Polo de Empregabilidade Inclusiva - Marília

Polo de Empregabilidade Inclusiva - Marília Apoiamos a inserção de profissionais com deficiência no mercado de trabalho

Em um cenário de constantes transformações no mundo do trabalho, investir na qualificação e atualização de conhecimentos...
10/04/2026

Em um cenário de constantes transformações no mundo do trabalho, investir na qualificação e atualização de conhecimentos contribui para a ampliação de oportunidades, fortalecimento da autonomia e a construção de trajetórias mais sustentáveis e duradouras.

Além disso, a formação profissional desempenha um papel estratégico na promoção da inclusão, ao possibilitar o acesso de diferentes públicos a oportunidades de desenvolvimento e inserção no mercado de trabalho além do mundo acadêmico.

Fortalecer a formação profissional é fortalecer o presente e construir caminhos mais acessíveis para o futuro. 💼

: Arte com fundo em degradê azul e roxo e o título “A importância da formação profissional”. Na imagem, uma mulher com prótese na perna está sentada em um sofá usando um notebook. Na parte inferior, há a chamada “Leia o conteúdo na legenda” e logos institucionais.

No Dia Nacional do Sistema Braille, a gente reforça algo simples, mas essencial: acesso à informação é um direito.O Brai...
08/04/2026

No Dia Nacional do Sistema Braille, a gente reforça algo simples, mas essencial: acesso à informação é um direito.

O Braille não é só um recurso, é uma ferramenta de autonomia, inclusão e independência para pessoas com deficiência visual.

Mas ainda está longe de ser uma realidade acessível em todos os espaços.

Falar sobre isso é um passo importante para mudar esse cenário.

A acessibilidade não pode ser um diferencial. Ela precisa ser o básico.

Esse post possui Descrição de Imagem.

No Dia Mundial de Conscientização do Autismo, é fundamental ampliar o olhar para além da informação básica.Falar sobre o...
02/04/2026

No Dia Mundial de Conscientização do Autismo, é fundamental ampliar o olhar para além da informação básica.

Falar sobre o autismo também é falar sobre acesso: ao diagnóstico precoce, ao acompanhamento adequado e à garantia de direitos ao longo da vida.

No Brasil, muitas pessoas ainda enfrentam barreiras para acessar esses recursos, seja por falta de informação, serviços especializados ou condições socioeconômicas e isso também precisa fazer parte da conversa.

Conscientizar é, portanto, reconhecer essas desigualdades e reforçar a importância de políticas públicas, redes de apoio e iniciativas que promovam inclusão real e acessível para todas as pessoas no espectro.

: Carrossel em tons de azul e roxo com elementos gráficos e peças de quebra-cabeça coloridas ao longo da base. No primeiro card, há a imagem de um homem sorrindo sentado com um cachorro próximo a ele, acompanhada do texto “Falar sobre autismo também é falar sobre acesso”, além da indicação do Dia Mundial da Conscientização do Autismo (02 de abril) e instrução para arrastar para o lado. Nos cards centrais, sobre fundo roxo, o conteúdo aborda que nem todas as pessoas conseguem um diagnóstico devido à falta de informação, recursos ou apoio, que muitas não são ouvidas mesmo diante de sinais reais e que outras enfrentam barreiras para acessar o cuidado necessário; também destaca que muitas seguem sem compreensão, suporte e acesso a direitos, reforçando a importância de reconhecer essas desigualdades. Em um desses cards, aparece um homem com expressão de preocupação, levando as mãos à cabeça. No último card, um homem sorridente olha para cima, acompanhado da frase “Respeito, escuta e acesso devem ser para todos!”, com ícones laterais de interação como curtir, comentar, compartilhar e salvar.

O PEI marcou presença no evento “Inclusão em Foco”, um espaço de diálogo e troca sobre a importância de conectar o setor...
30/03/2026

O PEI marcou presença no evento “Inclusão em Foco”, um espaço de diálogo e troca sobre a importância de conectar o setor produtivo com a qualificação profissional, construindo caminhos para um futuro sem barreiras.

