Niéde Nica Psicóloga

Niéde Nica Psicóloga Atendimento à crianças, adolescentes e adultos.

Esse post surgiu a pedido de uma seguidora que me relatou o sofrimento vivido após passar por intervenções equivocadas e...
08/05/2026

Esse post surgiu a pedido de uma seguidora que me relatou o sofrimento vivido após passar por intervenções equivocadas em saúde mental feitas por pessoa sem preparo, formação ou responsabilidade ética. Ela me pediu que eu abordasse esse assunto. Já tem alguns meses que venho pensando como abordar isso aqui.
Primeiro: NÃO GENTE, PSICOLOGIA NÃO É A TAL COISA QUE FALAM POR AÍ: só conversar! Não é isso!

Ciência não é achismo.

E SER PSICÓLOGO É TÃO MARAVILHOSO QUE TODO MUNDO QUER SER!
Minha faculdade foi 5 anos, todos os dias eu estava lá na sala de aula. 4 horas por dia de aula em sala. Estudando em casa, estágio supervisão etc.
Depois 2 anos de uma
Cuidado em saúde mental não é conselho genérico, frase pronta ou opinião pessoal transformada em técnica.

O sofrimento humano exige escuta qualif**ada, estudo contínuo, responsabilidade ética e intervenções fundamentadas.

Hoje, vemos pessoas se intitulando mentores, terapeutas, analistas e especialistas sem nunca terem estudado, de fato, saúde mental. Pessoas que nunca atravessaram uma formação consistente, nunca compreenderam minimamente os fundamentos da Psicologia e das ciências da saúde.

Ainda assim, ocupam lugares de autoridade.

Reproduzem conceitos rasos, transformam experiências pessoais em suposta técnica clínica e confundem aconselhamento com cuidado em saúde mental.

O problema é que intervenções erradas podem agravar signif**ativamente quadros psíquicos já fragilizados.

Uma pessoa em sofrimento intenso pode sair ainda mais culpabilizada, desorganizada emocionalmente, dependente, angustiada ou sem acesso ao tratamento adequado. Em casos graves, atrasar um cuidado técnico e responsável pode aumentar riscos importantes à saúde mental, emocional e até à própria vida.

Além disso, muitos sequer passaram pela própria análise pessoal. Orientam vidas a partir das próprias crenças, projeções e convicções individuais, sem compreender os limites éticos envolvidos no cuidado com o sofrimento humano.

A clínica exige formação, supervisão, estudo contínuo e compromisso ético.

Sofrimento humano não é espaço para improvisos, achismos ou discursos travestidos de cuidado.

TENHAM CUIDADO.

SAÚDE MENTAL É ASSUNTO SÉRIO.

Não se cobre tanto. Você terá o seu próprio jeito de viver tudo isso. Nunca será igual ao de outra mulher.Não existe uma...
07/05/2026

Não se cobre tanto. Você terá o seu próprio jeito de viver tudo isso. Nunca será igual ao de outra mulher.

Não existe uma única forma certa de ser mãe. Se permita construir, aos poucos, a mãe que faz sentido para você ser.

Não se preocupe excessivamente com o parto ou com tudo o que dizem sobre ele.

Embora algumas dificuldades possam, sim, fazer parte do processo da sua adaptação com o bebê, nada disso precisa ser antecipado como uma sentença.

Viva uma etapa de cada vez.

Quero que saiba:
Filhos crescem.
Não será para sempre tantas demandas assim.

Pode ser que seu filho durma bem desde o nascimento.
Você volta a comer com calma.
Você volta a tomar banho sem pressa.
Seu corpo se reorganiza.
Sua rotina encontra um novo e bom ritmo.
Você volta a ter tempo para você.

Talvez muitas dessas mudanças positivas já aconteçam nos primeiros meses. Talvez venham aos poucos, conforme seu filho for crescendo.

Não fique antecipando o futuro.
Não fique imaginando como será o dia ou a noite de amanhã.

Não sofra pelo retorno ao trabalho que ainda nem chegou.
Não tente controlar todos os cenários antes deles existirem.
Viva o agora possível entre você e seu bebê.

Em cada momento, você encontrará as saídas necessárias.
Não antecipe dores que ainda não existem.

É preciso calma.
É preciso tempo.
É preciso aprender a se conhecer, se reconhecer e construir, aos poucos, a relação entre mãe e bebê.

Cada mulher viverá esse processo de uma forma, e cada bebê também terá seu próprio jeito de chegar ao mundo.

