Luciana Mendes

Luciana Mendes Procuramos criar um ambiente que ofereça uma sensação de esperança acompanhada de uma mudança de comportamento.

Pouca gente fala sobre isso.Mas emagrecer também pode assustar.Porque o peso, muitas vezes, foi proteção.Foi escudo.Foi ...
26/02/2026

Pouca gente fala sobre isso.
Mas emagrecer também pode assustar.

Porque o peso, muitas vezes, foi proteção.
Foi escudo.
Foi identidade.

Quando ele começa a ir embora, o inconsciente pergunta:
“Quem eu vou ser agora?”

Se você já sabotou seu emagrecimento quando ele estava dando certo…
não era falta de disciplina.
Era medo.

Comenta: você já viveu isso?

Tem mulheres que não foram difíceis.Foram exemplares.Nunca deram trabalho.Nunca responderam.Nunca foram “demais”.Foram a...
24/02/2026

Tem mulheres que não foram difíceis.
Foram exemplares.

Nunca deram trabalho.
Nunca responderam.
Nunca foram “demais”.

Foram a filha perfeita.

Aprenderam cedo que amor vinha com desempenho.
Que carinho vinha depois do acerto.
Que errar custava conexão.

E sabe o que quase ninguém percebe?

O corpo começa a carregar o que a boca nunca pôde dizer.

A filha perfeita vira a mulher exausta.
Que resolve tudo.
Que dá conta de todos.
E que, à noite, encontra na comida o único lugar onde pode baixar a guarda.

Não é falta de controle.
É excesso de contenção.

Se isso fez sentido para você, não precisa comentar.
Mas salva esse post para lembrar:
você não precisa ser perfeita para ser amada.

E talvez envie para aquela mulher forte que anda cansada demais.

Você não come porque é fraca.Você come porque está cansada de ser forte o tempo todo.A comida virou o seu colo.Mas o que...
20/02/2026

Você não come porque é fraca.
Você come porque está cansada de ser forte o tempo todo.

A comida virou o seu colo.
Mas o que você precisa não é mais controle…
é cuidado emocional.

Se você se viu nesse post, talvez não seja falta de disciplina.
Talvez seja excesso de dor não falada.

Me conta: qual dessas situações mais te pega hoje? 💛

18/02/2026

Esse vídeo não é só sobre Natal.
É sobre palavras que f**aram, sobre o que foi dito (ou deixado de dizer) na nossa história.
Muitas de vocês me escrevem sobre como críticas dentro de casa moldaram a relação com o próprio corpo, com a comida, com a própria voz.
🌟 As palavras que vivemos precisam deixar marcas de carinho, não de dor.
Se hoje você carrega cicatrizes… cuide delas com amor, comece por você.
Quem mais sentiu um nó na garganta ao assistir?

16/02/2026

O filme “O Mínimo para Viver” é muito mais do que uma história sobre anorexia. É um retrato cru de como a relação com a comida pode virar um grito silencioso de socorro.

Quando alguém para de comer ou se torna obcecada pelo próprio corpo, quase nunca é sobre vaidade. É sobre dor. É sobre tentar controlar por fora aquilo que está desmoronando por dentro.

A protagonista não queria apenas emagrecer. Ela queria diminuir a dor. Queria f**ar invisível. Queria não sentir o peso de conflitos que nem eram dela. E, aos poucos, foi tentando “sumir”.

Esse filme nos lembra de algo essencial: ninguém se cura sozinho. E ninguém se cura apenas porque os outros querem.
A fome de vida só volta quando a pessoa se sente ouvida de verdade. Quando é acolhida nos sentimentos. Quando recebe cuidado, não apenas vigilância.

Transtorno alimentar não é frescura.
Não é falta de força de vontade.
Não é sobre o prato.

É sobre uma alma cansada pedindo colo, limites claros e esperança.

Se você trabalha com mulheres que lutam com a comida ou se você mesma vive essa batalha silenciosa, f**a aqui minha dica para o feriadão. Assista com o coração aberto. E, se puder, converse sobre o que sentiu depois.

Às vezes, um filme abre portas que anos de silêncio mantiveram fechadas. 🤍

15/02/2026

Você não precisa de força de vontade.
Você precisa de pequenas estratégias que te interrompam antes do automático.

O comer emocional quase sempre começa no impulso, não na fome.

E são essas “coisas bobas” que criam espaço entre você e a geladeira.
1. Fazer um chá quente e segurar a xícara com as duas mãos
2. Mudar de ambiente por 5 minutos
3. Tomar um banho morno
4. Mandar uma mensagem para alguém querido
5. Escrever o que você está sentindo
6. Escovar os dentes
7. Respirar profundamente por 2 minutos

Parece simples demais para funcionar.
Mas é exatamente o simples que regula o sistema nervoso.

Comer emocional não é sobre comida.
É sobre conforto.

E você pode aprender a se confortar sem se machucar.

Me conta: qual dessas você já faz… ou vai começar hoje? 🤍

12/02/2026

O que muita gente ainda não entendeu é que o problema nunca foi só a comida.

Foi a fome que não desligava.
Foi o pensamento obsessivo.
Foi o impulso automático depois de um dia difícil.
Foi a sensação de nunca estar satisfeita.

O Mounjaro atua em receptores ligados aos hormônios intestinais que conversam diretamente com o cérebro, como GLP-1 e GIP. Ele reduz o apetite, aumenta a saciedade e diminui aquela urgência mental por comida.

