28/01/2026
Sim, jovens, estes dias atrás levei a pequena Helena para um parquinho, feliz da vida que ela poderia ser criança e se divertir ali. Helena (para quem não sabe é minha filhota de 1 ano e 3 meses). Nesta idade Helena não se interessa muito pelos brinquedos, havia vários brinquedos de escalar por exemplo, mas ela preferiu subir uma escada destas “normais” que os adultos usam para se locomover, ao invés das coloridas dos brinquedos. Ainda assim, lá estávamos nós, eu de olhar atento a todo movimento de Helena, estes que tem f**ado cada vez mais rápidos (a danadinha já anda e está testando até algumas pequenas corridas), e ela estilo Dora aventureira, curtindo curiosamente cada detalhe do parque, cada formiguinha que passasse, cada folha de arvore, das grandonas as bem pequenininhas. E eu claro, toda boba, apaixonada, achando lindo cada movimento, cada olhar curioso, cada detalhe observador que a pequena demonstrava, ela estava vendo muitas coisas que eu não via. Em alguns momentos eu f**a mais perto, dando contorno a uma pisada em falso, ou a uma corrida em direção a um brinquedo alto que acertaria sua cabecinha, outros momentos f**ava de longe, vendo a curiosidade se manifestar. Anda, olha, abaixa, toca, pega, larga, olha de novo. Tudo é novo para seus olhinhos. Até aí tudo bem, linda história de mãe e filha cada uma no seu papel, ambas super conectadas com o momento, lindo. Até que....sim, sempre tem um até que...Helena caminha para baixo de um brinquedo, tinha uma pequenina poça de água ali embaixo, provavelmente resquício de alguma chuva rápida de verão. O parquinho tinha em seu envolto uma arvore bem grande, daquelas conhecidas como 7 copas, que soltam algumas castanhas, pois bem, ao lado da pocinha de agua, uma castanha verde e bonita, firme, ótima para criança explorar, mãozinha esquerda, vraum, castanha verde na mão, aperta, sente, olha, dois segundo despois, o olhar já estava em outro lugar, pocinha de agua pequena, nem daria para fazer lambança, mas, porém, entretanto, nunca duvidem de um olhar atendo de uma criança, sim minha gente, uma castanha melequenta.
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