29/04/2026
Hoje é o Dia Internacional da Dança, e quem me conhece de perto sabe que esse é um dos meus maiores refúgios.
A medicina exige foco, precisão e muita responsabilidade. Mas quando a música toca e eu estou no salão com a Verinha, minha esposa e parceira de vida, o mundo lá fora pausa por alguns instantes.
A dança me ensinou muito sobre a minha própria profissão. Ela exige sintonia, saber a hora de conduzir e a hora de acompanhar, exige paciência para aprender os passos e, acima de tudo, exige conexão com o outro.
Cuidar da saúde da mulher há mais de duas décadas é, de certa forma, uma dança. É preciso saber ouvir o ritmo de cada paciente, entender o tempo do corpo dela e conduzir o tratamento com a mesma leveza e firmeza de um passo de valsa.
Nunca se esqueça de reservar um tempo para aquilo que faz a sua alma dançar.
E você, qual é o seu refúgio para aliviar o estresse do dia a dia? Me conte aqui nos comentários!