Joelma Magalhães

Joelma Magalhães Informações para nos contatar, mapa e direções, formulário para nos contatar, horário de funcionamento, serviços, classificações, fotos, vídeos e anúncios de Joelma Magalhães, Medicina e saúde, Avenida Constantino Nery. Edifício Empire Center, sala 303./(92)0, Manaus.

🖇️Vejam! Muita gente tenta controlar a dor de cabeça, mas ignora um dos pilares mais importantes do tratamento: o MOVIME...
05/05/2026

🖇️Vejam! Muita gente tenta controlar a dor de cabeça, mas ignora um dos pilares mais importantes do tratamento: o MOVIMENTO.

Eu vejo isso todos os dias na prática clínica: quando o paciente começa a se movimentar da forma certa, o corpo responde, modula e a dor muda.

E não é uma ideia que vem da minha cabeça. Não é achismo da Dra. Joelma rs.
A ciência mostra que o exercício físico regular pode reduzir frequência, intensidade e duração das crises, além de melhorar sono, humor e estresse, pilares fundamentais no controle das cefaleias, principalmente da migrânea (enxaqueca).

Mas aqui está o ponto que quase ninguém te explica:

‼️ NÃO É QUALQUER EXERCÍCIO. E nem em qualquer momento.

Dependendo do tipo de cefaleia, da fase (em crise ou fora dela) e da intensidade, o exercício pode ser um grande aliado OU um gatilho, podendo até desencadear ou intensificar a dor.

👉 Por isso, não é só “se mexer”.
É saber qual exercício, quando fazer e para quem ele é indicado. Consegue perceber a diferença? 😉

Se você apresenta dor de cabeça, entenda:
✔️ Exercício é parte do tratamento
✔️ Apresenta forte base científica
✔️ Precisa ser individualizado

Quando bem orientado, o movimento deixa de piorar a dor e passa a fazer parte da solução.

📚 Referências:
📑 Lemmens J, De Pauw J, Van Soom T, et al. The effect of aerobic exercise on migraine: a systematic review. The Journal of Headache and Pain. 2019.

📑 Varkey E, Cider Å, Carlsson J, Linde M. Exercise as migraine prophylaxis: A randomized study using relaxation and topiramate as controls. Cephalalgia. 2011.

🖇️Vejam bem! Muita gente tenta controlar a dor de cabeça, mas ignora um dos pilares mais importantes do tratamento: o MO...
04/05/2026

🖇️Vejam bem! Muita gente tenta controlar a dor de cabeça, mas ignora um dos pilares mais importantes do tratamento: o MOVIMENTO.

Eu vejo isso todos os dias na prática clínica: quando o paciente começa a se movimentar da forma certa, o corpo responde, modula e a dor muda.

E não é uma ideia que vem da minha cabeça. Não é achismo da Dra. Joelma rs.
A ciência mostra que o exercício físico regular pode reduzir frequência, intensidade e duração das crises, além de melhorar sono, humor e estresse, pilares fundamentais no controle das cefaleias, principalmente da migrânea (enxaqueca).

Mas aqui está o ponto que quase ninguém te explica:

‼️ NÃO É QUALQUER EXERCÍCIO. E nem em qualquer momento.

Dependendo do tipo de cefaleia, da fase (em crise ou fora dela) e da intensidade, o exercício pode ser um grande aliado OU um gatilho, podendo até desencadear ou intensificar a dor.

👉 Por isso, não é só “se mexer”.
É saber qual exercício, quando fazer e para quem ele é indicado. Consegue perceber a diferença? 😉

Se você apresenta dor de cabeça, entenda:
✔️ Exercício é parte do tratamento
✔️ Apresenta forte base científica
✔️ Precisa ser individualizado

Quando bem orientado, o movimento deixa de piorar a dor e passa a fazer parte da solução.

📚 Referências:
📑 Lemmens J, De Pauw J, Van Soom T, et al. The effect of aerobic exercise on migraine: a systematic review. The Journal of Headache and Pain. 2019.

📑 Varkey E, Cider Å, Carlsson J, Linde M. Exercise as migraine prophylaxis: A randomized study using relaxation and topiramate as controls. Cephalalgia. 2011.

➰Um importante artigo publicado este ano na revista da American Academy of Neurology propõe uma atualização na nomenclat...
01/05/2026

➰Um importante artigo publicado este ano na revista da American Academy of Neurology propõe uma atualização na nomenclatura de uma das condições vestibulares mais frequentes: a tradicional Vertigem Posicional Paroxística Benigna (VPPB) passa a ser denominada Vertigem Posicional Paroxística Periférica (VPPP).

Mas por que essa mudança é tão relevante?

A palavra “benigna” nem sempre reflete a verdadeira repercussão clínica da condição. Embora não represente uma doença maligna, a VPPB pode causar incapacidade significativa, aumentar o risco de quedas, comprometer a autonomia e impactar profundamente a qualidade de vida, especialmente em idosos.

Ao substituir “benigna” por “periférica”, a nova nomenclatura descreve com maior precisão sua origem vestibular, além de evitar a minimização dos sintomas e de suas consequências.

