30/01/2026
Tem dias em que tudo acontece ao mesmo tempo.
Antes do relógio avisar, antes da casa acordar por completo.
Você segue no automático, mas com atenção plena.
Resolve, cuida, organiza, sustenta.
Enquanto o dia corre, você se adapta.
Entre pequenas urgências e grandes responsabilidades,
vai f**ando o que não aparece:
o cansaço guardado, o fôlego curto, a pausa que nunca chega.
Ninguém vê o quanto você segura.
Ninguém mede o peso do que você carrega em silêncio.
Não há palco, nem reconhecimento imediato.
Mas há presença.
Há entrega.
Há amor em cada gesto que parece comum.
Você esteve ali, segurando tudo quando era preciso.
E isso, mesmo sem aplausos, tem um valor imenso.
Psicóloga Stephanie Oliveira Marinho
CRP 08/27471