Conectar-se Psicologia ACP

Conectar-se Psicologia ACP Psicóloga Patricia Leonardo CRP 08/27862
Abordaremos temas acerca da Saúde Mental e Psicologia Humanista na Abordagem Centrada na Pessoa.

Quando eu aceito um convite, eu ainda não elaborei a proposta. Isso é uma forma que eu encontrei para ir. Quem me conhec...
27/02/2026

Quando eu aceito um convite, eu ainda não elaborei a proposta. Isso é uma forma que eu encontrei para ir. Quem me conhece sabe a dificuldade que tenho de falar em público, mas também sabe como eu gosto de falar sobre o AUTOCUIDADO. E, essa noite ficou marcada pela troca e satisfação de estar ao lado desses doutores profissionais da saúde excepcionais e .

Obrigada pela confiança, troca e parceria. Foi uma experiência incrível estar junto a vocês.

Quando falamos de maturidade emocional na Psicologia, estamos refletindo sobre como é fundamental estabelecer limites em...
25/02/2026

Quando falamos de maturidade emocional na Psicologia, estamos refletindo sobre como é fundamental estabelecer limites emocionais claros, preservando sua dignidade e seu bem-estar.

Quando uma relação apresenta repetidas dinâmicas de invalidar suas vulnerabilidades, atacar sua integridade ou gerar rejeição, é necessário fortalecer a sua autoestima e a sua capacidade de se proteger emocionalmente. Isso inclui reconhecer que o comportamento do outro reflete suas próprias questões internas, e não uma verdade absoluta sobre você.

Uma sugestão para não cair na auto Uma reflexão fundamental é sobre a importância de estabelecer limites emocionais claros, preservando sua dignidade e seu bem-estar. Quando uma relação apresenta repetidas dinâmicas de invalidar suas vulnerabilidades, atacar sua integridade ou gerar rejeição, é necessário fortalecer a sua autoestima e a sua capacidade de se proteger emocionalmente. Isso inclui reconhecer que o comportamento do outro reflete suas próprias questões internas, e não uma verdade absoluta sobre você.

Uma sugestão é buscar o apoio de pessoas confiáveis, que possam oferecer uma escuta empática e suporte emocional.
Que você possa investir em práticas de autocuidado:
- momentos de silêncio;
- meditação,
- atividades que tragam prazer e conexão consigo mesma.

Lembre-se que seu bem-estar é prioridade, e você merece viver relações autênticas baseadas em respeito, afeto e compreensão mútua.

Com carinho,
Psi Patrícia Leonardo

Julho, 2018, 21. SábadoEra para ser um dia “normal” como os outros. Dormi já era madrugada e acordei muito cedo, por vol...
21/01/2026

Julho, 2018, 21.
Sábado

Era para ser um dia “normal” como os outros. Dormi já era madrugada e acordei muito cedo, por volta das 6h. Estava calor. Levantei, fiz um café e deitei na rede para ver as mensagens no celular. Voltei para cama. Não dormi. Levantei, esperei dar 7h30 e então, Edson e eu, fomos caminhar. Escolhemos um parque em Maringá que ainda não conhecíamos (assim como a dor que eu viria passar, a partir daquele dia, também não conhecia).

Meu telefone ficou em casa. O dele, tocou. Um número desconhecido. Atende a ligação. A notícia era aquela que ninguém espera, mas que, todo mundo um dia terá: “Seu pai partiu”

Oi? Como assim?
Eu acordei cedo. Tomei meu café. Deitei na rede. Olhei as mensagens. Saudei um amigo que perdeu seu avô naquela manhã. Fui caminhar. Estava sol. Era um sábado.

Era para ser um dia comum como todos os outros. De repente, o sol ficou cinza. O nó na garganta. A boca ficou seca. Faltou ar. Ele dizia “calma, respira”... A estrada Paraná/São Paulo, se tornou no mínimo três vezes maior. Não vi a paisagem. Não tinha assunto. Não tinha voz. A dor não tinha som. Estavam ali meus livros do luto, meu estudo sobre a morte e “a morte do meu pai”, presente naquele momento.

Que sensação. Nada fazia sentido. Nenhuma leitura teórica me ajudava naquela hora. Nenhuma experiência dos atendimentos na clínica para um cliente enlutado, servia para abrandar minha sensação de impotência.

Era só um dia comum, um sábado, onde a morte vem, visita, leva quem amamos e nos deixa sós.

