Psicóloga Marcela de Sá Rezende

Psicóloga Marcela de Sá Rezende Esta página tem como objetivo, divulgar assuntos relacionados a psicologia e psicanálise.

Nem sempre o trabalho é o que esgota.Às vezes, o cansaço vem do distanciamento de si.Quando o que a gente faz não conver...
01/05/2026

Nem sempre o trabalho é o que esgota.

Às vezes, o cansaço vem do distanciamento de si.

Quando o que a gente faz não conversa com o que a gente sente, até o simples começa a pesar.

Mas quando há encontro…
mesmo nos dias cheios, algo se reorganiza por dentro.

O que antes era só esforço já não ocupa o mesmo lugar.

Hoje não é só sobre produzir, entregar, cumprir.
É sobre reconhecer o caminho de quem sustenta a própria vida todos os dias, mesmo quando ninguém vê.

E talvez o ponto não seja fazer menos, mas não precisar se afastar de si para continuar.

✨Que o trabalho não seja só sobrevivência.
Mas, aos poucos, também possa ser espaço de verdade, de escolha… de vida.✨

Feliz Dia do Trabalhador a quem segue , com coragem, com peso, com vontade… e, quando possível, com presença no que faz.

1º de Maio
Dia do Trabalho

Marcela de Sá Rezende | Psicóloga

26/04/2026

Você diz que não se apega fácil…
mas sente quando alguém se afasta.

E aí finge que não é nada.

Talvez não seja desapego.
Talvez seja medo de mostrar o que sente.

Mas até quando isso te protege…
e a partir de quando te afasta?

Te incomodou…
ou você já se acostumou com isso?

💭✨💭✨💭✨💭

Marcela de Sá Rezende | Psicóloga

Hoje é dia do livro.E eu não poderia deixar passar em branco , não quando ler faz parte de quem eu sou.Mas poderia ser t...
23/04/2026

Hoje é dia do livro.
E eu não poderia deixar passar em branco , não quando ler faz parte de quem eu sou.

Mas poderia ser também o dia de tudo aquilo que a gente ainda não conseguiu dizer.

Ler, às vezes, é um jeito de se encontrar sem precisar se explicar. É encontrar colo onde não há presença. É um abraço que não precisa de corpo…

Outras vezes, é fuga, abrigo, espelho, ou até um leve incômodo que cutuca verdades esquecidas. 🥹

Tem livros que passam.
Tem livros que f**am.
E tem aqueles que, mesmo depois de fechados, continuam lendo a gente por dentro.

Talvez por isso eu ame tanto:
porque, em cada página, existe sempre a possibilidade de me reconhecer… ou me transformar um pouco.

E você… que tipo de encontro tem vivido através dos livros?
📖✨
Me conte aqui…

Marcela de Sá Rezende | Psicóloga

21/04/2026

DO STORY PARA O FEED…
✨ No programa Big Brother Brasil 26, a participante Ana Paula recebeu a notícia do falecimento de seu pai.

E, junto com a dor, veio a polêmica.

A escolha de não sair da casa, rapidamente se transformou em julgamento. Opiniões, críticas, certezas, como se existisse uma forma correta de reagir à perda. Como se o amor pudesse ser medido por um gesto visível.

Mas tem perdas que tiram o chão.

Perder um pai não é só dizer adeus a alguém.
É sentir que aquilo que te sustentava, de algum jeito, já não está mais ali.

O pai, muitas vezes, é esse lugar de amparo silencioso.
Não precisa estar o tempo todo perto, nem dizer muito.
Mas a existência dele já organiza alguma coisa dentro da gente.

É como saber que existe um porto seguro, mesmo quando não estamos nele.

E quando isso se perde, não é só a saudade que aparece.

É um tipo de desproteção difícil de explicar.
Como se o mundo f**asse maior, mais duro… e a gente, por um momento, menor diante dele.

Perder um pai é também perder uma referência.
Alguém que, de alguma forma, sustentava, orientava, segurava.

