” é bastante debatida. A maioria dos especialistas sugere esperar, mas algumas pesquisas – inclusive ligadas a Harvard – indicam que começar mais cedo pode ser benéfico, desde que feito da maneira certa.
1. Crianças podem aprender a ler antes da escola formal, se o ensino for adequado
Estudos mostram que crianças pequenas conseguem aprender a ler quando o ensino é apropriado à idade e personalizado. Atividades que desenvolvem a consciência fonêmica e a linguagem oral são muito eficazes desde cedo (Pervova & Semenova, 2021), (Durkin, 1968).
2. Ensinar formalmente muito cedo pode prejudicar crianças que não estão prontas
Forçar a leitura em crianças sem maturidade pode causar estresse e até atrapalhar a motivação futura. Não há evidências claras de que o ensino formal precoce traga vantagens duradouras para todas as crianças (Miller, 1970).
3. O método de ensino importa mais do que a idade
O sucesso na leitura precoce depende mais do como do que do quando. Métodos que combinam fonética com compreensão de significado funcionam bem, especialmente com crianças curiosas e interessadas (Engelmann et al., 1983), (Adams, 1991).
4. O interesse e a autoconfiança da criança são fatores-chave
Um estudo com crianças de 6 anos mostrou que muitas veem o aprendizado da leitura como algo positivo e confiam na própria capacidade de aprender. Isso reforça a importância de considerar o interesse individual da criança (Kiiveri & Määttä, 2012).
5. Os benefícios a longo prazo da leitura precoce são incertos
Crianças que aprendem a ler mais cedo podem ter vantagens iniciais, mas muitas vezes esse “avanço” desaparece nos anos seguintes da escola (Miller, 1970).

Ensinar uma criança de 2 anos a ler pode ser positivo, desde que ela demonstre interesse, esteja pronta e o ensino seja lúdico, sem pressão. Forçar pode ter efeitos negativos. Mas criar um ambiente rico em linguagem, histórias e sons ajuda muito no desenvolvimento natural da leitura.

Quer mais informações baseadas em pesquisas para te ajudar a tomsr decisões sobre o seu “homeschooling” ou “afterschooling”? Siga

Aprender a ler e escrever pode ser o maior barato! O baixo nível educacional do Brasil não é acidente, é projeto.  Faça ...
21/10/2025

Aprender a ler e escrever pode ser o maior barato! O baixo nível educacional do Brasil não é acidente, é projeto. Faça algo a mais pela sua criança. Leia-lhe bons livros. Restrinja-lhe o audiovisual. Ensine-lhe a amar o bem, o belo e o verdadeiro. Estimule as boas amizades. Conviva muito com ela: desfrute de sua companhia. Reze com ela. Ensine-lhe a rezar. A lista continua…

O que você acrescentaria? Divida conosco. 👇

21/10/2025
É amanhã às 8h. Coordenação .pedreira e Antônio. Link nos stories.
20/10/2025

É amanhã às 8h. Coordenação .pedreira e Antônio. Link nos stories.

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