Psicóloga Daniele Custódio

Psicóloga Daniele Custódio Psicóloga Clínica Daniele Custódio
CRP: 08/19906
- Atendimento online para adultos

04/02/2026

Quando você precisa separar “as partes ruins” pra justif**ar alguém, algo já está pesado demais.
Essa frase quase nunca nasce do amor tranquilo.
Ela nasce do esforço de sustentar uma relação que exige adaptação constante, silêncio emocional e tolerância ao que machuca.

O problema não é enxergar qualidades.
É precisar delas como argumento pra continuar onde você já não se sente inteira.
Onde o afeto vem em doses irregulares.
Onde você aprende a suportar, não a descansar.

Relações seguras não pedem negociação com a dor.
Elas não exigem que você diminua o que sente pra manter o vínculo.

Se você se reconheceu, o link da bio é um convite.
Um espaço para entender por que você permanece, o que te prende e como construir relações que não custem você.

Luna me ensinou sobre amor sem negociação, sobre estar inteira no agora e sobre vínculos que não pedem esforço, apenas p...
03/02/2026

Luna me ensinou sobre amor sem negociação, sobre estar inteira no agora e sobre vínculos que não pedem esforço, apenas presença. Me ensinou também que a vida não avisa quando muda, mas convida a gente a aprender a seguir, mesmo quando dói.

Com o tempo, a revolta virou saudade. A dor virou memória viva. E o amor, esse continua ocupando espaço.

No meu trabalho, eu vejo isso todos os dias. Pessoas que chegam em dor e, pouco a pouco, transformam esse sentir em consciência, afeto e sentido. Não é sobre apagar o que foi, é sobre integrar e seguir.

Algumas histórias não terminam.
Elas amadurecem dentro da gente.

Luna, sigo levando você comigo, sem sua presença há 5 anos. Minha eterna catadora de bolinhas 🤍

03/02/2026

Quando você diz “tirando as partes ruins, ele é maravilhoso”, quase nunca está falando sobre ele.
Está falando sobre o quanto você aprendeu a relativizar a própria dor pra não encarar uma escolha difícil.
O lado bom existe sim, mas não deveria custar o seu cansaço, sua confusão e a sensação constante de se adaptar pra caber.

Se você está cansada de negociar com a própria dor pra não perder alguém, o link da bio é o lugar pra você começar a se escolher sem culpa.

01/02/2026

Às vezes, não é sobre ser a preferida.
É sobre ter sido a esquecida emocionalmente.

A criança que “dá conta sozinha” aprende cedo a não pedir, a não incomodar, a não precisar.
E cresce virando a adulta que sustenta tudo, aguenta tudo, mas se sente sozinha mesmo acompanhada.

Isso não é força natural.
É uma forma silenciosa de sobrevivência que cobra um preço alto lá na frente.

Na terapia, esse padrão pode ser reconhecido, ressignif**ado e, principalmente, interrompido.
Você não precisa continuar vivendo no automático do “eu aguento”.

Se isso tocou em você, o próximo passo está no link da bio. Me chama pra conversar, que eu vou te ajudar.

30/01/2026

Você não volta a se anular porque quer.
Você volta porque, por muito tempo, esse foi o jeito de não perder amor, não gerar conflito, não ser rejeitada.
E enquanto isso não é cuidado, você segue exausta, se culpando por não sustentar mudanças que nunca foram só decisão.

Se você deseja parar de se abandonar sem perder quem você é, o caminho existe e eu posso te ajudar. Clique no link da bio e agende sua sessão.

#ᴛᴇʀᴀᴘɪᴀᴏɴʟɪɴᴇ

28/01/2026

Não é falta de força. É um corpo que aprendeu cedo que ceder, engolir e se colocar por último era a forma mais segura de não perder amor, vínculo e pertencimento.
Por isso a mudança até começa, mas não se sustenta. Não porque você falha, mas porque ninguém te ensinou a se sentir segura sendo você.

Se você está cansada de voltar pro mesmo lugar e quer, finalmente, mudar sem se violentar, clique no link da bio e agende sua sessão. O trabalho começa onde a repetição nasceu.

Durante muito tempo, o que me doía não era ver a vida dos outros andando, era perceber que eu mesma tinha parado.Parado ...
27/01/2026

Durante muito tempo, o que me doía não era ver a vida dos outros andando, era perceber que eu mesma tinha parado.

Parado por medo de desagradar, por culpa de escolher por mim, por acreditar que colocar limites era arriscado demais.

