Viver Psicoterapia

Viver Psicoterapia Fisioterapeuta

26/03/2026

Casos como o de Jeffrey Epstein nos obrigam a olhar para algo desconfortável: a violência raramente se sustenta sozinha.

Ela precisa de silêncio, de gente que prefere não perguntar, de sistemas que protegem reputações ao invés de pessoas.

Quando poder, dinheiro e prestígio entram na equação, o julgamento moral muitas vezes se distorce - e as vítimas passam a carregar não apenas a dor do que viveram, mas também o peso de não serem acreditadas.

Por isso, discutir esses casos não é curiosidade ou sensacionalismo, mas sim, é responsabilidade social.

Porque violência sexual não é apenas um problema individual, ela também é um problema estrutural - e estruturas só mudam quando o silêncio deixa de ser opção.

20/03/2026

Falar sobre mulheres também é falar sobre segurança.

Algumas violências não começam no ato extremo.
Começam no controle.
Na posse disfarçada de amor.
Na incapacidade de aceitar o fim.

Casos como o da Sara nos lembram de uma forma cruel de agressão: quando filhos são usados como instrumento para atingir a mulher.
Isso tem nome.
Isso tem padrão.
E quase sempre tem sinais antes.

O 8 de março não é apenas uma data de celebração.
É um chamado à responsabilidade.

Se uma mulher diz que está com medo,
isso não é exagero.
É alerta.

Escutar, acolher e levar a sério pode salvar vidas.

15/03/2026

Nem todo luto é visível.
Nem toda dor vira palavra.

O filme candidato ao Oscar 2026 Hamnet traz à tona algo que a psicologia já conhece bem: a morte de uma criança não impacta apenas um indivíduo — ela reorganiza todo o sistema familiar.

E, historicamente, o sofrimento das mulheres foi muitas vezes apagado das narrativas oficiais.

O Oscar celebra o cinema. Mas algumas histórias celebram algo maior: a coragem de olhar para a dor sem desviar.

Você já viveu um luto que não foi compreendido?

08/03/2026

Neste Dia Internacional da Mulher, eu não quero falar apenas de força.

Quero falar de reconhecimento.

A bióloga brasileira Dra. Tatiana Sampaio vem sendo destacada internacionalmente pelo
desenvolvimento da polilaminina — uma descoberta com potencial impacto na medicina
regenerativa e nas doenças neurológicas.

E isso importa.

Importa porque, durante séculos, o saber das mulheres foi silenciado, desacreditado ou
apropriado.
Importa porque ciência também é território feminino.
Importa porque quando uma mulher ocupa um espaço de excelência, ela amplia
possibilidades para muitas outras.

Celebrar o Dia da Mulher não é romantizar resistência.
É reconhecer competência.
É legitimar inteligência.
É sustentar espaço.

Que a gente pare de celebrar apenas a mulher que “aguenta tudo”
e comece a celebrar a mulher que pensa, pesquisa, cria e transforma o mundo.

🌿 Feliz dia, com consciência.

26/02/2026

Eu trabalhei anos dentro da Delegacia da Mulher.
E uma coisa que aprendi é que violência não começa no ato, mas na cultura que a normaliza.

Quando uma decisão pública sugere que é ‘normal’ um homem de 35 anos se relacionar ou se casar com uma criança de 12, nós não estamos discutindo apenas um processo, mas sobretudo valores.

Porque existe uma diferença enorme entre maturidade biológica e maturidade psíquica.

Uma criança não tem estrutura emocional, cognitiva ou social para consentir numa relação com um adulto. E isso não é opinião, é desenvolvimento humano.

Quando autoridades - muitas vezes homens - relativizam essa desigualdade de poder, o que se transmite para a sociedade é perigoso: que a vulnerabilidade pode ser passível de interpretação, quando na verdde ela deveria ser protegida.

Defender isso não é militância.
É responsabilidade ética.

19/02/2026

Já sentiu culpa por descansar?

Quando tudo gira em torno de você, a exaustão deixa de ser cansaço e vira rotina.

E se eu te dissesse que existe um outro jeito?
No livro Drop the Ball, Tiffany Dufu nos convida a soltar a bola.

Abrir mão do controle. Delegar.
Não é descuido, é estratégia de sobrevivência.

