Dr. Rui Alberto Gomes

Dr. Rui Alberto Gomes Especialista em nefrologia, doutor pela Unifesp, professor de medicina. RQE 16983 - CRM-SP 62.826

Experiente e conceituado na área médica, as consultas com o Dr. Rui Alberto Gomes são sempre humanizadas, deixando o paciente à vontade para atendê-lo sem pressa. Como professor universitário, está em atualização constante e, por isso, os atendimentos que faz são baseados nas melhores evidências científicas para abranger a saúde do paciente como um todo.

Neste 1º de Maio, quero propor uma reflexão: como a sua rotina profissional tem impactado seus rins? Muitas vezes, na du...
01/05/2026

Neste 1º de Maio, quero propor uma reflexão: como a sua rotina profissional tem impactado seus rins? Muitas vezes, na dura rotina do trabalho, esquecemos do básico que mantém nosso "motor" funcionando.

Para quem passa horas focado, aqui vão 3 lembretes vitais para a sua jornada:

👉 A garrafa de água é sua ferramenta de trabalho: Não espere sentir sede. A hidratação constante previne cálculos renais e mantém sua concentração elevada;

👉Não ignore os sinais do corpo: Adiar a ida ao banheiro para terminar uma tarefa pode sobrecarregar o sistema urinário e facilitar infecções;

👉Movimente-se: Se o seu trabalho é sedentário, pequenas pausas para caminhar ajudam na circulação e no controle da pressão arterial.

Nossa missão como médicos é garantir que você tenha saúde para colher os frutos do seu esforço. Trabalhe com dedicação, mas cuide-se com prioridade.

Feliz Dia do Trabalho! 👏👏👏

Dr. Rui Alberto Gomes | Nefrologista
CRM 62.826 | RQE 16.983

Muitas pessoas substituem o refrigerante pela água com gás, mas logo surge a dúvida: "Doutor, o gás ou o sódio dessa águ...
29/04/2026

Muitas pessoas substituem o refrigerante pela água com gás, mas logo surge a dúvida: "Doutor, o gás ou o sódio dessa água podem causar cálculos renais ou sobrecarregar meus rins?"

A resposta curta e baseada em evidências é: Não, a água com gás não faz mal aos rins.

Na verdade, para a maioria das pessoas, ela é uma excelente aliada na hidratação, especialmente para quem tem dificuldade em beber água natural. Vamos entender os pontos principais:

🔹O Gás (Dióxido de Carbono) presente na água é eliminado pelo sistema digestivo ou exalado pelos pulmões. Ele não interfere na filtração renal nem altera o pH do sangue de forma a prejudicar os órgãos;

🔹O Sódio: Existe um mito de que a água com gás é rica em sódio. Na realidade, a quantidade de sódio na maioria das águas minerais gaseificadas é muito baixa e irrelevante para a formação de pedras nos rins ou aumento da pressão arterial, quando comparada a alimentos processados;

🔹Cálculos Renais: Não há evidências de que a carbonatação cause pedras nos rins. O que causa cálculo renal é a baixa ingestão de líquidos, excesso de sal na dieta e fatores genéticos. Se a água com gás te ajuda a beber mais líquido, ela está, na verdade, ajudando a prevenir pedras.

Atenção apenas em um caso: Se você sofre de doenças gástricas, como gastrite ou refluxo, o gás pode causar distensão abdominal ou desconforto. Mas, para os rins, ela está liberada!

O segredo da saúde renal é a constância na hidratação. Seja água natural ou com gás, o importante é manter seus rins filtrando e funcionando plenamente.

Fontes: Sociedade Brasileira de Nefrologia (SBN), National Kidney Foundation (NKF) e Mayo Clinic.

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Por que problemas respiratórios graves podem afetar os seus rins?Um estudo recente da Faculdade de Medicina da USP, coor...
27/04/2026

Por que problemas respiratórios graves podem afetar os seus rins?

Um estudo recente da Faculdade de Medicina da USP, coordenado pelos professores Emmanuel Burdmann e Carlos Carvalho, trouxe um dado que merece nossa atenção: cerca de 50% dos pacientes com síndromes respiratórias agudas desenvolvem lesões nos rins. Mas por que isso acontece?

A explicação está na interconexão do nosso organismo. Quando os pulmões sofrem uma inflamação severa, ocorre uma "tempestade" de substâncias inflamatórias na corrente sanguínea. Esse processo, somado à queda na oxigenação do sangue (hipoxemia), sobrecarrega os rins, que são órgãos extremamente sensíveis a variações de pressão e oxigênio.

