13/01/2021
Uma pesquisa recentemente publicada na revista BMJ Open Ophthalmology apontou que antes dos primeiros indícios de uma infecção por COVID-19 surgirem, os olhos podem sinalizar ao corpo o risco de contaminação. E isso até três semanas antes de o organismo sentir os clássicos sintomas da doença – dor de cabeça, falta de ar, perda de olfato e paladar, febre, dor de garganta, entre outros.
Entre as alterações oculares mais frequentes estão o olho seco e a dor nos olhos.
Nesse cenário, os principais sintomas do olho seco são: coceira, vermelhidão, sensação de areia nos olhos e visão embaçada. Nem todas as pessoas que apresentam esses sintomas podem estar, de fato, contaminadas e/ou se infectarão futuramente. A lágrima é essencial para evitar que o novo coronavírus e outros micro-organismos penetrem nos olhos.
Pesquisaa recomendam que a prevenção seja adotada a fim de evitar o desconforto provocado pelo olho seco, bem como a contaminação por COVID-19. Nesse cenário, o ideal é que as pessoas evitem o uso abusivo de ar-condicionado e, também, de eletrônicos.
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