📍 Impactos na prática clínica:
• Comunicação mais clara e precisa com os pacientes;
• Maior valorização do impacto funcional da condição;
• Atenção redobrada aos riscos de quedas e recorrências;
• Reforço da importância do diagnóstico e do tratamento precoces.

🔬 Relevância científica:
• Terminologia mais alinhada à fisiopatologia;
• Maior precisão em pesquisas e publicações;
• Uniformização da literatura internacional.

Mais do que uma simples mudança de nome, essa atualização representa uma nova forma de compreender a vertigem posicional: com mais precisão, mais ciência e, sobretudo, mais cuidado com o paciente.

📚 Concluir mais uma etapa de aprendizado é sempre especial, principalmente quando ela tem impacto direto na vida dos pac...
30/04/2026

📚 Concluir mais uma etapa de aprendizado é sempre especial, principalmente quando ela tem impacto direto na vida dos pacientes.

A Fotobiomodulação nas Disfunções de Cabeça e Pescoço é uma área que vem ganhando cada vez mais destaque na ciência e na prática clínica. A fotobiomodulação, por meio do uso terapêutico da luz, possui evidências consistentes na redução da dor, modulação do processo inflamatório, aceleração da cicatrização tecidual e recuperação neurossensorial.

Na prática, isso representa um recurso extremamente valioso para pacientes que enfrentam disfunções temporomandibulares, neuralgias, dores orofaciais, limitações funcionais, paralisias faciais, cefaleias crônicas, além daqueles que passam pelas cirurgias bucomaxilofaciais como as ortognáticas e outros procedimentos envolvendo cabeça, face e pescoço.

É fascinante acompanhar como a ciência tem ampliado nossas possibilidades terapêuticas. Estudos demonstram benefícios importantes da fotobiomodulação no controle da mucosite oral, na prevenção e tratamento de complicações pós-cirúrgicas, na redução de edema, no alívio da dor e na regeneração neural, proporcionando uma recuperação mais confortável e eficiente.

Investir em conhecimento é investir em cuidado. Cada nova técnica, cada evidência incorporada à prática clínica, representa mais precisão, mais segurança e, acima de tudo, melhores resultados para quem confia no trabalho da fisioterapia.

Temos que seguir em constante evolução, porque cuidar bem exige atualização, dedicação e paixão pelo que fazemos. Afinal, a ciência avança, e nossos pacientes merecem sempre o que há de melhor.

A maior superação começa quando você decide tentar ❤️Minha cunhada sempre dizia que corrida não era a praia dela. Sempre...
26/04/2026

A maior superação começa quando você decide tentar ❤️

Minha cunhada sempre dizia que corrida não era a praia dela. Sempre que tentava correr, sentia dores no calcanhar, o que a fazia parar. Quando decidimos participar deste evento, a ideia inicial era realmente apenas caminhar, não correr.

Mas sabe aquela história de que a gente é capaz de muito mais do que imagina? Foi exatamente isso que aconteceu.

Ela não só participou, como correu os 5 km inteiros comigo e NÃO RELATOU DOR 🤩. E, sinceramente, me surpreendeu do início ao fim. Para quem achava que não conseguiria acompanhar, cruzou a linha de chegada provando para si mesma que podia.

Às vezes, o que falta não é capacidade, é apenas coragem para começar. E, quando você se permite tentar, descobre uma força que sempre esteve aí.

Quantas coisas você ainda não viveu por medo de não conseguir?

Permita-se. Comece. Você pode se surpreender com a sua própria força.

16/04/2026

• Do storie para o feed.

Você é da área da saúde?
Pelo amor de Deus estudem e se atualizem antes de passar informações, dar diagnóstico errado e enfiar mil tratamentos sem embasamento científico ou sem ter certeza do que realmente o paciente apresenta.

Sinceramente será que só eu passo por isso todo santo dia? Vocês também sofrem junto com o paciente?

🥺😔

Técnicas invasivas ou tratamento conservador?Se você é Fisioterapeuta, Médico, Dentista que trata neuralgia trigeminal (...
14/04/2026

Técnicas invasivas ou tratamento conservador?

Se você é Fisioterapeuta, Médico, Dentista que trata neuralgia trigeminal (NT)ou paciente que sofre com esta patologia, leia este texto com atenção 👇

A neuralgia do trigêmeo é considerada uma das dores mais intensas do mundo e ainda assim, muitos pacientes começam pelo caminho errado.

🧐 A dúvida é comum:
Técnicas invasivas ou tratamento conservador?

A resposta, baseada nas melhores evidências disponíveis, é clara:
🚫 NÃO se inicia com abordagens invasivas.

•Segundo a diretriz da European Academy of Neurology (Bendtsen et al., 2019), o tratamento de primeira linha deve ser farmacológico, com destaque para a Carbamazepina e a Oxcarbazepina.

•Ambas possuem forte recomendação pelo sistema GRADE, com alta qualidade de evidência — ou seja, seus benefícios superam claramente os riscos e devem ser a base do tratamento.

