Psicóloga Jessyca Brennand

Psicóloga Jessyca Brennand Psicoterapeuta Cognitivo Comportamental (crianças, adolescente e adultos)
Avaliação Psicológica
Avaliação Neuropsicológica
Psicóloga de trânsito

Existe algo que a ciência do desenvolvimento infantil já compreende há bastante tempo: crianças não se desenvolvem apena...
08/05/2026

Existe algo que a ciência do desenvolvimento infantil já compreende há bastante tempo: crianças não se desenvolvem apenas a partir de estímulos cognitivos, mas, sobretudo, através das relações que sustentam suas experiências emocionais.

Na psicologia do desenvolvimento e nas neurociências, sabemos que vínculos afetivos seguros e responsivos exercem papel importante na organização emocional e neuropsicológica infantil.

Antes de a criança conseguir regular suas emoções sozinha, ela precisa vivenciar processos de co-regulação. É na relação com o outro que ela aprende, gradualmente, a reconhecer emoções, tolerar frustrações, desenvolver segurança e construir recursos internos de autorregulação.

E esse processo não acontece apenas dentro de casa.

Família, escola, professores, cuidadores e demais relações signif**ativas também participam diretamente da construção emocional e comportamental da criança. Ambientes previsíveis, afetivos e responsivos favorecem desenvolvimento, aprendizagem, flexibilidade cognitiva, habilidades sociais e segurança emocional.

Na TCC, compreendemos que experiências precoces influenciam a construção de crenças, repertórios emocionais e formas de interpretar o mundo. Já nas neurociências, observamos como relações consistentes funcionam como fator de proteção ao desenvolvimento infantil.

Cuidar também é ajudar a organizar emoções.
Vincular-se também é desenvolver.

Por aqui, você encontra desde reflexões até serviço especializado.

Psicoterapia infantil, orientação parental e acompanhamento neuropsicológico.
Agendamentos: (82) 99118-1414

Há experiências da infância que parecem simples aos olhos adultos, mas deixam marcas profundas no desenvolvimento emocio...
08/05/2026

Há experiências da infância que parecem simples aos olhos adultos, mas deixam marcas profundas no desenvolvimento emocional de uma criança.
A festinha de Dia das Mães na escola nunca é “só uma apresentação” ou “só uma comemoração”.

É pertencimento.
É vínculo.
É memória afetiva sendo construída em tempo real.
É segurança emocional ganhando forma através da presença, do olhar e do afeto.

A psicologia do desenvolvimento mostra que crianças crescem emocionalmente mais seguras quando se sentem acolhidas e conectadas aos seus vínculos de referência.
Para Albert Bandura, grande parte da aprendizagem acontece justamente nas experiências relacionais e emocionais compartilhadas.

E hoje, enquanto eu o via me procurar com os olhos no meio da escola, sorrir durante cada detalhe, se preocupar com seu desempenho e viver esse momento tão simbólico… eu também percebia algo acontecendo entre nós:
nosso vínculo sendo fortalecido de forma segura, amorosa e profundamente afetiva.

Porque amor de mãe também mora nisso.
Na presença.
Na disponibilidade emocional.
Nos pequenos momentos que, para a infância, se transformam em grandes registros emocionais.

Talvez, no futuro, ele não se lembre exatamente de cada música ou detalhe da decoração.
Mas existe algo que permanece:
a sensação de ter sido amado, celebrado e emocionalmente seguro enquanto vivia sua infância ao lado da mãe dele. 🤍

Há semanas que começam como uma lista de tarefas.E há semanas que podem começar como um convite: olhar com mais intenção...
04/05/2026

Há semanas que começam como uma lista de tarefas.
E há semanas que podem começar como um convite: olhar com mais intenção para o que cultivamos dentro de nós.

Na prática clínica, aprendemos que não são apenas os grandes eventos que transformam, são as pequenas experiências repetidas que vão reorganizando emoções, pensamentos e comportamentos ao longo do tempo.

Quando escolhemos direcionar atenção ao que é possível, ao que faz sentido e ao que constrói, ampliamos também as chances de que isso se fortaleça.

