Dr Pedro Ferro

Dr Pedro Ferro Especialista em tratamento de dores agudas/crônicas de forma clínica e intervencionista

14/05/2026

“Dr, por que é tão ruim tratar fibromialgia com morfina?” 🤔

Porque fibromialgia NÃO é uma dor “comum”.
E é aí que muita gente erra.

A morfina e outros opioides foram criados para dores como:
✔️ pós-operatório
✔️ fraturas
✔️ câncer
✔️ traumas importantes

Já a fibromialgia funciona de outra forma.

O problema principal está no processamento da dor pelo sistema nervoso. O cérebro f**a “hipersensível”, amplif**ando estímulos o tempo inteiro. ⚠️

E o que acontece quando usamos morfina por muito tempo nesses casos?

❌ o corpo cria tolerância
❌ precisa aumentar doses cada vez mais
❌ piora fadiga e sono
❌ pode causar dependência
❌ aumenta risco de ansiedade e alterações de humor
❌ em alguns pacientes, pode até aumentar a sensibilidade à dor (hiperalgesia induzida por opioides)

Ou seja:
às vezes o paciente começa tomando para melhorar… e meses depois está com MAIS dor, MAIS cansaço e MAIS limitações.

Por isso as diretrizes atuais evitam opioides fortes na fibromialgia. 🚫

O tratamento mais ef**az normalmente envolve:
✔️ atividade física regular
✔️ melhora do sono
✔️ manejo emocional
✔️ educação em dor
✔️ medicamentos moduladores do sistema nervoso

Fibromialgia não melhora “desligando” a dor com remédios fortes.
Ela melhora tratando o sistema que aprendeu a sentir dor o tempo todo. 💙

Nos seus braços nossos filhos sentem a pazNa sua presença nossa família está sempre completa Que orgulho ter você como m...
10/05/2026

Nos seus braços nossos filhos sentem a paz
Na sua presença nossa família está sempre completa
Que orgulho ter você como mãe dos meus filhos!
Que sorte dos nossos filhos ter você como mãe!cardio hoje eu olho pra nossa família e vejo você em cada detalhe bonito dela… e que alegria sentir sua parceria em tudo!
Feliz dia das mães meu amor!

Feliz dia das mães também para mulher que me criou e ensinou tudo que sei hoje! Que sorte a minha!

08/05/2026

Tem paciente que passa por ortopedista, reumatologista, neurologista, vascular, emergência, fisioterapia, faz inúmeros exames…
E mesmo assim continua ouvindo:
“Seu exame está normal.”

Mas a dor continua.
E continua limitando a vida.

A Medicina da Dor existe justamente para olhar o paciente de forma mais ampla.
Porque dor crônica nem sempre é apenas “um problema em um exame”.

Às vezes existe sensibilização do sistema nervoso.
Às vezes existem múltiplos fatores envolvidos ao mesmo tempo:
sono ruim, ansiedade, inflamação, sedentarismo, sobrecarga emocional, lesões antigas, alterações musculares e nervosas.

O paciente com dor crônica frequentemente não precisa de “mais um especialista olhando só uma parte”.
Precisa de alguém olhando o todo.

Dor é complexa.
E o tratamento também precisa ser.

07/05/2026

A toxina botulínica vai muito além da estética.
Na medicina da dor, ela tem ganhado espaço no tratamento de dores crônicas difíceis, especialmente na neuralgia pós-herpética — aquela dor persistente que pode continuar mesmo após o desaparecimento das lesões do herpes zoster.

Muitos pacientes descrevem como:
⚡ queimação
⚡ choques
⚡ dor ao toque da roupa
⚡ hipersensibilidade constante

A toxina botulínica pode ajudar reduzindo a liberação de substâncias envolvidas na transmissão da dor e diminuindo a sensibilização dos nervos.

O objetivo não é “mascarar” a dor.
É modular um sistema nervoso que ficou preso em estado de alerta constante.

Em alguns pacientes, o resultado é melhora do sono, da sensibilidade da pele, da qualidade de vida e até redução do uso de medicamentos.

Dor crônica não precisa ser normalizada.
E tratamento da dor vai muito além de analgésicos comuns.

06/05/2026

Compartilhe com quem tem dor de difícil controle. Compartilhe com quem tem uma dor que não melhora. Compartilhe com quem você acha que precisa saber disso.
Obrigado!

Minha contribuição no jornal do Comitê de Dor Pediátrica da Sociedade Brasileira para o Estudo da Dor me fez lembrar de ...
03/05/2026

Minha contribuição no jornal do Comitê de Dor Pediátrica da Sociedade Brasileira para o Estudo da Dor me fez lembrar de algo importante:

Fazer medicina da dor não é sair intervindo em tudo que aparece.

É estudar.
É questionar.
É contribuir.
É evoluir todos os dias.

Principalmente quando falamos de dor — e ainda mais em crianças — a responsabilidade é maior que qualquer técnica.

Nem toda dor precisa de procedimento.
Mas toda dor precisa de entendimento.

Seguimos crescendo.

30/04/2026

Exames normais… mas a dor é real. E intensa.

Essa é uma das maiores angústias de quem vive com fibromialgia.

Você faz exames, repete exames…
e tudo vem “normal”.
Mas o corpo continua doendo, o cansaço não passa, o sono não descansa.

E aí vem a dúvida: “será que é coisa da minha cabeça?”

❌ Não. Não é.

Na fibromialgia, o problema não está nos exames tradicionais.
Está na forma como o sistema nervoso processa a dor.

✔️ É uma alteração funcional
✔️ Uma amplif**ação dos sinais dolorosos
✔️ Uma desregulação do cérebro e da medula na percepção da dor

Por isso, exames como sangue, raio-X ou ressonância muitas vezes não mostram alterações.

📌 E isso não invalida a dor.
📌 Não diminui o sofrimento.
📌 Não signif**a que não exista um problema.

Signif**a apenas que precisamos olhar além dos exames.

👉 Diagnóstico é clínico.
👉 Tratamento é multidimensional.
👉 E o mais importante: o paciente precisa ser ouvido.

Se seus exames estão normais, mas a dor continua…
talvez esteja na hora de investigar do jeito certo.

Endereço

R. Drive José Afonso De Melo, 68
Maceió, AL
57036510

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