Dr Patricia Guterres Oliveira

Dr Patricia Guterres Oliveira Psiquiatria infantil, adolescente e adulto
Atendimento on-line e presencial
Diretora clínica do CAPS Infantil Mogi das Cruzes/SP
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O cinema não substitui diagnóstico. Mas pode ampliar empatia.Filmes conseguem traduzir emoções complexas de uma forma qu...
27/02/2026

O cinema não substitui diagnóstico. Mas pode ampliar empatia.

Filmes conseguem traduzir emoções complexas de uma forma que, às vezes, palavras técnicas não alcançam.

Ansiedade, depressão, bipolaridade, psicose, solidão… Na tela, vemos histórias.
Na vida real, vemos pessoas.

É importante lembrar: personagens são construções artísticas. Transtornos mentais são condições clínicas que exigem avaliação individual, contexto e tratamento adequado.

Quando assistimos com olhar crítico, o cinema deixa de ser rótulo e vira ferramenta de compreensão.

Se você já se identificou com algum personagem, isso não é diagnóstico —
mas pode ser um convite para olhar com mais cuidado para o que sente.

Qual desses filmes mais te marcou? Ou qual outro você incluiria nessa lista?

🔖 Salve este post para assistir (ou reassistir) com outro olhar.

A maioria das pessoas acha que ansiedade é “pensar demais”. Mas, clinicamente, ansiedade é um estado de alerta constante...
26/02/2026

A maioria das pessoas acha que ansiedade é “pensar demais”. Mas, clinicamente, ansiedade é um estado de alerta constante. O corpo reage como se algo estivesse prestes a acontecer — mesmo quando não há perigo real.

Coração acelera. Sono piora. A mente não descansa. A preocupação vira padrão.

Sentir ansiedade em momentos específicos é humano. Viver em alerta todos os dias não é.

Se a ansiedade deixou de ser pontual e passou a dominar sua rotina, talvez não seja só traço — pode ser um transtorno tratável.

De 0 a 10, quanto sua mente anda em alerta?

Transtorno Opositivo-Desafiador (TOD) vai além de “birra” ou “desobediência”.Quando comportamentos como irritabilidade i...
24/02/2026

Transtorno Opositivo-Desafiador (TOD) vai além de “birra” ou “desobediência”.

Quando comportamentos como irritabilidade intensa, discussões frequentes, desafio constante a regras e figuras de autoridade se tornam persistentes e impactam a convivência familiar e escolar, é importante avaliar.

O TOD é uma condição que precisa de orientação adequada, acompanhamento profissional e, principalmente, compreensão. 💚

O Brasil figura entre os países com maior prevalência de transtornos de ansiedade segundo relatórios internacionais de s...
16/02/2026

O Brasil figura entre os países com maior prevalência de transtornos de ansiedade segundo relatórios internacionais de saúde mental.

Isso não significa que “somos fracos”. Significa que estamos inseridos em um contexto que estimula alerta constante.

⏳ Cultura da urgência.
💰 Pressão econômica.
📱 Excesso de estímulo digital.

O cérebro humano não foi feito para viver permanentemente em modo sobrevivência. Quando a ansiedade deixa de ser ocasional e passa a ser constante, com impacto no sono, concentração, humor e qualidade de vida, ela deixa de ser apenas traço — e passa a exigir atenção.

Se ansiedade virou rotina, talvez esteja na hora de buscar ajuda.

Você sente que vive em estado de alerta constante?

Uma campanha global propõe algo simples — e desafiador:repensar o uso do celular por um mês.Não é sobre abandonar tecnol...
13/02/2026

Uma campanha global propõe algo simples — e desafiador:
repensar o uso do celular por um mês.

Não é sobre abandonar tecnologia. É sobre recuperar autonomia.

O uso excessivo de smartphones está relacionado a:
• aumento da ansiedade
• piora da qualidade do sono
• queda de atenção
• comparação social constante
• sobrecarga mental

Nosso cérebro não foi projetado para estímulo contínuo. Pequenas pausas digitais já mostram benefícios: mais foco, melhor humor e maior presença nas relações.

Saúde mental também envolve como usamos a tecnologia. Talvez a pergunta não seja “quanto tempo você usa o celular?” mas sim: “quanto tempo você passa sem ele?”

Você conseguiria reduzir o uso por uma semana?
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O Brasil registrou mais de 546 mil afastamentos por transtornos mentais em 2025, segundo reportagem do G1.É o segundo re...
11/02/2026

O Brasil registrou mais de 546 mil afastamentos por transtornos mentais em 2025, segundo reportagem do G1.

É o segundo recorde em 10 anos.

Isso não significa que as pessoas estão “mais fracas”. Significa que estamos vivendo sob níveis de pressão e sobrecarga que o cérebro humano não foi feito para sustentar indefinidamente.

Ansiedade, depressão e burnout não surgem do nada.
Eles se constroem no silêncio — enquanto a pessoa continua funcionando.

Afastamento é consequência. O sofrimento começa muito antes.

Falar sobre saúde mental no trabalho não é exagero. É prevenção. Quanto mais cedo reconhecemos sinais, menor o impacto individual e coletivo.

Agora me conta: Você acha que as empresas estão preparadas para lidar com saúde mental?