Como propõe Aaron Beck, não são apenas as situações que determinam como nos sentimos, mas a forma como as interpretamos.

Que, nesta semana, possamos multiplicar não só o que nos acontece…
mas principalmente a forma como escolhemos olhar, signif**ar e responder.

Mais leveza. Mais presença. Mais construção.

Excelente semana a todos 🤍

Entre uma palestra e outra, me peguei pensando:não é sobre aprender mais… é sobre começar a enxergar melhor!Em cada disc...
02/05/2026

Entre uma palestra e outra, me peguei pensando:
não é sobre aprender mais… é sobre começar a enxergar melhor!

Em cada discussão, algo se repetia, mesmo quando os temas eram diferentes: O desenvolvimento precisa de direção. Ele não acontece sozinho.

Essa reflexão reafirma e reorganiza a forma como eu volto para o consultório… e para a escola.

Enquanto profissionais precisamos sempre enaltecer que não estamos lidando apenas com comportamentos, estamos lidando com histórias.

Cada criança chega com um repertório, com experiências anteriores,
com formas próprias de aprender, sentir e responder ao ambiente.

E isso muda tudo.

Porque deixa de ser apenas sobre o que aparece
e passa a ser sobre o que sustenta.

Entender o contexto,
o histórico de aprendizagem,
as tentativas já feitas, e o que ainda precisa ser construído.

Por isso, ficou ainda mais forte pra mim a importância da sistematização: observar, registrar, analisar e ajustar.

Não como um protocolo engessado,
mas como o que dá direção, cuidado e intencionalidade à intervenção.

Também não existe uma única forma de aprender. Neste sentido, diferentes modos exigem diferentes caminhos, e consequentemente diferentes formas de ensinar.

Saio desses dias com menos pressa de aplicar técnicas e mais compromisso em estar presente de forma qualif**ada.

Mais atenta ao contexto, mais sensível às particularidades,
e mais intencional em cada decisão clínica.

Porque, no fim, não é sobre fazer mais.
É sobre fazer melhor.

E quando o olhar muda…
a prática muda junto.

Jessyca Brennand de Paula
Psicóloga e Neuropsicóloga
CRP-15/4254

Agendamentos: (82)99118-1414

Há algo que a prática clínica ensina com o tempo: não existe bom cuidado sem um bom pensamento clínico.Estar em um congr...
01/05/2026

Há algo que a prática clínica ensina com o tempo: não existe bom cuidado sem um bom pensamento clínico.

Estar em um congresso internacional de neuro imersão não é sobre acúmulo de informações, mas sobre refinar a forma de escutar, formular e intervir. É revisitar desenvolvimento, psicopatologia e avaliação à luz da ciência atual, ampliando a precisão do raciocínio clínico.

O psicodiagnóstico exige mais do que técnica: envolve integração de dados, leitura de contexto e responsabilidade ética. Não se trata apenas de nomear, mas de compreender o funcionamento e sustentar intervenções baseadas em evidências.

Essa imersão impacta diretamente minha prática porque qualif**a aquilo que não aparece de forma imediata:
- A construção de hipóteses mais refinadas;
- A escolha de intervenções mais coerentes; e
- A capacidade de sustentar decisões clínicas com base em evidências, e não apenas em impressões.

Ao mesmo tempo, quanto mais técnica, mais humana precisa ser a escuta. Porque nenhum dado substitui a singularidade de uma história.

Estar aqui é, sobretudo, um posicionamento profissional. Sendo assim, essa imersão fortalece minha prática na construção de hipóteses mais refinadas e decisões clínicas mais consistentes, sem perder de vista o essencial: a singularidade de cada história.

Atuo exclusivamente com crianças e adolescentes, na psicoterapia (TCC) e na avaliação neuropsicológica, com um olhar individualizado e fundamentado na ciência.

Se você tem percebido mudanças no comportamento, na aprendizagem ou nas emoções do seu filho(a), olhar para isso com atenção pode fazer diferença.