E não importa se a relação foi perfeita ou não.
O vazio não vem só do que foi bom, vem também do que faltou, do que poderia ter sido, do que já não pode mais acontecer.

Diante disso, o que se espera de alguém?

Que pare?
Que chore?
Que vá?
Que fique?

O luto não obedece regras.

Tem gente que precisa se recolher.
Tem gente que precisa continuar.
E, às vezes, continuar é a única forma possível de não desmoronar.

O que parece frieza por fora, pode ser excesso por dentro.
O que parece ausência, pode ser um jeito de suportar.

Porque o luto não é espetáculo.
Não é prova de amor.
Não é algo que se explique.

É algo que se atravessa, no tempo singular de cada um.

CONTINUAÇÃO NOS COMENTÁRIOS ⤵️…

Quando o feriado chega… muita gente percebe que não consegue descansar.Tem gente que espera esse tempo como um respiro.M...
20/04/2026

Quando o feriado chega… muita gente percebe que não consegue descansar.

Tem gente que espera esse tempo como um respiro.
Mas, quando ele finalmente chega, o que vem não é alívio.
É um certo incômodo difícil de explicar.

O corpo até desacelera.
Mas por dentro… alguma coisa continua em alerta.

Porque não é só sobre cansaço físico.
É sobre tudo aquilo que a rotina ajuda a calar.

Quando o barulho diminui, quando as obrigações dão uma trégua, quando já não tem mais tanta distração…

✨ O QUE SOBRA DE VOCÊ?✨

Tem pensamentos evitamos durante a semana inteira.
Sentimentos que f**am bem guardados entre um compromisso e outro.
Perguntas que não nos permitimos fazer.

E no silêncio… eles aparecem. 🥹

Às vezes em forma de ansiedade.
Às vezes como um vazio estranho.
Às vezes como uma inquietação que nem o descanso resolve.

Nem todo mundo sabe descansar.
Porque descansar, de verdade, não é só parar o corpo. É conseguir estar consigo sem precisar fugir.

E isso, pra muita gente, ainda dói.

Por isso, talvez o feriado não seja só sobre descanso.
Mas sobre o encontro (nem sempre confortável) com aquilo que em você pede atenção.

E ignorar isso não faz desaparecer.
Só adia.

Talvez o cuidado comece justamente aí: no que aparece quando tudo silencia.

💭 E você… consegue descansar, ou só sabe parar?💭

Se isso te atravessa de alguma forma, talvez seja um bom momento pra olhar pra isso com mais cuidado. 🫶🏻

Marcela de Sá Rezende | Psicóloga

Tem um momento em que o tempo deixa de ser promessa…e começa a ser limite. E ele não avisa…Chega no corpo que muda, no c...
11/04/2026

Tem um momento em que o tempo deixa de ser promessa…e começa a ser limite. E ele não avisa…
Chega no corpo que muda, no cansaço que aparece antes, na memória que falha, no humor que já não se sustenta como antes.
E então vem a palavra: CLIMATÉRIO.
E com ela… um silêncio.
Porque ninguém fala do luto que existe aqui. 🥹
Não só do corpo.
Mas do que não volta….
Do que não foi.
Do que poderia ter sido.
Das escolhas que f**aram pelo caminho.
E isso pesa….
Mas o mais estranho não é o que termina.
É o que insiste.
Porque dentro… ainda existe uma parte que não envelheceu.
Que não entende de tempo, nem de limite.
SÓ QUER…
Quer rir alto, quer sair sem hora, quer desejar como se ainda fosse infinito.
E talvez você conheça essa parte.
Mesmo quando o corpo pede pausa.
Mesmo quando o mundo começa a esperar menos.
É estranho… um corpo que desacelera e um desejo que não 🤔.
E talvez a crise não seja sobre o que está sendo perdido… mas sobre não conseguir mais ignorar tudo o que foi adiado…
Os desejos não vividos.
As versões que não existiram.
Os silêncios sustentados pra caber.
E chega um ponto… em que não dá mais pra não ver.
Essa fase não pede juventude. Pede coragem.
Coragem de não se abandonar de novo.
Coragem de escutar essa parte que ainda insiste… e não mandar ela calar.
Porque talvez amadurecer não seja deixar de desejar.
Seja finalmente levar a sério o que ainda quer viver.

