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jaqueterapeutaocupacional Terapeuta Ocupacional Infantil 🌈Integração Sensorial de Ayres, Bobath Pediátrico, ABA.

Muitas vezes, quando uma criança apresenta dificuldade sensorial, o primeiro impulso do adulto é corrigir o comportament...
13/03/2026

Muitas vezes, quando uma criança apresenta dificuldade sensorial, o primeiro impulso do adulto é corrigir o comportamento com bronca, punição ou mais rigidez. Parece lógico pensar que a criança precisa apenas aprender a se comportar, mas esse é um dos erros mais comuns quando falamos de dificuldades sensoriais.

Quando o cérebro da criança tem dificuldade para organizar os estímulos do ambiente, como barulho, toque, movimento ou luz, o comportamento que aparece muitas vezes é uma forma de tentar lidar com esse excesso ou desconforto. Nesses momentos, punir não resolve o problema, porque a origem do comportamento não está na falta de vontade de obedecer, e sim na forma como o corpo está percebendo o mundo.

Quando começamos a olhar para esses comportamentos com compreensão sensorial, conseguimos ajudar a criança de forma mais adequada, oferecendo estratégias, adaptações e suporte para que ela consiga se regular melhor no dia a dia. Entender o que está por trás do comportamento muda tudo para a criança e para quem cuida dela. 💙🧠

Quando pensamos em um balanço, a primeira ideia que vem à mente é diversão. Mas, dentro da terapia ocupacional, esse mov...
11/03/2026

Quando pensamos em um balanço, a primeira ideia que vem à mente é diversão. Mas, dentro da terapia ocupacional, esse movimento tem um papel muito importante no desenvolvimento da criança.

O balanço estimula o sistema responsável pelo equilíbrio e pela percepção do movimento do corpo. Esses estímulos ajudam o cérebro a organizar melhor as informações sensoriais, favorecendo atenção, coordenação, consciência corporal e regulação.

Por isso, aqui o brincar tem intenção. Cada movimento, cada experiência e cada desafio são pensados para ajudar a criança a se sentir mais segura no próprio corpo e participar com mais autonomia das atividades do dia a dia. 💙🧠

Algumas crianças não gostam de abraço. E, muitas vezes, isso gera preocupação nos pais. Mas nem sempre significa falta d...
09/03/2026

Algumas crianças não gostam de abraço. E, muitas vezes, isso gera preocupação nos pais. Mas nem sempre significa falta de carinho.

Cada criança tem uma forma diferente de perceber e reagir ao toque. Para algumas, o abraço pode ser confortável e acolhedor. Para outras, pode gerar incômodo sensorial, principalmente quando existe maior sensibilidade ao toque ou dificuldade na organização sensorial.

Isso não quer dizer que a criança não goste de afeto. Muitas demonstram carinho de outras formas: ficando por perto, buscando interação, compartilhando brincadeiras ou se sentindo seguras na presença de quem amam.

O mais importante é observar como essa criança responde ao contato, respeitar seus limites e entender o que o corpo dela está comunicando. O desenvolvimento infantil também passa por aprender a reconhecer e regular essas sensações. 🧠✨

Quando os pais compreendem esses sinais, conseguem oferecer o tipo de acolhimento que realmente faz sentido para aquela criança. E isso fortalece, de verdade, o vínculo e a segurança emocional.

Uma criança com dificuldade sensorial não vê o mundo da mesma forma que os adultos imaginam. Sons podem parecer altos de...
07/03/2026

Uma criança com dificuldade sensorial não vê o mundo da mesma forma que os adultos imaginam. Sons podem parecer altos demais, luzes podem incomodar, algumas texturas podem ser difíceis de tolerar e até o toque pode gerar desconforto. O que para muitos é simples, para essa criança pode ser intenso ou confuso. 🧠

Por isso, alguns comportamentos que parecem “birra”, “teimosia” ou “frescura” muitas vezes são tentativas de lidar com estímulos que o cérebro ainda não consegue organizar bem. Evitar certos lugares, tampar os ouvidos, não gostar de algumas roupas ou buscar muito movimento podem ser formas de tentar se regular.