Nossa coordenadora Francielle Moura esteve presente contribuindo com essa conversa tão necessária, reforçando o compromisso com a inclusão de pessoas com deficiência no mercado de trabalho.

Seguimos fortalecendo parcerias e ampliando oportunidades, porque inclusão se faz na prática, todos os dias

- Imagem em formato de colagem com o título “Evento Inclusão em Foco – PEI Marília” no topo. A arte reúne três fotos do evento. Na primeira, três mulheres estão em pé ao lado de um banner do PEI (Polo de Empregabilidade Inclusiva), sorrindo para a câmera. Na segunda, um grupo maior de pessoas posa junto em um auditório, em frente a uma tela de apresentação. Na terceira, uma mesa de palestrantes participa de um painel, com projeção ao fundo sobre inclusão

22/03/2026

Vamos falar sobre o DEI?

Diversidade, Equidade e Inclusão (DEI) referem-se a um conjunto de estratégias, políticas e práticas organizacionais voltadas à construção de ambientes de trabalho mais diversos, justos e inclusivos.

Como qualquer outra estratégia o DEI possui conceitos principais e essências para garantir que ele seja aplicado de forma efetiva;

A Diversidade refere a “Quem” que representa a presença de diferentes características, vivências e perfis (raça, gênero, idade, orientação sexual, deficiência) na força de trabalho.

A Equidade tem como base “Como” garantir que processos justos reconheçam capacidades com base nas habilidades e competências e oferecendo recursos personalizados pra que todos tenham chances iguais de sucesso.

A Inclusão é “Onde” criar uma cultura onde pessoas se sintam valorizadas, respeitadas e seguras para serem quem são.

iniciativas de DEI contribuem diretamente para a melhoria da experiência dos colaboradores e para o desempenho organizacional, impactando fatores como resultados da empresa. Além disso, organizações que integram DEI de forma estratégica tendem a fortalecer seus processos internos, reduzir custos e promover ainda mais sua cultura organizacional.

O DEI não se limita a uma diretriz trata-se de um eixo estratégico para organizações que buscam sustentabilidade, inovação e responsabilidade social.



: Arte gráfica em tons de azul e roxo com fundo texturizado. No centro, estão em destaque as palavras “Diversidade”, “Equidade” e “Inclusão” em letras grandes e brancas. Ao redor dos termos, há elementos visuais: emojis de mãos representando união e afeto, além de uma balança simbolizando justiça. Também aparecem perguntas associadas a cada conceito: “Quem?” (Diversidade), “Como?” (Equidade) e “Onde?” (Inclusão). Na parte inferior, há a imagem desfocada de um grupo diverso de pessoas, representando diferentes perfis. Sobre essa área, está o texto: “Conheça o DEI estratégias organizacionais criar ambientes justos e representativos” e um botão com a frase “Leia o conteúdo na legenda”. No rodapé, estão os logotipos institucionais.

O Dia Mundial da Síndrome de Down é um momento de conscientização e reflexão sobre a importância da inclusão, da autonom...
21/03/2026

O Dia Mundial da Síndrome de Down é um momento de conscientização e reflexão sobre a importância da inclusão, da autonomia e do reconhecimento das capacidades das pessoas com Síndrome de Down.

A data faz referência à trissomia do cromossomo 21, característica genética que dá origem à síndrome, e reforça a necessidade de construir uma sociedade mais justa e acessível para todos.

Entre as vozes que fortalecem esse movimento está Jessica Mendes de Figueiredo. Fotógrafa e ativista, Jessica construiu uma trajetória marcada pelo protagonismo e pela defesa dos direitos das pessoas com deficiência. Ela possui formação superior em fotografia e atua na promoção da inclusão e da participação social de pessoas com deficiência intelectual em suas redes sociais

Jessica também integra e coordena iniciativas de autodefensoria, espaços em que pessoas com síndrome de Down discutem seus direitos, compartilham experiências e fortalecem sua voz na sociedade. Seu trabalho reforça um princípio fundamental do movimento das pessoas com deficiência: “Nada sobre nós, sem nós.”