Não é só sobre estômago cheio.
É sobre menos ruído na cabeça.

Por isso tantas mulheres dizem:
“Pela primeira vez eu consigo parar.”

Mas aqui vai a parte que quase ninguém fala:

Se a relação emocional com a comida continua desorganizada, o cérebro pode até f**ar mais silencioso… mas a dor que levava você a comer continua existindo.

Medicamento pode ajudar.
Mas consciência, regulação emocional e autonomia são o que sustentam a mudança.

Porque emagrecer não é só comer menos.
É precisar menos da comida para suportar a própria vida.

E isso nenhum remédio faz sozinho.

11/02/2026

Tem dias em que a vontade de comer não é fome.
É raiva engolida.
É cansaço acumulado.
É “engoli mais um sapo e sorri”.

A gente acha que quer chocolate.
Mas às vezes o que a gente quer mesmo é descarregar o que ficou preso.

Hoje eu escolhi não anestesiar.
Escolhi sentir.
Escolhi descarregar no movimento.

Porque quando a vontade de comer é raiva disfarçada, não é comida que resolve.
É consciência + canal de saída.

Nem sempre vai ser a bola de 8kg.
Mas sempre pode ser uma pausa antes de abrir a geladeira.

Qual tem sido o seu jeito de descarregar o que você sente? 💬

10/02/2026

Deixa eu te explicar uma coisa.

Muita gente vive presa num ciclo exaustivo de 8 ou 80.
Ou está “firme na dieta”, fazendo tudo certinho.
Ou então já largou tudo e está comendo sem freio.

E não, isso não é falta de força de vontade.
Isso é cansaço emocional somado à restrição.

1. Esse tal de “fazer tudo certinho” não existe.
Quando alguém diz “eu não consigo seguir tudo certinho”, na verdade está se comparando com uma versão imaginária de si mesma.
Uma versão que nunca sente vontade de doce, nunca f**a cansada, nunca f**a ansiosa e seguiria uma planilha alimentar sem falhar.

Essa versão não é real.
E tentar alcançá-la só gera pressão, culpa…
e a culpa vira gatilho para comer emocional.
O ciclo do 8 ou 80 se reforça.

2. A dieta te coloca no modo proibição.
Quando você corta alimentos, o cérebro entende que algo está sendo tirado dele.
Resultado?
O desejo aumenta.
O impulso cresce.
E surge aquele pensamento conhecido:
“Já que errei, agora vou comer tudo.”

A dieta não ensina disciplina.
Ela treina a compulsão.

3. Quem sai da lógica da dieta aprende a se regular.
Quando a pessoa faz as pazes com a comida, algo muda de verdade.
Ela perde o medo dos alimentos.
Começa a diferenciar fome, vontade e emoção.
Cuida mais de si, não só do prato.
Constrói constância, não tentativas perfeitas que duram poucos dias.

E é essa constância que leva ao emagrecimento estável.

4. Abandonar a dieta não é desistir, é amadurecer.
No lugar de cardápios rígidos, surgem escolhas possíveis.
No lugar da restrição seguida de exagero, entra a regulação, o equilíbrio e os resultados.

No fim, o corpo muda não porque a pessoa está “de dieta”,
mas porque ela finalmente parou de brigar com ela mesma.

Agora me conta
você vive mais no ciclo da dieta…
ou no “já que errei, vou comer tudo”?

Entrando na trend da caricatura e essa sou eu.Mas também é um pouco de cada mulher que eu acompanho.O sorriso aberto não...
10/02/2026

Entrando na trend da caricatura e essa sou eu.
Mas também é um pouco de cada mulher que eu acompanho.

O sorriso aberto não é estética.
É alívio.
É quando a comida deixa de ser guerra.

Os braços cruzados não são defesa.
São firmeza.
Aqui tem alguém que aprendeu a se sustentar emocionalmente.

A balança não manda mais.
Ela sorri.
Porque peso deixou de ser identidade.

O cérebro cansado no sofá representa a mente sobrecarregada, aquela que usou comida por anos pra aguentar o mundo.
Aqui, ela finalmente descansa.

A balança com comida de um lado e doce do outro não fala de certo ou errado.
Fala de equilíbrio possível.
Sem terrorismo nutricional. Sem culpa.

O abraço entre mulheres é o que mais cura.
Quando alguém te entende sem te corrigir.

A Bíblia, o chá quente e o coração lembram que fé também regula emoções.
E que cuidado não é só mental, é espiritual.

O halter no chão mostra que movimento é consequência, não castigo.

A fita métrica jogada ali diz tudo.
Medidas já não definem valor.

A borboleta é transformação.
Sem violência. Sem pressa.

E a cruz no fundo não impõe.
Sustenta.

Como eu me vejo?
Como alguém que não ensina a emagrecer.
Ensina a não precisar mais descontar a dor na comida.

Se essa imagem falou com você, talvez não seja só sobre mim.
Talvez seja sobre a mulher que você está se tornando. ❤️

09/02/2026

O problema nunca foi só o peso.
É a função que a comida passou a ter na sua vida.
Você pode emagrecer com intervenção médica ou dieta.
Mas, se a comida continua sendo o principal jeito de lidar com ansiedade, frustração ou cansaço,
o corpo até muda por um tempo, mas o emagrecimento não se sustenta.
Emagrecimento sustentável começa na mente.
O corpo acompanha.
Se você quer sair do ciclo, o caminho é tratamento psicológico.
Agende a terapia através do link da bio 🤍

Endereço

Manaus, AM

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