Psicólogo Guilherme Matos

Psicólogo Guilherme Matos Sou Guilherme Matos, psicólogo clínico com 6 anos de experiência. Ofereço um espaço acolhedor para promover autoconhecimento, superação e saúde mental.

Atendo adultos de forma online, unindo o existencialismo à Terapia Cognitivo-Comportamental (TCC).

Olha tem muitas pessoas que estão acostumadas a pensar que terapia é ir em consultório, sentar-se de costas para o terap...
25/06/2021

Olha tem muitas pessoas que estão acostumadas a pensar que terapia é ir em consultório, sentar-se de costas para o terapeuta e f**ar falando, falando e falando e o terapeuta com a sua pranchetinha só anotando e falando AHAM e me conte mais sobre isso…

Apenas isso, mas será que é mesmo assim?

A maioria das pessoas só conseguem imaginar que a terapia é um lugar onde você vai lá e fala sobre você, chora e o terapeuta f**a lá quieto te escutando até dar uma hora de sessão… Sendo que na verdade isso é uma ideia muito ilusória de como funciona a sessão de terapia, criado principalmente pelos filmes e séries, entenda que o terapeuta não necessariamente vai te tratar dessa forma como nos filmes, mas claro deve existir alguns que são mesmo assim, mas no geral a maioria não é dessa forma.

Mas, deixa eu te explicar uma coisa muito importante, a terapia é SIM um lugar para você falar sobre você, para você chorar também se precisar, mas também é um lugar onde você junto com o psicólogo irão procurar resolver uma determinada situação que vem te incomodando, poder chegar a uma solução, refletir sobre um problema e receber ajuda!

Certo, mas como isso acontece afinal?

Isso acontece principalmente através do diálogo, então já adianto que NÃO necessariamente o terapeuta irá f**ar ali quietinho apenas te escutando e falando UHUM, mais sim que ele f**ará quieto no momento que for necessário f**ar, mas que em outros momentos que ele precisar falar e refletir com você sobre o assunto em questão ele irá dialogar contigo!
Afinal, as sessões têm como principal objetivo te ajudar a resolver um problema.

Terapia é conexão e escuta tanto ativa quanto passiva entre psicólogo e cliente.

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O tempo todo a gente se compara com outras pessoas e idealiza uma vida perfeita e sem desafios, principalmente aqui nas ...
24/06/2021

O tempo todo a gente se compara com outras pessoas e idealiza uma vida perfeita e sem desafios, principalmente aqui nas redes sociais.

Essa comparação faz com que você veja apenas o externo daquela pessoa ou situação sem realmente saber o que tem por trás de tudo aquilo...

Quando você vê uma pessoa fazendo algo que você gosta ou gostaria de fazer, está vendo apenas os pontos positivos e não vê quantas vezes essa pessoa errou até que pudesse acertar para chegar ali, muito menos as dificuldades internas que ela teve que superar para conseguir. Isso acontece porque muitas vezes a gente acaba ignorando o que tem por trás e vendo a pessoa como alguém que consegue fazer tudo, que não é inseguro, que não tem dificuldade e através disso olhamos para nós mesmos e só vemos a nossa negatividade.

Então, quando você olha para fora e pensa no porque é inseguro e as outras pessoas não são, isso na verdade tem haver com a crítica que você faz a si mesmo como uma forma de afirmação das suas limitações ou desejos. Isso não quer dizer que as outras pessoas não se sentem inseguranças ou que foi fácil fazer, afinal as pessoas estão nos mostrando o que elas querem que a gente veja, no caso o resultado final e não o processo que ela teve que percorrer para chegar lá.

Comparar-se com o outro sem realmente saber o que tem por trás é uma idealização irreal de uma vida perfeita, sendo essa uma forma de se criticar e justif**ar o porquê de não conseguir determinadas coisas em sua vida.

Entenda: Ver uma pessoa fazendo coisas que você gosta ou gostaria de fazer não muda o fato dela também ser insegura!

Se sentir que precisa de ajuda, não hesite em buscar!

E aí, você já tinha pensado dessa forma?

