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jaqueterapeutaocupacional Terapeuta Ocupacional Infantil 🌈Integração Sensorial de Ayres, Bobath Pediátrico, ABA.

A sessão começa antes da criança entrar na sala. O ambiente, a previsibilidade, a quantidade de estímulos e a forma como...
28/01/2026

A sessão começa antes da criança entrar na sala. O ambiente, a previsibilidade, a quantidade de estímulos e a forma como o setting está organizado já comunicam segurança ou ameaça ao sistema nervoso. Na Integração Sensorial de Ayres, o corpo responde ao contexto antes mesmo da proposta terapêutica.

Quando o espaço está desorganizado, barulhento ou imprevisível, o sistema entra em defesa. E um corpo em defesa não sustenta atenção, vínculo ou aprendizagem. Por isso, muitas vezes, o primeiro ajuste não é na criança, mas no ambiente que a recebe.

Organizar o setting é parte da intervenção. O espaço também regula ou desregula. 🧠✨

Na Integração Sensorial de Ayres com crianças autistas, muitos atendimentos não travam por falta de técnica, mas por err...
26/01/2026

Na Integração Sensorial de Ayres com crianças autistas, muitos atendimentos não travam por falta de técnica, mas por erros que passam despercebidos na prática clínica. Excesso de estímulo, pressa em iniciar a atividade e leitura equivocada da desregulação como comportamento comprometem a sessão antes mesmo de ela começar.

No autismo, a Integração Sensorial de Ayres parte do princípio de que o sistema nervoso precisa estar organizado para sustentar atenção, resposta e aprendizagem. Regular vem antes de exigir. Organizar o corpo vem antes da tarefa.

Quando o profissional muda o raciocínio clínico, a intervenção ganha direção, intenção e resultado. 🧠✨

Nem todo brinquedo do dia a dia organiza o sistema nervoso.Alguns parecem inofensivos, mas aumentam a sobrecarga.Outros ...
23/01/2026

Nem todo brinquedo do dia a dia organiza o sistema nervoso.
Alguns parecem inofensivos, mas aumentam a sobrecarga.
Outros são simples e fazem exatamente o que o corpo precisa.

👇 Exemplos práticos que vejo com frequência.

**Brinquedos e estímulos que costumam DESORGANIZAR**
Luzes piscando e sons automáticos
Brinquedos muito barulhentos e imprevisíveis
Celular usado como distração rápida
Jogos com excesso de cores, telas e estímulos simultâneos

Em um corpo já em alerta, isso não regula.
Só aumenta o ruído sensorial.

**Recursos simples que costumam AJUDAR**
Brinquedos de empurrar, puxar ou carregar peso
Massinhas, argila, rasgar papel, apertar esponjas
Caixas, cabanas, tecidos, almofadas
Atividades que envolvem resistência, pressão e previsibilidade

Esses recursos ajudam o corpo a se organizar antes de exigir atenção ou desempenho.

O ponto principal não é o brinquedo.
É o estado do sistema nervoso naquele momento.

O mesmo objeto pode ajudar em um dia e desorganizar no outro.
Por isso, Integração Sensorial não é sobre estímulo.
É sobre leitura, timing e critério.

💬 Você já percebeu que alguns brinquedos parecem “piorar” o comportamento?

Uma criança entra na sala agitada, não senta, não olha, não responde como o esperado. O que muitos fazem diante disso é ...
23/01/2026

Uma criança entra na sala agitada, não senta, não olha, não responde como o esperado. O que muitos fazem diante disso é tentar resolver rápido, mudam a atividade, aumentam o estímulo e tentam “ganhar” a atenção a qualquer custo.

Na mentoria, a primeira pergunta nunca é o que fazer agora, mas o que esse corpo está dizendo antes de qualquer tarefa. Quando o sistema nervoso já entrou em estado de alerta, insistir em desempenho não organiza, só aumenta a desorganização.

E o resultado costuma ser previsível: o profissional sai da sessão cansado, frustrado e com a sensação de que não avançou. O ajuste prático não é complexo, mas exige leitura clínica, diminuir estímulos, organizar o ambiente e oferecer previsibilidade antes de exigir resposta. Mentoria é isso, aprender a pausar antes de agir, ler o corpo antes de intervir e decidir com critério, não no impulso.

Não é sobre fazer mais, é sobre fazer melhor. Em qual momento da sessão você sente que perde o controle do raciocínio clínico. 🧠✨

O que você vê é só a parte que aparece.A crise.O choro.A fuga.A irritação.Mas o que sustenta esse comportamento quase nu...
19/01/2026

O que você vê é só a parte que aparece.
A crise.
O choro.
A fuga.
A irritação.

Mas o que sustenta esse comportamento quase nunca está visível.

Por baixo, existe um corpo tentando organizar estímulos.
Um sistema nervoso sobrecarregado.
Um cérebro que ainda não conseguiu integrar o que recebe do ambiente.

Quando a leitura f**a só no comportamento, a resposta costuma ser correção.
Quando a leitura é sensorial, a resposta muda para regulação.

Integração Sensorial não é sobre “consertar” atitudes.
É sobre entender por que o corpo chegou até ali.

