11/03/2026
Na terapia, é muito comum chegarmos cheios de perguntas.
Queremos entender por que sentimos o que sentimos, por que repetimos alguns padrões ou por que tomamos certas decisões. Buscar respostas é um movimento natural, que faz parte da nossa tentativa de compreender quem somos.
Mas existe um ponto importante nessa busca: nem todas as perguntas terão respostas claras.
E quando insistimos nas mesmas perguntas, às vezes acabamos encontrando apenas mais julgamento, culpa ou frustração.
Em alguns momentos, o caminho pode ser diferente: em vez de procurar desesperadamente por respostas, talvez seja hora de mudar as perguntas.
Perguntas mais curiosas.
Menos acusatórias.
Mais abertas para compreender a própria história.
Se conhecer não é um processo de encontrar respostas perfeitas — é um exercício constante de olhar para si com curiosidade e cuidado.
E você, que tipo de pergunta tem feito para si mesmo ultimamente?
Psic. Me. Gabriela P. Malacrida - CRP 08/30192