Hoje, eu quero te convidar a fazer o mesmo. Escolha algo que você sempre faz… e solte.

Me conta aqui: qual seria a sua primeira bola a soltar?

12/02/2026

Fevereiro chegou com brilho, festa e fantasia.
Mas o respeito precisa estar no bloco da frente.

Dizer não continua sendo um direito, inclusive no carnaval.

💜 Vamos ensinar isso às próximas gerações, vivendo o agora com mais consciência.

04/02/2026

Em 2026, o Fórum Econômico Mundial em Davos colocou a saúde mental no centro do debate global, mas não da forma como estamos acostumadas.

A conversa agora é sobre brain health - saúde do cérebro: um conceito mais amplo, que envolve a capacidade de sentir, pensar, se relacionar, se adaptar e viver com mais presença.

🧠 E por que isso importa?
Porque está cada vez mais claro: sem saúde emocional e cognitiva, não há desenvolvimento humano possível.

Não é só sobre bem-estar, mas sim, sobre o mundo que estamos criando e quem estamos formando dentro das nossas casas.
Você não precisa esperar o colapso para cuidar da sua saúde mental. Você pode começar agora, com pequenas escolhas diárias que te reconectam com a sua essência.

29/01/2026

O primeiro mês do ano está chegando ao fim, e talvez você tenha percebido que continuou priorizando tudo ao redor, menos a si mesma. Isso é mais comum do que parece.

O início do ano não transforma padrões por si só. O que transforma é consciência, clareza e disposição de olhar para o que você sente com honestidade.

Cuidar da saúde emocional não depende de grandes metas, mas de pequenos gestos que devolvem presença, limites e equilíbrio ao cotidiano.

Ainda é cedo. Ainda dá tempo de fazer um movimento por você.

“Eu acreditei que poderia mudar ele.”Essa frase expressa a dor e a confusão emocional presentes em muitos relacionamento...
21/01/2026

“Eu acreditei que poderia mudar ele.”

Essa frase expressa a dor e a confusão emocional presentes em muitos relacionamentos abusivos. O ciclo abusivo se sustenta justamente na alternância entre tensão, explosão e promessas de mudança, o que dificulta perceber o padrão e reconhecer o próprio sofrimento.

Relacionamentos abusivos não começam com violência explícita. Eles se constroem em pequenas invasões, controles sutis, críticas disfarçadas, distorções emocionais e movimentos que fragilizam a autoestima ao longo do tempo.

Quando a mulher se vê emocionalmente enfraquecida, torna-se ainda mais difícil encontrar clareza para sair.

A responsabilidade pela mudança nunca é da vítima. Cuidar de si, reconhecer sinais e buscar apoio são movimentos de proteção e coragem.

Se você vive algo semelhante, procure ajuda. Se você conhece alguém que vive, envie a ela.

Ligue 180 para orientação. Em casos de risco imediato, disque 190: você não está sozinha.

15/01/2026

A terapia sistêmica não busca apenas aliviar um sintoma, mas compreender o contexto em que ele foi criado. Muitas mulheres chegam ao consultório sentindo ansiedade, exaustão ou irritabilidade sem saber exatamente por quê.

Quando começamos a olhar com profundidade, percebemos dinâmicas emocionais antigas, responsabilidades assumidas sem consciência e papéis que foram sendo ocupados por necessidade, expectativa ou hábito.

Ao trazer clareza para essas relações e padrões, a mulher passa a diferenciar o que realmente é dela do que aprendeu a carregar ao longo da vida. E é nesse ponto que vínculos, papéis e fronteiras emocionais começam a se reorganizar.

Limites se tornam possíveis, escolhas ganham maturidade e as relações ficam menos reativas e mais conscientes.

Esse é o trabalho da terapia sistêmica: criar espaço para que a mulher compreenda a própria história e desenvolva uma forma mais saudável e coerente de se posicionar no mundo.

Se você sente que está carregando mais do que deveria, talvez seja o momento de olhar para isso com profundidade.

Endereço

Avenida São Francisco 2350, Cidade Nova
Marabá, PA
68501-650

Horário de Funcionamento

Segunda-feira 08:00 - 20:00
Terça-feira 08:00 - 20:00
Quarta-feira 08:00 - 20:00
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