•A fisioterapia entra como uma estratégia complementar relevante. Mesmo com evidência de baixa a moderada qualidade pelo GRADE, recursos como neuromodulação não invasiva, TENS, terapia manual, fotobiomodulação, acupuntura, educação em dor e abordagem de disfunções associadas contribuem para:

✔️ Modulação da dor
✔️ Melhora funcional
✔️ Qualidade de vida

👉 Ou seja:
não substitui o tratamento medicamentoso, mas potencializa seus efeitos e amplia o cuidado ao paciente.

•Já as técnicas invasivas, como descompressão microvascular, rizotomias e radiocirurgia, ficam reservadas para casos refratários, quando não há resposta adequada ou há intolerância aos fármacos.

Apesar da boa eficácia, envolvem maior risco e, por isso, recebem recomendação mais cautelosa dentro do GRADE.

* Em síntese:
➡️ Farmacológico (1ª linha)
➡️ Fisioterapia como suporte
➡️ Invasivo apenas em casos refratários

Respeitar essa hierarquia não é apenas seguir protocolo — é garantir segurança, eficácia e qualidade no cuidado.

💬 Você sabia disso? Já atendeu ou conhece alguém com esse tipo de dor?

📚 Referência:
Bendtsen L, Zakrzewska JM, Abbott J, Braschinsky M, Di Stefano G, Donnet A, et al. European Academy of Neurology guideline on trigeminal neuralgia. European Journal of Neurology. 2019;26(6):831–849.

10/04/2026

📍Brincadeiras à parte… isso é sério!

O fisioterapeuta também é profissional de primeiro contato e isso muda tudo no seu tratamento.

Cada profissional enxerga o seu caso de uma forma:

O médico diagnostica e define a conduta clínica e o fisioterapeuta avalia movimento, função, força e os padrões que mantêm a sua dor ou disfunções. Ou seja: são diagnósticos diferentes… e condutas também! 😉

Agora pensa comigo: 🤔
Pular a avaliação fisioterapêutica para “economizar” é, na prática, abrir mão de um tratamento realmente direcionado.

❌ Sem avaliação = plano incompleto
❌ Plano incompleto = maior risco do problema voltar

⚠️ Não subestime essa etapa.

➡️ Uma boa avaliação não é gasto, é o que define se o seu tratamento vai funcionar ou não.

Cada fisioterapeuta tem um olhar único, baseado em conhecimento e experiência. É isso que faz a diferença no seu resultado.

👉 Minha dica: Invista (não importa o valor 💰) em uma avaliação de qualidade (exija isso).
Seu corpo e seus resultados vão agradecer. 😃

A chamada “vértebra feliz” corresponde à C2, conhecida anatomicamente como áxis 😊Esse apelido não é científico, mas surg...
07/04/2026

A chamada “vértebra feliz” corresponde à C2, conhecida anatomicamente como áxis 😊

Esse apelido não é científico, mas surgiu porque, em algumas imagens (ex.: ressonância magnética), sua anatomia lembra um “rostinho sorrindo”. Porém, por trás dessa aparência curiosa, está uma das estruturas mais importantes da coluna cervical.

A C2 tem como principal função permitir a rotação da cabeça, trabalhando junto com a C1 (atlas). É graças a ela que conseguimos fazer o movimento de “não”, com controle e estabilidade. Além disso, ela protege estruturas neurológicas importantes e contribui diretamente para o equilíbrio e a mobilidade do pescoço.

Do ponto de vista clínico, a C2 tem grande relevância, principalmente quando falamos de dor. Disfunções nessa região podem estar associadas a dores de cabeça ou cefaleias cervicogênicas (dor que se origina no pescoço e irradia para a cabeça), neuralgia occipital, rigidez cervical e limitação de movimento.

Estudos recentes mostram que a cefaleia cervicogênica é uma condição diretamente relacionada a disfunções da coluna cervical, com redução de mobilidade e alterações musculoesqueléticas sendo fatores-chave no seu desenvolvimento.

Por ser uma região altamente móvel e sensível, pequenos desalinhamentos ou sobrecargas (muitas vezes causados por má postura, tensão muscular…) já podem gerar sintomas significativos.

Portanto, mais do que “feliz”, a C2 é essencial. Cuidar da sua função é cuidar diretamente da saúde do pescoço e da qualidade de vida do paciente.

📚Referência:
Pareek AV, Edmondson E, Kung D. Cervicogenic Headaches: A Literature Review and Proposed Multifaceted Approach to Diagnosis and Management. Neurol Clin. 2024.

Endereço

Avenida Constantino Nery. Edifício Empire Center, Sala 303./(92)0
Manaus, AM
99337-405

Notificações

Seja o primeiro recebendo as novidades e nos deixe lhe enviar um e-mail quando Joelma Magalhães posta notícias e promoções. Seu endereço de e-mail não será usado com qualquer outro objetivo, e pode cancelar a inscrição em qualquer momento.

Entre Em Contato Com A Prática

Envie uma mensagem para Joelma Magalhães:

Compartilhar