Verônica Dieguez - Psicóloga para Pais e Filhos

Verônica Dieguez - Psicóloga para Pais e Filhos Comunidade dedicada a afetividade da família, buscando o equilíbrio e a melhoria da comunicação

Comunidade dedicada a afetividade da família, buscando o equilíbrio, a melhoria da comunicação e a alfabetização emocional de forma leve e saudável.

29/01/2026

Então, sempre que emoções difíceis aparecem — ansiedade, frustração, solidão, cansaço extremo, sensação de insuficiência — o cérebro ativa um atalho conhecido: comer.

Não porque você é fraca.
Mas porque funcionou por um tempo.

O problema é que a comida resolve só na superfície.
Ela gera alívio imediato… e depois culpa, vergonha e mais desconexão.

E esse ciclo cria a sensação de:

“nada me satisfaz”

“estou sempre com vontade de comer”

“parece um buraco sem fundo”

👉 O que nunca passa não é a fome. É a necessidade emocional ignorada.

Enquanto você tenta calar emoções com comida, o corpo responde pedindo mais.
Mais doce.
Mais quantidade.
Mais frequência.

Porque o cérebro não quer nutrientes.
Ele quer regulação emocional.

E dieta nenhuma ensina isso.
Cardápio nenhum resolve isso.
Força de vontade nenhuma sustenta isso.

É aqui que a psicoterapia entra — não para te dizer o que comer,
mas para te ajudar a entender:

o que você sente

o que você evita

o que você aprendeu a silenciar com comida

Quando você aprende novas formas de lidar com emoções,
a fome emocional diminui.
O comer compulsivo perde força.
E o corpo começa, finalmente, a sentir saciedade — física e emocional.

Você não precisa comer menos.
Você precisa se ouvir mais.

💬 Se essa fome que nunca passa faz parte da sua rotina,
talvez o seu corpo esteja pedindo cuidado emocional, não mais controle.

👉 Me chama no direct.
Vamos olhar juntas para o que está por trás desse comportamento — sem culpa, sem julgamento





28/01/2026

Como psicóloga comportamental, quero que você entenda algo que quase ninguém fala: o peso que aparece no corpo é apenas o reflexo do peso que você carrega na mente.

Quando você começa uma dieta só focando na comida, na caloria ou no “não pode”, você ignora justamente o que te faz descontar tudo na comida:
✔ frustração
✔ autocobrança
✔ ansiedade
✔ falta de regulação emocional
✔ crenças sobre corpo, alimentação e merecimento
✔ padrões aprendidos desde a infância

A Terapia Cognitivo Comportamental (TCC) trabalha exatamente nesse ponto: os pensamentos que geram emoções, que geram comportamentos.
E quando falamos de emagrecimento, o comportamento que mais pesa é justamente o comer emocional.

A psicologia não te entrega uma dieta. Ela te entrega ferramentas para mudar o que faz você falhar na dieta.

Na prática, isso signif**a aprender a:
🔹 identif**ar gatilhos emocionais
🔹 reduzir reforços negativos
🔹 criar novos reforços que sustentam o hábito
🔹 desenvolver estratégias de enfrentamento que não envolvem comida
🔹 construir constância
🔹 treinar autorregulação
🔹 lidar com recaídas sem desistir

Com o tempo, comer deixa de ser fuga e volta a ser nutrição.
O corpo responde quando o comportamento muda.
E o comportamento só muda quando a mente organiza.

Não é sobre força de vontade.
É sobre estratégia.
E você pode aprender.

Se você sente que já tentou de tudo, mas o seu corpo não acompanha, talvez seja hora de tratar o que está por trás, e não só aquilo que aparece no espelho.
Me mande um direct se isso faz sentido para você.





27/01/2026

Você não come escondido da casa…
Você come escondido de si mesma.

🧠 Comer escondido não é sobre fome.
É sobre vergonha.

É a mulher que vira especialista em silêncio:
fecha a porta, apaga a luz,
e tenta calar uma emoção que não teve permissão pra existir.

Olha a ironia cruel:
você se esconde pra comer
e depois se esconde do espelho.

É como se existisse uma personagem secreta —
a que sente demais,
a que não aguenta mais ser forte,
a que só queria acolhimento…
mas aprendeu a se punir.

💡O primeiro passo não é controlar o ato.
É tirar o segredo da sombra.

Quando você para de se atacar mentalmente
e começa a se observar com curiosidade,
o comportamento perde força.

Vergonha alimenta o ciclo.
Consciência enfraquece ele.