Emicida tem essa música “Pequenas Alegrias da Vida Adulta”, nela ele associa as pequenas alegrias a um sábado de paz ond...
29/05/2021

Emicida tem essa música “Pequenas Alegrias da Vida Adulta”, nela ele associa as pequenas alegrias a um sábado de paz onde se dorme mais, um gol da virada, emendar o feriado no litoral, encontrar uma Tupperware que a tampa ainda encaixa, a nota azul no boletim, uma promoção de fralda, presentes feitos com guache e crepom...

E você, já olhou para as pequenas alegrias da vida que acontecem ao seu redor? Elas têm sentidos e signif**ados diferentes para cada pessoa, mas merecem ser comemoradas!

Muitas vezes nos frustramos, pois, só olhamos para as grandes conquistas, contudo, grandes conquistas são processos e levam tempo, para chegar até o grande é possível experimentarmos as pequenas alegrias!

Olhe com carinho para o caminho que você vem construindo!

Psicóloga Roberta Costa Sinzker
CRP 08/25262
robertasinzker

Parabéns mulheres por esse dia, o qual é muito importante e ouso dizer que um dos mais importantes dentre todos os dias ...
08/03/2021

Parabéns mulheres por esse dia, o qual é muito importante e ouso dizer que um dos mais importantes dentre todos os dias comemorativos de nosso calendário, e sabe por quê?

Porque representa a quebra de padrões impostos contra a liberdade feminina, a luta pelos direitos e a própria força na batalha contra os medos e inseguranças. Foi uma data conquistada com muita força e trabalho, que hoje é, infelizmente, esquecida de suas motivações originais e históricas.

Diante da força histórica desse tema, venho trazer um pequeno texto que tenta unir essa força junto com a proposta do projeto e falar para você, mulher, que padrões só existem para serem quebrados.

Em nossa sociedade de consumo, na qual vender um produto ou uma imagem idealizada e irreal é mais importante do que a saúde física e psíquica das pessoas, temos o peso massacrante dos padrões sobre os ombros das mulheres.

São muitos os padrões, citarei apenas alguns: Padrões de beleza irreal, padrões sobre tipo de corpo perfeito, mãe perfeita, profissional ideal, sexualidade podada e mascarada etc.

São muitos os tipos e intensidades de padrões que recaem sobre as costas das mulheres, nossa sociedade cobra muito a respeito da idealização do feminino. Venho dizer para você: não esqueça do seu dia e do que ele representa, busque sair da insegurança de ser moldada por padrões que não fazem sentido para você, seja uma mulher mais segura de si e quebre os padrões que te impedem disso.

Queremos ser fortes sempre, não demonstrar nenhum sinal de fraqueza e não pedir ajuda para ninguém. Levar, porém, a vida...
07/03/2021

Queremos ser fortes sempre, não demonstrar nenhum sinal de fraqueza e não pedir ajuda para ninguém. Levar, porém, a vida com toda essa necessidade de ser forte é muito pesado, pode te desgastar e impedir de viver muitas circunstâncias boas.

É difícil ser forte o tempo todo, isso vai contra nossa natureza humana.

Venho aqui te perguntar, qual é o motivo de desejar ser forte o tempo todo?

Forte para quem?

Essas duas perguntas são muito importantes, e pensar em suas respostas de maneira aprofundada nos dará uma maior noção dos motivos pelos quais agimos. Muitas vezes não temos uma motivação real para toda essa força, somos fortes pois todos dizem que devemos ser, sou forte por tal ou tais pessoas.

À vista disso, se sua força é destinada aos outros, cabe a pergunta:

Você precisa ser forte pelos outros?

Quando lutamos para ser fortes pelos outros, acabamos ferindo a nós mesmos. Na maioria das vezes, fazemos isso por acreditarmos que não podemos demonstrar fraquezas ou vulnerabilidades. No entanto, esconder nossas fragilidades não nos ajuda a vencê-las, é preciso reconhecer as dificuldades e nossa parcela de erros humanos, para só então começar a pensar no que fazer para mudar.

Entendo que revelar as nossas fraquezas pode ser difícil, mas conversar com alguém que confia e que possa te ajudar nesse aspecto é uma ótima forma de começar a lidar com isso. Te convido a me contar uma de suas fraquezas, podemos conversar e tentarei te ajudar em seu caminho.