✨E talvez esse seja um convite:
A se escutar com mais cuidado.
A reconhecer suas mudanças sem se apressar em negá-las.
A se conhecer de um jeito novo… mais honesto, mais profundo.
Porque há fases da vida que não pedem respostas rápidas, pedem escuta.✨

E você????
Já tem percebido suas mudanças????
Como tem lidado com elas???? 💭🤔

Marcela de Sá Rezende | Psicóloga

Não sou fã de romances. Mas acabei de ler “Prometa que vai se lembrar de mim”, da Abby Jimenez, e me atravessou… Não pel...
05/04/2026

Não sou fã de romances. Mas acabei de ler “Prometa que vai se lembrar de mim”, da Abby Jimenez, e me atravessou… Não pelos suspiros, mas pelo que ficou reverberando depois.

O livro conta a história de Samantha e Xavier, dois desconhecidos que se encontram e se conectam de forma intensa, quase inevitável. O que começa leve ganha profundidade rápido demais… mas a vida atravessa: ela precisa ir embora, cuidar da mãe, e o que poderia crescer juntos passa a depender de distância, tempo e escolhas difíceis. Entre idas, despedidas e reencontros, f**a a pergunta silenciosa — o que sustenta um amor quando sentir não é suficiente?

A história fala de reencontros, de memórias, de um amor que insiste…mas o que mais me pegou foi perceber o quanto, na vida real, aceitamos tão pouco quando, no fundo, deseja tanto. 🥹

A gente se apega ao quase, à presença instável, ao afeto que vem em partes… e ainda assim chama isso de amor. 🤷🏼‍♀️

Mas amor não é migalha.
Não é dúvida constante.
Não é ausência disfarçada de intensidade.

Amor quando é de verdade, escolhe.
Permanece.
Se implica, mesmo quando não é fácil.

E talvez por isso essa frase tenha doído tanto:

✨ “talvez seja a última coisa que a gente esquece.
Ou talvez a gente nunca esqueça. Não completamente.
Esquecemos as palavras que o traduzem. A capacidade de demonstrá-lo. Mas nunca a capacidade de senti-lo ou reconhecê-lo quando o vemos.
O amor é a coisa mais viva em um mundo cinza.” ✨

Porque, no fundo, a gente sabe…
Sabe quando é inteiro.
E sabe, mesmo que tente negar, quando não é.

Esse livro me fez olhar para os vínculos que eu permitimos viver… e entender que nem tudo que marcou foi de fato, amor.

Às vezes, foi só uma vontade enorme tentando sobreviver sozinha.

No fim, não é sobre prometer lembrar de alguém.

💭 É sobre não se esquecer de si
enquanto tenta ser inesquecível pra outro. 💭

Já leu esse romance???
Me conte o que achou…. 😊

Marcela de Sá Rezende | Psicóloga

Hoje é o dia da mentira!!!Mas nem toda mentira é sobre enganar.Algumas são sobre não conseguir dizer.A gente mente quand...
01/04/2026

Hoje é o dia da mentira!!!

Mas nem toda mentira é sobre enganar.
Algumas são sobre não conseguir dizer.

A gente mente quando a verdade ainda não cabe.
Quando dizer seria se expor demais, perder demais, sentir demais… Quando não sabemos como dizer o que doeu, ou o que desejamos.

E é curioso: algo verdadeiro sempre escapa…
No exagero, na contradição, no silêncio…

A mentira então, deixa de ser só um erro e passa a ser também um sinal.
E aí vale a pergunta, sem enfeite:

💭 O QUE EM MIM, AINDA NÃO CONSIGO DIZER??? E POR QUÊ???! 💭

Porque não é só sobre esconder do outro. É, muitas vezes, sobre não conseguir olhar, é esconder de si mesmo…

Tem verdades que desorganizam.
Mexem com quem eu penso que sou, com o que eu sustento,
com o que eu gostaria de ser.

