Psicóloga Renata Goes

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Auxílio pessoas na busca do autoconhecimento, através de uma experiencia de aprofundamento sobre a vida, baseada numa relação de intensa conexão, para favorecer a construção de um fortalecimento da autonomia, da autoestima e do empoderamento.

03/03/2026

Você já reparou como é estranho decidir algo sozinha pela primeira vez depois de anos?

Muitas mulheres chegam ao consultório sentindo medo diante da liberdade. O que parece simples para os outros como escolher algo no supermercado para si mesma, para quem acabou de se separar pode ser paralisante.

Isso acontece porque a sua vontade ficou “invisível” dentro do consenso do casal por muito tempo.
Resgatar o seu querer é um exercício diário.

Não se apresse. Comece pelo micro. Cada pequena decisão que você toma sem buscar aprovação dos outros é um passo em direção a quem você está se tornando.

Qual foi a última coisa que você escolheu fazer puramente porque você quis? Me conta nos comentários.

No consultório eu escuto histórias que me fazem pensar: quando foi que a gente começou a achar normal usar filho como ar...
24/02/2026

No consultório eu escuto histórias que me fazem pensar: quando foi que a gente começou a achar normal usar filho como arma em divórcio?

É muito comum ver tudo mudar quando o homem percebe que não tem mais controle sobre a ex-mulher.
Se ela segue a vida…
Se ela viaja…
Se começa outro relacionamento…
Ou simplesmente decide ser feliz…

A resposta, muitas vezes, vem através dos filhos.

E vamos falar a verdade?
Isso não é cuidado.
Não é preocupação.
É controle.

E muitas vezes o dinheiro vira ferramenta de poder.
A pensão deixa de ser responsabilidade e passa a ser moeda de troca.
O pagamento atrasa, vira ameaça, vira forma de pressionar.

Dizem que é “pelos filhos”.
Mas, muitas vezes, é para continuar tendo acesso, poder, vigilância.
Usa pensão, horário, visita… como forma de manter a ex por perto — nem que seja pelo conflito.

Eu sempre falo para as minhas amigas clientes:
Um pai que ama de verdade consegue separar as coisas.
Ele pode estar magoado com a ex, mas não coloca o filho no meio da guerra.

Se a forma como ele exerce a paternidade depende do comportamento da mãe, isso não é amor.
É ego ferido.

Pai de verdade entende uma coisa simples:
Se a mãe não está bem, os filhos também sentem.

Proteger os filhos também é parar de usá-los.

O que me assusta não é apenas o crime, mas a pressa com que as pessoas tentam encontrar um “motivo” para isso! Toda vez ...
19/02/2026

O que me assusta não é apenas o crime, mas a pressa com que as pessoas tentam encontrar um “motivo” para isso!

Toda vez que alguém comenta sobre a conduta de uma mãe que acabou de perder seus filhos, essa pessoa está tentando proteger o que ela acredita. É um mecanismo de defesa: “Se eu encontrar um erro nela, posso acreditar que isso nunca aconteceria comigo”.

Nós nos recusamos a olhar para a maldade pura, para o ego ferido que se sente dono da vida alheia. Em vez disso, preferimos analisar o comportamento da mulher. Queremos saber se ela era “boa o suficiente”, como se a vida dos filhos fosse uma moeda de troca pela conduta dela.

A verdade que ninguém quer encarar é que o crime de Itumbiara fala sobre posse, não sobre traição ou separação. Fala sobre um homem que não suporta a perda de controle e decide destruir o que há de mais sagrado na vida de uma mãe. Ali ele atingiu a mulher e a maternidade.

Minha solidariedade é total a Sarah. Que ela possa ser amparada pela fé e pelo silêncio, longe desse tribunal da moralidade ou da internet que tenta condicionar a dor ao esse ato horroroso.

A palavra "quebrada" carrega um peso de falha, de algo que não tem mais conserto.Mas, como psicóloga, o que eu vejo nos ...
12/02/2026

A palavra "quebrada" carrega um peso de falha, de algo que não tem mais conserto.

Mas, como psicóloga, o que eu vejo nos encontros é que famílias mudam, evoluem e se reorganizam. O que adoece uma estrutura familiar não é a ausência de um dos pais na mesma casa, mas a presença constante de conflitos, silêncios punitivos e falta de paz.

Uma casa com um pai ou uma mãe em paz é terapeuticamente mais saudável do que uma casa "completa" em guerra.