Talvez seja esse sentido da vida. Os dias continuarão a existir para quem f**a. Quem foi, foi. Sete anos e seis meses me separam da experiência daquele sábado de sol cinza. Ainda terei muito outros assim, e um dia, alguém os terá por mim. Então, que possamos fazer os tantos outros dias que pensamos ter, dias de cores suaves. E que a saudade não nos impeça de viver.

Pai, que saudade!

Há quem a ignore a dor fingindo que ela não existe. Há quem a encare de frente, mesmo tremendo.Alguns indivíduos aprende...
05/01/2026

Há quem a ignore a dor fingindo que ela não existe. Há quem a encare de frente, mesmo tremendo.

Alguns indivíduos aprenderam transformar a dor em força, outros permitem que o tempo faça o trabalho silencioso de cura. Há quem use a dor como impulso para mudar de rota, de postura, de vida. E quem vai além: ressignif**ando a dor em aprendizado.

Ressignif**ar não é apagar o que doeu, mas dar um novo sentido ao que foi vivido.
Ressignif**ar é compreender que a dor não veio para destruir,
mas para revelar, fortalecer e conduzir a uma versão mais consciente de si mesmo.

Há quem a ignore a dor fingindo que ela não existe.Há quem a encare de frente, mesmo tremendo.Alguns indivíduos aprender...
05/01/2026

Há quem a ignore a dor fingindo que ela não existe.
Há quem a encare de frente, mesmo tremendo.

Alguns indivíduos aprenderam transformar a dor em força, outros permitem que o tempo faça o trabalho silencioso de cura. Há quem use a dor como impulso para mudar de rota, de postura, de vida. E quem vai além: ressignif**ando a dor em aprendizado.

Ressignif**ar não é apagar o que doeu, mas dar um novo sentido ao que foi vivido.
Ressignif**ar é compreender que a dor não veio para destruir,
mas para revelar, fortalecer e conduzir a uma versão mais consciente de si mesmo.

Lembre se que o caminho mais seguro, o único que realmente sustenta, é o retorno: VOLTAR PARA SI. VOLTAR para a respiraç...
06/12/2025

Lembre se que o caminho mais seguro, o único que realmente sustenta, é o retorno: VOLTAR PARA SI.

VOLTAR para a respiração que ainda existe, mesmo quando o mundo aperta.
VOLTAR para o corpo que sente e tenta avisar onde dói.
VOLTAR para o silêncio que, apesar de assustar, guarda a lucidez que você perdeu no caos.

O retorno não é fuga — é reencontro:

☘️lembrar que você não é o que acontece com você.
☘️encontrar, dentro do próprio peito, uma pequena luz que permanece acesa mesmo nos dias nublados.
☘️reocupar o seu próprio centro.

VOLTAR PARA SI é colocar os pés de volta no chão interno, onde mora a verdade mais simples: VOCÊ É CASA.
E casa não abandona; casa acolhe.

Então, quando a vida apertar, quando o mundo for demais, quando você esquecer quem é — em caso de emergência, VOLTE PARA SI.

Lembre se que o caminho mais seguro, o único que realmente sustenta, é o retorno: VOLTAR PARA SI. VOLTAR para a respiraç...
06/12/2025

Lembre se que o caminho mais seguro, o único que realmente sustenta, é o retorno: VOLTAR PARA SI.

VOLTAR para a respiração que ainda existe, mesmo quando o mundo aperta.
VOLTAR para o corpo que sente e tenta avisar onde dói.
VOLTAR para o silêncio que, apesar de assustar, guarda a lucidez que você perdeu no caos.

O retorno não é fuga — é reencontro:

☘️lembrar que você não é o que acontece com você.
☘️encontrar, dentro do próprio peito, uma pequena luz que permanece acesa mesmo nos dias nublados.
☘️reocupar o seu próprio centro.

VOLTAR PARA SI é colocar os pés de volta no chão interno, onde mora a verdade mais simples: VOCÊ É CASA.
E casa não abandona; casa acolhe.

Então, quando a vida apertar, quando o mundo for demais, quando você esquecer quem é — em caso de emergência, VOLTE PARA SI.

Passando pelo luto da separação, após 25 anos de relacionamento, percebo que é fundamental permitir-me sentir tudo o que...
03/12/2025

Passando pelo luto da separação, após 25 anos de relacionamento, percebo que é fundamental permitir-me sentir tudo o que surge dentro de mim.

Cada emoção, seja tristeza, raiva, saudade ou até alívio, é uma parte legítima do meu processo de cura. Na abordagem humanista, a autenticidade e o acolhimento das minhas emoções são essenciais para o meu crescimento e bem-estar.

