Psicóloga Renata Goes

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Auxílio pessoas na busca do autoconhecimento, através de uma experiencia de aprofundamento sobre a vida, baseada numa relação de intensa conexão, para favorecer a construção de um fortalecimento da autonomia, da autoestima e do empoderamento.

Às vezes, o que a prende não é um grande trauma.É o morno, é costume.No consultório, isso aparece o tempo todo.Mulheres ...
24/03/2026

Às vezes, o que a prende não é um grande trauma.
É o morno, é costume.

No consultório, isso aparece o tempo todo.
Mulheres que f**am porque “não é tão ruim assim”.

Não tem agressão.
Não tem grandes brigas.
Mas também não tem vida.
Não tem brilho.
E, principalmente… não tem mais ela ali.

É como se ela estivesse vivendo na sala de espera da própria vida.

Esperando algo grave acontecer…
uma traição, um escândalo, algo que justifique a saída.

Como se a infelicidade silenciosa não fosse suficiente.

Mas é.

O “suportável” é um dos lugares mais perigosos para se f**ar.

Porque anestesia.
Acomoda.
E, aos poucos, apaga.

Você não precisa esperar o teto cair para admitir que está sufocada…

A vontade de viver de verdade…

já é permissão suficiente.

Você carrega um "contrato invisível" de dor?Muitas mulheres sentem que, se forem muito felizes ou independentes, estarão...
18/03/2026

Você carrega um "contrato invisível" de dor?

Muitas mulheres sentem que, se forem muito felizes ou independentes, estarão sendo desleais com as mulheres da família que só conheceram o sacrifício.

Mas a verdade é libertadora: você não deve sua infelicidade a ninguém. Romper um padrão familiar não é desamor, é evolução.

Você é a oportunidade que a sua linhagem tem de finalmente florescer.

❤️ Curta este post se você escolhe escrever sua própria história hoje.

Por que o seu autocuidado é tratado como um plano de emergência e não como manutenção básica?É muito comum ver mulheres ...
13/03/2026

Por que o seu autocuidado é tratado como um plano de emergência e não como manutenção básica?

É muito comum ver mulheres “florescerem” após o divórcio. Elas mudam o cabelo, voltam a estudar, viajam, cuidam da saúde. É lindo de ver, mas também é um sintoma de algo preocupante: a ideia de que, enquanto estamos casadas, nossa vida pertence ao outro.

O divórcio não deveria ser a sua porta de entrada para o amor-próprio.
Se você só se cuida quando não tem mais ninguém para agradar, a sua liberdade ainda é uma resposta à dor, e não uma escolha de vida. A autonomia precisa ser o seu chão, a sua base inegociável, independentemente de você estar acompanhada ou não.

Não espere o “nós” ruir para descobrir quem você é. A sua identidade não pode ser o que sobra dos escombros de uma relação. Ela tem que ser a casa inteira.

O que você só se permitiu fazer depois que ficou sozinha?

Colocar um filho no mundo com a expectativa de que ele "conserte" o seu relacionamento é uma das formas mais invisíveis ...
10/03/2026

Colocar um filho no mundo com a expectativa de que ele "conserte" o seu relacionamento é uma das formas mais invisíveis de abandono.

Eu sei que a intenção parece boa. Muitas mulheres acreditam que um bebê trará a união, o propósito e a ternura que o casal perdeu. Mas a realidade clínica nos mostra o contrário: um bebê exige estrutura. Se a estrutura já está abalada, a chegada dele apenas acelera o colapso.

Um filho não é ponte e nem curativo. Quando você projeta a sua salvação no seu filho, você retira dele o direito de ser apenas criança. Ele passa a ser o "termômetro" da casa, sentindo cada tensão e cada briga não resolvida.

Se o seu relacionamento precisa de uma criança para sobreviver, ele já não tem mais vida própria. Cure o "nós" (ou aceite o fim dele) antes de buscar no "ele" a solução que só os adultos podem encontrar.

Você já sentiu que alguém na sua família carregou esse peso? 👇

Hoje, o mundo vai tentar te distrair com homenagens perfumadas. Mas eu sei que, para muitas de vocês, o presente mais va...
08/03/2026

Hoje, o mundo vai tentar te distrair com homenagens perfumadas. Mas eu sei que, para muitas de vocês, o presente mais valioso deste ano não veio em um embrulho: ele veio em forma de silêncio.

