01/12/2017
Hoje, dia 01/12, é o dia mundial de luta contra a AIDS. Há muitas formas de contrair a doença e o vírus HIV, mas também há muitas formas de combate-la, cuidando de nossa saúde física e sexual. Atualmente, a AIDS não possui mais aquele estigma de "sentença de morte" como há algumas décadas. A pessoa que vive com HIV pode viver tanto quanto uma pessoa que não possui o vírus, usando os medicamentos certos e mantendo um estilo de vida saudável. Mesmo assim, é uma enfermidade que pode ser evitada, tomando cuidados e precauções necessárias (uso de ca*****ha no ato sexual, a Profilaxia Pré-Exposição (PrEP), a Profilaxia Pós-Exposição (PEP), uso de seringas e agulhas descartáveis, teste prévio no sangue a ser transfundido e cuidados com gestantes que possuem o vírus).
O preconceito contra as pessoas que vivem com HIV/AIDS é bastante evidente. Mesmo com a acesso à informação, muitos indivíduos mantém a cabeça fechada e evitam conviver com a pessoas que vivem com HIV/AIDS. Essa enfermidade não é transmitida por beijos, abraços ou apertos de mão, suor ou lágrimas, uso compartilhado de talheres, pratos, copos, lençóis, sabonetes, toalhas, assento de ônibus e outros, piscina ou banheiro. A pessoa que sofre preconceito pode desenvolver sintomas depressivos e solidão. Devemos combater esse tipo de segregação investindo na informação e conscientização da população. Às pessoas que possuem dúvidas, podem entrar em contato com algum profissional da saúde. E aos que tem dificuldades em aceitar sua nova condição ou em conviver com pessoas que vivem com HIV/AIDS podem recorrer à psicoterapia. Vamos cuidar de nossa saúde mental?
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Gabriel Rocha é psicólogo clínico. Atua na Clínica Médica Popular (CMEP), em Manaus-AM. Telefones: (092) 3030-6900/ 98119-1423/ 99265-0654. Atendimento para crianças, adolescentes, adultos e idosos.