Neste Dia Mundial da Síndrome de Down, reconhecemos trajetórias como a de Jessica, que demonstram que inclusão significa garantir oportunidades, respeito às escolhas e participação plena na vida social, cultural e profissional.



: Card em tons de azul e rosa. À esquerda, há o retrato de uma mulher jovem com Síndrome de Down, pele clara, cabelos castanhos lisos na altura dos ombros, sorrindo. Ela veste um suéter vermelho e usa brincos claros. À direita, em destaque, está o texto: “Dia Mundial da Síndrome de Down” e o nome “Jessica Figueiredo”. A data “21 MAR” aparece no canto superior direito. Abaixo do nome, há o identificador @‌jessica_mendesf”. Na parte inferior, há um botão com a frase “Leia o conteúdo na legenda” e, ao rodapé, logotipos institucionais.

Festivais são espaços de celebração, cultura e conexão, e precisam ser para todas as pessoas.Temos falado bastante sobre...
19/03/2026

Festivais são espaços de celebração, cultura e conexão, e precisam ser para todas as pessoas.

Temos falado bastante sobre barreiras e acessibilidade em atividades culturais. Um dos espaços onde mais se nota a inefetividade dessas ações é nos grandes eventos, como festivais. Há um grande número de pessoas, inúmeras atividades e ativações de marcas, experiências imersivas e, claro, o acesso aos palcos.

Falar sobre acessibilidade em eventos culturais é garantir que pessoas com deficiência possam viver todas essas experiências com autonomia, segurança e pertencimento. Isso começa antes mesmo do evento, com informações claras sobre rotas acessíveis, transporte adequado e formas seguras de chegada.

E continua dentro do festival, com estruturas pensadas para todos os corpos: entradas acessíveis, banheiros adaptados, sinalização inclusiva, intérpretes de Libras, audiodescrição, áreas reservadas e equipes preparadas fazem toda a diferença na experiência.

Quando um festival é amplamente acessível, ele não só inclui, ele enriquece. Amplia vozes, cria novas perspectivas e fortalece a diversidade que faz a cultura ser tão potente.

Acessibilidade não é um extra. É um direito.



de Imagem: Card com fundo em degradê de azul para roxo, com elementos gráficos abstratos ao redor. No centro, em destaque, está o texto em letras grandes e brancas: “A importância da acessibilidade em festivais”, sendo a palavra “festivais” a mais enfatizada. Na parte inferior da imagem, há a silhueta de uma multidão com os braços levantados, remetendo ao público em um evento ou show. Abaixo, centralizado, aparece um botão com a frase: “Leia o conteúdo na legenda”. No rodapé, estão os logotipos do Meu Emprego Inclusivo, ITS Brasil, Secretaria de Desenvolvimento Econômico, Secretaria dos Direitos da Pessoa com Deficiência e Governo do Estado de São Paulo.

A cultura é um direito de todas as pessoas, mas, na prática, muitas ainda encontram barreiras físicas que dificultam ou ...
16/03/2026

A cultura é um direito de todas as pessoas, mas, na prática, muitas ainda encontram barreiras físicas que dificultam ou até impedem esse acesso.

Escadas sem rampas, ausência de elevadores, espaços apertados para circulação de cadeiras de rodas, falta de assentos acessíveis ou de sinalização adequada são alguns exemplos que tornam museus, teatros, cinemas e centros culturais inacessíveis para muitas pessoas com deficiência.

Garantir acessibilidade física é garantir o direito de participar da vida cultural, de aprender, se expressar e ocupar os espaços da sociedade.
Quando essas barreiras são eliminadas ou adaptadas, mais pessoas conseguem frequentar esses espaços com autonomia e segurança. Isso não beneficia apenas pessoas com deficiência, mas também idosos, pessoas com mobilidade reduzida temporária, famílias com carrinhos de bebê e muitas outras pessoas.