Cuidar da mente não é fazer mais. É, muitas vezes, parar.Em um mundo que valoriza produtividade constante, descansar pod...
08/02/2026

Cuidar da mente não é fazer mais. É, muitas vezes, parar.

Em um mundo que valoriza produtividade constante, descansar pode parecer culpa — mas o cérebro precisa de pausa para regular emoções, atenção e energia.

Parar não é desistir. É prevenir esgotamento, ansiedade e adoecimento emocional.

O descanso também faz parte do tratamento. Mesmo quando não há diagnóstico.
Mesmo quando “está tudo bem”.

Você tem conseguido se permitir parar?

O termo “bipolar” virou sinônimo de qualquer mudança de humor nas redes —mas isso gera muita desinformação.Transtorno Bi...
06/02/2026

O termo “bipolar” virou sinônimo de qualquer mudança de humor nas redes —
mas isso gera muita desinformação.

Transtorno Bipolar não é instabilidade emocional comum. É uma condição psiquiátrica caracterizada por episódios bem definidos, como:

🔹 Mania ou hipomania:
energia excessiva, diminuição do sono, impulsividade, sensação de grandiosidade.

🔹 Depressão bipolar:
tristeza profunda, perda de energia, desânimo e sofrimento intenso —
diferente da depressão comum.

Esses episódios não surgem por qualquer motivo e não passam rápido como um mau humor.

Falar corretamente sobre bipolaridade é importante porque:
✔️ reduz estigma
✔️ evita diagnósticos errados
✔️ incentiva quem precisa a buscar ajuda adequada

Informação não é rótulo. É cuidado.

Você já ouviu alguém usar “bipolar” de forma equivocada?
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Uma das maiores injustiças com quem tem transtorno borderline é ser visto como manipulador.No borderline, o problema cen...
04/02/2026

Uma das maiores injustiças com quem tem transtorno borderline é ser visto como manipulador.

No borderline, o problema central não é querer controlar o outro — é não conseguir regular as próprias emoções.

O medo de abandono, a dor emocional intensa e a sensação de vazio
fazem com que as reações sejam fortes, impulsivas e difíceis de conter.

Isso não é cálculo. É sofrimento.

Quando entendemos o transtorno, o olhar muda: sai o julgamento, entra o cuidado.

E sim — borderline tem tratamento. Com acompanhamento psiquiátrico e psicoterapia adequada, é possível reduzir o sofrimento e melhorar a qualidade de vida.

Ansiedade e depressão são muito comuns em adultos com TEA —e isso não acontece por acaso. Viver em um mundo que exige ad...
28/01/2026

Ansiedade e depressão são muito comuns em adultos com TEA —
e isso não acontece por acaso. Viver em um mundo que exige adaptação constante, com excesso de estímulos, regras sociais implícitas e pouca compreensão, cobra um preço emocional alto.

Muitos autistas passam anos camuflando dificuldades, tentando “funcionar” sem suporte adequado. O resultado costuma ser cansaço extremo, ansiedade persistente e, em muitos casos, depressão.

Isso não é fraqueza. É consequência de uma sobrecarga prolongada.

O acompanhamento psiquiátrico é fundamental para:
✔️ tratar comorbidades
✔️ aliviar sofrimento
✔️ oferecer estratégias e, quando necessário, medicação
✔️ melhorar a qualidade de vida

Cuidar da saúde mental no TEA não é tentar “consertar” alguém. É cuidar do sofrimento que não precisa existir.

Você já conhecia essa relação entre TEA, ansiedade e depressão?
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Cada vez mais adultos estão descobrindo que são autistas — e isso não é coincidência, nem tendência. Durante muitos anos...
26/01/2026

Cada vez mais adultos estão descobrindo que são autistas — e isso não é coincidência, nem tendência. Durante muitos anos, o autismo foi associado apenas à infância e a estereótipos que não representam a maioria das pessoas no espectro.

Muitos adultos passaram a vida camuflando dificuldades, tentando se adaptar, se encaixar, se esforçar além do limite.

O preço disso foi alto: cansaço crônico, ansiedade, depressão, sensação constante de inadequação.

Quando o diagnóstico chega, muitas emoções aparecem juntas: alívio, tristeza, raiva, luto pelo que poderia ter sido diferente. Mas o diagnóstico não vem para rotular. Ele vem para explicar, organizar e permitir cuidado.

Nunca é tarde para se compreender. E se tratar com respeito muda tudo.

Você já se fez essa pergunta alguma vez? Comente aqui 👇

Essa é uma pergunta muito comum no consultório — e faz todo sentido.Medicamentos psiquiátricos não apagam quem você é. E...
20/01/2026

Essa é uma pergunta muito comum no consultório — e faz todo sentido.

Medicamentos psiquiátricos não apagam quem você é. Eles ajudam a corrigir desequilíbrios que estão atrapalhando o funcionamento do cérebro.

Quando a ansiedade, a depressão ou o sofrimento emocional tomam conta,
a pessoa não está sendo ela mesma — está tentando sobreviver.

O tratamento adequado não cria uma nova versão sua. Ele remove o excesso de peso, para que sua personalidade volte a aparecer com mais clareza.

E não: nem todo tratamento é para sempre.
Cada caso é avaliado individualmente, com acompanhamento médico e ajustes ao longo do tempo.

Buscar ajuda não é sinal de fraqueza. É cuidado.

Essa dúvida já passou pela sua cabeça?
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08730-110

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