Dra. Joseane Vasconcellos

Dra. Joseane Vasconcellos Médica Fisiatra
Dor e Reabilitação Neurológica
Título Especialista Medicina Física e Reabilitação

Muita gente percebe primeiro um pequeno caroço na palma da mão.Com o tempo, os dedos começam a perder a capacidade de es...
29/01/2026

Muita gente percebe primeiro um pequeno caroço na palma da mão.
Com o tempo, os dedos começam a perder a capacidade de esticar completamente.

Isso pode ser contratura de Dupuytren.

É uma condição em que o tecido da palma da mão vai se tornando mais espesso e rígido, puxando os dedos, geralmente o anelar e o mínimo, para a posição de flexão.

No início, não costuma doer.
E justamente por isso, muita gente ignora.

Com a progressão, tarefas simples começam a f**ar difíceis:
• apoiar a mão na mesa
• lavar o rosto
• segurar objetos
• colocar a mão no bolso

A fisiatria atua avaliando o grau de comprometimento funcional, orientando o melhor momento de intervir e acompanhando o tratamento para preservar a função da mão.

Quanto mais cedo a condição é identif**ada, maiores são as chances de manter mobilidade e independência.

Se a sua mão não abre mais como antes, vale investigar.

No consultório, algumas frases se repetem tanto que quase viram padrão.Não porque a dor seja igual.Mas porque as pessoas...
27/01/2026

No consultório, algumas frases se repetem tanto que quase viram padrão.

Não porque a dor seja igual.
Mas porque as pessoas aprendem a conviver com ela.

Escuto com frequência:
• “Achei que era normal sentir dor”
• “Aprendi a conviver”
• “Deve ser coisa da idade”
• “Só dói um pouco, dá para aguentar”
• “Tenho medo de me mexer e piorar”

Essas frases mostram algo importante.
A dor foi sendo empurrada para caber na rotina.

O problema é que o corpo não se adapta à dor.
Ele compensa, sobrecarrega outras regiões e perde eficiência aos poucos.

Quando a pessoa percebe, tarefas simples já exigem mais esforço, cuidado ou evitamento.

A fisiatria entra para quebrar esse ciclo.
Avaliar o corpo como um todo, entender as compensações e devolver movimento com segurança.

Se você já se reconheceu em alguma dessas frases, seu corpo pode estar pedindo atenção.

23/01/2026

A dor começa na lombar ou no glúteo.
Depois, desce pela perna.

Algumas pessoas descrevem como choque.
Outras como queimação, formigamento ou pontada.

Isso é muito comum na dor ciática.
E não deve ser normalizado.

A dor ciática acontece quando o nervo é irritado ou comprimido ao longo do seu trajeto.
E as causas podem variar bastante:
• alterações na coluna
• sobrecarga muscular
• postura inadequada
• perda de mobilidade
• compensações do corpo

O erro mais comum é tratar apenas a dor.
Tomar remédio, esperar passar e seguir a rotina.

O problema é que, sem tratar a causa, a dor tende a voltar ou se intensif**ar.

A fisiatria avalia o corpo como um todo.
Não é só o nervo, mas como você se movimenta, sobrecarrega e compensa no dia a dia.

Dor que irradia para a perna é um sinal importante.
Quanto antes for avaliada, maiores são as chances de evitar crises repetidas e perda de função.

No consultório, essas histórias se repetem com frequência.A pessoa convive com dor por anos.No começo, era um incômodo p...
21/01/2026

No consultório, essas histórias se repetem com frequência.

A pessoa convive com dor por anos.
No começo, era um incômodo pequeno.
Depois, passou a atrapalhar algumas tarefas.
Com o tempo, virou parte da rotina.

E as frases são quase sempre as mesmas:
“Aprendi a conviver.”
“Deve ser da idade.”
“Tem gente pior que eu.”

O problema é que o corpo não se adapta à dor.
Ele compensa.

Essas compensações silenciosas sobrecarregam outras estruturas, limitam o movimento e fazem a dor se espalhar.

Quando finalmente a pessoa procura ajuda, muitas vezes já existe:
• perda de mobilidade
• medo de se movimentar
• redução da autonomia
• impacto na qualidade de vida

A fisiatria entra justamente para interromper esse ciclo.
Avaliar o corpo como um todo, entender como ele se adaptou à dor e devolver função com segurança.

Dor não deveria ser normalizada.
Ela é um sinal, não um destino.

Se você convive com dor há muito tempo, ainda dá para cuidar.

No consultório, isso é muito comum.A pessoa chega com dor muscular persistente, mas não consegue apontar um esforço espe...
15/01/2026

No consultório, isso é muito comum.
A pessoa chega com dor muscular persistente, mas não consegue apontar um esforço específico que explique o incômodo.

E a resposta costuma estar no estresse.

Quando estamos sob tensão constante, o corpo entra em estado de alerta.