Agendamentos: (82) 99118-1414

Outro dia ouvi alguém falar de CPF…  um número que identif**a, que organiza, que “comprova” quem a gente é no mundo.Mas ...
29/04/2026

Outro dia ouvi alguém falar de CPF…
um número que identif**a, que organiza, que “comprova” quem a gente é no mundo.

Mas e quando, por dentro, a gente já não se reconhece mais?

Perder 35kg não começou no corpo.
Começou numa decisão silenciosa.
Daquelas que ninguém vê, ninguém aplaude, mas que mudam tudo.

Não foi sobre força de vontade o tempo todo.
Foi sobre escolha… mesmo nos dias em que eu não queria escolher.
Mesmo cansada. Mesmo em dúvida.

Foi sobre parar de me abandonar aos poucos.
E começar, também aos poucos, a me cuidar.

Na psicologia, a gente entende que mudança real não acontece só no comportamento visível.
Ela acontece quando a forma como você se enxerga começa a se reorganizar.
Quando você deixa de se tratar como alguém em segundo plano.

E isso não é imediato.
É processo.
É repetição.
É decisão diária.

Teve silêncio.
Teve confronto.
Teve dias em que parecia que nada estava acontecendo.

Mas estava.

Porque qualidade de vida não é só o resultado que aparece.
É a relação que você constrói com você enquanto ninguém está vendo.

Hoje eu entendo
não foi só sobre perder peso

foi sobre ganhar presença
ganhar consciência
ganhar responsabilidade por mim

E talvez seja isso que mais transforma
o momento em que você percebe que não precisa mais se perder de si para caber em lugar nenhum…

Estou mais viva do que nunca e a decisão que tomei mudou tudo!

Hoje vivi uma daquelas cenas simples… e profundamente potentes.De aquecer qualquer coração 🤍Enquanto desenhava, meu filh...
28/04/2026

Hoje vivi uma daquelas cenas simples… e profundamente potentes.
De aquecer qualquer coração 🤍

Enquanto desenhava, meu filho disse:
“Você sabia que quando eu faço algo interessante, eu acredito mais em mim?”

Essa fala, espontânea e genuína, traduz um princípio central do desenvolvimento humano: a construção da autoeficácia (Albert Bandura).

Na psicologia, sabemos que a percepção de competência (aquilo que a criança sente sobre o que é capaz de fazer), é fortalecida a partir de experiências concretas de realização. Não é o elogio vazio que sustenta a confiança, mas o encontro entre esforço, ação e resultado.

Quando a criança cria, experimenta, tenta, erra e consegue… ela não está apenas “brincando”. Ela está construindo crenças sobre si mesma.

E essas crenças organizam: sua motivação, sua persistência diante de desafios, sua regulação emocional e, sobretudo, sua relação com o aprender…

Esse é um exemplo vivo do que a ciência descreve: experiências de domínio são a principal fonte de fortalecimento da autoeficácia.

Como mãe e como profissional, fico com algo muito claro:
não se trata de formar crianças que “fazem bonito”,
mas crianças que percebem que são capazes.

Talvez esse seja esse o ponto mais importante:
não estamos apenas incentivando habilidades,
estamos ajudando a construir crenças internas que acompanharão ele por toda a vida.

Porque quando uma criança acredita em si,
ela não apenas realiza tarefas, ela se posiciona no mundo.

“Eu consigo.”
E, aos poucos,
“eu confio em mim.”

Hoje, no Dia Mundial da Saúde, é essencial ampliar o olhar sobre o que, de fato, signif**a estar saudável.A ciência já é...
07/04/2026

Hoje, no Dia Mundial da Saúde, é essencial ampliar o olhar sobre o que, de fato, signif**a estar saudável.

A ciência já é clara: saúde não se limita ao corpo. Ela envolve a integração entre fatores biológicos, psicológicos e sociais, conforme proposto pela própria Organização Mundial da Saúde.

Do ponto de vista da neuropsicologia, sabemos que o cérebro é altamente sensível às experiências que vivemos. Estresse crônico, relações disfuncionais, sobrecarga emocional e ambientes pouco estruturados impactam diretamente funções como atenção, memória, controle inibitório e regulação emocional.