Não há problema em sentir tudo o que vem à tona, pois esses sentimentos são manifestações da minha humanidade e do meu desejo de reconectar com quem SOU de verdade. Permitir-me vivenciar cada momento, sem julgamento, é um ato de respeito comigo mesmo e uma ponte para a aceitação e a transformação.

O luto é uma jornada única, e cada passo, por mais doloroso que seja, me aproxima mais de um entendimento mais profundo de mim mesma e da minha capacidade de seguir em frente com mais autenticidade e amor próprio.

Reconhecer a dor, a saudade e até o medo de seguir em frente é um passo importante para a minha cura. Sei que o caminho não é linear, e que cada sentimento tem seu tempo de manifestação e de liberação. Ao aceitar esse processo, dou um passo mais firme na direção do meu crescimento, confiando na minha capacidade de reconstruir minha vida com autenticidade e amor próprio.

Seguir em frente não signif**a esquecer ou negar o que vivi, mas sim integrar essas experiências de forma que me fortaleçam.

Com coragem e respeito por mim mesmo, posso abrir espaço para novas possibilidades, sabendo que cada emoção vivida é uma parte essencial da minha jornada de transformação.

Mesmo com medo, não deixe de escolher a si mesmo. 🌻

Toda frase e cada foto guarda um pedacinho do que senti e do que ficou em silêncio.Outubro ✨
31/10/2025

Toda frase e cada foto guarda um pedacinho do que senti e do que ficou em silêncio.

Outubro ✨

O que você deixou de ser quando cresceu? Na infância eu fui uma criança feliz. Filha caçula de uma família numerosa. Sem...
09/10/2025

O que você deixou de ser quando cresceu?

Na infância eu fui uma criança feliz. Filha caçula de uma família numerosa. Sempre mimada e estimada pelos mais velhos, principalmente as irmãs mulheres. Tive pais cuidadosos. A mãe 80% presente, o pai 20%. Cada um com aquilo que podia e conseguia d(o)ar de seu tempo. Cresci uma adolescente reprimida, superprotegida e introspectiva. Recordo de f**ar horas assistindo a vida acontecer pela janela do quarto. Já lia muito naquela época, me enquadrava nas histórias e me imaginava sendo os personagens dos livros lidos - pois, ali eu podia ser. E, desde então, era ser mãe, construir uma família e ser Psicóloga os meus sonhos de infância. Cresci e realizei. Hoje eu sei que alcançei aquilo que sonhei, mas ainda carrego dentro de mim muitos sonhos.

E você? O que deixou de ser quando cresceu?

•Separação e rompimento de vínculos amorosos•A separação traz para cada lado um sentimento diferente, pode ser penosa pa...
03/10/2025

•Separação e rompimento de vínculos amorosos•

A separação traz para cada lado um sentimento diferente, pode ser penosa para um ou, para ambos.

Nenhum casal de adultos consegue provocar mais dano um ao outro do que marido e mulher, por isso é muito comum que as ofensas aconteçam, causando um comportamento agressivo em ambas as partes.

Para que haja um bem estar integral é necessário relembrar que o relacionamento teve bons momentos, não podemos anular a história do casal ou do casamento por causa do término.

Tenhamos mais respeito por nossas vivências, pela vivência do outro que se foi.

Que possamos ser éticos no término, pois havia confidencialidade e denegrir a imagem de outra pessoa, diz mais a nosso respeito do que a elx mesmo.

A teoria humanista nos leva a refletir sobre a centralidade do ser humano em sua própria jornada.Quantas vezes, para nos...
26/09/2025

A teoria humanista nos leva a refletir sobre a centralidade do ser humano em sua própria jornada.

Quantas vezes, para nos proteger, nos aprisionamos? E, vivendo assim, deixamos de sentir? De forma inconscientemente deixamos de viver plenamente.

As máscaras que vamos construindo nos impede de mostrar quem de fato somos e vamos perdendo a autopercepção, pois mostrar-se como realmente é exige mais bravura que lutar batalhas externas.

O encontro com o verdadeiro eu e com a vida acontece quando ousamos nos despir das defesas e permitir que os outros nos vejam em nossa essência.

As mudanças não dependem de circunstâncias externas, mas de olhar para dentro. Ser quem se é — com medo, com traumas, com cicatrizes — é o maior ato de humanidade e também de libertação.

Indicação de leitura:
“A liberdade é uma escolha” - Edith Eva Eger
“O cavaleiro preso na armadura” - Robert Fisher

Endereço

Maringá, PR
87013912

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