E então, a gente desvia.
Diminui.
Adia.

E chama isso de MENTIRA.

Talvez não seja justif**ativa, mas é pista.

Hoje, mais do que separar o que é verdade ou mentira,
talvez valha escutar o que ainda não consegue ser dito.

E, no fim:
isso que eu não digo… ainda me protege ou já está me impedindo de me encontrar?

✨ E pra você — o que é mentira… de verdade?✨

Marcela de Sá Rezende | Psicóloga

Não é só cansaço…Tem gente que olha para a própria vida e pensa: “mas está tudo bem…”E, ainda assim, existe um peso difí...
24/03/2026

Não é só cansaço…
Tem gente que olha para a própria vida e pensa: “mas está tudo bem…”
E, ainda assim, existe um peso difícil de explicar…
Talvez porque o cansaço não venha só do que você vive, mas do que você tenta acompanhar.
Muitas referências;
Muitas vidas;
Muitas possibilidades…
E, no meio disso, uma sensação quase constante de estar sempre atrasada… pra tudo!!!
A mente não descansa quando está o tempo todo se comparando, se medindo, se ajustando.
É como se sempre houvesse alguém fazendo melhor, vivendo mais, sendo mais.
E, aos poucos, sem perceber, você deixa de viver a sua própria experiência para tentar alcançar uma que nunca é exatamente sua.
Quando tentamos corresponder a expectativas que não são nossas, acabamos nos afastando de quem somos.
E isso cansa…. 🥹
Cansa tentar caber.
Cansa tentar alcançar.
Cansa nunca sentir que chegou.
Porque sempre existe um próximo nível,
uma nova meta, uma outra versão de quem você “deveria” ser.
E, nesse movimento, algo importante se perde: o tempo de sustentar o que é seu.
O tempo de reconhecer o próprio ritmo.
O tempo de existir sem comparação.
Talvez o seu cansaço não seja falta de energia…
mas excesso de comparação.

✨E talvez descansar também seja isso: diminuir o ruído de fora para voltar a se escutar.✨

E, no meio de tudo isso, f**a uma pergunta — simples, mas profunda:

💭 se não houvesse ninguém para se comparar…
quem você seria? 💭

Terminei de ler o livro Vergonha, da Brittainy C. Cherry, e não consegui simplesmente seguir para o próximo livro como s...
17/03/2026

Terminei de ler o livro Vergonha, da Brittainy C. Cherry, e não consegui simplesmente seguir para o próximo livro como se nada tivesse acontecido.
Sabe quando a história não acaba na última página? Ela ecoando… Nos pensamentos, nas sensações, em algumas verdades que a gente nem sempre quer encarar. 🥹
Esse livro me atravessou de um jeito silencioso, falando sobre escolhas, sobre o que a gente repete sem perceber e sobre o quanto amar, às vezes, também dói…. E transforma.
Resolvi então, trazer essa reflexão pra cá, porque sinto que essa não é uma daquelas leituras que a gente guarda só pra si…. 💭💭💭 Vamos comigo????? ✨

Há encontros que não começam no amor, começam na ferida…. 💔

Grace volta para casa depois de uma traição que quebra não só o casamento, mas a imagem que ela tinha de si. Jackson já vive à margem há muito tempo, carregando o peso de tudo que disseram que ele era. Dois extremos: a “perfeita” e o “problema”, que se encontram justamente no ponto da dor.

E talvez seja isso que mais me atravessou…

O amor entre eles não é confortável. Ele não surge como redenção imediata, mas como repetição.