Se isso falou com você, comenta “não quero mais me esconder”
e envia esse texto pra quem vive em silêncio emocional há tempo demais. 🤍

26/01/2026

Como psicóloga comportamental, quero te explicar algo que quase ninguém conta — sem culpa, sem terrorismo emocional.

🧠 Como o cérebro usa o chocolate como fuga emocional

O chocolate não é o vilão.
Ele só virou o esconderijo emocional favorito do seu cérebro.

Quando você vive sob pressão, cobrança interna, frustração ou aquela sensação constante de “não sou suficiente”, o cérebro entra em modo sobrevivência.
E ele odeia sentir desconforto por muito tempo.

Então ele cria atalhos.

O chocolate vira um botão de pausa emocional.
Não porque você é fraca.
Mas porque ele ativa memórias de alívio, aconchego, recompensa.
É quase como um cobertor emocional portátil.

Imagine seu cérebro como uma criança cansada no banco de trás do carro, gritando:

“Faz isso parar agora!”

O chocolate aparece como a solução mais rápida, acessível e silenciosa.
Ele não resolve o problema, mas abafa o barulho interno.

O problema começa quando esse alívio vira a única linguagem emocional que o cérebro aprende.

Ansiedade? Chocolate.
Solidão? Chocolate.
Vergonha do corpo? Chocolate.
Cansaço emocional? Chocolate.

E aí surge o exagero, a culpa e o ciclo:
👉 alívio rápido
👉 cobrança interna
👉 promessa de “nunca mais”
👉 mais tensão
👉 mais chocolate

É como tentar apagar um incêndio emocional com perfume.
Cheira melhor por alguns segundos… mas o fogo continua ali.

✨ O caminho não é lutar contra o chocolate.
É ensinar seu cérebro novas formas de segurança emocional.

Quando você aprende a:

reconhecer o que sente antes da fuga

validar a emoção sem se atacar

criar respostas emocionais conscientes

o chocolate deixa de ser anestesia
e volta a ser apenas… chocolate.

Sem guerra interna.
Sem vergonha.
Sem sensação de fracasso

Se você sente que usa o doce para calar emoções que ninguém vê, isso não é falta de controle — é falta de suporte emocional.
E isso pode ser aprendido.





25/01/2026

Sabe quando você olha pra trás e percebe que tentou de tudo… menos entender o que estava acontecendo aí dentro?

É como se você estivesse empurrando uma porta escrita ‘emagrecimento’, mas ela só abre pelo lado de dentro.
A Ana (vamos chamar assim) não era fraca, nem sem força de vontade.
Ela só estava tentando resolver uma dor emocional com soluções que não conversavam com essa dor.
E aí vem a ironia: quanto mais ela tentava ‘se consertar’, mais se sentia quebrada.
Ansiedade, culpa, vergonha… tudo isso virava um barulho tão alto que abafava qualquer tentativa de mudança.

Quando você começa a considerar a psicoterapia, não é porque falhou.
É porque finalmente percebeu que o problema não é você — é a forma como você aprendeu a lidar com suas emoções.
Cuidar da mente é parar de lutar contra si mesma e começar a se escutar de verdade.
Talvez o problema não seja falta de disciplina.
Talvez seja o cansaço de lutar sozinha contra algo que você nunca aprendeu a lidar.

Pensar em terapia não é desistir.
É parar de se machucar tentando provar que dá conta de tudo.

💬 Me chama no direct.
Você não precisa continuar carregando isso sozinha.





25/01/2026

Se de dia você controla tudo…
à noite não é falta de força —
é o colapso do personagem.

🧠3 RAZÕES EMOCIONAIS

1️⃣ Controle demais cansa a alma
De dia você veste a armadura:
forte, focada, impecável.
Só que controle não é equilíbrio —
é tensão acumulada.
À noite, a armadura cai… e a emoção cobra passagem.

2️⃣ Emoções reprimidas não dormem
Ansiedade, frustração, solidão.
Você empurra tudo pro fundo durante o dia,
mas emoção é como criança ignorada:
quanto mais você finge que não existe,
mais barulho ela faz quando escurece.

3️⃣ À noite você vira quem nunca pôde ser
Existe uma personagem secreta:
a que sente, exagera, desaba.
De dia você é “a que dá conta”.
À noite, o psicológico pede descanso —
não regras.

Você se culpa pelo “perder tudo”,
quando na verdade passou o dia inteiro se anulando.

💡 O caminho não é mais controle.
É menos repressão emocional durante o dia.

Pequenos momentos de escuta interna
evitam grandes explosões à noite.

Quando você se permite sentir antes,
não precisa descontar depois.