Muitas vezes, a lesão renal aguda é silenciosa. O corpo está lutando para respirar, e os rins começam a falhar sem apresentar sintomas imediatos. Por isso, em quadros graves, o monitoramento da função renal através de exames é fundamental desde o primeiro dia.

O diagnóstico precoce da lesão renal nesses casos pode ser o diferencial para uma recuperação completa e sem sequelas.

Como nefrologista, reforço: o cuidado com um órgão nunca é isolado. Tratar o paciente de forma humanizada e integral significa olhar para além do sintoma principal, é proteger o organismo como um todo.

Fonte: Jornal da USP

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No Dia de Prevenção e Combate à Hipertensão, é fundamental reforçar: a pressão alta muitas vezes não dá sinais, mas caus...
26/04/2026

No Dia de Prevenção e Combate à Hipertensão, é fundamental reforçar: a pressão alta muitas vezes não dá sinais, mas causa danos progressivos e irreversíveis ao organismo. Ela lesa silenciosamente os vasos sanguíneos, reduz a função dos rins ao longo do tempo e sobrecarrega o coração.

A hipertensão arterial é uma das principais causas de:
▪️Doença renal crônica;
▪️Infarto do miocárdio;
▪️Acidente vascular cerebral (AVC).

É uma das condições que mais levam pacientes à diálise no Brasil.

Muitos pacientes convivem anos com a pressão elevada sem saber. Quando os sintomas aparecem, como dor de cabeça, tontura ou visão turva, a doença já pode estar em estágio avançado. Pessoas com histórico familiar, diabetes, sobrepeso, sedentarismo, alto consumo de sal e estresse crônico são as mais afetadas.

A boa notícia é que a prevenção é possível:
Reduzir o consumo de sal;
▪️Praticar atividade física regularmente;
▪️Manter o peso adequado;
▪️Evitar o tabagismo e o excesso de álcool;
▪️Realizar acompanhamento médico periódico.

Medir a pressão regularmente é um ato simples que pode prevenir complicações graves. Cuidar da pressão é cuidar dos seus rins e da sua vida.

Fontes: Sociedade Brasileira de Nefrologia (SBN), Sociedade Brasileira de Cardiologia (SBC), Ministério da Saúde, Organização Mundial da Saúde (OMS) e KDIGO.

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Você sabe identificar sinais de alerta na sua fístula?A fístula não pode doer, não pode parar e não pode inflamar. Qualq...
24/04/2026

Você sabe identificar sinais de alerta na sua fístula?

A fístula não pode doer, não pode parar e não pode inflamar. Qualquer alteração deve ser levada a sério.

Principais sinais de alerta:
▪️Vermelhidão, calor ou inchaço no local: pode indicar infecção, o que exige avaliação imediata;
▪️Dor persistente ou aumento da sensibilidade: fístula não deve doer continuamente;
▪️Ausência do “frêmito” (vibração): se você não sente a vibração ao tocar, pode haver obstrução;
▪️Diminuição do fluxo durante a hemodiálise: pode indicar estreitamento (estenose) da fístula;
▪️Sangramento prolongado após a sessão: sinal de alteração na coagulação ou na própria fístula;
▪️Dilatação exagerada (aneurisma): aumento anormal do calibre exige acompanhamento rigoroso.

A fístula é o “acesso de vida” do paciente em hemodiálise. Complicações podem levar à perda desse acesso e necessidade de cateter, que tem maior risco de infecção e mortalidade.

O que o paciente deve fazer?
• Examine sua fístula diariamente;
• Toque e sinta a vibração;
• Evite traumas e compressões no braço
• Procure assistência médica ao menor sinal de alteração.

Vale destacar: quem conhece sua fístula, preserva sua saúde. A educação do paciente é uma das ferramentas mais eficazes para reduzir complicações, conforme as diretrizes médicas.

Se você faz hemodiálise ou conhece alguém que faz, salve este conteúdo e compartilhe. Essa informação pode preservar um acesso e salvar uma vida.

Fontes: Sociedade Brasileira de Nefrologia, National Kidney Foundation, Kidney Disease Outcomes Quality Initiative e European Renal Association.