Quando entendemos como o cérebro processa essas sensações, conseguimos ajudar a criança a se organizar melhor e participar com mais conforto das atividades do dia a dia. A avaliação em Terapia Ocupacional com Integração Sensorial pode orientar esse caminho. 💛

Criança que vive pulando no sofá nem sempre está “fazendo bagunça”. Muitas vezes ela está tentando organizar o próprio c...
06/03/2026

Criança que vive pulando no sofá nem sempre está “fazendo bagunça”. Muitas vezes ela está tentando organizar o próprio corpo. O movimento intenso pode ser uma forma de buscar estímulos sensoriais que ajudam o cérebro a regular atenção, equilíbrio e percepção corporal. 🧠

Algumas crianças precisam de mais movimento para se sentir organizadas. Pular, correr, se jogar no sofá ou no colchão pode ser uma tentativa natural de conseguir esse tipo de estímulo. Quando essa necessidade não é compreendida, o comportamento costuma ser visto apenas como agitação ou desobediência.

Na Terapia Ocupacional com Integração Sensorial de Ayres, observamos como a criança processa os estímulos do corpo e do ambiente para ajudar na autorregulação e no desenvolvimento das habilidades do dia a dia. 💛

Muitos pais chegam ao consultório acreditando que a terapia é uma linha reta: diagnóstico, algumas sessões, melhora e al...
02/03/2026

Muitos pais chegam ao consultório acreditando que a terapia é uma linha reta: diagnóstico, algumas sessões, melhora e alta.

Mas na Integração Sensorial de Ayres, o caminho é diferente e muito mais profundo. 🌿

É sobre perceber os sinais, entender como o cérebro da criança organiza ou não as informações sensoriais, realizar uma avaliação detalhada e, a partir disso, construir intervenções individualizadas.

Existem dias de avanço.
Existem dias desafiadores.
E em cada etapa, estratégias são ajustadas para respeitar o ritmo e o perfil único de cada criança.

A evolução acontece de forma gradual, consistente e baseada em ciência, fortalecendo habilidades que impactam a autonomia, o comportamento, a aprendizagem e a participação no dia a dia.

Terapia não é milagre. É processo. É parceria com a família. É olhar sensível e intervenção especializada. 🤍

Se você tem dúvidas sobre o desenvolvimento do seu filho, buscar ajuda é o primeiro passo.

Às vezes, por trás dessa frase existe uma criança que não se expressa, não explora, não interage… e isso também é um sin...
27/02/2026

Às vezes, por trás dessa frase existe uma criança que não se expressa, não explora, não interage… e isso também é um sinal.

Nem sempre o que preocupa é o comportamento que chama atenção. Muitas vezes, é o silêncio, o isolamento ou a dificuldade em responder aos estímulos do ambiente.

Na Integração Sensorial de Ayres, observamos como a criança percebe, organiza e responde às informações sensoriais no dia a dia, porque desenvolvimento saudável vai além de “não dar trabalho”. 🤍✨

O paciente percebe quando há segurança clínica antes mesmo da melhora.Antes de qualquer resultado visível, existe víncul...
25/02/2026

O paciente percebe quando há segurança clínica antes mesmo da melhora.

Antes de qualquer resultado visível, existe vínculo, confiança e direcionamento terapêutico. Quando o cuidado é feito com responsabilidade, técnica e presença, isso é sentido e o processo flui com mais consistência.