Os músculos permanecem contraídos por mais tempo do que deveriam.

Com o passar dos dias, isso pode gerar:
• dor muscular difusa
• sensação de peso no corpo
• rigidez no pescoço, ombros e costas
• cansaço que não melhora com descanso

O problema é que esse padrão vai sendo normalizado.
A pessoa aprende a conviver com a tensão sem perceber o impacto funcional que ela causa.

A fisiatria avalia além da dor.
Observa como o corpo reage ao estresse, como se movimenta sob tensão e onde estão as sobrecargas silenciosas.

Tratar apenas o músculo não resolve quando a causa está no conjunto.
É preciso devolver equilíbrio entre corpo, movimento e recuperação.

Se a dor aparece mesmo sem esforço físico, vale olhar além.

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Férias são sinônimo de descanso.Mas, para o corpo, elas também signif**am mudança brusca de rotina.Mais tempo sentado, c...
13/01/2026

Férias são sinônimo de descanso.
Mas, para o corpo, elas também signif**am mudança brusca de rotina.

Mais tempo sentado, colchão diferente, longas viagens, menos movimento ou até exagero nas atividades físicas.
Tudo isso pode virar dor.

No consultório, é muito comum receber pacientes logo após as férias com queixas que poderiam ter sido evitadas.

Por isso, deixo aqui um checklist simples para curtir as férias sem sobrecarregar o corpo:

• evite f**ar muitas horas seguidas sentado durante viagens
• levante, alongue e mude de posição sempre que possível
• atenção ao colchão e ao travesseiro fora de casa
• mantenha algum nível de movimento, mesmo descansando
• cuidado com excessos repentinos, como caminhadas longas sem preparo
• respeite sinais de dor e cansaço

Descansar não signif**a abandonar o corpo.
Pelo contrário. É o momento ideal para cuidar melhor dele.

A fisiatria ajuda justamente a encontrar esse equilíbrio entre descanso, movimento e prevenção.
Assim, as férias terminam com boas lembranças, não com dor.

Muita gente acorda assim.Levanta da cama com dor, rigidez ou sensação de corpo travado.Depois de um tempo em movimento, ...
09/01/2026

Muita gente acorda assim.
Levanta da cama com dor, rigidez ou sensação de corpo travado.
Depois de um tempo em movimento, até melhora.

E então vem a frase clássica:
“É normal, deve ser da idade.”

Não é.

Esse tipo de dor costuma estar relacionado a:
• rigidez articular
• falta de mobilidade
• musculatura encurtada
• sobrecarga acumulada ao longo do tempo

Durante a noite, o corpo f**a parado.
Se ele já não se movimenta bem durante o dia, o descanso prolongado evidencia o problema logo ao acordar.

A fisiatria avalia como esse corpo está funcionando como um todo.
Não é só onde dói, mas como você se move, compensa e sobrecarrega sem perceber.

Sentir o corpo duro ao acordar não deve ser normalizado.
Na maioria dos casos, é um sinal de que o movimento precisa ser cuidado antes que a dor vire limitação.

Seu corpo fala logo cedo.
Vale a pena escutar.

Dor crônica, tensão muscular e limitações físicas muitas vezes estão associadas ao estado emocional.O estresse constante...
06/01/2026

Dor crônica, tensão muscular e limitações físicas muitas vezes estão associadas ao estado emocional.

O estresse constante altera o corpo, muda padrões de movimento e impacta diretamente a qualidade de vida.

Janeiro Branco reforça a importância de cuidar da saúde mental como parte essencial do processo de reabilitação e bem-estar.

Cuidar da mente também é cuidar do corpo.

Fim de ano é tempo de confraternizar, descansar, viajar e sair da rotina.E isso é importante. O problema é quando o desc...
30/12/2025

Fim de ano é tempo de confraternizar, descansar, viajar e sair da rotina.

E isso é importante. O problema é quando o descanso vira sedentarismo total.

Ficar muitas horas sentado, dormir em colchões diferentes, exagerar na comida, reduzir o movimento e mudar bruscamente a rotina podem causar dor nas costas, rigidez no pescoço, inchaço nas pernas e sensação de corpo pesado.

Como médica fisiatra, vejo muitos pacientes chegarem em janeiro com dores que começaram justamente nesse período.

A boa notícia é que pequenos cuidados já fazem diferença: caminhar um pouco todos os dias, alongar, levantar com mais frequência, respeitar os limites do corpo e manter algum nível de atividade.

Férias são para recarregar a energia, não para perder mobilidade.

Cuidar do corpo também faz parte de aproveitar bem esse momento.

24/12/2025

O Natal nos lembra da importância de desacelerar e respeitar o próprio corpo.
Cuidar não é exagerar. É ouvir, adaptar e acolher.

Desejo um Natal com mais consciência, saúde e equilíbrio.

Endereço

Marília, SP

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