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Você sabe qual é a quantidade ideal de água que deve ingerir por dia?Essa é uma dúvida muito comum no consultório e a re...
22/04/2026

Você sabe qual é a quantidade ideal de água que deve ingerir por dia?

Essa é uma dúvida muito comum no consultório e a resposta é: não existe um valor único que sirva para todas as pessoas. A hidratação precisa ser individualizada, respeitando o peso, o estilo de vida e, principalmente, as condições de saúde de cada paciente.

De forma geral, para adultos saudáveis, utilizamos como referência a ingestão de aproximadamente 30 a 35 ml de água por quilo de peso corporal ao dia. Ou seja, uma pessoa com 70 kg deve consumir, em média, entre 2,1 e 2,4 litros por dia. No entanto, essa necessidade pode variar bastante. Climas mais quentes, prática de atividade física, uso de determinados medicamentos e algumas doenças podem aumentar ou reduzir essa demanda.

É importante fazer um alerta: beber água em excesso também pode ser prejudicial, especialmente para pacientes com doenças renais, insuficiência cardíaca ou aqueles em hemodiálise. Nesses casos, a ingestão hídrica deve ser orientada de forma individualizada pelo médico, evitando sobrecarga no organismo.

Um parâmetro simples e útil no dia a dia é observar a cor da urina. Urina muito escura, em pequena quantidade ou com odor forte pode indicar desidratação. Já uma coloração amarelo-clara costuma refletir uma hidratação adequada.

Na prática clínica, sempre reforço aos meus pacientes: hidratação não é excesso, é equilíbrio. Beber água na medida correta é uma das formas mais simples e eficazes de cuidar da saúde como um todo — e, especialmente, da função dos rins.

Fontes: European Food Safety Authority, Institute of Medicine, Sociedade Brasileira de Nefrologia e World Health Organization.

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Bactérias nos rins podem ser mais perigosas do que você imagina.Muitas pessoas tratam a infecção urinária como algo simp...
20/04/2026

Bactérias nos rins podem ser mais perigosas do que você imagina.

Muitas pessoas tratam a infecção urinária como algo simples, mas quando as bactérias atingem os rins, o quadro pode evoluir para uma condição mais grave chamada pielonefrite. Isso geralmente acontece quando uma infecção urinária não é tratada de forma adequada, permitindo que as bactérias subam da bexiga até os rins.

Os sinais de alerta merecem atenção imediata: febre alta, dor intensa na região lombar, náuseas, vômitos, mal-estar, ardência ao urinar e alterações na urina, como aspecto turvo ou odor forte. Em situações mais graves, essa infecção pode evoluir para sepse, colocando a vida em risco.

Algumas pessoas apresentam maior risco, como mulheres, pacientes com cálculo renal, diabetes, baixa imunidade, obstruções urinárias ou doença renal crônica. Nesses casos, o cuidado deve ser ainda mais rigoroso.

Quando não tratada corretamente, a infecção pode causar lesão renal aguda, cicatrizes permanentes nos rins e até perda da função renal, podendo levar à necessidade de internação.

A prevenção ainda é o melhor caminho: manter uma boa ingestão de líquidos, não segurar a urina por longos períodos, cuidar da higiene íntima e tratar precocemente qualquer sintoma urinário são medidas essenciais.

Se você apresentar sintomas urinários associados à febre ou dor lombar, não ignore. Procure avaliação médica imediata. Em saúde renal, agir no tempo certo faz toda a diferença.

Fontes: Sociedade Brasileira de Nefrologia (SBN), Ministério da Saúde – Infecções do Trato Urinário, KDIGO e UpToDate – Acute Pyelonephritis in Adults.

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A Hemofilia é uma doença hereditária caracterizada por alterações na coagulação do sangue.Apesar de não ser uma doença d...
17/04/2026

A Hemofilia é uma doença hereditária caracterizada por alterações na coagulação do sangue.

Apesar de não ser uma doença dos rins, ela pode ter manifestações urinárias que exigem atenção. Uma das mais comuns é a hematúria (sangue na urina), que pode ocorrer mesmo sem trauma significativo.

Embora nem sempre indique doença renal estrutural, episódios repetidos podem levar a complicações como:
▪️Formação de coágulos no trato urinário;
▪️Obstrução urinária;
▪️Irritação local.

Além disso, o uso frequente de certos analgésicos (como anti-inflamatórios não esteroidais) pode representar risco adicional para a função renal.

Outro ponto importante envolve condições associadas, como infecções virais adquiridas no passado por transfusões, que podem evoluir com comprometimento renal.

