29/01/2026
Então, sempre que emoções difíceis aparecem — ansiedade, frustração, solidão, cansaço extremo, sensação de insuficiência — o cérebro ativa um atalho conhecido: comer.
Não porque você é fraca.
Mas porque funcionou por um tempo.
O problema é que a comida resolve só na superfície.
Ela gera alívio imediato… e depois culpa, vergonha e mais desconexão.
E esse ciclo cria a sensação de:
“nada me satisfaz”
“estou sempre com vontade de comer”
“parece um buraco sem fundo”
👉 O que nunca passa não é a fome. É a necessidade emocional ignorada.
Enquanto você tenta calar emoções com comida, o corpo responde pedindo mais.
Mais doce.
Mais quantidade.
Mais frequência.
Porque o cérebro não quer nutrientes.
Ele quer regulação emocional.
E dieta nenhuma ensina isso.
Cardápio nenhum resolve isso.
Força de vontade nenhuma sustenta isso.
É aqui que a psicoterapia entra — não para te dizer o que comer,
mas para te ajudar a entender:
o que você sente
o que você evita
o que você aprendeu a silenciar com comida
Quando você aprende novas formas de lidar com emoções,
a fome emocional diminui.
O comer compulsivo perde força.
E o corpo começa, finalmente, a sentir saciedade — física e emocional.
Você não precisa comer menos.
Você precisa se ouvir mais.
💬 Se essa fome que nunca passa faz parte da sua rotina,
talvez o seu corpo esteja pedindo cuidado emocional, não mais controle.
👉 Me chama no direct.
Vamos olhar juntas para o que está por trás desse comportamento — sem culpa, sem julgamento