Não pense que sua experiência será necessariamente o terror das noites difíceis, das cólicas ou da amamentação.

Pode ser que muita coisa aconteça de forma leve, possível e diferente do que te disseram.

Maternidade também precisa caber na sua realidade, na sua saúde mental e no cuidado do seu maternar.

CADA GESTAÇÃO, PARTO E RELAÇÃO ENTRE MÃE E BEBÊ É ÚNICA.

A todas e todos os meus pacientes/clientes, Penso em cada um de vocês como passarinhos que, diante dos desafios, buscam ...
30/04/2026

A todas e todos os meus pacientes/clientes,

Penso em cada um de vocês como passarinhos que, diante dos desafios, buscam novos jeitos de voar. Nem sempre se trata de voar mais alto, mas de voar diferente encontrando outras rotas, ajustando o ritmo, reinventando caminhos quando o vento muda.

Vejo que após se cansarem, angustiarem ou até mesmo terem medo de continuar batendo as asas, em algum momento, escolheram pousar aqui e aos poucos, ensaiar seus novos voos. Eu vejo cada tentativa…as mais firmes, as hesitantes, as que precisaram de pausa antes de continuar. Há muito de coragem em cada movimento, mesmo quando ele parece pequeno.

Chegar até aqui nunca é simples. Olhar para si, reconhecer dores, sustentar perguntas… tudo isso exige uma força que, muitas vezes, vocês nem percebem que têm. E ainda assim, vocês vieram. E muitas vezes permaneceram, outras vezes acharam que ainda não era tempo. E assim….pausaram, tentaram de novo.

Vocês sabem, eu não caminho por vocês, mas caminho com vocês. E é bonito testemunhar, de perto, quando as asas vão ganhando mais força, melhor forma, direção e assim vão enxergando novas maneiras de olhar para vida.

E, ao acompanhar cada percurso, me dou conta de que não há medida para o que é testemunhar o que vocês constroem. É um privilégio silencioso ver, de perto, o que vai ganhando forma. Aos que chegaram e se foram antes do tempo dos seus processos, quando eu ainda começava, levo comigo cada encontro. Hoje, a experiência aprimorou muitas coisas, mas o compromisso segue o mesmo.

E, entre pausas e recomeços, f**a um convite sutil: não desistam de si, porque sempre vale a pena construir uma forma mais possível de viver a vida.

A psicologia, entre nós, é esse espaço de construção feito de escuta, presença e, sobretudo, de respeito ao tempo de cada um e que sim, possibilita alçarem voos seguros!

Eu sigo junto com vocês, de mãos dadas!!!

Obrigada por confiarem em mim para caminhar e voar ao lado de vocês no cuidado com suas histórias. Sinto respeito pelas histórias que acompanho e uma grande honra em ser a psicóloga de vocês…

qualidadedevida

Quando evitamos falar sobre assuntos que nos incomodam e nos prejudicam, o que deixamos de enfrentar acaba virando um mu...
21/04/2026

Quando evitamos falar sobre assuntos que nos incomodam e nos prejudicam, o que deixamos de enfrentar acaba virando um muro que nos impede de avançar. Na minha prática clínica percebo sempre que aquilo que f**a mal resolvido, sempre insiste em retornar na história das pessoas. A verdade é que o que não é dito, o corpo sente ou repete.

O silêncio que evita o conflito externo é o mesmo que alimenta a guerra interna, nos condenando a viver os mesmos erros.

Implicar-se na própria história não é carregar um peso extra, mas sim a única forma de deixar de ser refém do próprio sintoma.

Fugir de si não é saída, é apenas uma forma de adiar o sofrimento. É preciso coragem para perceber que o que chamamos de destino, muitas vezes, é fruto de uma escolha silenciosa. Afinal, mesmo quando não optamos diretamente por algo, quando nos omitimos ou deixamos o tempo passar sem agir, ainda assim estamos escolhendo.

Muitas vezes, trocamos nossa voz pelo silêncio em nome de uma “bondade” estratégica, o desejo de parecer “bonzinho” para o Outro. Evitamos assuntos complexos e calamos nossos incômodos para não desorganizar o mundo alheio, mas essa omissão vira um muro que nos impede de avançar na própria vida.

Mas eu te pergunto: vale a pena ser bom para o outro e ruim para si mesmo?