Antes de exigir controle, é preciso oferecer organização.
Porque nenhum cérebro responde bem quando está em alerta constante.

Se você aprende a olhar além do que aparece, o cuidado muda.
E o resultado também.

💬 O que você costuma ver primeiro: o comportamento ou o que está por trás dele?

Para algumas crianças, sons comuns do dia a dia não são apenas incômodos. Eles são percebidos como ameaça.O que para mui...
16/01/2026

Para algumas crianças, sons comuns do dia a dia não são apenas incômodos. Eles são percebidos como ameaça.

O que para muitos passa despercebido, como barulho de liquidif**ador, descarga, campainha ou sala cheia, para essa criança pode soar intenso, imprevisível e assustador.

Isso acontece porque o cérebro dela pode estar tendo dificuldade em **processar e modular os estímulos auditivos**. Não é exagero. Não é frescura. E não é falta de limite.

Quando o sistema sensorial não consegue organizar a informação que chega, o corpo reage com choro, fuga, tensão ou pânico. É uma resposta de proteção.

Nesses casos, a criança não precisa ser exposta à força. Ela precisa ser compreendida, avaliada e conduzida com segurança.

Com a leitura adequada do processamento sensorial, é possível ajudar o sistema nervoso a se organizar, reduzir o medo e devolver à criança mais conforto no dia a dia.

Comportamento é comunicação.
E o corpo sempre fala primeiro.

Nem toda sessão é sobre fazer mais.Algumas são sobre saber parar.Existem dias em que o sistema nervoso da criança não es...
16/01/2026

Nem toda sessão é sobre fazer mais.
Algumas são sobre saber parar.

Existem dias em que o sistema nervoso da criança não está disponível para avançar. E insistir, nesses momentos, não é produtividade. É desorganização disfarçada de técnica.

Não avanço quando o corpo mostra sinais claros de sobrecarga.
Quando a regulação ainda não aconteceu.
Quando o esforço exigido ultrapassa a capacidade real daquele sistema nervoso naquele dia.

Integração Sensorial não é cumprir plano.
É ler o corpo em tempo real e ajustar a intervenção com responsabilidade clínica.

Às vezes, o maior avanço da sessão é manter a criança segura, organizada e respeitada.
Porque o cérebro não integra sob pressão.
Ele integra quando existe previsibilidade, confiança e prontidão neurológica.

Saber não avançar também é competência terapêutica.
E, muitas vezes, é isso que sustenta os avanços que virão depois.

Se você entende isso, você não está apenas aplicando técnica.
Você está fazendo clínica.

Sentar em W costuma gerar muitas dúvidas, mas precisa ser observado com mais profundidade.Na Integração Sensorial de Ayr...
13/01/2026

Sentar em W costuma gerar muitas dúvidas, mas precisa ser observado com mais profundidade.

Na Integração Sensorial de Ayres, entendemos que o corpo da criança sempre busca a melhor estratégia possível para se sentir seguro e organizado.

Antes de corrigir, observe.
Antes de exigir, compreenda.

Se essa posição é constante, uma avaliação pode ajudar a entender o que o corpo está tentando compensar.

Em 2026, não será a técnica mais nova que vai diferenciar um terapeuta ocupacional.Será a capacidade de gerar clareza cl...
08/01/2026

Em 2026, não será a técnica mais nova que vai diferenciar um terapeuta ocupacional.
Será a capacidade de gerar clareza clínica e intencionalidade terapêutica.

Vivemos uma era de excesso de métodos, cursos, protocolos e estímulos.
Mas muitos profissionais seguem inseguros porque aprenderam o que fazer,
sem entender por que fazem, quando fazem e para quem fazem.

A habilidade mais importante é ler a criança além do comportamento.
Entender o sistema nervoso.
Reconhecer o que é imaturidade, o que é sobrecarga, o que é defesa, o que é pedido de ajuda.

Quando o terapeuta desenvolve essa leitura:

a sessão deixa de ser tentativa e erro

a intervenção ganha propósito

a evolução se torna previsível

a insegurança diminui

a família confia

o profissional se posiciona

Técnica é ferramenta.
Consciência clínica é o que sustenta o resultado.

2026 não pede mais terapeutas que executam protocolos.
Pede profissionais que pensam, decidem e conduzem processos com clareza.

Essa é a habilidade que transforma carreira, resultados e identidade profissional.


Se você sente que sabe fazer, mas ainda falta direção, talvez o próximo passo não seja mais uma técnica e sim mais clareza.

Ser terapeuta ocupacional é muito mais do que aplicar técnicas.É sustentar decisões, lidar com dúvidas, rever caminhos e...
05/01/2026

Ser terapeuta ocupacional é muito mais do que aplicar técnicas.
É sustentar decisões, lidar com dúvidas, rever caminhos e continuar estudando mesmo quando ninguém está olhando.

Ao longo dos anos, aprendi que a maturidade profissional não nasce no diploma, mas na forma como escolhemos conduzir nossa prática, nossos estudos e nossa postura diante de quem confia no nosso trabalho.

Que essas cartas cheguem a quem está começando, a quem está cansado e a quem decidiu permanecer com responsabilidade.

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Rua: Sabino Vendrame N 881
Medianeira, PR

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