Caso queira falar comigo sobre o assunto, pode me mandar um Direct 🙂

Como falei em outro post, me tornei alguém mais seguro, porém isso não quer dizer que deixei de ter inseguranças, apenas...
04/03/2021

Como falei em outro post, me tornei alguém mais seguro, porém isso não quer dizer que deixei de ter inseguranças, apenas que me tornei mais seguro comigo. No começo, lidei com as inseguranças mais evidentes e fortes, como timidez, vergonha, dificuldade de conversar com as pessoas, etc.

Eu achava que essas eram todas, mas conforme fui as resolvendo, outras foram f**ando mais visíveis para mim.

As grandes inseguranças foram relativamente fáceis para lidar, em menos de seis meses, quando entrei no processo de mudança, já tinha me transformado completamente, elas já não me assombravam. Porém as inseguranças mais sutis foram se manifestando, era como se eu não conseguisse vê-las até trabalhar as outras que estavam na frente.

Acredito que isso seja normal com todos, você sempre terá uma questão mais evidente, então você dá foco nela, todavia, quando ela já não é mais um problema, as outras começam a aparecer. Foi aí que as dificuldades de relacionamento, dependência emocional, problemas na sexualidade e outras inseguranças foram surgindo.

Não sei se um dia conseguirei me livrar de todas elas, acredito que não, mas hoje sei como lidar com elas e quando uma nova insegurança surge eu já me conheço o suficiente para saber o que devo fazer ou onde devo procurar ajuda para me livrar disso.

Estou tocando neste assunto para que você não crie a ideia de que estou prometendo tornar alguém totalmente seguro de si e livre dos medos, isso seria uma promessa irresponsável. O que tenho a oferecer com toda a experiência pessoal que tive e todo conhecimento que adquiri estudando é que posso te auxiliar, se você desejar, a se tornar alguém um pouco mais seguro de si mesmo, vencer algumas das suas inseguranças mais fortes e incômodas.

Mas como frisei isso só é possível se você quiser!

Ontem falei um pouco sobre a depressão, a qual me consumia desde meus 15 anos aproximadamente.Além da depressão e insegu...
03/03/2021

Ontem falei um pouco sobre a depressão, a qual me consumia desde meus 15 anos aproximadamente.

Além da depressão e insegurança, fui alguém extremamente ansioso, ainda sou às vezes. O controle da ansiedade foi, das lições, a mais difícil para mim. O motivo de ser difícil é que eu era extremamente ansioso, porém não percebia, vivi tanto tempo assim que não percebia como era ruim.

Comecei a perceber a ansiedade quando comecei a controlar a depressão e mesmo assim ainda tinha algo incomodando muito, sempre estava agitado e angustiado. A principal forma de perceber minha ansiedade foi por comentários de meus amigos, tinha atitudes que, vez e outra, incomodava quem estava comigo, estar sempre agitado, batendo os pés, etc.

Esses amigos foram sinalizando para mim aos poucos, principalmente quando já estava no processo de terapia e pude ter mais facilidade para reconhecer esses sinais.

Passei a ter mais consciência do quanto eu era ansioso e comecei a trabalhar para tranquilizar esses sentimentos, a medicação de depressão também auxilia com a ansiedade. Porém, fiz um longo percurso de me perceber e compreender, o que me incomodava e deixava ansioso.

Tomei muitas atitudes para amenizar a ansiedade, tentei controlar meus pensamentos, não permitindo que eles se perdessem no futuro. Comecei a praticar meditação, o que me auxiliou muito também. Além disso, o controle da alimentação e exercícios físicos também me ajudaram. No entanto, o que aprendi de mais importante é estar no presente, colocar o foco da mente no presente, estar presente nas coisas que faço.

Ainda tenho um pouco de dificuldade, mas sempre quando percebo que estou longe trago novamente minha mente para o agora.

Assim como ajudou na depressão, tem algo que me ajudou muito na ansiedade: falar sobre.

Um ato tão simples mais ao mesmo tempo tão difícil!

Alguns conhecidos devem ter se espantado ao ver o título por nunca terem imaginado que já passei por depressão. Fui diag...
02/03/2021

Alguns conhecidos devem ter se espantado ao ver o título por nunca terem imaginado que já passei por depressão. Fui diagnosticado com depressão quando tinha 25 anos aproximadamente, porém sei que desde meus 15/16 anos já sofria desse mal, mas nunca havia falado com ninguém.