A cultura precisa ser pensada desde o início para incluir todas as pessoas. Porque quando um espaço não é acessível, ele não está aberto para todo mundo.

Acessibilidade também é participação, pertencimento e cidadania.



: Pessoa usuária de cadeira de rodas posicionada diante de uma escadaria de pedra, sem rampa de acesso. A imagem mostra a cadeira de rodas de lado e parte do corpo da pessoa sentada, vestindo roupas claras e sapatos marrons. À direita da arte, sobre um fundo com formas em tons de azul e roxo, está escrito em destaque: “Barreiras físicas no acesso à cultura”. Na parte inferior, aparece o texto “Leia o conteúdo na legenda”, acompanhado dos logotipos do programa Meu Emprego Inclusivo, ITS Brasil e do Governo do Estado de São Paulo.

Respeitar o espaço pessoal é um gesto de cuidado.Cuidado com o corpo, com as emoções e com os limites de cada pessoa.Cad...
11/03/2026

Respeitar o espaço pessoal é um gesto de cuidado.
Cuidado com o corpo, com as emoções e com os limites de cada pessoa.

Cada indivíduo tem seu próprio tempo, suas vivências e sua forma de se sentir seguro. Quando esses limites são ignorados, surgem desconfortos, inseguranças e desgaste emocional. Já quando são respeitados, criamos relações mais saudáveis, baseadas em confiança e empatia.

No contexto profissional, respeitar o espaço pessoal também é essencial. Isso envolve compreender limites de contato, inclusive físico e espacial, horários, demandas e autonomia. Ambientes de trabalho que valorizam esses limites contribuem para o bem-estar, reduzem o estresse e fortalecem relações mais éticas e respeitosas.
Respeitar o espaço do outro não é distanciamento.

É presença consciente, escuta e responsabilidade. 🤍

: Card em tons de azul e roxo com o texto “A importância de respeitar o espaço pessoal”. À direita, uma mulher jovem, de óculos, sentada em um sofá, utiliza um notebook apoiado no colo enquanto segura uma caneca. Na parte inferior, há o botão “Leia o conteúdo na legenda” e na parte inferior, há o texto “Leia o conteúdo na legenda” e os logotipos do Meu Emprego Inclusivo, ITS Brasil, Secretaria de Desenvolvimento Econômico, Secretaria dos Direitos da Pessoa com Deficiência e Governo do Estado de São Paulo.

Em comemoração ao mês das mulheres celebramos a história de Dorina Nowill, uma mulher que transformou a realidade de mil...
09/03/2026

Em comemoração ao mês das mulheres celebramos a história de Dorina Nowill, uma mulher que transformou a realidade de milhares de pessoas com deficiência visual no Brasil.

Após perder a visão aos 17 anos, Dorina dedicou sua vida à luta pelo acesso à educação, à leitura e à autonomia das pessoas cegas. Em 1946, fundou a Fundação Dorina Nowill para Cegos, instituição que até hoje trabalha para ampliar o acesso à informação e à inclusão por meio da produção de livros acessíveis, materiais em braille e iniciativas de educação e empregabilidade. Seu trabalho abriu caminhos, quebrou barreiras e ajudou a construir uma sociedade mais acessível para todos.