📣 Se isso fez sentido, comenta “não sou fraca”
e compartilha com aquela mulher
que só desaba quando ninguém está vendo. 🤍





24/01/2026
24/01/2026

Você não desconta tudo na comida…
A comida é só o caixa eletrônico da sua emoção.

Imagina a Ana.
Ela segura o dia inteiro: engole choro, engole raiva, engole cobrança.
Aí chega a noite… e pá!
A emoção cobra juros.

Não é falta de controle.
É excesso de silêncio emocional.

A ironia?
Você se culpa por ‘descontar na comida’,
mas ninguém te ensinou onde descarregar o que sente.

É como tentar esvaziar uma represa com um copinho.
Não é fraqueza. É sobrecarga.

Da próxima vez que a vontade vier, não brigue com ela.
Pergunte:
👉 “O que em mim está pedindo alívio agora?”

Nomear a emoção já começa a dissolver o impulso.
Emoção vista não precisa gritar.

Se isso fez sentido pra você, comenta “eu me vejo”
e compartilha com aquela mulher que vive forte por fora e exausta por dentro. 💬💗

23/01/2026

A maior parte das mulheres acha que precisa de mais disciplina para emagrecer.

Mas disciplina não resolve fome emocional.
Nem regula sentimento.
Nem interrompe ciclo de compulsão silenciosa.
Nem ensina o que fazer quando a comida vira válvula de escape.

E é justamente aí que a maioria “fracassa”.

Não porque não sabe o que comer, mas porque não sabe por que come.

Na psicologia comportamental diferenciamos dois tipos de fome:

Fome física: vem do corpo, cresce aos poucos, pode esperar, e melhora com comida de verdade.

Fome emocional: vem da mente, é urgente, seletiva, busca prazer imediato e some tão rápido quanto apareceu — até voltar de novo.

Quando você não diferencia as duas, qualquer emoção vira motivo para comer.

E aí a dieta vira guerra.
Guerra com a comida.
Guerra com o corpo.
Guerra consigo mesma.

Mas quando você entende isso… muda tudo:

✔ deixa de comer para anestesiar sentimento
✔ reduz episódios de impulsividade
✔ ganha autonomia e consciência
✔ emagrece sem precisar viver em luta
✔ para de se chamar de “fraca” ou “sem força de vontade”

Isso é comportamento. Não é dieta.

E comportamento pode ser aprendido.

Se você leu até aqui, provavelmente já percebeu que não falta informação sobre alimentação — o que falta é aprender a lidar com o emocional que te faz comer.

Se quiser dar o próximo passo, eu posso te ajudar.

👉 Me manda “FOME” no direct que eu te explico como funciona.





22/01/2026

Quando falamos de “comportamento” em psicologia comportamental, estamos falando do que as pessoas fazem.
E quando falamos de reforço, estamos falando de o que faz um comportamento se repetir.

A maior parte das pessoas acha que reforço tem a ver com “elogio” ou “prêmio”. Mas na verdade, na psicologia comportamental, reforço é tudo aquilo que aumenta a probabilidade de um comportamento acontecer de novo.

E existem dois tipos:

1. Reforço Positivo

O reforço positivo é quando algo bom acontece depois de um comportamento, e isso aumenta a chance de você repetir esse comportamento.

Exemplos do cotidiano:

Quando você faz atividade física e sente bem-estar depois → tende a repetir.

Quando você evita comer por ansiedade e recebe elogio → tende a repetir.

Quando você tira uma tarefa difícil da lista e sente alívio → tende a repetir.

No emagrecimento, isso aparece muito quando uma mulher começa a ter pequenas vitórias e percebe coisas como:

mais energia,

roupas f**ando mais soltas,

elogios,

sensação de capacidade.

Tudo isso funciona como reforço positivo.
O cérebro percebe: “isso me faz sentir bem, vou continuar.”

2. Reforço Negativo

Esse é um termo que confunde muita gente, porque parece que é algo “ruim”, mas não é isso.
Na psicologia comportamental, reforço negativo é quando você remove algo desconfortável, e por isso o comportamento aumenta.

Exemplo simples:

Você toma um remédio e a dor some → seu cérebro aprende a tomar de novo quando doer.

No emagrecimento, isso é extremamente comum.
Muitas mulheres comem não para sentir prazer, mas para tirar uma sensação emocional desagradável, como:

ansiedade,

vazio,

estresse,

tédio,

culpa,

tristeza.

Ou seja, a comida tira o desconforto → isso reforça o comportamento.
O cérebro aprende: “quando eu me sinto mal, comer alivia. Então vou fazer isso de novo.”

Perceba o poder disso:
Não é falta de força de vontade. É aprendizagem emocional.