Encarar o que é difícil é o que nos permite caminhar com mais leveza.
Afinal, a verdadeira liberdade não é a ausência de dor, mas a coragem de dar um novo sentido ao que nos atravessa.

Conversar com um profissional da psicologia pode ser um espaço seguro para começar se cuidar.


Vamos seguir? Posso te dar as mãos.

Antes de cada compra, vale se perguntar:🚨 O que me levou a querer isso neste momento?🚨Estou decidindo com calma ou no im...
07/04/2026

Antes de cada compra, vale se perguntar:

🚨 O que me levou a querer isso neste momento?
🚨Estou decidindo com calma ou no impulso?
Isso faz sentido para minha realidade agora?
🚨Como essa escolha vai impactar minha vida nos próximos dias ou meses?
🚨Estou considerando minhas prioridades antes de comprar?
🚨Essa compra resolve algo importante ou apenas alivia momentaneamente?

A forma como lidamos com o dinheiro impacta diretamente nossa saúde mental. Dívidas, desorganização financeira e insegurança econômica podem aumentar o estresse, a ansiedade, afetar o sono e gerar uma constante sensação de perda de controle. Por outro lado, quando conseguimos nos organizar, planejar e ter mais previsibilidade, é comum experimentar mais tranquilidade, segurança e bem-estar emocional.

Mas essa relação não é apenas financeira. Nem tudo que nos dizem que precisamos, de fato precisamos (obs, essa frase denota uma discussão longa sobre capitalismo e se vocês quiserem podemos falar sobre essa tema depois). Muitas vezes compramos sem pensar, deixando que a vontade do momento decida por nós. Compras sem planejamento podem gerar dívidas, frustração e impactos que vão além do bolso: atingem a autoestima, o bem-estar e a qualidade de vida. O consumo impulsivo oferece apenas uma satisfação passageira.

Também é importante lembrar: quem vende depende desse dinheiro para seus próprios planos, sustento e organização. Cada compra movimenta não só a sua vida, mas também a de outras pessoas.

Por isso, não se trata de “ter ou não ter”, mas de como nos relacionamos com o que consumimos. Refletir sobre o que nos move e sobre as consequências das nossas escolhas é um passo importante para um consumo mais consciente — e para um cuidado mais amplo com a própria saúde mental e com a vida em sociedade.
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Nem sempre é simples lidar com as escolhas do outro. Diante disso, pode surgir em nós o desejo de ajudar, orientar ou at...
04/04/2026

Nem sempre é simples lidar com as escolhas do outro. Diante disso, pode surgir em nós o desejo de ajudar, orientar ou até mesmo corrigir. Muitas vezes, a opinião aparece como uma forma de cuidado, como uma tentativa sincera de proteger. Mas é importante lembrar que aquilo que dizemos quase sempre nasce da nossa própria história, do que fez sentido para nós, e nem sempre alcança a complexidade da experiência do outro.

Há escolhas que não podem ser compreendidas apenas pela lógica de quem observa de fora. Elas atravessam afetos, limites, medos, histórias e possibilidades que nem sempre estão visíveis. E é justamente nesse ponto que o cuidado pede mais delicadeza do que direção.

Isso não signif**a deixar de se importar. Pelo contrário. Signif**a reconhecer que existir não é seguir um único modelo. Cada sujeito responde à vida com os recursos que tem, no tempo que consegue, do modo que lhe é possível.

Sustentar essa diferença também é uma forma de cuidado. Às vezes, mais do que oferecer respostas ou caminhos prontos, o que realmente acolhe é a possibilidade de um espaço seguro, onde o outro possa ser ele mesmo, sem medo de ser julgado.




Ser mulher nunca foi simples.É atravessar expectativas e resistir a silenciamentos.Ser mulher não deveria ser luta. Mas ...
08/03/2026

Ser mulher nunca foi simples.
É atravessar expectativas e resistir a silenciamentos.

Ser mulher não deveria ser luta. Mas ainda é.

O dia de hoje nos convida a olhar para uma realidade que
atravessa a vida de muitas mulheres: a constante necessidade de afirmar sua
existência, sua voz e seus direitos.

Ser mulher nunca foi apenas uma condição biológica. Ao longo da história, a
sociedade tentou definir o que uma mulher deveria ser: como agir, como se
comportar, até onde poderia ir. Criaram expectativas, limites e papéis que, muitas
vezes, ignoram a singularidade de cada mulher.
Mas a experiência feminina não cabe em um único modelo.