A psicanálise chama isso de compulsão à repetição: a tendência inconsciente de retornar às mesmas experiências emocionais, na tentativa (quase sempre frustrada) de finalmente dominá-las. Grace escolhe, sem perceber, um homem que também carrega a marca da exclusão. Jackson se aproxima de alguém que, no fundo, ainda não se desvinculou do lugar onde foi ferida.

A gente não volta para o que quer, volta para o que conhece!!!

VERGONHA não é apenas sobre um amor proibido pelos outros, é sobre um amor ameaçado pelo que cada um ainda não curou em si.

E talvez o ponto mais difícil, e mais necessário, seja esse: perceber o padrão enquanto ele ainda está acontecendo.

Porque romper não é sobre o outro.
É sobre sustentar o desconforto de não voltar para o que, mesmo machucando, ainda é familiar.

No fim, não é só sobre Grace e Jackson…
é sobre o que, em nós, ainda insiste em se repetir até que a gente tenha coragem de transformar.

Agora me conta:
o que essa história despertou em você??? 💭✨

Às vezes o vazio que você sente não tem a ver com o presente. É uma parte sua que ficou presa em algum momento do passad...
12/03/2026

Às vezes o vazio que você sente não tem a ver com o presente. É uma parte sua que ficou presa em algum momento do passado.

A vida segue. Os dias passam.Os compromissos continuam. As conversas acontecem…

E, aparentemente, está tudo andando. Mas por dentro existe uma sensação difícil de explicar. Como se algo em você não tivesse acompanhado o movimento da vida.

E muitas vezes não acompanhou mesmo.

Algumas partes nossas f**am no lugar onde doeu.

Ficam naquele amor que terminou sem entendimento.
Na perda que precisou ser engolida rápido demais.
Na versão de nós que tivemos que abandonar para continuar.

O tempo passa por fora.
Mas certas emoções não passam no mesmo ritmo.

Elas f**am esperando ser escutadas.Esperando um espaço onde possam, finalmente, ganhar palavras.

Talvez por isso, em alguns momentos, a sensação seja essa:
você continua vivendo… mas não completamente.

Porque seguir em frente de verdade não é simplesmente deixar tudo para trás.

Às vezes é preciso voltar com cuidado, entender o que ficou,
e buscar as partes de si que permaneceram no caminho.

E você… ✨
tem vivido inteiro ou apenas seguido em frente?💭✨

QUANDO A CASA DOS AVÓS SE FECHA…“… Fechar a casa dos avós é dizer adeus às canções com a avó e aos conselhos do avô, ao ...
24/05/2023

QUANDO A CASA DOS AVÓS SE FECHA…
“… Fechar a casa dos avós é dizer adeus às canções com a avó e aos conselhos do avô, ao dinheiro que nos dão secretamente, como se fosse ilegal, chorar a rir por tudo e por nada, ou chorar a dor daqueles que partiram cedo demais.

É dizer adeus à emoção de chegar à cozinha e descobrir o que está dentro das panelas, e saborear a comida da Vó. Portanto, se tiverem oportunidade de bater na porta dessa casa e alguém abrir, aproveitem sempre que puderem, porque ver os nossos avós, à espera para lhes dar um beijo, é uma sensação maravilhosa, da qual um dia iremos sentir saudades!

Na família, é onde os filhos e os netos encontrarão o espaço oportuno para viver o mistério do amor por quem está mais próximo e por quem está ao nosso redor.

Aproveitem muito a casa dos avós, pois irá chegar o tempo em que na solidão das paredes e recantos, se fecharmos os olhos e nos concentrar-mos, poderemos ouvir talvez o eco de um sorriso ou de um grito, preso no tempo.

De resto, é garantido que ao abrir os olhos, a saudade vai falar mais alto, e vamos questionar-nos: por que tudo foi tão rápido?

É doloroso descobrir que as portas das casas dos nosso avós estão fechadas para sempre! No entanto, o mais importante é no nosso coração, e nas nossas memórias, as casas dos nossos avós permanecerem eternamente com as portas e as janelas abertas de par em par”.
(retratoscontados.pt)

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