Sempre foi uma questão muito difícil para mim, sabia que sofria de algo que me pesava , mas não tinha coragem de falar para as outras pessoas, afinal, eu mesmo não me entendia, como iria explicar para os outros?

Até os 20 anos, os sintomas eram moderados, muitas vezes sumia e f**ava meses sem senti-los, porém começou a aumentar e, sem conseguir me abrir com alguém, foi só piorando.

Já pensei que a melhor saída seria tirando minha vida, o buraco que sentia no peito parecia não ter solução. Comecei a estudar psicologia e ter mais contato com o assunto e, assim, compreendi que esse mal acometia mais pessoas que eu imaginava.

Mesmo aprendendo e estudando sobre o tema, eu tinha muita resistência a tomar medicação, pensava poder lidar com isso sozinho, não precisar de “muleta”, deveria ser forte e vencer. Não imaginava, na época, que esses eram os pensamentos mais destrutivos que eu poderia ter.

Em razão dessas ideias demorei muito para tratar esse problema, quase perdi minha vida para mim mesmo. Somente no terceiro ano da faculdade tive coragem de assumir que eu precisava de ajuda externa, foi quando comecei o tratamento com medicação e fui fazer terapia pela primeira vez.

Como resultado, consegui controlar a depressão e ansiedade, até hoje faço uso de medicação, mas já não sinto os efeitos colaterais que o uso da medicação causa inicialmente.

Quando me abri para o tratamento medicamentoso, me tranquilizei e pude fazer melhor uso da psicoterapia para trabalhar as questões internas do problema.

Hoje, tenho conhecimento não apenas teórico para ajudar as pessoas, eu passei por isso e sei na pele o quanto dói. Quero poder auxiliar mais pessoas a conseguirem controlar esse mal em suas vidas e viverem de maneira mais feliz. Estou à disposição caso você queira conversar um pouco, obrigado.

Quem me vê assim nem imagina que eu já fui muito inseguro!Muitos dos meus clientes na clínica dizem que sou uma pessoa t...
01/03/2021

Quem me vê assim nem imagina que eu já fui muito inseguro!

Muitos dos meus clientes na clínica dizem que sou uma pessoa tão calma e tranquila, chegam a me perguntar se já tive ansiedade e passei por inseguranças. Sempre respondo a essas perguntas de maneira sincera, sou daqueles que acreditam que quando mostramos nosso lado humano para as pessoas não estamos atrapalhando seu processo, como muitos ainda dizem, pelo contrário, estou demonstrando que sou como eles e passei por situações semelhantes.

A insegurança foi um aspecto muito presente em minha vida, fui alguém muito inseguro em todas as áreas. Lembro que desde a adolescência tinha dificuldades com minha imagem, meu peso, timidez bem forte, principalmente para falar com mulheres.

Com isso, cresci sendo alguém muito introvertido, não conseguia me abrir com ninguém, tinha poucas amizades e, ainda com elas, eu falava pouco. Isso perdurou por muitos anos da minha vida. Mesmo já cursando psicologia, ainda era muito inseguro, até para fazer perguntas ao professor eu tinha medo, acabava deixando as dúvidas só para não lidar com a vergonha de me expor.

Tudo mudou em minha vida quando comecei a estudar existencialismo na faculdade, lidar com conceitos de sermos livres e responsáveis por nossas vidas. Lutei muito com esses conceitos, pois aceitar que eu era responsável por tudo que vivia era algo dolorido, isso signif**ava que eu estava dessa maneira por ter me permitido chegar a esse estado.

Comecei a fazer terapia e encarar esses problemas de frente, foi em 2019, com 26 anos, que entrei de cabeça querendo lidar e vencer minhas inseguranças. Em poucos meses, já tinha mudado muito, algumas pessoas tinham dificuldades de me reconhecer, pois passei a ser alguém mais comunicativo e aberto.

Hoje faz dois anos que estou lutando com meus medos e inseguranças de forma mais profunda, mudei muito e ainda tenho muito a mudar.

Ainda irei falar mais a respeito de como lidei com depressão, ansiedade e outros problemas.

E você está disposto a enfrentar as suas inseguranças?


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Maringá, PR

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