Existem muitas formas de ser mulher. Muitas histórias, trajetórias, escolhas e
modos de existir. Há mulheres mães e mulheres que não desejam ser mães.
Mulheres que cuidam, que lideram, que trabalham, que lutam, que criam, que
sustentam famílias e que também sustentam sonhos.

Ainda assim, em muitos contextos, o corpo e a voz das mulheres continuam sendo
questionados, julgados ou controlados. E é justamente por isso que essa data
permanece necessária.

Porque falar sobre as mulheres é falar sobre dignidade, respeito e liberdade.
É também lembrar que mudanças profundas começam nas pequenas relações do
cotidiano: na forma como educamos nossos filhos, no respeito que ensinamos
dentro de casa e na maneira como reconhecemos o outro como sujeito de direitos.
Educar para o respeito, para a igualdade e para o cuidado é um caminho possível
para transformar o futuro.

Que este dia seja um convite à consciência, à coragem e à construção de uma
sociedade onde ser mulher não signifique precisar lutar, todos os dias, apenas
para existir com dignidade.

É fácil dizer “eu teria feito diferente” quando não se esteve ali. Difícil, mas também necessário é se acolher e respeit...
09/02/2026

É fácil dizer “eu teria feito diferente” quando não se esteve ali. Difícil, mas também necessário é se acolher e respeitar o que foi possível fazer naquele momento.

Vale lembrar sempre que nem toda opinião merece ser acolhida. O sentido de uma escolha não está no julgamento externo, mas na história, nas condições e nos limites de quem a viveu.

Cuidar de si também é aprender escolher opniões e sustentar as responsabilidades do próprio caminho.

Muitas vezes o cansaço não vem do excesso de sensibilidade, mas da confusão de responsabilidades. A gente começa a carre...
31/01/2026

Muitas vezes o cansaço não vem do excesso de sensibilidade, mas da confusão de responsabilidades. A gente começa a carregar o que não é nosso, a sustentar situações que nos atravessam, mas não nos pertencem.

Colocar limites é cuidado. Limite não necessariamente afasta, rompe ou desumaniza. Apenas organiza os lugares.

Quando cada um pode responder pelo que lhe cabe, o peso diminui, a relação se torna mais honesta e o sujeito pode existir sem precisar se anular.

Colocar limites é, muitas vezes, a única forma para permanecer.



Quantas vezes nos acomodamos em espaços que não nos acolhem, insistimos em relações que nos deixam vazios ou carregamos ...
14/01/2025

Quantas vezes nos acomodamos em espaços que não nos acolhem, insistimos em relações que nos deixam vazios ou carregamos pensamentos que nos aprisionam?

Habitar um lugar, seja ele interno ou externo, é permitir que ele influencie quem somos e como nos sentimos.

Por isso, é essencial refletir: os lugares que você ocupa hoje te proporcionam crescimento, acolhimento e segurança? Ou estão apenas reforçando padrões de sofrimento?

Ter consciência sobre onde estamos e como nos permitimos habitar é o primeiro passo para se permitir construir em espaços que realmente sejam um lar para nossa história.

Só busca ajuda, quando “aceita” que precisa de ajuda.Só te toma medicação, quando se “aceita” doente.Não se procura solu...
04/01/2025

Só busca ajuda, quando “aceita” que precisa de ajuda.

Só te toma medicação, quando se “aceita” doente.

Não se procura solução para uma questão, enquanto não se acredita que aquilo é um desafio ou problema.

E vale lembrar que aceitar não é o mesmo que concordar. É reconhecer a realidade tal como ela é, sem negá-la ou fugir dela. Só buscamos ajuda quando aceitamos que precisamos.

Só iniciamos um tratamento ao reconhecer que algo precisa de cuidado. E ninguém procura soluções sem antes admitir a existência de um problema. Aceitar é o primeiro passo para transformar, pois é no reconhecimento que nasce a força para agir.

Aceitar não é o mesmo que concordar. É reconhecer a realidade tal como ela é, sem negá-la ou fugir dela.

Só buscamos ajuda quando aceitamos que precisamos. Só iniciamos um tratamento ao reconhecer que algo precisa de cuidado.

Ninguém procura soluções sem antes admitir a existência de um problema. Aceitar é o primeiro passo para mudar a realidade que se encontra, pois é no reconhecimento que nasce a força para agir e criar soluções.














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Rua Drive Santos, 362/ed. Herlindo Silveira. Centro
Montes Claros, MG

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