30/01/2026
Receber esse diagnóstico de alguém que amamos costuma trazer medo, impotência e muitas dúvidas.
O primeiro passo é entender que, mesmo sem cura, ainda há muito a ser feito. Cuidar passa a significar aliviar sintomas, preservar a autonomia pelo maior tempo possível e respeitar os limites do corpo.
Manter rotinas, estimular o que a pessoa ainda consegue fazer sozinha e adaptar o ambiente faz diferença no dia a dia. Conversar com mais escuta e menos imposição reduz o sofrimento emocional.
E, acima de tudo, ninguém cuida bem sozinho. Buscar apoio profissional e dividir responsabilidades é essencial. Quando a cura não é possível, cuidado, conforto e dignidade se tornam prioridade.