Que a história de Dorina nos lembre da importância de lutar por um mundo mais inclusivo, onde todas as pessoas tenham acesso às mesmas oportunidades. 💜



: Card quadrado com fundo em tons de azul e formas orgânicas amarelas. Na parte superior esquerda está escrito “A Dama da Inclusão”. Em destaque, no centro, aparece o nome “Dorina Nowill”, sendo que a letra “o” de Dorina é representada por um rosto sorridente com óculos escuros. Na parte inferior do card há uma foto de Dorina Nowill, uma mulher idosa de cabelos curtos e volumosos, usando óculos escuros e roupa em tom avermelhado. Ela está sorrindo, apoiando o queixo em uma das mãos. Abaixo da imagem aparece um botão com a frase “Leia o conteúdo na legenda”. No rodapé estão os logotipos do Meu Emprego Inclusivo, ITS Brasil, Secretaria de Desenvolvimento Econômico, Secretaria dos Direitos da Pessoa com Deficiência e Governo do Estado de São Paulo.

1961. Em plena Guerra Fria, Estados Unidos e União Soviética disputam a supremacia na corrida espacial ao mesmo tempo em...
05/03/2026

1961. Em plena Guerra Fria, Estados Unidos e União Soviética disputam a supremacia na corrida espacial ao mesmo tempo em que a sociedade norte-americana lida com uma profunda cisão racial, entre brancos e negros. Tal situação é refletida também na NASA, onde um grupo de funcionárias negras é obrigada a trabalhar a parte. É lá que estão Katherine Johnson (Taraji P. Henson), Dorothy Vaughn (Octavia Spencer) e Mary Jackson (Janelle Monáe), grandes amigas que, além de provar sua competência dia após dia, precisam lidar com o preconceito arraigado para que consigam ascender na hierarquia da NASA.

Já assistiu? Conta pra gente o que achou! Se ainda não viu, essa é a oportunidade perfeita! 🍿💜

A imagem apresenta um card informativo sobre o filme 'Estrelas Além do Tempo'. O fundo tem tons de azul e roxo com texturas onduladas. No topo esquerdo, há um selo branco com bordas onduladas contendo a frase 'PEI Indica!' em letras roxas, acompanhada de um ícone de rolo de filme. No centro, há uma foto destacada com borda branca mostrando três mulheres negras, e também, as protagonistas do filme. Abaixo, encontram-se os logotipos das iniciativas 'Meu Emprego Inclusivo', 'ITS Brasil', da 'Secretaria dos Direitos da Pessoa com Deficiência' e da 'Secretaria de Desenvolvimento Econômico', além do símbolo do Governo do Estado de São Paulo."

Cantora, compositora e palestrante norte-americana. Mandy Harvey é conhecida mundialmente por sua trajetória de superaçã...
03/03/2026

Cantora, compositora e palestrante norte-americana. Mandy Harvey é conhecida mundialmente por sua trajetória de superação na música após perder a audição em 2018.

Enquanto estudava educação musical na Universidade do Estado do Colorado, ela perdeu a audição completamente. A perda auditiva foi decorrente de uma doença que causou a deterioração de seus nervos auditivos.

Mesmo tendo desistido por um tempo, ela se reencontrou e voltou para a música sentindo ela de outras formas. Se apresenta sempre descalça para sentir o ritmo através das vibrações.

Mandy ganhou fama depois de participar da 12ª temporada do programa 'American’s Got Talent'. A partir desse momento sua carreira decolou.

Mas antes mesmo disso ela já tinha inúmeras conquistas, entre elas, destaca-se o prêmio VSA International Young Soloist em 2011.

Você já conhecia a Mandy Harvey? Conta pra gente qual a sua música preferida dela nos comentários.



Card com design em tons de azul e roxo com faixas rosas no fundo. Do lado esquerdo uma imagem preto e branco de Mandy Harvey, uma mulher branca de cabelos lisos, segurando um violão. Sobre a imagem, há um texto em destaque: "MANDY HARVEY", seguido de: "Cantora e compositora surda". No rodapé, logos institucionais das iniciativas 'Meu Emprego Inclusivo', 'ITS Brasil', da 'Secretaria dos Direitos da Pessoa com Deficiência' e da 'Secretaria de Desenvolvimento Econômico', além do símbolo do Governo do Estado de São Paulo."

Endereço

Avenida Carlos Gomes, 137/Centro
Marília, SP
17500-030

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