Seus filhos não perderam a família. Eles ganharam a chance de ver os pais buscando a própria verdade e construindo um ambiente de autenticidade.

A separação é uma ruptura de contrato, não de vínculo. O formato mudou, o endereço mudou, mas o amor e a responsabilidade continuam encontrando novos caminhos para existir.

Tire o peso do "fracasso" dos seus ombros. Você não quebrou nada; você está apenas redesenhando o mapa. 🤍

📌 Salva este post se você precisava desse alívio hoje.

Pouca gente percebe a exaustão de quem "atravessa o deserto" trabalhando.Depois de uma separação, a sociedade espera que...
09/02/2026

Pouca gente percebe a exaustão de quem "atravessa o deserto" trabalhando.

Depois de uma separação, a sociedade espera que você se recupere logo ou que, pelo menos, continue sendo produtiva. E você vai. Você funciona, resolve as pendências, cuida dos outros.

Mas esse modo automático tem um preço.

Muitas vezes, a exaustão que você sente hoje não é preguiça e nem falta de vontade. É o resultado de estar gastando toda a sua energia apenas para manter as aparências de que está "tudo sob controle".

A verdade é que nada está sob controle ainda, e tudo bem.

O processo de organização interna consome muita energia psíquica. Se você se sente exausta mesmo sem ter feito nada "extraordinário", saiba que o seu interior está trabalhando em dobro agora.

Você também tem sentido que está vivendo no modo automático ultimamente? 👇

Dói ver o outro parecer "inteiro" enquanto você ainda se sente em pedaços. Eu sei.A sensação é de que a balança está des...
04/02/2026

Dói ver o outro parecer "inteiro" enquanto você ainda se sente em pedaços. Eu sei.

A sensação é de que a balança está desequilibrada: "Como ele consegue seguir tão rápido e eu ainda estou aqui, tentando entender o que aconteceu?"

O que eu preciso te revelar hoje é que a velocidade do outro não diz nada sobre a sua capacidade de superação. Diz apenas sobre a estratégia que cada um usa para sobreviver ao fim.

Muitas vezes, o "seguir em frente" imediato é uma fuga. É o medo do silêncio, o medo da própria companhia, o medo de sentir.

Enquanto você está aí, chorando, questionando e reorganizando seus valores, você está fazendo o trabalho pesado. Você está elaborando. E esse processo, embora lento e invisível para quem vê de fora, é o único que garante que você não levará os mesmos fantasmas para o seu próximo capítulo.

Não confunda o "trailer" de alguém com a realidade dos bastidores. O palco dos outros é editado; a sua vida é real.

Honre o seu tempo. Ele não é um sinal de fraqueza, é um sinal de que você está dando à sua história o respeito que ela merece.

📌 Salva este post para ler sempre que você se sentir "atrasada" na sua própria reorganização interna.

Você já sentiu que estava "traindo" a sua própria decisão por se sentir triste?É comum acreditar que, se a separação foi...
03/02/2026

Você já sentiu que estava "traindo" a sua própria decisão por se sentir triste?

É comum acreditar que, se a separação foi o melhor caminho, deveríamos sentir apenas alívio. Ou que, se ainda dói, é porque talvez devêssemos ter tentado um pouco mais.

Essa é uma das armadilhas mais cruéis da nossa mente: a ideia de que precisamos ser lineares e coerentes o tempo todo.

Mas a vida emocional é feita de camadas.

Você pode sentir alívio por não precisar mais pisar em ovos, e ainda assim sentir tristeza pelo fim do projeto de família que você construiu. Uma coisa não exclui a outra.

A tristeza não é um sinal de arrependimento. É apenas o reconhecimento de que algo importante chegou ao fim. E o alívio não é falta de consideração. É o seu corpo descansando de uma carga que ele não aguentava mais carregar.

Não tente resolver essa confusão rápido demais. Amadurecer é aprender a conviver com o "e" em vez do "ou". Eu sinto alívio e eu sinto tristeza.

Você tem se cobrado estar "bem demais" ou "decidida demais" ultimamente? Vamos conversar nos comentários. 👇

O divórcio faz uma "limpeza" natural no nosso círculo social.Às vezes, a gente se sente mal por não ter mais vontade de ...
29/01/2026

O divórcio faz uma "limpeza" natural no nosso círculo social.

Às vezes, a gente se sente mal por não ter mais vontade de sair com certas pessoas ou por não ter mais assunto com velhos amigos. Mas a verdade é que muitas relações eram alimentadas por um contexto que não existe mais.