A paz de chegar em casa e não precisar medir as palavras. A liberdade de deitar na cama sem sentir o peso de um julgamento invisível ao seu lado. O alívio de não ter que adivinhar de que humor o outro vai chegar.

Isso não é solidão. É retomada de território.

Sobreviver ao fim de um ciclo de controle é o maior ato de respeito que você poderia ter tido por si mesma. Não foi uma "falha" no seu plano de vida; foi o resgate da sua sanidade.

Neste Dia da Mulher, minha homenagem vai para quem teve a coragem de trocar a "segurança" de uma relação que adoecia pela incerteza de uma vida livre. A sua paz vale muito mais do que qualquer tradição que te exigia o sacrifício da sua identidade.

A sua casa interna está em ordem agora. E esse é o único lugar que realmente importa.

🧡 Curta este post se a sua paz hoje vale mais do que qualquer buquê.

"Não dá agora", "mês que vem eu volto", "tenho outras prioridades". 🥀Eu ouço essas frases toda semana. E, como psicóloga...
06/03/2026

"Não dá agora", "mês que vem eu volto", "tenho outras prioridades". 🥀

Eu ouço essas frases toda semana. E, como psicóloga, eu preciso te dizer a verdade que ninguém te conta: você não corta a terapia por falta de recursos, você corta porque ainda não entendeu que você é o recurso principal da sua vida.

A gente tem esse "jeitinho brasileiro" de achar que dá para ir empurrando a angústia com a barriga até que ela desapareça. Mas a conta chega. E ela chega em forma de decisões erradas com o dinheiro, de explosões com os filhos ou de um esgotamento que te paralisa na cama.

Você se cortou da lista porque aprendeu a se abandonar primeiro.

Mas entenda: a terapia é a infraestrutura. Sem ela, todo o resto da sua lista — o trabalho, a casa, a maternidade — f**a instável. Cortar o seu suporte emocional no meio da crise é como tentar atravessar um deserto furando o próprio cantil de água para ele f**ar "mais leve".

Não espere o carro bater para entender que o freio era inegociável.

O que você colocou na frente de você mesma hoje? 👇

Dizer "acabou" é, muitas vezes, o ato mais corajoso e perigoso da vida de uma mulher.O mês de Março chega e, com ele, os...
05/03/2026

Dizer "acabou" é, muitas vezes, o ato mais corajoso e perigoso da vida de uma mulher.

O mês de Março chega e, com ele, os discursos sobre a "força feminina". Mas eu quero falar sobre a força que é necessária para sobreviver a um fim que o outro não aceita.

A estatística é cruel: o risco de morte aumenta drasticamente quando decidimos sair.

Como psicóloga, eu preciso que você entenda uma coisa: o homem que mata ou agride após o término não está sofrendo por amor. Ele está sofrendo por insubordinação. Ele não aceita que você tenha vontade própria, que você escolha um caminho onde ele não é o centro, que você seja livre.

O feminicídio é o ápice de uma cultura que ensina aos homens que o corpo e o desejo da mulher são territórios a serem conquistados e mantidos à força.

Se você está ouvindo "promessas de loucura" ou se sente que o seu fim de relacionamento está virando uma perseguição, não minimize. O que ele sente não é tristeza, é sede de controle. Busque ajuda, rede de apoio e proteção.

O seu "não" é sagrado. A sua vida é inegociável. ✨

03/03/2026

Você já reparou como é estranho decidir algo sozinha pela primeira vez depois de anos?

Muitas mulheres chegam ao consultório sentindo medo diante da liberdade. O que parece simples para os outros como escolher algo no supermercado para si mesma, para quem acabou de se separar pode ser paralisante.

Isso acontece porque a sua vontade ficou “invisível” dentro do consenso do casal por muito tempo.
Resgatar o seu querer é um exercício diário.

Não se apresse. Comece pelo micro. Cada pequena decisão que você toma sem buscar aprovação dos outros é um passo em direção a quem você está se tornando.

Qual foi a última coisa que você escolheu fazer puramente porque você quis? Me conta nos comentários.

No consultório eu escuto histórias que me fazem pensar: quando foi que a gente começou a achar normal usar filho como ar...
24/02/2026

No consultório eu escuto histórias que me fazem pensar: quando foi que a gente começou a achar normal usar filho como arma em divórcio?

É muito comum ver tudo mudar quando o homem percebe que não tem mais controle sobre a ex-mulher.
Se ela segue a vida…
Se ela viaja…
Se começa outro relacionamento…
Ou simplesmente decide ser feliz…

A resposta, muitas vezes, vem através dos filhos.