Segurança não é detalhe, é base. 🤍✨

Amanhã às 20h tem live por aqui ⏰Eu e o Dra. Vanessa Fioreze vamos falar sobre Autismo e Direito: o que todo dono de clí...
23/02/2026

Amanhã às 20h tem live por aqui ⏰

Eu e o Dra. Vanessa Fioreze vamos falar sobre Autismo e Direito: o que todo dono de clínica e terapeuta precisa saber. Muitos profissionais focam apenas na parte clínica, mas no dia a dia surgem dúvidas sobre plano de saúde, cobertura de terapias, laudos, carga horária, responsabilidades da clínica e até riscos legais no atendimento 🧩⚖️

Se você atende crianças, faz parte de equipe terapêutica ou tem clínica, essa é uma conversa necessária. Entender os direitos da pessoa autista também é parte do cuidado.

Te espero ao vivo hoje às 20h 💙

Ele entende o que precisa ser feito, responde quando é chamado e muitas vezes repete exatamente o que foi pedido, mas na...
20/02/2026

Ele entende o que precisa ser feito, responde quando é chamado e muitas vezes repete exatamente o que foi pedido, mas na hora de agir parece que algo impede a execução. Nem sempre isso é desobediência ou falta de interesse, pode ser uma dificuldade na forma como o cérebro está organizando e processando os estímulos do ambiente, interferindo diretamente na ação.

Quando falamos em Integração Sensorial de Ayres, falamos sobre as bases neurológicas que sustentam o fazer, como autorregulação, planejamento motor, atenção e organização corporal. Se o corpo não está organizado, a resposta também não estará, mesmo que a compreensão esteja preservada.

Na Terapia Ocupacional, o olhar vai além do comportamento e busca entender o que está por trás da dificuldade, promovendo experiências sensoriais que favorecem autonomia, funcionalidade e confiança no dia a dia.

A rotina para uma criança neurodivergente não é uma tentativa de controlar comportamento. É uma forma de dar previsibili...
18/02/2026

A rotina para uma criança neurodivergente não é uma tentativa de controlar comportamento. É uma forma de dar previsibilidade ao cérebro.

Essas crianças gastam muita energia tentando entender o ambiente, antecipar mudanças e organizar estímulos. Quando o dia é imprevisível, o cérebro entra em alerta e o que aparece para a família costuma ser irritação, oposição, choro ou crises. Muitas vezes não é desobediência, é insegurança.

A previsibilidade funciona como um organizador neurológico. Horários semelhantes para acordar e dormir ajudam na regulação. Avisar antes das transições prepara a criança. Sequências claras como Acordar, Higiene, Café e Escola reduzem ansiedade. Preparar previamente mudanças evita sobrecarga. Sinalizar o que vem depois diminui resistência.

Para muitas crianças o problema não é a atividade, é a surpresa. Quando ela sabe o que vai acontecer, o cérebro sai do modo defesa e entra no modo aprendizagem.

Rotina não engessa a criança. Rotina regula o cérebro e abre espaço para autonomia. 🧠💛

Muita gente chama de manha.Mas, em muitos casos, é dificuldade real.A criança seletiva não está simplesmente escolhendo....
16/02/2026

Muita gente chama de manha.
Mas, em muitos casos, é dificuldade real.

A criança seletiva não está simplesmente escolhendo. Ela pode sentir cheiro mais intenso, textura desagradável, barulho ao mastigar, temperatura incômoda ou até ansiedade diante do alimento. O cérebro dela processa o estímulo de forma diferente. Para o adulto é só um arroz com feijão. Para ela pode ser uma experiência sensorial invasiva.

Por isso insistência excessiva, ameaça, chantagem ou obrigar a comer costumam piorar. A mesa vira um lugar de tensão, a criança antecipa desconforto e passa a evitar ainda mais. Não é teimosia. É proteção.

Quando entendemos o funcionamento, muda também a abordagem. A seletividade alimentar precisa de avaliação, estratégia gradual, exposição respeitosa e construção de segurança. A criança não aprende a comer sob pressão. Ela aprende quando o ambiente é previsível e seguro. 🍽️🧠

Endereço

Rua: Sabino Vendrame N 881
Medianeira, PR

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