Isso é o luto das relações vivas.

É entender que algumas pessoas foram pontes essenciais para você chegar até aqui, mas não são as pessoas que caminharão com você daqui para frente.

Aceitar o fim de um ciclo de amizade não te torna uma pessoa fria. Torna você alguém que respeita a própria história e entende que, para o novo chegar, o antigo precisa abrir espaço.

Você sente que perdeu amigos depois da separação ou apenas mudou de caminho? 👇

O divórcio tem um "day after" que ninguém te avisa como é.É aquela sensação de sentar no sofá que você escolheu, na sala...
21/01/2026

O divórcio tem um "day after" que ninguém te avisa como é.

É aquela sensação de sentar no sofá que você escolheu, na sala que você decorou, e ainda assim se sentir em um cenário de filme. Tudo parece familiar, mas nada parece pertencer a você.

Isso acontece porque a nossa identidade é construída através das nossas relações. Quando o "nós" termina, o seu "eu" f**a temporariamente sem teto.

O desconforto que você sente hoje não é um retrocesso. Não é depressão, não é arrependimento e não é sinal de que você tomou a decisão errada. É apenas o tempo que a sua mente precisa para recalibrar a bússola e entender que, de agora em diante, o seu lugar no mundo é construído apenas por você.

Não há nada de errado com você por se sentir assim. Você está apenas em transição.

Já sentiu esse "vazio" mesmo estando em lugares conhecidos? Me conta aqui embaixo.

Sentir saudade de algo que te feriu costuma gerar culpa.Como se isso anulasse tudo o que você entendeu racionalmente.Mas...
08/01/2026

Sentir saudade de algo que te feriu costuma gerar culpa.
Como se isso anulasse tudo o que você entendeu racionalmente.

Mas emoções não seguem lógica.
Elas seguem vínculos.

Você pode saber que aquela relação não era saudável
e, ainda assim, sentir falta do que era familiar, previsível, conhecido.

Isso não signif**a fraqueza.
Nem que você “errou” ao ir embora.
Signif**a que houve investimento emocional — e ele precisa de tempo para ser elaborado.

O problema não é sentir saudade.
É confundir saudade com destino.

Quando você entende o que está por trás desse sentimento,
ele perde o poder de te puxar de volta para o que já não cabe.

📌 Salva esse post para os dias em que a saudade vier sem aviso.

O início de um novo ano costuma ser vendido como um convite à mudança.Mas, para muitas mulheres, ele também desperta med...
07/01/2026

O início de um novo ano costuma ser vendido como um convite à mudança.
Mas, para muitas mulheres, ele também desperta medo.

Medo de quem você pode se tornar quando começa a se escutar de verdade.
Quando percebe que não quer mais viver como antes.
Quando entende que crescer não é confortável — é consciente.

Esse medo não é sinal de fraqueza.
É sinal de que algo dentro de você já está se reorganizando.

Você não precisa ter todas as respostas agora.
Nem saber exatamente quem será daqui a alguns meses.

Talvez baste se permitir olhar para si com mais honestidade do que cobrança.

📌 Salva esse post para os dias em que o novo ano pesar mais do que inspirar.

Porque janeiro não traz só possibilidades.Ele traz perguntas.Perguntas sobre escolhas que ainda doem.Sobre caminhos que ...
06/01/2026

Porque janeiro não traz só possibilidades.
Ele traz perguntas.

Perguntas sobre escolhas que ainda doem.
Sobre caminhos que não saíram como o esperado.
Sobre um futuro que ainda não tem forma — e isso assusta.

Depois de um ano difícil, o “novo começo” pode soar como pressão.
Pressão para estar melhor.
Mais forte.
Mais resolvida.
Como se o calendário tivesse o poder de organizar o que o coração ainda está tentando entender.

O medo não signif**a fraqueza.
Signif**a que você está consciente do que viveu… e do que não quer repetir.

Recomeçar não é sobre chegar pronta em janeiro.
É sobre se permitir atravessar o início com honestidade, respeitando o tempo interno — não o tempo imposto.

Às vezes, o verdadeiro alívio não está em virar a página rápido.
Está em virar com presença.

Compartilha esse post com alguém que também sente o peso de recomeçar quando o ano vira.
Às vezes, saber que não estamos sozinhas já traz um pouco de alívio.

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Mogi Das Cruzes, SP

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