Eu parecia forte, mas estava exausta de me abandonar pra sustentar tudo ao redor.

E foi exatamente esse incômodo que me acordou.
Porque quando continuar dói mais do que mudar, algo dentro de você começa a pedir passagem.

Você não precisa viver assistindo a própria vida passar. Se esse texto te tocou, o link da bio é o convite pra começar a virada por dentro.

27/01/2026

Existe uma menina aí dentro que nunca teve espaço pra existir.
A que guardou sentimentos porque tinha vergonha de sentir.
A que aprendeu a pedir pouco pra não pesar.
A que confunde “descansar” com “ser insuficiente”.

E a cura, pra você, não será sobre se tornar mais forte.
Será sobre finalmente se permitir ser humana.
Sobre desaprender a se julgar tanto, desaprender a se negar tanto, desaprender a se cobrar tanto.
Será sobre entender que a vida não precisa ser um campo de batalha, e que você também merece gentileza, inclusive (e principalmente) a sua.

Se esse texto te tocou, é porque talvez você esteja pronta para começar esse caminho. Clique no link l da bio, que eu posso te ajudar

26/01/2026

Chega um momento em que você percebe: viver tentando não decepcionar todo mundo tem um custo alto demais.

Você começa a enxergar quantas escolhas foram feitas por medo. Quantos “tudo bem” engolidos. Quantos limites adiados para manter vínculos que só funcionavam quando você se diminuía.

Esse despertar não te deixa mais dura. Te deixa mais lúcida.

Você entende que não nasceu para sustentar expectativas, carregar culpas alheias ou negociar a própria verdade para ser amada. E, a partir daí, algumas relações mudam, não porque você mudou demais, mas porque parou de se abandonar.

É assim que o respeito começa: quando você escolhe a si mesma sem pedir desculpa por existir.

Salva esse post para reler nos dias em que você pensar em se encolher de novo para caber. Ele é um lembrete de que se respeitar não é egoísmo,é sobrevivência emocional.

a vida acontecendo 🤍
24/01/2026

a vida acontecendo 🤍

24/01/2026

Ser a “compreensiva” virou um papel fixo, não uma escolha consciente.
Ela aprendeu a sentir depois dos outros, a medir palavras, a ajustar reações para não gerar conflito. E com o tempo, foi confundindo paz com silêncio e amor com concessão constante.

O custo disso aparece no corpo, no cansaço emocional, na sensação de estar sempre se explicando demais e recebendo de menos. Relações onde ela é aceita enquanto se adapta, mas questionada quando começa a se firmar.

O ponto de virada acontece quando ela entende que se posicionar não é atacar. Que limite não afasta quem ama de verdade. E que desagradar também faz parte de existir inteira.

Esse processo não é sobre endurecer, é sobre parar de se abandonar. É aprender a sustentar a própria verdade sem pedir desculpa por ela, mesmo quando o outro se incomoda.

Se esse conteúdo conversa com a sua história, me siga por aqui. É nesse espaço que eu falo sobre limites, culpa, medo de desagradar e o caminho real para construir relações onde você não precisa se diminuir para ser aceita.

23/01/2026

Você aceita o amor que acredita que merece. E, por muito tempo, isso significou aceitar pouco, contanto que não fosse abandono.

Muitas mulheres não permanecem em relações rasas porque querem. Permanecem porque aprenderam cedo que amor vinha acompanhado de esforço, adaptação e silêncio. Que para ser escolhida era preciso caber, aliviar o outro, engolir incômodos e negociar a própria verdade. E isso vai moldando o afeto, o limite, o quanto se tolera.

Na terapia, o que começa a f**ar claro não é “como amar melhor o outro”, mas como parar de se trair para não perder. É enxergar que não era excesso, nem drama, nem exigência demais, era medo. Medo de ser quem se é e isso custar vínculo.

A transformação não é virar alguém fria ou distante. É parar de confundir amor com sacrifício constante. É aprender a sustentar o desconforto de não agradar sem correr para se explicar. É perceber que reciprocidade não precisa ser implorada. E que quem só f**a quando você se diminui nunca esteve de verdade.

Quando essa chave vira, algo muda profundamente. Você não ama menos. Você ama com presença. Com limite. Com dignidade. E, principalmente, sem se abandonar no processo.

Se isso te atravessou, compartilhe com alguém que ainda acha que precisa merecer o mínimo para não f**ar sozinha.

Endereço

Maringá, PR
87020035

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