E o problema?

Enquanto o reforço positivo ajuda a criar hábitos saudáveis, o reforço negativo pode manter hábitos que sabotam o emagrecimento, mesmo quando a pessoa racionalmente quer mudar.

Por isso tantas mulheres dizem:

Continua nos comentários...

21/01/2026

A maioria das mulheres sabe exatamente o que precisa fazer para emagrecer.
O problema nunca foi informação.
O problema é como você se sente enquanto tenta fazer o que sabe.

Porque emagrecer não é só sobre comida.
É sobre ansiedade, culpa, exaustão e sobrevivência emocional.

Tem a ansiedade, que transforma a comida em fuga rápida. Quando a mente está acelerada, cheia de preocupações, demandas, autocobrança e futuro, o cérebro quer alívio agora. E comer funciona. Não porque você “não tem controle”, mas porque sua mente está tentando regular um desconforto interno.

Tem também a culpa, que aparece nos dois extremos: quando você come e quando tenta restringir. Culpa de “não conseguir”, culpa de “não ter força”, culpa de “não ser suficiente”. E quando a culpa vira regra, o comportamento vira autopunição. Você come para aliviar e depois se pune por ter comido… e nada muda.

E tem a exaustão.
Aquela que ninguém fala.
A do “eu estou cansada demais para me cuidar”.
Não é preguiça. É carga mental. É sobre carregar família, trabalho, rotina, prazos, expectativas, demandas emocionais dos outros… e, no meio disso tudo, tentar dar conta de você.

Só que emagrecimento exige energia emocional, não só disciplina.
E quando sobra muito pouco de você para você, o corpo faz o que é possível para continuar funcionando.

Por isso tantas mulheres dizem:
“Eu sei o que fazer… mas eu não faço.”
E não fazem porque estão tentando resolver um problema emocional com estratégias nutricionais.

Não é que você não consegue.
É que ninguém te ensinou que o caminho passa pela mente e pelo comportamento, e não pela perfeição.

Quando você aprende a regular ansiedade, a reduzir culpa e a recuperar sua energia emocional, o corpo finalmente para de lutar contra você.

E pela primeira vez… f**a possível.

Se você quer aprender o emagrecimento pela lente do comportamento — e não da culpa — f**a aqui comigo.

20/01/2026

Todo mundo sabe o que precisa fazer para emagrecer.
Comer melhor, se movimentar mais, dormir melhor, ter constância.
Isso não é novidade para ninguém.

Então por que a maioria não consegue?
E por que você não consegue?

👉 Porque emagrecimento não é um problema de falta de informação.
É um problema de comportamento, de emoção e de história — não de conhecimento.

O que faz você entrar na dieta cheia de motivação e, poucas semanas depois, voltar aos mesmos padrões de antes não é a falta de força de vontade.
É o cérebro buscando segurança, familiaridade e prazer — e isso acontece mesmo quando essa segurança custa caro.

O cérebro prefere o que é conhecido.
E comer para aliviar cansaço, estresse, ansiedade, culpa, solidão, tensão, tédio ou pressão emocional é um padrão que se repete porque um dia funcionou. Um dia trouxe conforto. Um dia trouxe alívio. Um dia fez sentido.

E o cérebro aprende por reforço:
o que gera alívio, tende a se repetir.

O problema é que ninguém ensina isso quando falam de emagrecimento.
Falam de calorias, jejum, treino, “força de vontade”, shakes milagrosos, canetas mágicas… Mas quase ninguém fala sobre:

✔ as emoções que você não sabe regular
✔ os hábitos que você automatizou sem perceber
✔ o estresse crônico da vida adulta
✔ as crenças que você herdou sobre o seu corpo
✔ a pressa e o perfeccionismo
✔ a dificuldade em lidar com frustração
✔ o ciclo restrição → compulsão
✔ a dificuldade em se cuidar de forma consistente

Emagrecer não é sobre saber o que fazer.
É sobre conseguir fazer mesmo quando a vida não está ajudando.
E isso é comportamento.

Se você sente que “não consegue”, não é porque você é fraca, preguiçosa ou indisciplinada.
É porque está tentando resolver um problema emocional e comportamental com estratégias puramente nutricionais.

Quando você começa a olhar para…
🧠 o que você sente,
🧠 o que pensa,
🧠 como reage,
🧠 o que evita,
🧠 o que busca,
🧠 e o que reforça…

O processo muda.

E quando muda, pela primeira vez, f**a possível.

Se você quer aprender a emagrecer sem guerra com a comida e sem guerra com você, continue me acompanhando por aqui.

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