Por outro lado, contextos seguros, relações de apoio e estratégias adequadas de enfrentamento promovem desenvolvimento cognitivo, bem-estar emocional e qualidade de vida.

Cuidar da saúde, portanto, não é apenas tratar sintomas, é compreender o funcionamento do cérebro, respeitar limites e construir ambientes que favoreçam o desenvolvimento humano.

Hoje é um convite à reflexão:
Como você tem cuidado da sua saúde de forma integral?

Hoje, 2 de abril (Dia Mundial de Conscientização do Autismo), é um convite para ir além dos símbolos.Conscientização não...
02/04/2026

Hoje, 2 de abril (Dia Mundial de Conscientização do Autismo), é um convite para ir além dos símbolos.

Conscientização não é só usar azul.
Não é só repetir frases bonitas.
E definitivamente não é apenas “falar sobre”.

A literatura científ**a já aponta há anos que o autismo deve ser compreendido dentro de uma perspectiva de neurodesenvolvimento, com grande variabilidade de perfis, necessidades e formas de interação com o mundo (American Psychiatric Association, 2013; Lord et al., 2020).

Ao mesmo tempo, o movimento da neurodiversidade nos provoca um ponto essencial: o autismo não é algo a ser “corrigido”, mas compreendido… sem ignorar a necessidade de suporte, intervenção e qualidade de vida.

Esse é o equilíbrio que muitas vezes falta.

Nem romantizar.
Nem reduzir a um transtorno.
Mas reconhecer a complexidade.

Intervenções baseadas em evidências, como as fundamentadas na Análise do Comportamento Aplicada (ABA), mostram resultados consistentes no desenvolvimento de habilidades — especialmente quando iniciadas precocemente e individualizadas (National Research Council, 2001; Reichow et al., 2018).

Mas evidência sem sensibilidade não sustenta inclusão.

Então f**a a dica, conscientizar, na prática, é:

– adaptar ambientes (não só exigir adaptação da criança)
– respeitar o tempo e o processamento
– compreender comportamentos como forma de comunicação
– orientar famílias com base em ciência, não em achismos
– promover inclusão real na escola (com estratégia, não só discurso)

Porque inclusão não acontece no feed.
Acontece no cotidiano… E você faz parte disso!

Incluir exige conhecimento, responsabilidade e compromisso.

ConscientizaçãoDoAutismo

Não existem receitas universais quando falamos de educação.Cada criança tem suas características, uma história, um ritmo...
12/02/2026

Não existem receitas universais quando falamos de educação.
Cada criança tem suas características, uma história, um ritmo de desenvolvimento.

A ciência já demonstrou que o desenvolvimento infantil é influenciado pela interação entre fatores biológicos e ambientais (Shonkoff & Phillips, 2000).

Ou seja: não é (puramente) sobre copiar modelos.
É sobre construir caminhos possíveis dentro da realidade da sua família.

Educar é relação, não fórmula.


Jessyca Brennand de Paula
Psicóloga | Neuropsicóloga Escolar e do Desenvolvimento

Compreender muda a forma de educar!Quando uma criança ou adolescente não consegue se concentrar, organizar tarefas ou co...
06/02/2026

Compreender muda a forma de educar!

Quando uma criança ou adolescente não consegue se concentrar, organizar tarefas ou controlar emoções, a primeira interpretação costuma ser comportamental: “não quer”, “não se esforça”, “é preguiça”.

Mas a neurociência do desenvolvimento nos mostra que muitas dessas dificuldades estão relacionadas à maturação cerebral, especialmente das funções executivas, que envolvem atenção, planejamento, controle inibitório e flexibilidade cognitiva.

Quando compreendemos o funcionamento do cérebro, paramos de punir o que precisa ser ensinado.

Base teórica: Barkley (2012); Diamond (2013); Miotto et al. (2015).

Você já presenciou alguma criança sendo rotulada quando, na verdade, precisava de apoio?

Endereço

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