E vamos falar a verdade?
Isso não é cuidado.
Não é preocupação.
É controle.

E muitas vezes o dinheiro vira ferramenta de poder.
A pensão deixa de ser responsabilidade e passa a ser moeda de troca.
O pagamento atrasa, vira ameaça, vira forma de pressionar.

Dizem que é “pelos filhos”.
Mas, muitas vezes, é para continuar tendo acesso, poder, vigilância.
Usa pensão, horário, visita… como forma de manter a ex por perto — nem que seja pelo conflito.

Eu sempre falo para as minhas amigas clientes:
Um pai que ama de verdade consegue separar as coisas.
Ele pode estar magoado com a ex, mas não coloca o filho no meio da guerra.

Se a forma como ele exerce a paternidade depende do comportamento da mãe, isso não é amor.
É ego ferido.

Pai de verdade entende uma coisa simples:
Se a mãe não está bem, os filhos também sentem.

Proteger os filhos também é parar de usá-los.

O que me assusta não é apenas o crime, mas a pressa com que as pessoas tentam encontrar um “motivo” para isso! Toda vez ...
19/02/2026

O que me assusta não é apenas o crime, mas a pressa com que as pessoas tentam encontrar um “motivo” para isso!

Toda vez que alguém comenta sobre a conduta de uma mãe que acabou de perder seus filhos, essa pessoa está tentando proteger o que ela acredita. É um mecanismo de defesa: “Se eu encontrar um erro nela, posso acreditar que isso nunca aconteceria comigo”.

Nós nos recusamos a olhar para a maldade pura, para o ego ferido que se sente dono da vida alheia. Em vez disso, preferimos analisar o comportamento da mulher. Queremos saber se ela era “boa o suficiente”, como se a vida dos filhos fosse uma moeda de troca pela conduta dela.

A verdade que ninguém quer encarar é que o crime de Itumbiara fala sobre posse, não sobre traição ou separação. Fala sobre um homem que não suporta a perda de controle e decide destruir o que há de mais sagrado na vida de uma mãe. Ali ele atingiu a mulher e a maternidade.

Minha solidariedade é total a Sarah. Que ela possa ser amparada pela fé e pelo silêncio, longe desse tribunal da moralidade ou da internet que tenta condicionar a dor ao esse ato horroroso.

A palavra "quebrada" carrega um peso de falha, de algo que não tem mais conserto.Mas, como psicóloga, o que eu vejo nos ...
12/02/2026

A palavra "quebrada" carrega um peso de falha, de algo que não tem mais conserto.

Mas, como psicóloga, o que eu vejo nos encontros é que famílias mudam, evoluem e se reorganizam. O que adoece uma estrutura familiar não é a ausência de um dos pais na mesma casa, mas a presença constante de conflitos, silêncios punitivos e falta de paz.

Uma casa com um pai ou uma mãe em paz é terapeuticamente mais saudável do que uma casa "completa" em guerra.

Seus filhos não perderam a família. Eles ganharam a chance de ver os pais buscando a própria verdade e construindo um ambiente de autenticidade.

A separação é uma ruptura de contrato, não de vínculo. O formato mudou, o endereço mudou, mas o amor e a responsabilidade continuam encontrando novos caminhos para existir.

Tire o peso do "fracasso" dos seus ombros. Você não quebrou nada; você está apenas redesenhando o mapa. 🤍

📌 Salva este post se você precisava desse alívio hoje.

Pouca gente percebe a exaustão de quem "atravessa o deserto" trabalhando.Depois de uma separação, a sociedade espera que...
09/02/2026

Pouca gente percebe a exaustão de quem "atravessa o deserto" trabalhando.

Depois de uma separação, a sociedade espera que você se recupere logo ou que, pelo menos, continue sendo produtiva. E você vai. Você funciona, resolve as pendências, cuida dos outros.

Mas esse modo automático tem um preço.

Muitas vezes, a exaustão que você sente hoje não é preguiça e nem falta de vontade. É o resultado de estar gastando toda a sua energia apenas para manter as aparências de que está "tudo sob controle".

A verdade é que nada está sob controle ainda, e tudo bem.

O processo de organização interna consome muita energia psíquica. Se você se sente exausta mesmo sem ter feito nada "extraordinário", saiba que o seu interior está trabalhando em dobro agora.

Você também tem sentido que está vivendo no modo automático ultimamente? 👇

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Mogi Das Cruzes, SP

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