Portanto: a hemofilia não causa doença renal diretamente, mas pode impactar o sistema urinário e, em alguns casos, os rins.

A presença de sangue na urina deve sempre ser avaliada com critério, especialmente em pacientes hemofílicos.

Fontes: World Federation of Hemophilia, National Hemophilia Foundation e Diretrizes clínicas internacionais sobre manejo da hemofilia

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☕ O café é um dos hábitos mais comuns no dia a dia, mas também um dos mais cercados de mitos. Afinal, ele faz bem ou mal...
15/04/2026

☕ O café é um dos hábitos mais comuns no dia a dia, mas também um dos mais cercados de mitos. Afinal, ele faz bem ou mal para os rins?

A resposta, baseada em evidência científica, é clara: depende do contexto!

Em pessoas saudáveis, o consumo moderado não está associado a prejuízo renal e pode até trazer benefícios. Por outro lado, em casos específicos, como hipertensão ou doença renal já existente, o consumo precisa ser avaliado de forma individual.

Mais importante do que cortar ou exagerar, é entender. Informação correta evita decisões erradas.

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A Doença de Parkinson é uma condição neurológica, mas seus efeitos vão além do sistema motor. O que muitos não sabem é q...
13/04/2026

A Doença de Parkinson é uma condição neurológica, mas seus efeitos vão além do sistema motor. O que muitos não sabem é que ela pode impactar indiretamente a função renal. Isso acontece principalmente por alterações do sistema nervoso autônomo, que interferem no funcionamento da bexiga, levando a:
▪️Urgência urinária;
▪️Incontinência;
▪️Esvaziamento incompleto.

Com o tempo, essas alterações podem aumentar o risco de infecções urinárias recorrentes, que, quando não tratadas adequadamente, podem comprometer os rins.

Além disso, fatores como redução da ingestão de líquidos, dificuldade de mobilidade e quedas de pressão arterial podem favorecer desidratação e redução da perfusão renal, especialmente em pacientes idosos.

Ou seja, o rim não é o alvo primário da doença, mas pode sofrer as consequências ao longo da evolução clínica.

O acompanhamento adequado e a atenção aos sinais urinários são fundamentais para preservar a função renal nesses pacientes.

Fontes: Parkinson's Foundation, National Institute of Neurological Disorders and Stroke e Artigos de revisão em neurologia e geriatria (disfunção autonômica no Parkinson)

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Você sabia que o diabetes pode dar sinais antes mesmo do diagnóstico?Na prática clínica, utilizamos um conceito clássico...
10/04/2026

Você sabia que o diabetes pode dar sinais antes mesmo do diagnóstico?

Na prática clínica, utilizamos um conceito clássico chamado “4 Ps do diabetes”, que ajudam a identificar possíveis alterações no metabolismo da glicose (hiperglicemia):

▪️ Poliúria: urinar bastante.
▪️ Polidipsia: sede excessiva;
▪️ Polifagia: fome constante;
▪️ Perda de peso sem explicação.

Esses sinais e sintomas indicam que o organismo não está conseguindo utilizar a glicose de forma adequada - um sinal de alerta que não deve ser ignorado.

O diabetes é a principal causa de doença renal crônica e pode evoluir de forma silenciosa até estágios mais avançados.

Por isso, reconhecer precocemente e investigar com exames simples pode evitar complicações graves no futuro.

Fontes: American Diabetes Association e Sociedade Brasileira de Diabetes

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O câncer não é uma doença única.É um conjunto de doenças que podem afetar diferentes órgãos, muitas vezes de forma silen...
08/04/2026

O câncer não é uma doença única.
É um conjunto de doenças que podem afetar diferentes órgãos, muitas vezes de forma silenciosa.

O que faz diferença no prognóstico não é apenas o tratamento. É, principalmente, o momento do diagnóstico.
Grande parte dos casos de câncer pode ser tratada com mais eficácia quando identificada precocemente.

E isso depende de um fator essencial: prevenção e acompanhamento médico regular.

Exames simples, realizados no tempo adequado, podem reduzir significativamente a mortalidade.

No contexto da nefrologia, pacientes oncológicos também merecem atenção especial, pois alguns tratamentos podem impactar diretamente a função renal, o que reforça a importância de um cuidado integrado.

Fontes: Organização Mundial da Saúde (OMS) e Instituto Nacional de Câncer (INCA)

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